segunda-feira, 4 de janeiro de 2010

RÁDIO DIGITAL

29.12.2009

Governo anuncia sistema de rádio digital até fevereiro

Até meados de fevereiro de 2010, o governo federal quer anunciar o sistema de rádio digital a ser adotado no Brasil. Foi o que revelou o ministro das Comunicações, Hélio Costa, em reunião com sete empresários e dirigentes de associações de radiodifusão, em encontro na sede do Ministério das Comunicações.

“O rádio foi o primeiro veículo de comunicação de massa e será o último a entrar na era digital. A digitalização permitirá um novo modelo de negócio e uma nova revolução no rádio”, afirmou o ministro. Segundo Hélio Costa, é chegada a hora de definir um padrão de rádio digital para o Brasil. “A decisão será tomada pelo governo ouvindo os radiodifusores”, disse.

De acordo com o ministro, o rádio digital permitirá realizar transmissão em ondas curtas com qualidade de som acima da média, o que representará um avanço na política pública de comunicação. Será possível fazer mais transmissões para atingir lugares distantes da Amazônia, cujas comunidades hoje são servidas apenas pela Rádio Nacional da Amazônia, da Empresa Brasil de Comunicação (EBC).

Hélio Costa apontou que a digitalização do rádio vai agregar outros serviços ao cidadão, que terá acesso à transmissão de dados, fotos, gravações e até mesmo a impressão de dados. O aparelho de rádio será transformado em uma estação multimídia. - Será uma revolução para o cidadão - disse.

Fonte: JB Online

SITE DESATUALIZADO

O SITE DA RÁDIO CIDADE AM ESTÁ TOTALMENTE DESATUALIZADO E TEM NOTÍCIAS DO CAMPEONATO DO ANO PASSADO. SUGERE - SE ATUALIZAÇÃO DO MESMO.; O USUÁRIO MERECE

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domingo, 3 de janeiro de 2010

O OUVINTE FAZ A DIFERENÇA

Um episódio interessante: Na Rádio Clube o Radialista Aurélio Brasil estava doente e não pode fazer o Programa. Capitaneados pela Grande Iolanda Simões sabe quem fez o programa: OS OUVINTES. Estes fazem ou não fazem a diferença?

sábado, 2 de janeiro de 2010

FELIZ ANIVERSÁRIO NONATO ALBUQUERQUE


HOJE ANIVERSARIA O GRANDE NONATO ALBUQUERQUE, PROFISSIONAL DE MÃO CHEIA E GRANDE JORNALISTA E RADIALISTA. UM DOS POUCOS JORNALISTAS ÉTICOS DE NOSSO ESTADO. EM NOME DA AOUVIR NOSSOS PARABÉNS.

HERIVELTO MARTINS

Herivelto Martins  (Herivelto de Oliveira Martins)


   30/1/1912  Engenheiro Paulo de Frontin, RJ

   17/9/1992  Rio de Janeiro, RJ
Veja Também: Trio de Ouro

Compositor. Cantor. Nasceu no antigo Distrito de Rodeio, atual Município de Engenheiro Paulo de Frontin no Rio de Janeiro. Seu pai, o agente ferroviário Félix Bueno Martins, era apaixonado pelo teatro. Costumava promover grupos teatrais amadores, iniciativa na qual ele fazia questão de envolver a (...)

Um dos grandes personagens de nossa música popular, compôs vários clássicos do gênero samba, eternizados nas vozes do Trio de Ouro e de inúmeros intérpretes da MPB como Francisco Alves, Aracy de Almeida, Sílvio Caldas, Aurora Miranda, Carmen Miranda, Nelson Gonçalves e muitos outros. Sua carreira (...)

A Bahia te espera (c/ Chianca Garcia) A baiana sambou (c/ Ciro Monteiro) A dança do funiculi (c/ Benedito Lacerda) A família do Aparício (c/ Roberto Roberti) A guerra acaba amanhã (c/ Grande Otelo) A Lapa (c/ Benedito Lacerda) A Maria me controla (c/ Roberto Roberti) (...)

Herivelto com o Trio de Ouro (1942) Odeon 78
Ave Maria no morro (1943) Odeon 78
Laurindo (1944) Odeon 78
Odete/Bom dia Avenida (1944) Odeon 78
Jubileu de prata (1956) Continental LP
Um compositor em 2 tempos (1956) Copacabana LP
O Famoso Trio de Ouro (1969) Imperial LP
Trio de Ouro [S/D] Canden LP
Trio de Ouro e os seus sucessos [S/D] RCA Victor LP
Trio de Ouro [S/D] Revivendo CD

ALBIN, Ricardo Cravo. MPB - A História de um século. Rio de Janeiro: Funarte, 1998.
ALBIN, Ricardo Cravo. O livro de ouro da MPB. Rio de Janeiro: Ediouro, 2003.
AZEVEDO, M. A . de (NIREZ) et al. Discografia brasileira em 78 rpm. Rio de Janeiro: Funarte, 1982.
CARDOSO, Sylvio Tullio. Dicionário biográfico da música popular. Rio de Janeiro: Edição do autor, 1965.
MARCONDES, Marcos Antônio. (ED). Enciclopédia da Música popular brasileira: erudita, folclórica e popular. 2. ed. São Paulo: Art Editora/Publifolha, 1999.
SEVERIANO, Jairo e MELLO, Zuza Homem de. A canção no tempo. Volume1. São Paulo: Editora: 34, 1999.
VASCONCELOS, Ari. Panorama da música popular brasileira - volume 2. Rio de Janeiro: Martins, 1965.
VIEIRA, Jonas & NORBERTO, Natalício. Herivelto Martins: uma escola de samba. Rio de Janeiro: Ensaio, 1992.

