Vale a pena conferir: Uma página na internet dedicada à História do Rádio no Brasil. Veja esta página e entenda a importância do Rádio como meio de comunicação que merece história e respeito.
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sexta-feira, 23 de novembro de 2012
CONFIANDO NO RÁDIO
A Agência de Notícias Frei Tito para a América Latina mantém em seu site uma série de programas de rádio da rede Pulsar. Uma confiança do papel do rádio como comunicação eficiente, instantânea e extremamente versátil.
Confira aqui os programas
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Adital;Rádio; América Latina
quinta-feira, 22 de novembro de 2012
APOSTANDO NA INTERATIVIDADE
Um programa vem alcançando bons índices de audiência no rádio cearense: Trata - se do PROGRAMA ALBINO MOREIRA nas manhãs da Rádio Assunção Cearense 620. A presença da voz do ouvinte é um grande diferencial que vale a pena destacar. O locutor é bastante solícito inclusive anotando as queixas dos ouvintes e tentando resolver nos órgãos responsáveis. Vale a pena escutar e vale a pena participar.
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Rádio;interação;Albino Moreira;Rádio Assunção.
quarta-feira, 21 de novembro de 2012
VALE A PENA DISCUTIR ISSO
Aproveitando-se da globalização o rádio brasileiro desceu do seu patamar, deixou de lado o status que um dia adquiriu e partiu para a famigerada terceirização. E com ela estão morrendo o rádio e seus verdadeiros profissionais. É fora de propósito o que acontece em nosso país sem que uma providência seja tomada pelo governo. Os donos de rádio reduziram os custos, dispensam profissionais e esperam terminar o mês para receber polpudas somas oriundas da terceirização que se estabeleceu no meio. O mundo sabe como hoje se faz rádio em nosso país, só o governo faz vistas grossas para isso. São privilegiados políticos e pessoas que conseguiram as outorgas junto ao governo.
E nada, nada, absolutamente nada tem sido feito para acabar com essa vergonha que impera. Esse é o principal motivo das emissoras que mantém funcionários e programação própria encontrarem cada vez mais dificuldades de sustentabilidade. A publicidade no rádio está sendo massacrada pelos que compram espaços ou até arrendam por inteiro uma emissora de rádio.
Os profissionais da comunicação ou entram nessa esteira ou ficam desempregados. Essa é a realidade do rádio no Brasil. E não adianta rádio digital, cuja implantação se arrasta há anos.
Se não houver uma providência governamental a tendência do rádio é ser cada vez mais colocado nas mãos de terceiros. E igrejas utilizarem 24 horas de uma emissora também deveria ser proibido. E o arrendamento de rádios que grandes grupos realizam a partir de São Paulo é outro absurdo praticadas às vistas da Anatel, Ministério das Comunicações e do governo e fica por isso mesmo.
O rádio brasileiro já era como sustentou outro dia um grande profissional do rádio hoje na televisão. Confesso que estou começando a concordar com ele. É isso aí.
PUBLICADO NO SITE CAROS OUVINTES
MATÉRIA DE EDEMAR ANNUSECK
segunda-feira, 19 de novembro de 2012
blog de Gerardo Anésio.
Encontramos um blog interessante de um radialista da Rádio Clube. Vale a pena conhecer.
Veja aqui.
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Gerardo Anésio; Rádio;Blog
domingo, 18 de novembro de 2012
A MÍDIA E O CONTROLE
Veja estas considerações sobre a mídia. o que você acha?
Controle da população através do poder midiático
O linguista estadunidense Noam Chomsky elaborou a lista das “10 estratégias de manipulação” através da mídia:
1- A estratégia da distração
O elemento primordial do controle social é a estratégia da distração que consiste em desviar a atenção do público dos problemas importantes e das mudanças decididas pelas elites políticas e econômicas, mediante a técnica do dilúvio ou inundações de contínuas distrações e de informações insignificantes. A estratégia da distração é igualmente indispensável para impedir ao público de interessar-se pelos conhecimentos essenciais, na área da ciência, da economia, da psicologia, da neurobiologia e da cibernética. “Manter a atenção do público distraída, longe dos verdadeiros problemas sociais, cativada por temas sem importância real. Manter o público ocupado, ocupado, ocupado, sem nenhum tempo para pensar; de volta à granja como os outros animais (citação do texto Armas silenciosas para guerras tranqüilas)”.
2- Criar problemas, depois oferecer soluções
Este método também é chamado “problema-reação-solução”. Cria-se um problema, uma “situação” prevista para causar certa reação no público, a fim de que este seja o mandante das medidas que se deseja fazer aceitar. Por exemplo: deixar que se desenvolva ou se intensifique a violência urbana, ou organizar atentados sangrentos, a fim de que o público seja o mandante de leis de segurança e políticas em prejuízo da liberdade. Ou também: criar uma crise econômica para fazer aceitar como um mal necessário o retrocesso dos direitos sociais e o desmantelamento dos serviços públicos.
