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sexta-feira, 1 de abril de 2011
dá pra entender?
PARTICIPE E AJUDE ESTA LUTA
Movimento recolhe assinaturas para reconhecimento de Landell de Moura como inventor do rádio
Um movimento em favor ao reconhecimento do padre-cientista Landell de Moura com o inventor do rádio, realiza hoje o Dia de Adesão em Massa ao Movimento Landell de Moura. Esse abaixo-assinado será posteriormente entregue, pelos coordenadores do Movimento, às autoridades de Brasília. A iniciativa faz parte da celebração do sesquicentenário de nascimento do padre-cientista, ocorrido no dia 21 de janeiro deste ano.Padre Landell, que já ganhou um selo dos Correios, pela passagem dos 150 anos de seu nascimento, deverá ser declarado Herói da Pátria pelo Congresso Nacional, em projeto que atualmente tramita na Câmara dos Deputados (já aprovado pelo Senado Federal). Além disso, ele também receberá o título post mortem de Cidadão Paulistano, na Câmara Municipal de São Paulo, e será alvo de exposições em São Paulo, em diversas praças públicas. O padre, que é gaúcho, está sendo homenageado com uma série de atividades no Sul do País e já foi destaque de várias matérias na imprensa brasileira (Jornal Nacional, Jornal da Record, TV Brasil, CBN, Rádio Nacional, Rádio Globo, Zero Hora, Correio do Povo, O Estado de S.Paulo, Folha de S.Paulo, entre outros).
Os brasileiros de todas as partes do País que quiserem apoiar o movimento que busca o reconhecimento do padre-cientista Roberto Landell de Moura como verdadeiro inventor do rádio poderão fazer isso hoje, assinando o abaixo-assinado que está no site www.mlm.landelldemoura.qsl.br.
FONTE: www.tudoradio.com.br
terça-feira, 29 de março de 2011
PRESENTES PARA A IMPRENSA NO NOVO PV
QUAL O FUTURO DO RÁDIO?
| MÍDIA RADIOFÔNICA O futuro do rádio Por Fernando Morgado em 29/3/2011 | |
| Por muitos anos, um grupo de "futurólogos" pregava o fim de determinadas formas de comunicação toda vez que uma novidade tecnológica surgia. Várias possíveis vítimas já foram apontadas e o rádio – dado o seu grande alcance e tradição – sempre foi um dos alvos preferidos dessas profecias. Esses teóricos caíram em descrédito quando se comprovou – pela experiência prática em todos os principais países do mundo, incluindo o Brasil – que a evolução na forma de transmissão e consumo de conteúdo não é sinônimo de extinção de linguagens de comunicação. Assim, o rádio deixou de ser visto como uma mídia em queda e passou a ser encarado por investidores, anunciantes, profissionais e consumidores finais como um exemplo de renovação e bom aproveitamento das muitas novidades técnicas que apareceram, principalmente nas últimas três décadas. E mais: as novas tecnologias não apenas ajudaram na expansão do rádio como reforçaram vocações já possuídas por ele desde muito tempo. O tão falado futuro do rádio, na verdade, começou com o advento do FM, que dobrou o número de emissoras até então existentes – com elevação da qualidade do som – e, com isso, aprofundou uma forte característica dessa mídia: a sua alta capacidade de segmentação. Seja a partir do foco num determinado estilo de programação, ou perfil de público, o rádio consegue oferecer soluções para os anunciantes que muitas outras mídias não conseguem. Outro passo importante foi dado com a chegada dos satélites, que permitiu a formação de redes nacionais e, com elas, a viabilização econômica de diversas emissoras de pequeno e médio porte em todo o país, dando novos contornos ao processo de integração nacional iniciado pelo rádio e posteriormente aprofundado pela televisão. Variedade de opções e empregosA popularização da internet, maior argumento empregado pelos "futurólogos" citados no começo deste texto, acabou beneficiando o rádio sob os mais diversos aspectos: ** Trouxe de volta muitos ouvintes jovens que haviam perdido o hábito de usar aparelhos de rádio; ** Ilimitou o espaço para empresas ou mesmo pessoas comuns lançarem novas estações, transformando a internet num campo livre para o surgimento de novas músicas, locutores, programas e marcas que podem até, no futuro, ganhar espaço nos dials; ** Permitiu que os ouvintes de rádio com baixa qualidade de sinal pudessem ouvir um som mais limpo através dos seus computadores; ** Reforçou a interação que sempre existiu entre o locutor/comunicador e o seu público, que passou – através de e-mail, de salas de bate-papo e de redes sociais – a interferir instantaneamente na programação; ** Fez estações locais do mundo todo ganharem uma audiência mundial, ampliando o potencial de internacionalização que o rádio sempre teve e que é o objeto principal da paixão de pessoas como os dexistas – aqueles que, através dos seus aparelhos receptores, procuram ouvir