terça-feira, 7 de abril de 2009

EM TEMPO DE AGRADECER

EM TEMPO DE AGRADECER


A OUVIR CEARÁ VEM AGRADECER FIELMENTE ÀQUELES QUE NOS AJUDARAM NA EXPOSIÇÃO TEMÁTICA SOBRE O RÁDIO UMA AÇÃO DIFÍCIL PARA QUEM NÃO TEM DINHEIRO NEM MUITA CREDIBILIDADE NO MUNDO DO RÁDIO QUE SÓ QUER ELOGIOS.

AO SHOPPING BENFICA - QUE SEMPRE ESTÁ CONOSCO E NOS AJUDA SEMPRE
AO CURSO DE JORNALISMO DA UNIFOR - PELO APOIO E CONFIANÇA
AO CURSO DE JORNALISMO DA FACULDADE SETE DE SETEMBRO - POR NOS AJUDAR
PRONTAMENTE
AOS ALUNOS SÂMILA E ALAN RÉGIS - POR CONFIAR NESSA LUTA
AO SENHOR STÊNIO REBOUÇAS - PELA SUA CONTRIBUIÇÃO E CONFIANÇA
AO JOSÉ AIRTON PROPRIETÁRIO DA ZARB CAR - POR NÃO ENROLAR E ACREDITAR
À EMPRESA MÍDIA - POR CONTRIBUIR PRONTAMENTE
AO GRUPO O POVO DE COMUNICAÇÃO - POR ACREDITAR EM NOSSA LUTA

segunda-feira, 6 de abril de 2009

VALE A PENA CONFERIR


Participe vai ser muito legal conhecer a história de nosso companheiro Rádio

domingo, 5 de abril de 2009

EXCELENTE...




Hoje o Programa Domingo Legal que foi suprimido em seu horário para dar lugar ao PROGRAMA DO BELMINO fez um trabalho importantíssimo que foi a entrevista com o Médico e ex - Vereador José Maria Pontes que hoje é Presidente do Sindicato dos Médicos vários assuntos importantíssimos foram tratados e mostraram que Evandro Nogueira é um excelente repórter e comunicador. Parabéns...

sexta-feira, 3 de abril de 2009

NOSS O REPÚDIO A QUEM FAZ RÁDIO SEM VALORIZAR O OUVINTE COMO CONSUMIDOR...


CENSURA NÃO , RESPEITO SIM...

No último domingo o público ouvinte da Rádio Cidade AM de Fortaleza foi surpreendido com uma nota em que a emissora dizia que por sugestão do MInistério Público e da Associação de Ouvintes estava retirando os ouvintes do ar de toda programação da emissora. Tal providência certamente tem um único objetivo que é colocar as pessoas menos avisadas contra a Associação de Ouvintes e contra o Ministério Público o que é comum nos grupos que não respeitam o povo, nem querem fazer um rádio de qualidade, interativo e respeitoso para com o ouvinte.
É público e notório que nesta rádio tem programas de alto nível com radialistas respeitosos, éticos e amigos dos ouvintes prontos a ajudar, valorizar e desenvolver uma prática radiofônica que tenham certamente um serviço de qualidade em termos de mensagem e ação. No entanto, há programas na emissora que utilizam do espaço para colocar pessoas para se agredirem no ar, proferindo palavras de baixo calão, ameaçar os outros e desenvolver um tipo de ação que não faz parte do objetivo do rádio que sempre foi proposto e efetivado nas programações do decorrer da história.
O pior de tudo foi alguns radialistas que procuraram agradar os patrões e não seu público que sempre os respeitaram sugerirem em seus programas que o Ministério Público e a Associação de Ouvintes estariam praticando a censura. Não tem fundamento algum este tipo de afirmação, pois como normas do direito e do que preceitua a Constituição o rádio deve ter uma programação respeitosa, ética e sem discriminação o que não acontece com os programas que têm essa característica e infelizmente são defendidos com unhas e dentes pela direção da emissora que só vê o lucro obtido pelo programa. No caso em questão não há nenhum tipo de censura, pois o que foi questionado foi o tipo de ação que conduz a agressõe e até ameaças de morte que já ocorreram na rádio sem providência alguma de seus diretores. O povo certamente não quer censura, mas quer respeito e dignidade no rádio que é um bem público e não propriedade deste o daquele aventureiro.
FRANCISCO DJACYR SILVA DE SOUZA

veja este texto...