3- A estratégia da gradação
Para fazer com que se aceite uma medida inaceitável, basta aplicá-la gradativamente, a conta-gotas, por anos consecutivos. É dessa maneira que condições socioeconômicas radicalmente novas (neoliberalismo) foram impostas durante as décadas de 1980 e 1990: Estado mínimo, privatizações, precariedade, flexibilidade, desemprego em massa, salários que já não asseguram ingressos decentes, tantas mudanças que haveriam provocado uma revolução se tivessem sido aplicadas de uma só vez.
4- A estratégia do deferido
Outra maneira de se fazer aceitar uma decisão impopular é a de apresentá-la como sendo “dolorosa e necessária”, obtendo a aceitação pública, no momento, para uma aplicação futura. É mais fácil aceitar um sacrifício futuro do que um sacrifício imediato. Primeiro, porque o esforço não é empregado imediatamente. Em seguida, porque o público, a massa, tem sempre a tendência a esperar ingenuamente que “tudo irá melhorar amanhã” e que o sacrifício exigido poderá ser evitado. Isto dá mais tempo ao público para acostumar-se com a idéia de mudança e de aceitá-la com resignação quando chegue o momento.
5- Dirigir-se ao público como crianças de baixa idade
A maioria da publicidade dirigida ao grande público utiliza discurso, argumentos, personagens e entonação particularmente infantis, muitas vezes próximos à debilidade, como se o espectador fosse um menino de baixa idade ou um deficiente mental. Quanto mais se intente buscar enganar ao espectador, mais se tende a adotar um tom infantilizante. Por quê?“Se você se dirige a uma pessoa como se ela tivesse a idade de 12 anos ou menos, então, em razão da sugestionabilidade, ela tenderá, com certa probabilidade, a uma resposta ou reação também desprovida de um sentido crítico como a de uma pessoa de 12 anos ou menos de idade (ver “Armas silenciosas para guerras tranqüilas”)”.
6- Utilizar o aspecto emocional muito mais que a reflexão
Fazer uso do aspecto emocional é uma técnica clássica para causar um curto circuito na análise racional, e por fim ao sentido critico dos indivíduos. Além do mais, a utilização do registro emocional permite abrir a porta de acesso ao inconsciente para implantar ou enxertar idéias, desejos, medos e temores, compulsões, ou induzir comportamentos…
7- Manter o público na ignorância e na mediocridade
Fazer com que o público seja incapaz de compreender as tecnologias e os métodos utilizados para seu controle e sua escravidão. “A qualidade da educação dada às classes sociais inferiores deve ser a mais pobre e medíocre possível, de forma que a distância da ignorância que paira entre as classes inferiores às classes sociais superiores seja e permaneça impossíveis para o alcance das classes inferiores (ver ‘Armas silenciosas para guerras tranqüilas’)”.
8- Estimular o público a ser complacente na mediocridade
Promover ao público a achar que é moda o fato de ser estúpido, vulgar e inculto…
9- Reforçar a revolta pela autoculpabilidade
Fazer o indivíduo acreditar que é somente ele o culpado pela sua própria desgraça, por causa da insuficiência de sua inteligência, de suas capacidades, ou de seus esforços. Assim, ao invés de rebelar-se contra o sistema econômico, o individuo se auto-desvalida e culpa-se, o que gera um estado depressivo do qual um dos seus efeitos é a inibição da sua ação. E, sem ação, não há revolução!
10- Conhecer melhor os indivíduos melhor do que eles mesmos se conhecem
No transcorrer dos últimos 50 anos, os avanços acelerados da ciência têm gerado crescente brecha entre os conhecimentos do público e aquelas possuídas e utilizadas pelas elites dominantes. Graças à biologia, à neurobiologia e à psicologia aplicada, o “sistema” tem desfrutado de um conhecimento avançado do ser humano, tanto de forma física como psicologicamente. O sistema tem conseguido conhecer melhor o indivíduo comum do que ele mesmo conhece a si mesmo. Isto significa que, na maioria dos casos, o sistema exerce um controle maior e um grande poder sobre os indivíduos do que os indivíduos a si mesmos.
Controle da população através do poder midiático
O linguista estadunidense Noam Chomsky elaborou a lista das “10 estratégias de manipulação” através da mídia:
1- A estratégia da distração
O elemento primordial do controle social é a estratégia da distração que consiste em desviar a atenção do público dos problemas importantes e das mudanças decididas pelas elites políticas e econômicas, mediante a técnica do dilúvio ou inundações de contínuas distrações e de informações insignificantes. A estratégia da distração é igualmente indispensável para impedir ao público de interessar-se pelos conhecimentos essenciais, na área da ciência, da economia, da psicologia, da neurobiologia e da cibernética. “Manter a atenção do público distraída, longe dos verdadeiros problemas sociais, cativada por temas sem importância real. Manter o público ocupado, ocupado, ocupado, sem nenhum tempo para pensar; de volta à granja como os outros animais (citação do texto Armas silenciosas para guerras tranqüilas)”.
2- Criar problemas, depois oferecer soluções
Este método também é chamado “problema-reação-solução”. Cria-se um problema, uma “situação” prevista para causar certa reação no público, a fim de que este seja o mandante das medidas que se deseja fazer aceitar. Por exemplo: deixar que se desenvolva ou se intensifique a violência urbana, ou organizar atentados sangrentos, a fim de que o público seja o mandante de leis de segurança e políticas em prejuízo da liberdade. Ou também: criar uma crise econômica para fazer aceitar como um mal necessário o retrocesso dos direitos sociais e o desmantelamento dos serviços públicos.
