sexta-feira, 25 de dezembro de 2009

excelente programação de sábado.

Frequência Beatles promove show na Volta da Jurema Imprimir E-mail
O Programa Frequência Beatles, da Rádio Universitária FM 107,9, realiza sábado (26), a partir das 20h, no Anfiteatro da Volta da Jurema (Av. Beira Mar) sua tradicional festa de fim de ano.
Apresenta-se na ocasião a banda cearense Rubber Soul, uma das principais referências da divulgação da obra dos Beatles no Brasil. Segundo o jornalista e apresentador do programa Frequência Beatles, Nelson Augusto, a Banda Rubber Soul preparou um repertório que contempla diferentes momentos da trajetória dos Beatles, mas com foco no disco “Abbey Road” – o qual completou 40 anos de lançamento em setembro de 2009 – e em canções que marcaram a carreira solo dos artistas ingleses.

Durante o show deste sábado, também se apresenta o grupo vocal DizBocados, com arranjos ousados e experimentação de novos timbres. Formado em 2008, o hoje quinteto, que se considera “beatlelado” – em referência aos Beatles – também interpreta canções do “quarteto de Liverpool”.

O programa Frequência Beatles vai ao ar todo sábado, das 18h às 20h. Além da Universitária FM, os sites www.nelsons.com.br e www.radiouniversitariafm.com.br  transmitem o programa.

Fonte: Nelson Augusto, jornalista, produtor e apresentador do Frequência Beatles – fone: 85 3366 7478

DEFENDEMOS A FIGURA DO "OMBUDSMAN DE RÁDIO" - VEJA O QUE É OMBUDSMAN

O que é Ombudsman?

A palavra ombudsman tem a tradução aproximada de "ouvidor" ou "advogado do leitor". O POVO mantém a função desde 1994

Ombudsman é uma palavra de origem sueca, com tradução aproximada de “aquele que tem uma delegação” ou “aquele que representa”. Também recebeu versões como "ouvidor" ou ainda de “advogado do leitor”, no caso da atuação em jornal. O ombudsman existe na Suécia desde o século XVIII, com a função de ouvir as queixas contra o poder público.

Nos Estados Unidos, a função de ombudsman da imprensa existe desde os anos 1960. No Brasil, o primeiro jornal a adotá-lo foi a Folha de S. Paulo, em 1989.

No O POVO, a função existe desde 1994, reforçando a política do jornal em ter uma relação transparente com o leitor, no qual também se incluem o Conselho Editorial e o Conselho Consultivo de Leitores.

O ombudsman do O POVO tem a obrigação de produzir uma crítica interna diária, escrever uma coluna semanal, publicada na edição de domingo, e atender os leitores por telefone, fax, e-mail, carta, e pessoalmente.

A nomeação é feita diretamente pelo presidente do O POVO, Demócrito Rocha Dummar, e a função é regida pelo Regimento do Cargo de Ombudsman. No exercício de suas atividades o ombudsman não pode ser demitido e mantém a estabilidade por seis meses após o término de seu mandato.
Fonte: JORNAL O POVO ON LINE

quinta-feira, 24 de dezembro de 2009

ONDE ESTÁ O PROFISSIONALISMO?????

NAS DIVERSAS DATAS COMEMORATIVAS OS RADIALISTAS SE ESQUECEM DA PROFISSÃO E NÃO VÃO FAZER PROGRAMAS. ATÉ ADMITIMOS QUE ELES TEM DIREITO DE COMEMORAR , NO ENTANTO , DEIXAR OS OUVINTES SEM PROGRAMA E COM MÚSICA DIRETO É PROFISSIONAL???????
ISSO SÓ ACONTECE GERALMENTE AQUI NO CEARÁ , NAS OUTRAS RÁDIOS PELO BRASIL A PROGRAMAÇÃO É NORMAL...

demagogia no rádio

Como se faz demagogia no rádio cearense. Como se usa o nome de Deus em vão. 
Com tem falsos profetas. Você sabe quem são eles....

quarta-feira, 23 de dezembro de 2009

UM BOM PENSAMENTO DO MALUCO BELEZA

Pensamentos do Raul:

