Alguns locutores precisam urgentemente prestar mais atenção nos jogos que estão transmitindo, pois erram os nomes dos jogadores e , muitas vezes não informam nem o tempo nem o placar do jogo o que faz com que a transmissão não relate a verdade e não corresponda com o que está acontecendo. Quem tem apenas o radinho para se informar acaba recebendo a informação errada, por favor respeitem o ouvinte.
domingo, 30 de janeiro de 2011
WILTON BEZERRA ESTRÉIA NA VERDINHA
Hoje na transmissão esportiva da Rádio Verdes Mares teremos a estréia do comentarista Wilton Bezerra comentando o jogo CEARÁ X FORTALEZA. Wilton Bezerra é um grande profissional e tem a seriedade e o comentário sempre imparcial como ingredientes de seu trabalho. Esperamos que o Grupo Verdes Mares lhe dê toda a liberdade para desempenhar um bom trabalho.
é bom ler...
Rádio AM na UTI
Publicada 01/09/2010Raphael Bontempo
Com a mediação do engenheiro Marco Túlio, do Sistema Globo de Rádio, o painel de Rádio do Congresso SET teve sala cheia do início ao fim. Na primeira parte, os norte-americanos John Schneider, diretor de negócios da Ibiquity, e Timothy Anderson, representante da Harris apresentaram o cenário do HD Radio nos EUA atualmente. Na sequência o engenheiro Gilberto Kussler relatou os testes com Iboc e DRM nas emissoras do Sistema Globo e o técnico da Anatel, Egon Guterres apresentou estudo sobre a migração de faixa do AM para FMe.
O futuro da Amplitude Modulada foi um dos temas que mais repercutiu na plateia. “Realizamos uma pesquisa em nossa localidade e constatamos que a compra de aparelhos celulares com transmissão de AM e FM superou a dos receptores convencionais, mas hoje poucos fabricantes oferecem esse aplicativo” comentou o técnico em eletrônica, Álvaro Júnior, da Universidade FM, emissora da Universidade Federal do Maranhão. Em resposta, Schneider, da Ibiquity, explicou que há pouco interesse por parte da indústria de celulares em agregar a plataforma AM nos móveis, “pois isso implicaria na cobrança de royalties para os fabricantes”.
A já conhecida proposta para a migração das estações de AM para os canais 5 e 6 da TV analógica, levada à campo pelos engenheiros da Anatel, foi rebatida por alguns dos presentes. Após a explanação de Guterres, Ronald Barbosa, diretor de tecnologia da Abert, presente à plateia, fez o seguinte comentário: “Hoje 13 canais na Faixa FM são utilizados no país. A faixa FM é suficiente em 95% do território nacional, você não precisa fazer a extensão da faixa por todo o pais. Extensão da faixa é um assunto a ser pensado depois, não tem a ver com a tecnologia digital. Haveria a necessidade de fazer uma limpeza na faixa de FM, pois ela está poluíram a faixa e não saem dela”.
O gerente da diretoria de serviços da EBC, Adriano Goetz sugeriu a mudança das emissoras de Onda Média para a Banda de Alta Potência. Neste caso, quem tem hoje uma outorga de AM teria direito a ter um serviço complementar em FM nessa nova faixa com cobertura suficiente para ultrapassar a região urbana suprindo essa população com áudio de qualidade e livre de ruídos. O gerente da EBC ressalta, porém, que seria interessante a manutenção do sistema de OM, “principalmente o de Alta Potência, no ar por muitos anos, dadas as condições territoriais do país e o alcance em zona rural que a OM propicia”.
O engenheiro defendeu um pacto social entre entidades e órgãos reguladores, para, juntos, acompanharem a transição da OM para FM. “Quando se falava em rádio digital no Brasil se dizia que ele deveria permanecer com os mesmos canais, mas hoje estão percebendo que é muito complicado continuar na mesma faixa. Tecnicamente fica mais fácil, mais organizado e com melhor resultado de cobertura quando se usa canais novos em uma faixa adjacente”, explica Goetz. E continua. “Se ampliarmos a faixa de FM, começando em 66 Mhz, indo até os 108 Mhz, contemplaremos as três bandas de FM existentes no mundo ( Leste Europeu, Japão e EUA). Seria um sonho contar nesse receptor com os decodificadores do DRM+ e do HD-Radio, com isso criaríamos o "Rádio Flex", e conseqüentemente desencadearíamos um novo nicho de negócios para a indústria de receptores nacional".
