sábado, 21 de março de 2009

INFORMAÇÕES SOBRE O RÁDIO DIGITAL

Brasil é o quarto país do mundo a adotar rádio digital. Nossas principais emissoras já transmitem assim, mas nossos aparelhos ainda são analógicos. Quando forem digitais, poderão receber textos e imagens.
Por
Paulo Rebêlo (reportagem)
No mês passado o rádio completou 83 anos no Brasil. Apesar de não ser uma data fechada, marcou o início de uma nova e significativa etapa no País: a transmissão digital.
As principais emissoras brasileiras já começaram a transmitir a programação com a tecnologia, proporcionando um ganho considerável na qualidade do áudio. Em termos concretos, você pode escutar rádio AM com qualidade de FM e ouvir as músicas FM com qualidade de CD.
No entanto, para usufruir da regalia, é preciso ter um aparelho habilitado para receber os sinais transmitidos digitalmente, diferente do sinal analógico utilizado hoje em dia pelos aparelhos de som.
Como prega a lei do mercado, o preço ainda é bem alto por ser novidade, mas já se apresenta como uma alternativa viável em médio prazo. De acordo com a Associação das Emissoras de Rádio e Televisão do Estado de São Paulo (Aesp), em dez anos toda a malha radiofônica do Brasil será digital.
Por enquanto, as únicas emissoras com transmissão digital são as rádios dos grupos Eldorado, Bandeirantes, Jovem Pan, RBS e Sistema Globo de Rádio, mas nenhuma na Região Norte/Nordeste. Outras 30 emissoras já solicitaram autorização à Anatel e devem começar os testes em breve. Para os atuais aparelhos de rádio, nada muda. Com a recepção analógica dos radinhos de hoje, o usuário não percebe mudança na qualidade do som.
O padrão escolhido pelo governo brasileiro é o americano :In Band On Channel” (Iboc, na sigla em inglês), abrindo mão da opção européia de “Digital Radio Mondiale” (DRM).
A diferença é que o sistema europeu não permite a transmissão simultânea da programação em analógico e digital, ou seja, deixaria todo mundo fora do ar. O Brasil é o quarto país do mundo a adotar rádio digital, atrás dos Estados Unidos, Canadá e México.
Vantagem não é apenas a qualidade do som
Além de ouvir estações de rádio com qualidade de CD, o sistema digital possui outras vantagens bem interessantes ao ouvinte. A primeira é que não há interferência, tão comum em rádios AM. Um liquidificador ou o motor do carro podem causar interferência na transmissão analógica, por exemplo.
Outra vantagem é a convergência de mídias, já que o aparelho de rádio digital pode receber textos e imagens.
Nos Estados Unidos, onde o serviço está mais consolidado – e é pago – o ouvinte recebe informações sobre o clima e o trânsito, com direito a mapas e imagens. No Brasil, durante o período de testes, tudo será gratuito.
Ainda não há definição sobre preços futuros. Pelas próximas semanas, novos aparelhos digitais devem chegar ao mercado, principalmente nos sites de comércio eletrônico. O preço é salgado: aparelhos fixos entre R$ 700 e R$ 1.000 e automotivos entre R$ 550 e R$ 700 inicialmente. [Webinsider] (com Folha de Pernambuco)
Sobre o autor
Paulo Rebêlo (rebelo@webinsider.com.br) é subeditor do Webinsider.
retirado do site websinder.uol.com.br

sexta-feira, 20 de março de 2009

RECORDANDO...