Muito além do autor de mais de 100 sucessos – que vão de canções doloridas a tangos vibrantes, de marchinhas buliçosas a sambas antológicos – Herivelto Martins foi um grande personagem da MPB. Confiram: quem foi o criador do primeiro trio vocal do Brasil, o Trio de Ouro, em 1937? Quem lançou (...)

 



sexta-feira, 1 de janeiro de 2010

DALVA DE OLIVEIRA

Dalva de Oliveira
(Intérprete de música popular brasileira )
1917 - 1972



Intérprete de música popular brasileira nascida na cidade de Rio Claro, no interior de São Paulo, cuja extensão de sua voz, que ia do contralto ao soprano, marcou época como intérprete e uma das grandes estrelas dos anos 40 e 50. Filho de um carpinteiro e clarinetista nas horas vagas, Mário Antônio de Oliveira, o Mário Carioca, e da portuguesa Alice do Espírito Santo Oliveira, nascida em Portugal mas naturalizada brasileira, doméstica que trabalhava fazendo salgadinhos para vender. Teve mais três irmãs meninas, Nair, Margarida e Lila, e um irmão que nasceu com problemas de saúde e morreu ainda criança. Órfã de paii aos oito anos, Dona Alice resolveu, então, tentar a vida na capital paulista, onde arrumou emprego de governanta. As três filhas entraram par um internato de irmãs de caridade, o Internato Tamandaré, onde ela teve aulas de piano, órgão e canto. Devido uma séria infecção nos olhos, saiu do internato (1928) e trabalhou então como arrumadeira, como babá e ajudante de cozinha em restaurantes. Depois, conseguiu um emprego de faxineira em uma escola de dança onde havia um piano e, dona de uma poderosa voz, iniciou sua carreira. Passou a usar o nome de Dalva, sugerido pela mãe, pois um seu amigo empresário não achava que seu nome não era bom para uma cantora. Aconselhada a ir para o Rio de Janeiro, pois na Capital Federal teria mais chances, transferiram-se com a família para o Rio de Janeiro (1934), onde foram morar à Rua Senador Pompeu, na tentativa de deslanchar artisticamente como cantora. Empregou-se como costureira numa fábrica de chinelos, da qual um dos proprietários, o Milton Guita, conhecido como Milonguita era diretor da Rádio Ipanema, a atual Mauá, e este convidou-a para um teste na Rádio Ipanema. Aprovada, logo depois transferiu-se para as Rádios Sociedade e Cruzeiro do Sul, onde cantou ao lado de Noel Rosa. Depois, passou pela Rádio Philips e finalmente conseguiu trabalho na Rádio Mayrink Veiga. Trabalhou (1936) na temporada popular da Casa de Caboclo, do Teatro Fênix, onde atuou ao lado de Jararaca e Ratinho, Alvarenga e Ranchinho, Ema D'Ávila, Diamantina Gomes e Antônio Marzullo. No mesmo período, trabalhou na Cancela, em São Cristóvão, num teatro regional onde ela apresentava números imitando a atriz Dorothy Lamour, e lá conheceu Herivelto Martins, com quem fez dupla e casou-se (1937) e o casal teve seus dois filhos, o cantor Pery Ribeiro e o produtor de programas televisivos da TV Globo, Ubiratã. Gravaram o primeiro disco (1937) na RCA Victor, com as músicas Itaguaí e Ceci e Peri, razão do nome do seu primeiro filho, o futuro cantor Pery Ribeiro. Transferiram-se para a Rádio Tupi e para a gravadora Odeon. Participou do filme Berlim na batucada (1944) e Caídos do céu (1946). Separou-se (1947) de Herivelto e casou-se (1949) com o argentino Tito Clement e foram morar em Buenos Aires. Retornou ao Brasil (1950), separou-se (1963) de Clement e depois casou-se com Manuel Carpinteiro. Sofreu um grave acidente automobilístico (1965), sendo obrigada a abandonar a carreira por alguns anos. Retornou (1970), lançando um dos grandes sucessos do ano e também seu último: Bandeira branca, marcha-rancho de Max Nunes e Laércio Alves. Morando em uma confortável casa no bairro carioca de Jacarepaguá, no Rio de Janeiro, fez apresentações no Teatro Tereza Raquel e em vários programas de televisão e em shows e faleceu dois anos depois vítima de hemorragia no esôfago.

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