Veja explicações
Marcellus Rocha disse...
Boa tarde, Nonato.
Por contenção de despesas, tendo em vista que será um dos patrocinadores oficiais da Copa de 2014 no Brasil, a empresa de telefonia OI reavaliou seu planejamento de publicidade e cortou boa parte de sua verba. Com isso, tirou do ar três rádios de sua rede: Fortaleza, Santos e Vitória. Só não entendi o porquê de Fortaleza entrar na lista. Primeiro, porque é sub-sede de jogos da Copa. Segundo, porque lucra mais que a rádio do Recife, que permanecerá no ar. A única justificativa para manter a afiliada, no Recife,por exemplo, seria a programação local que ela possui. Como jornalista e ouvinte, lamento a saída OI FM do ar de Fortaleza. Além tocar músicas alternativas, ela tem conteúdo e uma programação feita por jornalistas que entendem de música. Sem deixar de mencionar o trabalho feito para revelar novos talentos da música brasileira.
Um abraço.
segunda-feira, 5 de julho de 2010
domingo, 4 de julho de 2010
BOM NÍVEL DE REPORTAGENS
Boas as reportagens de Luciano Filho na Rádio Cidade AM 860. bom nível e brincadeiras na hora e no momento certo.
quinta-feira, 1 de julho de 2010
bola e dignidade
Retrato do Brasil, infelizmente
O futebol talvez seja a única forma de alguém crescer na vida, dependendo apenas e exclusivamente de suas qualidades e talento nato, independentemente de política, indicações, padrinho, etc.
O caso Bruno do Flamengo mostra que os clubes não formam homens/atletas, mas sim jogadores de bola. Os clubes, no meu entender, deveriam ter um programa de orientação a todos, desde as categorias de base, esclarecendo o que é um contrato (e que não se assinam dois ao mesmo tempo), o que é um procurador, empresário, direitos e obrigações da lei do ''passe'', esclarecer sobre a importância de seguro de vida e acidentes pessoais (invalidez), a importância de uma previdência privada, planejamento familiar, e por aí vai, ou seja, tentar formar um cidadão, e não um boleiro.
O Bruno teve sua chance e jogou fora.
O clube inclusive ganharia com isso no trato do dia a dia.
Marcelo de Moura mdemoura@globo.com
São Paulo
O futebol talvez seja a única forma de alguém crescer na vida, dependendo apenas e exclusivamente de suas qualidades e talento nato, independentemente de política, indicações, padrinho, etc.
O caso Bruno do Flamengo mostra que os clubes não formam homens/atletas, mas sim jogadores de bola. Os clubes, no meu entender, deveriam ter um programa de orientação a todos, desde as categorias de base, esclarecendo o que é um contrato (e que não se assinam dois ao mesmo tempo), o que é um procurador, empresário, direitos e obrigações da lei do ''passe'', esclarecer sobre a importância de seguro de vida e acidentes pessoais (invalidez), a importância de uma previdência privada, planejamento familiar, e por aí vai, ou seja, tentar formar um cidadão, e não um boleiro.
O Bruno teve sua chance e jogou fora.
O clube inclusive ganharia com isso no trato do dia a dia.
Marcelo de Moura mdemoura@globo.com
São Paulo
quarta-feira, 30 de junho de 2010
terça-feira, 29 de junho de 2010
segunda-feira, 28 de junho de 2010
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