3- A estratégia da gradação
Para fazer com que se aceite uma medida inaceitável, basta aplicá-la gradativamente, a conta-gotas, por anos consecutivos. É dessa maneira que condições socioeconômicas radicalmente novas (neoliberalismo) foram impostas durante as décadas de 1980 e 1990: Estado mínimo, privatizações, precariedade, flexibilidade, desemprego em massa, salários que já não asseguram ingressos decentes, tantas mudanças que haveriam provocado uma revolução se tivessem sido aplicadas de uma só vez.
4- A estratégia do deferido
Outra maneira de se fazer aceitar uma decisão impopular é a de apresentá-la como sendo “dolorosa e necessária”, obtendo a aceitação pública, no momento, para uma aplicação futura. É mais fácil aceitar um sacrifício futuro do que um sacrifício imediato. Primeiro, porque o esforço não é empregado imediatamente. Em seguida, porque o público, a massa, tem sempre a tendência a esperar ingenuamente que “tudo irá melhorar amanhã” e que o sacrifício exigido poderá ser evitado. Isto dá mais tempo ao público para acostumar-se com a idéia de mudança e de aceitá-la com resignação quando chegue o momento.
5- Dirigir-se ao público como crianças de baixa idade
A maioria da publicidade dirigida ao grande público utiliza discurso, argumentos, personagens e entonação particularmente infantis, muitas vezes próximos à debilidade, como se o espectador fosse um menino de baixa idade ou um deficiente mental. Quanto mais se intente buscar enganar ao espectador, mais se tende a adotar um tom infantilizante. Por quê?“Se você se dirige a uma pessoa como se ela tivesse a idade de 12 anos ou menos, então, em razão da sugestionabilidade, ela tenderá, com certa probabilidade, a uma resposta ou reação também desprovida de um sentido crítico como a de uma pessoa de 12 anos ou menos de idade (ver “Armas silenciosas para guerras tranqüilas”)”.
6- Utilizar o aspecto emocional muito mais que a reflexão
Fazer uso do aspecto emocional é uma técnica clássica para causar um curto circuito na análise racional, e por fim ao sentido critico dos indivíduos. Além do mais, a utilização do registro emocional permite abrir a porta de acesso ao inconsciente para implantar ou enxertar idéias, desejos, medos e temores, compulsões, ou induzir comportamentos…
7- Manter o público na ignorância e na mediocridade
Fazer com que o público seja incapaz de compreender as tecnologias e os métodos utilizados para seu controle e sua escravidão. “A qualidade da educação dada às classes sociais inferiores deve ser a mais pobre e medíocre possível, de forma que a distância da ignorância que paira entre as classes inferiores às classes sociais superiores seja e permaneça impossíveis para o alcance das classes inferiores (ver ‘Armas silenciosas para guerras tranqüilas’)”.
8- Estimular o público a ser complacente na mediocridade
Promover ao público a achar que é moda o fato de ser estúpido, vulgar e inculto…
9- Reforçar a revolta pela autoculpabilidade
Fazer o indivíduo acreditar que é somente ele o culpado pela sua própria desgraça, por causa da insuficiência de sua inteligência, de suas capacidades, ou de seus esforços. Assim, ao invés de rebelar-se contra o sistema econômico, o individuo se auto-desvalida e culpa-se, o que gera um estado depressivo do qual um dos seus efeitos é a inibição da sua ação. E, sem ação, não há revolução!
10- Conhecer melhor os indivíduos melhor do que eles mesmos se conhecem
No transcorrer dos últimos 50 anos, os avanços acelerados da ciência têm gerado crescente brecha entre os conhecimentos do público e aquelas possuídas e utilizadas pelas elites dominantes. Graças à biologia, à neurobiologia e à psicologia aplicada, o “sistema” tem desfrutado de um conhecimento avançado do ser humano, tanto de forma física como psicologicamente. O sistema tem conseguido conhecer melhor o indivíduo comum do que ele mesmo conhece a si mesmo. Isto significa que, na maioria dos casos, o sistema exerce um controle maior e um grande poder sobre os indivíduos do que os indivíduos a si mesmos.
NOVOS TEMPOS NA RÁDIO FM
Publicamos aqui algumas referências ao novo modelo de rádio FM que se está instalando no Ceará com transmissão da programação AM no rádio FM. Não era melhor criar outro modelo de rádio FM onde contratasse - se pessoas para gerar programação informativa?
Veja aqui a notícia na coluna do Abidoral do Jornal O POVO.
Veja aqui a notícia na coluna do Abidoral do Jornal O POVO.
FM JORNALÍSTICA
No próximo dia 27, uma novidade no ar das FMs de Fortaleza. Nesta data, o ouvinte vai captar pela frequência 95.5 a programação da rádio O POVO/CBN. O diretor Dummar Neto comemora, pois jornalismo era o que faltava nesse área.
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