A IMPORTÂNCIA SOCIAL DO RÁDIO - GERALDO SALES


Estima-se que no Brasil haja mais de 3.400 emissoras de rádio AM/FM, cerca de 2.500 comunitárias legalizadas e aproximadamente 15 mil pedidos de autorização de rádio comunitária tramitando no Ministério das Comunicações. São cerca de 180 milhões de aparelhos receptores de rádio, os mais variados modelos, dos mais baratos aos mais caros e sofisticados, para atenderem às necessidades de todos os extratos sociais. Sendo o rádio o meio de comunicação mais democrático e popular que existe, é através dele que as camadas menos assistidas da população têm acesso aos diversos tipos de informações. É aravés do rádio que o homem do campo, a dona de casa, o jovem estudante da zona rural, tomam conhecimento dos fatos ocorridos nas cidades e até nas capitais. Em toda boa emissora programas policiais, de esporte, de forró, e, ainda de variedades em que o locutor ou alguém, de preferência do sexo feminino, apresenta um quadro com o Resumo das Novelas. Nas rádios AM’s ainda são muito comuns as Cantorias de Viola; nas FM’s quase não há esse gênero. E ainda é muito comum, o quadro de “Avisos”, alguns de utilidade pública (convite missa, perda de documentos, nota de falecimento etc.) Com a instalação de Telefones Públicos nas zonas rurais, esta prática tornous-e menos usual, mas ainda é uma realidade nas comunidades onde o TP não foi instalado. Além do mais, nem todas as pessoas podem comprar cartão telefônico pelo preço abusivo que as operadoras impõem a seu bel-prazer. A primeira aparição pública do rádio no Brasil, data de 1922, durante Exposição Nacional preparada para os festejos do Centenário da Independência Brasileira. No entanto, a primeira estação de rádio foi inaugurada em 1923, quando foi ao ar a Rádio Sociedade do Rio de Janeiro, seguida por outras em diversas partes do País. Segundo a pesquisa “História e memória do Rádio Cearense” desenvolvida na Universidade de Fortaleza (Unifor) que serviu de base para um trabalho da estudante do Curso de Jornalismo da Unifor, Ana Karine Zaranza, a primeira emissora de rádio a ser instalada no Ceará foi a Ceará Rádio Clube, no dia 28 de agosto de 1931. No ano de 1932 a rádio começou suas atividades com o prefixo Pratt sendo que, tempos depois passaria a adotar o prefixo PRE-9. Em 1941 foram inauguradas novas instalações da rádio que se tornou a terceira emissora de ondas curtas do Brasil. Sete anos depois, no dia 9 de outubro de 1948 seria instalada a segunda emissora cearense, a rádio Iracema de Fortaleza, registra o documento. Desse modo, não é exagero reafirmar que o rádio é de fato o meio de comunicação social mais popular, democrático e de maior alcance. No caso brasileiro, nos mais longínquos grotões, certamente haverá quem não disponha de um aparelho de tevê. Com a implantação em 2004 do programa “Luz para Todos” do Governo Federal, que pretende acabar com a exclusão elétrica até 2008, levando energia a 10 milhões de pessoas do meio rural será difícil encontrarmos uma única residência neste Brasil de Caboclo, de Mãe Preta e Pai João que não possua, sobre uma simples mesinha de madeira ou no parapeito do alpendre um majestoso rádio, sintonizado na primeira emissora, comunitária ou não, que “pegar” nas redondezas. Isso pode ser chamado de democratização dos Meios de Comunicação Social, pelo9 menos no que diz respeito ao acesso à informação pura e simples. Quanto à qualidade da informação que se tem, aí é assunto para outra discussão. PUBLICADO EM 28/10/06 - jornal o povo...

resgatando...

A IMPORTÂNCIA SOCIAL DO RÁDIO

GERALDO SALES


Estima-se que no Brasil haja mais de 3.400 emissoras de rádio AM/FM, cerca de 2.500 comunitárias legalizadas e aproximadamente 15 mil pedidos de autorização de rádio comunitária tramitando no Ministério das Comunicações. São cerca de 180 milhões de aparelhos receptores de rádio, os mais variados modelos, dos mais baratos aos mais caros e sofisticados, para atenderem às necessidades de todos os extratos sociais. Sendo o rádio o meio de comunicação mais democrático e popular que existe, é através dele que as camadas menos assistidas da população têm acesso aos diversos tipos de informações. É aravés do rádio que o homem do campo, a dona de casa, o jovem estudante da zona rural, tomam conhecimento dos fatos ocorridos nas cidades e até nas capitais. Em toda boa emissora programas policiais, de esporte, de forró, e, ainda de variedades em que o locutor ou alguém, de preferência do sexo feminino, apresenta um quadro com o Resumo das Novelas. Nas rádios AM’s ainda são muito comuns as Cantorias de Viola; nas FM’s quase não há esse gênero. E ainda é muito comum, o quadro de “Avisos”, alguns de utilidade pública (convite missa, perda de documentos, nota de falecimento etc.) Com a instalação de Telefones Públicos nas zonas rurais, esta prática tornous-e menos usual, mas ainda é uma realidade nas comunidades onde o TP não foi instalado. Além do mais, nem todas as pessoas podem comprar cartão telefônico pelo preço abusivo que as operadoras impõem a seu bel-prazer. A primeira aparição pública do rádio no Brasil, data de 1922, durante Exposição Nacional preparada para os festejos do Centenário da Independência Brasileira. No entanto, a primeira estação de rádio foi inaugurada em 1923, quando foi ao ar a Rádio Sociedade do Rio de Janeiro, seguida por outras em diversas partes do País. Segundo a pesquisa “História e memória do Rádio Cearense” desenvolvida na Universidade de Fortaleza (Unifor) que serviu de base para um trabalho da estudante do Curso de Jornalismo da Unifor, Ana Karine Zaranza, a primeira emissora de rádio a ser instalada no Ceará foi a Ceará Rádio Clube, no dia 28 de agosto de 1931. No ano de 1932 a rádio começou suas atividades com o prefixo Pratt sendo que, tempos depois passaria a adotar o prefixo PRE-9. Em 1941 foram inauguradas novas instalações da rádio que se tornou a terceira emissora de ondas curtas do Brasil. Sete anos depois, no dia 9 de outubro de 1948 seria instalada a segunda emissora cearense, a rádio Iracema de Fortaleza, registra o documento. Desse modo, não é exagero reafirmar que o rádio é de fato o meio de comunicação social mais popular, democrático e de maior alcance. No caso brasileiro, nos mais longínquos grotões, certamente haverá quem não disponha de um aparelho de tevê. Com a implantação em 2004 do programa “Luz para Todos” do Governo Federal, que pretende acabar com a exclusão elétrica até 2008, levando energia a 10 milhões de pessoas do meio rural será difícil encontrarmos uma única residência neste Brasil de Caboclo, de Mãe Preta e Pai João que não possua, sobre uma simples mesinha de madeira ou no parapeito do alpendre um majestoso rádio, sintonizado na primeira emissora, comunitária ou não, que “pegar” nas redondezas. Isso pode ser chamado de democratização dos Meios de Comunicação Social, pelo9 menos no que diz respeito ao acesso à informação pura e simples. Quanto à qualidade da informação que se tem, aí é assunto para outra discussão.