Conferência de Comunicação
Daniel Fonsêca
A realização da Conferência Nacional de Comunicação (CNC) é uma demanda histórica deste movimento de luta pela democratização da comunicação. As conferências vêm sendo um importante instrumento em diversas áreas para garantir a participação da população organizada na discussão e definição de políticas públicas de um determinado setor do Estado. Desde junho de 2006, a conferência virou uma bandeira nacional do campo da comunicação. Agora, chegou o momento de os movimentos populares pressionarem para garantir o caráter democrático da CNC. No Ceará, desde meados do o ano passado, diversas entidades e comunicadores populares têm se reunido para mobilizar a sociedade civil, os agentes públicos e outros(as) interessados no tema da comunicação social para pressionar o Governo Federal pela realização de uma Conferência Nacional para o setor. Em janeiro, começou a ser organizada, a Comissão Estadual Pró-Conferência de Comunicação (CPC-CE) com a participação, inicialmente, de algumas entidades. Hoje, sexta-feira, dia 3 de abril, às 14h30min a pedido da comissão, a Assembléia Legislativa realiza audiência pública sobre o tema. O objetivo é dar visibilidade às pautas da conferência e iniciar a mobilização no interior do Estado, de cujas macrorregiões devem ser convidados representantes. No sábado (4), vai ser promovido um seminário preparatório no auditório da Fetraece. A mobilização que ocorre no Ceará é conseqüência direta da articulação de coletivos, movimentos, sindicatos, universidades e outras instituições, que, desde 2007, fortalecem o Movimento Pró-Conferência Nacional de Comunicação.
Daniel Fonsêca - Jornalista. Integrante da CPC-CE - Publicado no Jornal O POVO de 3 de Abril de 2009

HOJE TEM DISCUSSÃO SOBRE COMUNICAÇÃO - O RÁDIO TAMBÉM É MEIO DE COMUNICAÇÃO NÃO É ???





Agenda do Dia -

AL discute nesta sexta-feira Conferência Nacional de Comunicação
A Comissão de Direitos Humanos e Cidadania da Assembléia Legislativa realiza nesta sexta-feira (03/04), às 14h30, audiência pública sobre o tema "Construindo uma Conferência de Comunicação Popular". O debate acontecerá no Complexo de Comissões Técnicas da Casa e atende a requerimento da deputada Rachel Marques (PT).Este encontro, ressalta a parlamentar, é uma etapa estratégica na mobilização pública pela realização de conferências municipais, regionais e estadual de Comunicação no Ceará. Processos semelhantes acontecem em todo o país após a confirmação, por parte do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, da realização da Conferência Nacional, prevista para acontecer entre os dias 1º e 3 de dezembro deste ano. No Ceará, a Comissão Pró-Conferência (CPC-CE) tem pautado os debates e reunido dezenas de instituições e indivíduos em torno da questão.

