terça-feira, 26 de abril de 2011

VOCÊ SABE COM QUEM ESTÁ FALANDO?

25/04 às 18h11

Requião toma gravador de jornalista ao falar sobre aposentadoria

Jornal do BrasilLeandro Mazzini

O próprio senador Roberto Requião (PMDB-PR), que subtraiu o gravador com o áudio de uma entrevista ao repórter da Rádio Band na tarde desta segunda-feira dentro do plenário, divulgou em seu site oficial a íntegra da conversa.
No ponto que culminou com a subtração do gravador do repórter pelo político, o áudio grava a voz de Requião: "Já pensou em apanhar, rapaz? Não vai gravar mais porra nenhuma. Eu vou ficar com isso aqui".
Antes da divulgação dessa conversa, consultado pelos jornalistas, o presidente do Congresso, José Sarney, disse que Requião "é um cavalheiro".
O repórter vai prestar queixa na polícia.
Clique aqui e leia mais a respeito do incidente e da briga de Requião com a imprensa no blog Informe JB

Veja a rádio folha

Veja este modelo de rádio on line

VEJA RECLAME DE RÁDIO ANTIGOS

segunda-feira, 25 de abril de 2011

O RÁDIO DO SÉCULO XXI EM QUESTÃO

20.04.11 - Argentina
Curso debaterá sobre o rádio no século XXI
Camila Maciel
Jornalista da Adital
Adital
De 6 a 8 de junho, Córdoba, na Argentina, reunirá radialistas e investigadores para pensar os desafios do rádio no século XXI. Esta é a proposta do curso Ondas em Coro, que tem como objetivo gerar um espaço para compartilhar as problemáticas em comum do setor e criar uma instância de atualização entre os profissionais envolvidos que permita facilitar a circulação de experiências e conhecimento.
O curso é uma realização do Centro Cultural Espanha Córdoba, Eterogenia Rádio Online e Centro Cultural España México. O programa compreende três temas: "Introdução aos Estudos Sonoros Latino-americanos e seu vínculo com a produção radiofônica”; "Radio, desenvolvimento e comunicação para a capacitação dos cidadãos” e " Repensar a rádio alternativa, comunitária, cidadã na atual cena contemporânea”. Os professores responsáveis por cada assunto são, respectivamente: Mayra Estévez Trujilo, Manuel Chaparro e María Cristina Mata.
As inscrições seguem até o dia 13 de maio e as vagas são limitadas. A atividade é gratuita para os participantes, que serão selecionados através de convocação aberta. Como um dos requisitos, é necessário ser residente de Bolívia, Brasil, Chile, Paraguai ou Uruguai. Além disso, os candidatos devem apresentar um documento dizendo qual o assunto do Curso. Os participantes serão selecionados atendendo a critérios de diversidade geográfica, equilíbrio de gênero, relevância e abrangência dos temas das apresentações.