programações dos lugares mais distantes. A telefonia móvel – cujas ondas prejudicam, especialmente nas grandes metrópoles, a transmissão das ondas de rádio – também acabou ajudando as rádios em FM, pois, hoje em dia, praticamente todos os celulares recebem essas estações. A chegada do rádio digital ao Brasil poderá possibilitar novos avanços, apesar das discussões em torno da robustez do sinal e do alto preço dos receptores. O rádio, cada vez mais, será encarado como uma "central de convergência de mídias", onde, juntamente com o áudio, o ouvinte poderá receber textos e até fotos. No novo sistema, o som das emissoras AM recebe qualidade de FM e as FMs ganham som de CD. Cada frequência poderá ter até quatro programações simultâneas, o que aumentaria – e muito – a audiência alcançada, a variedade de opções para o anunciante e, por conseguinte, os empregos gerados pelo setor. Fidelidade envolve credibilidadeHá também o rádio por assinatura via satélite, que é uma realidade bem-sucedida nos Estados Unidos. A Sirius, líder deste mercado, oferece mais de 130 canais de áudio digitais, com programações muito variadas, vinculadas a marcas importantes (como Disney, CNN, Fox, BBC, Playboy, Oprah e NFL) e com som impecável para os seus quase 20 milhões de assinantes. Com toda essa evolução, vale a pena pensar: se o rádio está crescendo e se expandindo para novas plataformas, como será que as emissoras devem se posicionar enquanto marcas e negócios? A resposta está naquilo que o rádio verdadeiramente oferece e vai além de qualquer discussão relacionada com tecnologia de transmissão ou recepção de sinal – afinal, isso muda o tempo todo. Quando se realizam pesquisas com o objetivo de detectar aquilo que os ouvintes sentem em relação a uma emissora, uma palavra sempre se destaca: pertencimento. A sensação de que aquela programação é feita "sob medida", reforçada com a forte interatividade promovida tanto dentro quanto fora do ar, desperta no ouvinte a ideia de que aquela emissora "é dele" e que, através dela, ele pertence a um grupo especial de pessoas. Essa identificação, mais forte no rádio que em outras mídias, é a base que constrói uma audiência fiel e confiante para consumir não apenas os conteúdos oferecidos pela emissora como também os produtos anunciados nos seus espaços comerciais. Afinal, fidelidade também envolve credibilidade: algo primordial para a obtenção de resultados junto aos ouvintes. Pontos estratégicos da mente e do coraçãoComo se vê, mais do que vender tempo, uma rádio promove – e vende – relacionamento, seja entre pessoas, seja entre pessoas e empresas. Todos os grandes grupos de comunicação do mundo já atentaram para isso e estão trabalhando suas estações como marcas que promovem uma nova gama de relacionamentos e formas de transmissão de conteúdo que vão além, inclusive, da própria programação e se transformam, por exemplo, em eventos, mensagens de texto para celular, colunas em jornais, portais na internet e até programas de TV, sendo tudo sustentado por grifes multimídias que nasceram no rádio e que, de tão fortes, expandiram suas fronteiras de atuação. As rádios – graças a toda a essa sensação de pertencimento falada anteriormente e às novas formas de distribuição que surgem a todo momento – têm atuado como líderes dessa nova forma de pensar e gerir negócios de mídia, o que reforça a sua importância para os tempos atuais e abre caminhos para um futuro baseado na convivência entre todas as linguagens de comunicação integradas a partir de marcas posicionadas em pontos estratégicos da mente e do coração dos ouvintes, leitores, internautas etc. | |
segunda-feira, 28 de março de 2011
sábado, 26 de março de 2011
SHOW DA OUVIR
| AURINETE - POESIA E REFLEXÃO |
| MARIANA BRANDÃO - SEMPRE ENCANTANDO |
| VAQUEIRO CHICO NETO |
| DÉCIO BRANDÃO - CANTOR , COMPOSITOR E APRESENTADOR |
| NOSSA PLATÉIA ESTAVA ANIMADA |
| ANTÔNIO PAIVA - POESIA |
| EURICE E SUA MUSICA ROMÂNTICA |
| MAZÉ DOURADO - RAINHA DA CANÇÃO |
| SORTEIO DE BRINDES |
| PLATÉIA ANIMADA |
| IVONE BASTOS E LUIZA FELIPE |
SAUDAÇÃO AOS QUE FAZEM A AM DO POVO
Tenho pela rádio AM DO POVO uma admiração especial tanto pelos profissionais que lá estão quanto pelos que por lá já passaram. Acho que uma das virtudes da rádio é o posicionamento ético,pois não se vê na programação apelações, interesses de poder nem uso da rádio como mero trampolim político. Já tive oportunides de questionar a programação e sempre tive as portas abertas para debater e discutir tais questionamentos. Parabéns ao grupo que comanda a rádio e seus profissionais que tem o tratar bem o ouvinte como premissa verdadeira e comprovada.
professor Djacyr de Souza
professor Djacyr de Souza
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