"A arte de ser louco é jamais cometer a loucura de ser um sujeito normal." "Ninguem tem o direito de me julgar a não ser eu mesmo. Eu me pertenço e de mim faço o que bem entender." "Todos os partidos são variantes do absolutismo. Não fundaremos mais partidos; o Estado é o seu estado de espírito." "Só há amor quando não existe nenhuma autoridade." "O sonho do careta é a realidade do maluco." "A desobediência é uma virtude necessária à CRIATIVIDADE." "Ninguém morre, as pessoas despertam do sonho da vida." "Quero a certeza dos loucos que brilham. Pois se o louco persistir na sua loucura, acabará sábio." "Eu não sou louco, é o mundo que não entende minha lucidez." "Somos prisioneiros da vida e temos que suportá-la até que o último viaduto nos invada pela boca adentro e viaje eternamente em nossos corpos." "A formiga é pequena, mas elas são um exército quando juntas." "De que o mel é doce é coisa que eu me nego a afirmar, mas que parece doce eu afirmo plenamente." "Nunca é tarde demais pra começar tudo de novo." "Que capacidade impiedosa essa minha de fingir ser normal o tempo todo." "Antes de ler o livro que o guru lhe deu, você tem que escrever o seu." "É pena eu não ser burro... não sofria tanto."(RAUL SEIXAS)

SUGESTÕES PARA UM RÁDIO MELHOR


MÍDIA RADIOFÔNICA
Sugestões para um rádio melhor



Por Francisco Djacyr Silva de Souza em 22/12/2009


Sem querer estar na posição de entendimento total dos problemas, visto que eles sequer são discutidos perante a sociedade e querendo buscar a sintonia com mentes que já apontaram que há problemas no mundo do rádio e que a maioria deles decorre da mistura e da confusão entre os interesses do rádio e as nuances do sistema baseado no lucro, acha-se salutar que se faça um aprofundamento das questões que ora se efetivam na chamada crise por que passa nosso rádio AM e dos fatores que motivam tal crise.


É vital que todos os grupos ligados ao rádio busquem um entendimento de coesão que seja específico em processo de resolução dos problemas que vêm ocorrendo para que tenhamos um rádio que seja pautado numa lógica firme de sistematização de modelos de rádio que tenham efetiva segurança em seus propósitos e formas de informação. O rádio precisa ser debatido intensamente por todos os grupos sem corporativismo, divisão nem inclusão de interesses buscando um único objetivo; melhorar o rádio e promover seu crescimento para o bem de todos.


É também vital que haja uma pesquisa firme e concreta sobre o que as classes querem do meio rádio: quais os seus interesses? O que motiva a escuta do rádio e quais os fatores que contribuem para o crescimento do rádio como mídia e as possibilidades de reformulação de suas ações a partir dos interesses de seus grupos e dos fatores que possam dar-lhe uma nova visão e um novo propósito. É importante que a classe de radialistas se debruce na melhoria da produção de programas e se engaje no processo de reformulação de fórmulas do passado que hoje não encaixam nos propósitos de uma verdadeira comunicação.


Opinar construtivamente


Os jornalistas devem buscar união com os radialistas ajudando-os firmemente no processo de melhoria da comunicação radiofônica, pesquisando idéias novas para o rádio e efetivando produções mais seguras em termos de conteúdo, informação e caráter científico da informação. É preciso que os cursos de Jornalismo deixem de desprezar a mídia radiofônica dando aos futuros profissionais perspectivas de crescimento profissional a partir do rádio e fazendo com que os novos jornalistas entendam que o rádio é viável em termos profissionais se for feito de acordo com os anseios de classes, de grupos etários, de profissões, de classes estudantis e outros membros da sociedade civil organizada.


É preciso que os cursos de Jornalismo efetivem situações de enaltecimento da história do rádio e procurem favorecer sua modernidade através da busca da qualidade em termos de respeito ao usuário, notícias verdadeiras, produção independente e coerente e luta pela modernização técnica utilizando tais elementos para produção de bons programas e conquista de novos públicos.