Publicado no site www.radioenegocios.com
sábado, 29 de janeiro de 2011
SOLIDARIEDADE
SOLIDARIEDADE NAS TRAGÉDIAS
Podemos aprender com as catástrofes e tragédias.
No Rio de Janeiro aconteceu que, diante da necessidade de voluntários, pela manhã havia 34 candidatos e de tarde, esse número passou para 3000 voluntários.
O senso de solidariedade aumenta com as catástrofes!
O egoísmo é posto em cheque pois é notório que a matéria não é tão imperecível e que a vida vale mais!
Pousadas ricas, mansões e casinhas pobres foram destruídas sob as avalanches de terra.
Na reconstrução deverá haver a reflexão sobre as forças da natureza e a nossa dependência que temos do nosso Criador.
Estamos iniciando uma era nova e princípios como a verdade, a honestidade, o amor e a justiça serão o norte a orientar a bússola no caminhar da humanidade.
publicado no JORNAL DO LEITOR - O POVO
Paulo Roberto Girão Lessa
paulinhogirao@uol.com.brPodemos aprender com as catástrofes e tragédias.
No Rio de Janeiro aconteceu que, diante da necessidade de voluntários, pela manhã havia 34 candidatos e de tarde, esse número passou para 3000 voluntários.
O senso de solidariedade aumenta com as catástrofes!
O egoísmo é posto em cheque pois é notório que a matéria não é tão imperecível e que a vida vale mais!
Pousadas ricas, mansões e casinhas pobres foram destruídas sob as avalanches de terra.
Na reconstrução deverá haver a reflexão sobre as forças da natureza e a nossa dependência que temos do nosso Criador.
Estamos iniciando uma era nova e princípios como a verdade, a honestidade, o amor e a justiça serão o norte a orientar a bússola no caminhar da humanidade.
publicado no JORNAL DO LEITOR - O POVO
A QUESTÃO DOS DIREITOS AUTORAIS
CREATIVE COMMONS MinC abre polêmica sobre direitos autorais Por André Miranda e André Machado em 25/1/2011 | |
Anunciada quinta-feira (20/1), gerou chiadeira nas redes sociais a decisão do Ministério da Cultura (MinC) de retirar de seu site a licença Creative Commons, que dá mais opção de escolha aos autores sobre o uso de sua obras. Ontem [sexta, 21/1], por exemplo, muitas mensagens no Twitter questionaram a ministra Ana de Hollanda a respeito do assunto. O MinC apressou-se a explicar, em nota, que a alteração no site não está relacionada a mudanças de mentalidade do governo: "A retirada da referência ao Creative Commons da página principal do Ministério da Cultura se deu porque a legislação brasileira permite a liberação de conteúdo. Não há necessidade de o ministério dar destaque a uma iniciativa específica. Isso não impede que o Creative Commons ou outras formas de licenciamento sejam utilizados pelos interessados". Quem reforçou o coro de descontentes foi o vice-coordenador do Centro de Tecnologia e Sociedade (CTS) da FGV, Carlos Affonso. Segundo ele, retirar a menção à licença e simplesmente dizer que o conteúdo do site pode ser copiado, desde que o crédito seja dado, cria um problema jurídico pela falta de transparência. – Uma licença Creative Commons é um contrato como qualquer outro e diz exatamente o que o internauta deve fazer para utilizar o conteúdo pretendido – diz Carlos. – Longe de tirar direitos do autor, procura ampliá-los e dar a ele o direito de escolha sobre o que quer ou não compartilhar. A atitude da ministra denota má compreensão da natureza das licenças. Ele também alerta que a decisão do ministério pode afetar a imagem do Brasil lá fora: – Nos últimos oito anos, o país vem servindo de exemplo para a comunidade internacional com suas iniciativas culturais no âmbito da internet, e essa atitude retroage, sendo um tanto preocupante. Cautela e paciênciaO Brasil foi o terceiro país a adotar o Creative Commons no mundo, depois de Finlândia e Japão. Hoje, no mundo, há aproximadamente 350 milhões de licenças desse tipo. A decisão do ministério despertou mais dúvida em relação à forma com que a ministra Ana de Hollanda vai tratar os direitos autorais no Brasil. Isso porque, em sua primeira entrevista coletiva, poucos dias após ser confirmada no cargo, em dezembro, Ana afirmou que o projeto da nova Lei do Direito Autoral, que vinha sendo preparado pela gestão de seu antecessor, Juca Ferreira, poderia ser revisto. Uma das bases do projeto, que ainda não foi enviado ao Congresso, era justamente a maior flexibilização dos direitos do autor. Ana disse, ainda, que