fonte: site da adital - www.adital.org.br

domingo, 24 de abril de 2011

Veja esta notícia - volta da radiodramartugia

O radioteatro está de volta com a série Contos no Rádio

23/04/11
Radiodramaturgia | Contos no Rádio
A Rádio Nacional AM do Rio de Janeiro e a Rádio MEC voltam a produzir e transmitir uma de suas maiores atrações em todos os tempos: o radioteatro. Com linguagem contemporânea, peças adaptadas da literatura brasileira e universal serão veiculadas na série Contos no Rádio, a partir de segunda-feira, 25/4, na Rádio MEC AM; e no dia 28, na Rádio Nacional. Entre os autores escolhidos estão Lima Barreto, João do Rio, Machado de Assis, Raul Pompéia, Mário de Andrade e Alberto Moravia. O projeto faz parte das atividades do recém-criado Núcleo de Radiodramaturgia da Empresa Brasil de Comunicação.
A Rádio Nacional foi nos anos 1940 e 1950, estava entre as principais emissoras da América Latina e uma das cinco maiores do mundo, levando a todo o país radiofonizações de clássicos da literatura mundial, novelas, programas de auditório, humor e musicais, noticiosos e transmissões esportivas. Já a Rádio MEC, ao longo de sua história,  atuou também como protagonista e produtora de cultura. Além dos programas musicais e educativos, contou com um elenco fixo de radioteatro nos áurea tempos do rádio. Do cast da emissora saíram profissionais como Fernanda Montenegro, Edmundo Lys, Sadi Cabral, Sérgio Viotti, Magalhães Graça, Agnes Fontoura, Allan Lima e Ieda Oliveira, entre tantos outros.
O radioteatro passou a fazer parte da programação das duas emissoras brasileiras no decorrer dos anos 1940. A Nacional veiculava folhetins cubanos traduzidos e adaptados, além de seriados, até formar seu cast de autores tendo como pioneiros Oduvaldo Viana, Dias Gomes, Janette Clair e Mário Lago. O sucesso alcançado pode ser avaliado pelos números da época: entre 1943 e 1945, foram transmitidas 116 novelas.
A Rádio MEC começou com o Radioteatro da Mocidade, em 1945 contando com a participação de Fernanda Montenegro. Outro sucesso que ia ao ar, ao vivo, era o Reino da Alegria, produzido por Geni Marcondes. O Terra Brasileira, com Ieda Oliveira, Hamilton Santos, Magalhães Graça e outros, transmitia histórias voltadas para o homem do campo.
Além de novelas e seriados, a radiodramaturgia tinha nos programas humorísticos da Rádio Nacional, a alavanca para altos índices de audiência. Nos anos 1930, duplas como Alvarenga e Ranchinho e Jararaca e Ratinho destacavam-se na Rádio Nacional como legítima expressão do humor brasileiro. Já nos anos 1950, o grande sucesso era o programa Balança Mas Não Cai, criação de Max Nunes, com numeroso elenco e a dupla formada por Paulo Gracindo e Brandão Filho, nos inesquecíveis papéis, Primo Rico e Primo Pobre.
A proposta do Núcleo de Radiodramaturgia da EBC além da retomada de uma tradição, é contribuir para a renovação do próprio rádio, com a chegada de uma nova geração de artistas e profissionais, dentre os quais, atores, dramaturgos, diretores, produtores e sonoplastas que atuarão sob a direção da atriz Marília Martins.
FONTE: www.carosouvintes.org.br

sábado, 23 de abril de 2011

CUIDADO COM O QUE FALA NO MUNDO CYBER

Incontinência verbal traz prejuízos para usuários das redes sociais
Carolina Vicentin
Publicação: 13/04/2011 08:00 Atualização:



Em um país que acaba de comemorar os 22 anos de sua Constituição, falar em restrições à liberdade de expressão pode parecer uma loucura. Em tempos de redes sociais e Twitter, contudo, o assunto merece, no mínimo, uma reflexão. É o que dizem especialistas em comportamento e internet sobre o uso da rede de computadores como se ela fosse uma tribuna. Ao subir no palanque virtual, famosos e anônimos podem ter boas ideias, mas também soltar grandes bobagens — que colocam em risco a reputação e até o próprio emprego. Seja ela qual for, a mensagem chega aos computadores do mundo com a rapidez de um relâmpago e, muitas vezes, com efeitos que duram bem mais do que o imaginado.

As celebridades são as que caem mais facilmente na “armadilha”, embora qualquer pessoa possa se meter em confusão ao postar o que bem entende na web. “Esse fenômeno é como uma infância tardia da sociedade. O poder de manifestar sua opinião em um foro público como a internet é recente e as pessoas ainda não sabem administrar isso”, analisa o consultor Sidnei Oliveira, especialista em gerações. Muitas vezes, a repercussão negativa pode nascer de um comentário entre amigos.

Foi o que aconteceu com o ator Marauê Carneiro em março deste ano. De passagem por Teresina, no Piauí, para apresentar um espetáculo de teatro, Carneiro postou em seu perfil no Facebook uma mensagem nada delicada sobre a cidade. “Estamos em Teresina do Piauí, se é que o mundo tem c*, o c* do mundo é aqui!!!”, escreveu o ator. O comentário — que foi “curtido” por amigos de Carneiro — chocou os piauienses e levou ao cancelamento da peça que o ator apresentaria por lá. O artista tentou se retratar, explicando que a frase seria do humorista Juca Chaves, bastante conhecido na região. Chaves, obviamente, negou a autoria e deixou a saia ainda mais justa para o ator.

Outro famoso que falou demais foi o jogador Douglas do Grêmio. Em outubro passado, após uma derrota para o Fluminense, o atleta se irritou com o descontentamento da torcida e decidiu desabafar em seu perfil no Twitter. Usando palavras grosseiras, Douglas afirmou que os torcedores enfurecidos não entendiam nada de futebol. Depois de perder as estribeiras, apagou  sua conta no microblog.