quinta-feira, 2 de abril de 2009

PARA LER E REFLETIR


MÍDIA RADIOFÔNICA
O rádio em nossas mãos
Por Francisco Djacyr S. de Souza em 31/3/2009
Diante dos problemas que o rádio tem passado, é vital que os seus usuários (os ouvintes) tomem posição firme para fazer algo no sentido de mudar o estado de coisas e desenvolver uma luta por sua melhoria e/ou fortalecimento. O ouvinte é um usuário, um consumidor, e deve ser respeitado por isso. Infelizmente, alguns que se dizem proprietários dos meios de radiodifusão não acatam o poder de organização desta classe – que é fidedignamente o elemento vital da comunicação, pois sem ouvintes não há rádio – não há comunicação. Precisamos urgentemente desenvolver um processo de fortalecimento de medidas de respeito e consideração aos usuários de comunicação. No processo de desenvolvimento da comunicação no rádio, a opinião do ouvinte, suas dicas, suas reivindicações, seus recados, seus protestos são de importância vital para a sociedade e seu processo de organização.
O mundo moderno, com o avanço tecnológico, é marcado por uma situação ambígua onde de um lado temos modernização das comunicações e, no mesmo lado, temos um processo grande de privatização da coisa pública, entre elas o meio rádio que, apesar de ser uma concessão pública, ainda está nas mãos de grupos que cada vez mais evitam a participação dos usuários da comunicação e deixam que sejam cometidos os mais diversos absurdos no processo de emissões radiofônicas.
Porque no processo de modernização, o rádio não se moderniza no processo de democratização da comunicação e na abertura ao diálogo franco e ao poder de crítica do ouvinte. Este lado da comunicação é sempre esquecido e, no momento em que estes se organizam para lutar pelos direitos de consumidor, prontamente são agredidos, desrespeitados e ridicularizados.
Espaços para questionamento
O rádio precisa de gente que queira desenvolver seu processo de melhoria e seu avanço na comunicação ativa e na concretização de um novo modo de ver a comunicação, no qual o usuário seja respeitado como tal. A comunicação é hoje importantíssima para a sociedade, o poder da mídia é forte, porém deve ser utilizado para o bem das pessoas e para o respeito mútuo. Neste momento, precisamos fortalecer o desejo do consumidor de mídia dando oportunidades de que este tenha no aspecto comunicativo voz, conhecimento e poder.
Nosso povo não pode ficar à mercê de uma comunicação comprometida com os poderosos. A comunicação deve ser plural e democrática e somente cumprindo essa missão os meios de comunicação terão eficiência na missão de comunicar. O povo tem provado que sabe o que é resistir: as rádios comunitárias, a campanha quem financia a baixaria é contra a cidadania, as rádios livres, a criação da associação de ouvintes e outras iniciativas, como Conselho de Leitores em alguns jornais, e a luta pela Conferência das Comunicações são ações que provam que há muito a se fazer para termos uma comunicação verdadeira e adequada aos anseios populares. Porém, a luta está posta e é preciso que haja uma nova visão dos que se dizem proprietários das comunicações, abrindo espaços para o questionamento das mensagens e fortalecimento da crítica construtiva das mensagens da comunicação.
Resgatar a história e a importância
É preciso debater o rádio. Claro que temos problemas, porém mesmo assim este meio tem resistido durante anos e é utilizado em campanhas publicitárias de grandes empresas e também na divulgação das ações estatais, pois a comunicação radiofônica chega a todos os lugares. O grande problema é que, às vezes, seu uso é para privilegiar alguns em detrimento de muitos e a questão da comunicação se configura em um processo de melhoria das oportunidades de uma relação harmônica entre as partes que fazem a comunicação e no processo de desenvolvimento de oportunidades para debater e questionar o que se faz no rádio e o que se diz em suas programações.
O processo de organização dos ouvintes é desacreditado, e muitas vezes criticado, mas é preciso que se saiba que em outros países mais desenvolvidos isto é comum e a maioria das emissoras tem organização a partir do pensamento imediato da sociedade. A luta por um rádio democrático e verdadeiro faz parte de uma luta maior de quem acredita numa sociedade justa e em um processo pleno de geração de justiça, liberdade e poder do povo para o povo.
Para aprofundar esta luta, junte-se a nós; acesse o site
www.aouvir.com.br, mande o panorama do rádio em sua cidade e contribua para resgatarmos a história deste meio de comunicação e sua importância hoje e sempre.