considerava importante o papel do Escritório Central de Arrecadação e Distribuição (Ecad) como representante de um setor da sociedade, e deixou claro que era contrária ao controle da entidade, diferentemente do que propõe o projeto de lei. Ana Paula Santana, secretária do Audiovisual, disse que a discussão sobre direitos autorais exige paciência: – Não vai ser a retirada de um selo que vai definir se o MinC vai atuar ou não acerca da questão dos direitos autorais pela internet e do compartilhamento da criação artística. Aliás, a ministra tem afirmado e reafirmado que é a favor da cultura digital. A criação da ideia de economia criativa já é uma afirmação dessa cultura digital como o pilar de uma nova política. O problema é que a discussão sobre os direitos autorais não é tão simples quanto parece e exige cautela, paciência e, especialmente, responsabilidade, uma vez que qualquer ação pode ferir a criatividade de um artista. Essa discussão é uma prioridade para o ministério e para a secretaria. [Colaborou Rodrigo Fonseca] fonte: www.observatoriodaimprensa.com.br |
quinta-feira, 27 de janeiro de 2011
RÁDIOS COMUNITÁRIAS
MÍDIA RADIOFÔNICA A primeira rádio comunitária na Paraíba Por Rodolpho Raphael de Oliveira Santos em 25/1/2011 | |
A comunicação comunitária é aquela feita para as comunidades, para os grupos que geralmente são excluídos diretamente da midiatização pelos meios de comunicação de massa mostrados como aqueles meios convencionais, ou seja, são os meios de rádios, TVs, portais, jornais e revistas. Em muitos casos, ao invés de contribuir para a cidadania e a formação, a Paraíba também passou por um processo de democratização e aceitação das rádios comunitárias. Um bom exemplo foram as tentativas de implantação das rádios universitárias, porém não ouve êxito devido ao comprometimento político-partidário e às possíveis revoltas entre estudantes e políticos pelos dados da Anatel (Agência Nacional de Telecomunicações): a Paraíba conta com 104 entidades legalizadas para o serviço de radiodifusão comunitária. "O quadro apresentado pelas rádios comunitárias da Paraíba dá conta de que essas estão, literalmente crítica de seus ouvintes, está servindo para promover lideranças políticas locais" (SIMPLICIO 2006). A criação da rádio Ariús foi a concretização de um sonho e a construção de um legado de pessoas que lutaram para levar a informação para todos. A necessidade de um laboratório no curso de Comunicação Social na UEPB levou Massilon Gonzaga a ter a ideia de montar uma rádio universitária. Nos anos 80, era uma grande febre, depois de inúmeras tentativas e com interferência de alguns políticos a rádio não foi ao "ar" porque na época políticos que tinham certa influência não aceitavam a implantação de uma rádio universitária devido a futuros conflitos e revoltas entre estudantes e políticos. Assuntos das comunidadesApós vários anos e ainda com esperanças para a realização do seu projeto, Massilon Gonzaga, tendo conhecimento da publicação da lei de difusão da rádio comunitária em 1998, cria então uma rádio com os mesmos propósitos, o de auxiliar os estudantes de comunicação. Conseguiu um local para implantar a rádio no Catolé e teve apoio de várias pessoas ligadas à cultura, entre eles Ronaldo Cunha Lima. Contudo, a rádio ainda não entrava no ar e a criação só estava no papel. Foi então, em 11 de outubro de 2001, dia do aniversário de Campina Grande, que a rádio Ariús teve sua primeira transmissão, sendo chamada de Ariús em homenagem aos índios Ariús que fizeram parte da história de Campina Grande. As rádios comunitárias são hoje um tipo de mídia de maior representatividade em grupos mais segmentados em termos de alcance midiático. Essas rádios atuam principalmente focalizando assuntos das comunidades, dos grupos marginalizados, dos grupamentos e segmentos sociais não considerados pelas mídias tidas como consagradas. As dificuldades que cercam o movimento das rádios comunitárias brasileiras guardam relações com o de outros países da América Latina, região notória por suas ricas experiências na área. |
quarta-feira, 26 de janeiro de 2011
terça-feira, 25 de janeiro de 2011
LANDELL DE MOURA
LANDELL DE MOURA Precursor do rádio faria 150 anos Por José Maria Tomazela em 25/1/2011 | |