Para Cláudia Matarazzo, especialista em etiqueta e comportamento, atitudes como as de Douglas e Marauê Carneiro refletem a falta de noção das pessoas sobre o que é o espaço web. “Os usuários ainda acham que estão protegidos pela tela do computador, pelo celular. A verdade, porém, é que todos nós ficamos muito mais vulneráveis, pois falamos com mais gente do que em qualquer reunião cara a cara”, observa Cláudia. A especialista acredita que a quantidade de bobagens também está relacionada a uma cultura onde parece ser necessário dar opinião sobre tudo.

Riscos
O hábito pode trazer problemas não só para as celebridades. A estudante paulista Mayara Petruso foi demitida de seu estágio e ganhou um processo na Justiça depois de postar um comentário xenofóbico, altamente preconceituoso, em sua conta no Twitter. “Nordestino não é gente. Faça um favor a SP: mate um nordestino afogado”, escreveu a jovem, logo após a vitória da então candidata Dilma Rousseff nas urnas. O assunto provocou a ira dos brasileiros e foi parar nos Trending Topics do site. Mayara, que é estudante de direito, tentou se desculpar pelo fato em sua página no Orkut, mas o estrago já estava feito.

O descuido com o conteúdo de mensagens também pode ser arriscado para quem faz comentários inocentes, porém apaixonados. No ano passado, a empresa de hospedagem Locaweb demitiu um executivo que se envolveu em uma discussão futebolística no Twitter. Corintiano roxo, Alex Glikas xingou a torcida do São Paulo em sua conta pessoal após uma derrota para o time do coração. O problema é que a Locaweb patrocina o tricolor paulista. “De um modo geral, as empresas ainda desprezam o poder das mídias sociais. Ainda vamos assistir a muitos casos como esse, até que as companhias decidam criar políticas de uso da internet”, aposta o consultor Sidnei Oliveira.

Enquanto isso não ocorre, Oliveira aconselha os funcionários a se portarem no mundo virtual da mesma forma que se portariam na empresa: com discrição. Para quem acha a dica exagerada, o consultor lembra que a tecnologia modificou a ideia do que é público ou privado. “Antigamente, havia essa diferença, mas hoje, cada vez mais, as pessoas misturam o pessoal com o profissional. Quem nunca atendeu ou leu um e-mail de trabalho no fim de semana?”

Avaliação on-line
Se alguém tem dúvidas de como anda sua reputação no mundo virtual, o serviço www.reppler.com pode ajudar — pelo menos, no Facebook. O site faz uma espécie de análise do comportamento do usuário, classificando coisas como a menção frequente ao uso de bebidas alcoólicas e saídas noturnas. O serviço é tão apurado que dá pesos diferentes a cada critério conforme o tipo de atividade do internauta (quem trabalha em um bar falará mais facilmente de álcool do que quem trabalha em uma escola, por exemplo). O Reppler, por enquanto, é gratuito, e basta informar seus dados pessoais na página inicial.

Pérolas e saias justas
Conheça algumas manifestações infelizes feitas na rede de computadores.

“Estamos em Teresina do Piauí, se é que o mundo tem c*, o c* do mundo é aqui!!!”
Marauê Carneiro, ator, em seu perfil no Facebook

“Nordestino não é gente. Faça um favor a SP: mate um nordestino afogado.”
Mayara Petruso, estudante, em sua conta no Twitter

“Ouvi por aí: agora que o Ronaldo se aposentou, quando será que o Sarney vai resolver pendurar as chuteiras?”
@STF_oficial, o Twitter do Supremo Tribunal Federal, em uma gafe que, mais tarde, foi creditada a uma funcionária terceirizada

“Por que foi o José Alencar e não o Sarney?”
Tuíte da Secretaria de Cultura de São Paulo, em mais uma escorregada envolvendo o presidente do Senado e a morte do ex-vice-presidente

“O torcedor que está nos xingando nesse momento é um FDP ingrato que não entende nada de futebol.”
Douglas, jogador do Grêmio, revoltado com a fúria da torcida

“Ch*, bambizada! Timão eooo!
Alex Glikas, então funcionário da Locaweb, no Twitter pessoal
 
Fonte: www.correioweb.com.br

Radialista mestre do "ingrês"