quarta-feira, 6 de abril de 2011

RÁDIO CONTRA A DENGUE

O momento em que vivemos a gravidade do problema da dengue e  a possibilidade da doença se tornar uma epidemia tem a ver com a educação que negamos ao nosso povo e poderia ser um instrumento de ação dos que fazem o rádio que é um instrumento que está em todas as casas e faz parte do cotidiano de todos. É hora do rádio criar ações no sentido de conscientizar as pessoas em todos os recantos do país discutindo ações, medidas e a responsabilidade cidadão no sentido de evitar e combater a doença. Para isso sugerimos algumas atitudes que cabem perfeitamente nesta missão:
  1. Criação de vinhetas discutindo o problema
  2. Convite a autoridades para discussão do problema.
  3. Criar o disque - denúncia contra a dengue onde os ouvintes poderiam denunciar focos, locais e possíveis criadouros dos mosquitos.
  4. Criar momento da dengue com dicas de médicos e autoridades no assunto.
  5. Envolver profissionais da mídia no processo de defesa e prevenção da doença.

terça-feira, 5 de abril de 2011

UMA REFLEXÃO SOBRE RESPONSABILIDADE DO RÁDIO

MÍDIA RADIOFÔNICA
O poder do rádio e as responsabilidades
Por Francisco Djacyr S. de Souza em 5/4/2011
O estado do Ceará tem em sua programação radiofônica vários programas que são destinados a torcidas de clubes e que, geralmente, têm como locutores pessoas que têm visão meramente apaixonada, sem qualquer tipo de cuidado com a mensagem que vai ao ar em seus programas de rádio. Este é um dos problemas do meio rádio, pois este tipo de ação pode desencadear várias consequências que não têm bons resultados para a sociedade de modo geral. Qualquer pessoa, desde que tenha dinheiro, pode criar um programa de rádio e destilar da forma que quiser suas mensagens, ideias e concepções de futebol que, em virtude da paixão, podem estar equivocadas e trazer situações embaraçosas para alguns que vivem no rádio.
Tivemos recentemente episódios que marcam esta situação – por ocasião do chamado clássico-rei ( Ceará Sporting Club e Fortaleza Esporte Clube) – causados pelos chamados locutores-torcedores que acabaram desencadeando ameaças via internet e até criação de páginas digitais voltadas para a agressão e cobrança de posições dos torcedores em defesa da tal honra. Estas ideias são perigosas e podem avançar o processo de violência tão comum hoje nas chamadas "torcidas organizadas". Achamos que todos têm direito à livre expressão, mas é preciso que esta opinião seja pautada na coerência e na missão ética dos profissionais de rádio. Temos de entender que opiniões divergentes em futebol não podem ser utilizadas para semear o ódio e a discórdia entre torcedores de futebol que deveriam ir aos estádios para torcer, vibrar por seu time e repartir a alegria. Falta, portanto, bom senso dos locutores e fiscalização ativa dos órgãos de segurança em função da agressividade de muitos programas que acabam fugindo de sua responsabilidade precípua de informar e do papel educativo do rádio.
A luta pelo rádio cidadãoA situação do rádio é de gravidade no momento em que não haja respeito em programações que acabam sendo dominadas por programas de torcedores que muitas vezes perdem tempo precioso do meio radiofônico para agredir, divulgar ideias preconceituosas e, ás vezes, provocar uma situação que fomenta a violência e pode perpetuar a intolerância e rechaçar qualquer tipo de divergência de opinião e de costumes. O rádio não pode se utilizado para isso, os administradores deste meio não podem apenas arrendar o horário devendo, sim, moldar a programação e estar atentos a possíveis anomalias que podem ocorrer em função de uma simples paixão que acaba vencendo a razão.
O rádio é um meio sério e precisa ser respeito, acreditado e valorizado em todos os sentidos, pois a luta pelo rádio deveria ser de todos, que deveriam deixar seus interesses individuais de lado e buscar o interesse pela luta coletiva e pela defesa da construção do bem comum. Rádio é cidadania, respeito, consideração e união para o bem da sociedade e para o processo de coesão das pessoas. Há pessoas que estão deixando de ir aos estádios em função da violência e acabam deixando de ouvir programas em função de agressões, desrespeito e utilização de um meio de comunicação para destilar ódio e ideias errôneas das relações entre os povos. Precisamos desenvolver um processo de comunicação que atenda aos interesses de todos e é hora de cobrar responsabilidades dos que se dizem proprietários das rádios pelo conteúdo do que se passa em seus meios de comunicação.
Do jeito que está não pode ser. Precisamos mudar o teor da comunicação radiofônica e fazer com que todos programas de rádio, indistintamente, sejam instrumentos de cidadania, coesão popular e garantia de uma sociedade plural, igualitária e, sobretudo, justa em todos os sentidos. Melhorar o conteúdo do rádio é tarefa de todos que precisam de preparo ao empunhar microfone e ao externar suas opiniões que certamente não estão no vazio. Junte-se a nós nesta luta pelo rádio cidadão. AOUVIR – CEARÁ é um espaço de melhoria do rádio e de luta pela sua valorização. Precisamos de um rádio tanto em qualidade técnica quanto em mensagem.
Publicado no site www.observatoriodaimprensa.com.br

preste atenção!!!

Tem que prestar atenção. OUVINTE tem que se educar para participar da programação de rádio.
Tem gente que toda vez que liga para um  programa de rádio mantém seu rádio funcionando ou com alto volume. Gente, isso acaba provocando a tal da microfonia que nao deixa sua mensagem ser ouvida. E o pior é que sempre os locutores dizem isso para os ouvintes e o pessoal não aprende nunca...nossa...

segunda-feira, 4 de abril de 2011

Vão deixar o PV ser inaugurado deste jeito?

NONATO ALBUQUERQUE NAS PÁGINAS AZUIS DO JORNAL O POVO

Veja esta opinião sobre o rádio esportivo cearense

Sou de fora. Mas gosto no Ceara de ouvir rádio. Sou um bom ouvinte de rádio. Gosto de ouvir football. Mas tenho notado que os narradores estão displicentes na narração dos jogos. Como se não estivessem nos locais das partidas. A própria rádio am do povo tem esse deslize. Tem locutor que passa o tempo falando falando e não cita os jogadores que estão naquele lance. Outra coisa: na verdinha, hoje, o narrador passou o tempo mandando alôs e abraços. Não sou contra, mas tudo demais é veneno. Será que não há renovação no rádio esportivo? Ouço falar que esses que estão ahi, tem mais de 30 anos no microfone.
Nota: COMENTÁRIO NO BLOG gentedemidia.blogspot.com
Em 04/04/11