um bom instrumento para investigação do direito à comunicação


Marco do Acesso
O Marco do Acesso é um instrumento que pretende mapear o marco legal aplicável ao acesso à informação no país.
O direito de acesso à informação é um direito fundamental garantido pela Constituição Federal, em seu artigo 5º, inciso XXXIII, mas que ainda não foi devidamente regulamentado por uma lei federal especializada.
Enquanto tal norma não é aprovada, é importante lembrar que já existe hoje um elevado número de normas esparsas que trazem dispositivos legais relativos ao direito de acesso. Algumas garantindo de forma clara e expressa seu exercício, outras, infelizmente, restringindo sua interpretação e utilização.
O Marco do Acesso disponibiliza de forma sistematizada a legislação de acesso hoje em vigor, possibilitado uma visão panorâmica da situação da regulamentação do direito à informação pública no país, suas limitações e possibilidades.
Contamos com a participação das organizações, cidadãos e cidadãs para sua atualização. Colabore enviando normas ainda não listadas para comunicacao@artigo19.org.

NO RÁDIO ESSE DIREITO É RESPEITADO?


Direito à informação
"Todos têm direito a receber dos órgãos públicos informações de seu interesse particular, ou de interesse coletivo ou geral, que serão prestadas no prazo da lei, sob pena de responsabilidade, ressalvadas aquelas cujo sigilo seja imprescindível à segurança da sociedade e do Estado."(Constituição Federal, art. 5º, inciso XXXIII)

ENTREVISTA


Você já ouviu falar em Peixoto de Alencar.

Resgatamos uma entrevista com esse ícone do rádio Cearense.

Veja a entrevista de um dos maiores radialistas de nosso estado

quinta-feira, 19 de março de 2009

veja esta novidade


Sobre o Rádio Agência


O Rádio Agência nasceu em 2003 a partir da simples idéia de criar um site focado em notícias e informações sobre Rádio.
Inicialmente, a idéia era atingir de forma discreta, os profissionais envolvidos com a parte comercial das emissoras, assim como colocar em evidência os trabalhos criados e produzidos por clientes e agências de publicidade e que utilizassem o Rádio como um dos veículos de comunicação a divulgá-los.
Com o passar do tempo, vimos que não apenas os departamentos comerciais e agências, mas também, os departamentos artísticos das emissoras ( coordenadores e locutores ), estudantes de jornalismo, locução e publicidade começaram a navegar pelo Rádio Agência ou RA como carinhosamente o chamamos aqui na redação. Com o tempo veio algo que dinheiro algum, campanha alguma pode comprar: CREDIBILIDADE.
Acompanhamos e noticiamos em primeira mão, vários fatos que repercutiram no meio radiofônico e publicitário. Vimos outros sites serem criados a partir deste conceito e então, ficamos orgulhosos e felizes por saber que somos tão considerados e que servimos balizador para outros projetos que falam sobre esse veículo que todos aqui amamos - o Rádio.
Enquanto outras publicações e excelentes sites sobre publicidade falam sobre campanhas e projetos envolvendo tv, jornal, revista, outdoor e outras mídias, o Rádio Agência também fala mas coloca sempre o Rádio à frente, como principal veículo.
Temos hoje, um bom histórico. Gente muito interessante já escreveu artigos e deu sua opinião. Outros tantos foram entrevistados e tantas notas já foram publicadas sobre o que acontece no meio Rádio que quase perdemos a conta.
Sentimos ser este o momento de transformação. Falaremos mais sobre música, tecnologia e tentaremos ligar mais o mercado publicitário com as emissoras e vice-versa.Criamos inclusive, uma comunidade no Orkut para que o internauta possa se relacionar com outros interessados pelo Rádio
Promoção e participação em congressos, debates e eventos estão na pauta de 2006.Navegue, mande sua notícia e dê sua opinião. Participe.
acesse o site rádio agencia