Os ouvintes devem exercer seu poder de consumidor procurando se organizar para dizer o que querem do rádio e incentivando a formação de grupos que possam dialogar abertamente com produtores, diretores, locutores e demais membros da comunicação radiofônica para opinar construtivamente sobre programas, idéias, conteúdos, desvios morais, finalidade da comunicação e outros efeitos que o rádio possa trazer para todos.


A classe política deve legislar no sentido de oportunizar viabilidade econômica para o meio rádio criando projetos que dêem oportunidade de todos os indivíduos fazerem comunicação de forma democrática, ética e de qualidade. É preciso que haja incentivo a programas que sejam adequados á família e que tenham interesse na melhoria do padrão de vida dos povos. O rádio deve ser isento de alguns impostos e tarifas que acabam encarecendo sua produção e sua programação. É preciso que a legislação das comunicações seja revisada, analisada e trazida para o conhecimento dos povos de forma que todos saibam o tipo de comunicação que querem e que seja melhor para todos indistintamente.


Aos governos acha-se que é preciso melhorarem a atuação de órgãos ligados à comunicação e à formação de profissionais para o meio rádio onde haja espaço para que a comunidade possa ter acesso à comunicação sem que haja desigualdade nos aspectos de concessões, equipamentos e produção do rádio. O governo deve incentivar iniciativas de luta pelo rádio de modo a dar e abrir espaços para discussão do rádio e seus problemas. É importante e democrático que os órgãos de fiscalização não exerçam apenas função repressora, mas que estejam ao lado do povo no sentido de oportunizar espaços para o crescimento do rádio e sua valorização.


 publicado originalmente no site www.observatoriodaimprensa.com.br


terça-feira, 22 de dezembro de 2009

PARA REFLEXÃO...

CONFECOM, PRÓXIMOS PASSOS
Quem tem medo de controle social?

Por Sônia Corrêa em 22/12/2009

O Globo vociferou no sábado (19/12) com seu editorial uma bomba de ódio contra a democracia (ver "Cartas marcadas"). Sob a nuvem de fumaça da liberdade de expressão que dizem defender está a aversão e o medo do controle social, aprovado pela Conferência Nacional de Comunicação.

Sorte deles que o documento e as propostas da Confecom têm caráter consultivo. Porém, um governo que teve a coragem de realizar a histórica primeira Conferência, por certo há de adotar, pelo menos, parte do que foi apontado pela sociedade brasileira, representada pelos delegados e delegadas da sociedade civil, do poder público e daquele setor empresarial que compreende o valor da democracia.

Aliás, é pura retórica, puro jogo de palavras, dizer que defendem a liberdade de imprensa e se omitir do debate, como fez a Rede Globo. A liberdade que ela defende é a liberdade do monopólio, a liberdade de acusar indiscriminadamente e sem provas, sob o falso argumento do interesse público.

"Quem não deve, não teme"

O objetivo do Conselho Nacional de Comunicação nada mais é do que um instrumento de fiscalização do cumprimento do artigo 221 da Constituição, que trata dos princípios que as emissoras de rádio e televisão precisam atender, como a preferência a finalidades educativas, artísticas, culturais e informativas; promoção da cultura nacional e regional e estímulo à produção independente que objetive sua divulgação; regionalização da produção cultural, artística e jornalística, conforme percentuais estabelecidos em lei; respeito aos valores éticos e sociais da pessoa e da família. E também do artigo 223, que trata das concessões e outorgas, ou seja, da autorização para o serviço de radiodifusão.

Ora, se a concessão é pública, por qual motivo há tanto medo de que o Conselho de Comunicação, previsto "constitucionalmente" pelo artigo 224, exista e fiscalize seus concessionários? Qual é o medo? Só teme fiscalização quem comete o ilícito.

Liberdade não libertinagem. Somente os devassos temem os instrumentos democráticos e legais. O que é público, de poder comum e social tem que ser fiscalizado. As concessões são públicas e quem não quer controle social, por certo algo está subvertendo.

O povo, em sua sabedoria afirma: "Quem não deve, não teme."
Publicado originalmente no site www.observatoriodaimprensa.com.br