Apresentado publicamente em 1894, o transmissor de ondas criado pelo clérigo cobria o dobro da distância do aparelho do físico italiano Guglielmo Marconi, lançado um ano depois. Apesar disso, o italiano é considerado o pai do rádio, enquanto o padre Landell segue no mais completo anonimato. Para tentar corrigir o que consideram um erro histórico, radioamadores, pesquisadores e admiradores lançaram o Movimento Landell de Moura (MLM), que tenta coletar 1 milhão de assinaturas para que o padre seja reconhecido pelo governo brasileiro como precursor das telecomunicações. "Sem esse reconhecimento oficial, ele não entra na história e não vai para as salas de aula, o que é lamentável", afirma o jornalista Eduardo Ribeiro, um dos divulgadores. Ele compara Landell a Santos Dumont, com a diferença de que o pai da aviação é reconhecido por seu feito. "A história de ambos tem início parecido, pois Dumont ganhou visibilidade em Paris, enquanto Landell, depois de ser apontado como louco por aqui, foi patentear seus inventos nos Estados Unidos." Ribeiro chama a atenção para o contexto da época: o Brasil era um país agrícola, atrasado e recém-saído da escravidão. "Não se imaginava que um brasileiro pudesse inventar algo impensável, como transmitir a voz sem fios." Landell foi mais longe, assegura o escritor e jornalista Hamilton Almeida, autor do livro Padre Landell de Moura: Um Herói sem Glória (Record). Para ele, o brasileiro foi pioneiro também no desenvolvimento de aparelhos para a transmissão de imagens – embriões da televisão – e de textos – os teletipos. "O Marconi acabou levando a fama de inventar o rádio, mas o que ele desenvolveu foi o telégrafo sem fio, transmitindo sinais em código. Na mesma época, o aparelho do padre Landell transmitia não só os sinais, mas também a voz humana e sons musicais. A importância desses inventos para a humanidade é indiscutível." Inventor do telefone sem fioSegundo Almeida, ele previu que as ondas curtas podiam aumentar a distância das comunicações e usou a luz na tentativa de enviar mensagens, o princípio das fibras óticas. "Tudo está documentado por manuscritos, patentes, testemunhas e o noticiário da época." Na volta ao Brasil, o cientista procurou, mas não conseguiu apoio do governo. Almeida conta que, ao pedir ao presidente Rodrigues Alves dois navios para testar a transmissão de som na Baía de Guanabara, teve o pedido vetado por um assessor presidencial que o chamou de "maluco". "O Marconi fez o mesmo pedido na Itália e teve uma frota inteira à disposição", comenta. Acusado de ter "parte com o demônio" por falar através de caixas, foi perseguido e teve seus inventos destruídos pelos fiéis, relata Almeida. Embora tardiamente, o pai brasileiro do rádio começa a ser reconhecido. Entre os eventos que marcam os 150 anos, está o lançamento de um selo comemorativo pelos Correios em Brasília, São Paulo e Porto Alegre. Um projeto de lei do senador Sérgio Zambiasi (PTB-RS) prevê a inclusão do nome do padre no Livro dos Heróis da Pátria, depositado no Panteão Tancredo Neves, onde já figuram personalidades como Santos Dumont, Oswaldo Cruz, Tiradentes e Zumbi dos Palmares. A Câmara de São Paulo também propôs a ele o título pós-morte de Cidadão Paulistano. No Brasil, o "furo" da criação de Landell foi dado pelo Estado, que anunciou a transmissão pioneira em julho de 1899. Nos EUA, o brasileiro mereceu ampla reportagem do jornal The New York Herald, em outubro de 1902, com o título: "Padre Landell de Moura – inventor do telefone sem fio". Na época, era essa a denominação dada para a transmissão da voz à distância sem fio condutor. |
radialista sofre atentado
Veja o caso
O radialista Franzé Rodrigues, 36 anos, foi vítima de um atentado, na noite desta segunda-feira, no município de Morada Nova (Região Jaguaribana), a 170 quilômetros de Fortaleza.
Segundo as primeiras informações, ele foi alvejado por quatro tiros, sendo três no peito e um na cabeça. O radialista estava chegando em casa quando dois homens saíram de dentro de um matagal e efetuaram vários disparos.
Franzé Rodrigues foi encaminhado ao Instituto José Frota (IJF) e, segundo informações, está consciente e seu estado de saúde é estável.
>>FONTE:OPOVO ON LINE
O radialista Franzé Rodrigues, 36 anos, foi vítima de um atentado, na noite desta segunda-feira, no município de Morada Nova (Região Jaguaribana), a 170 quilômetros de Fortaleza.
Segundo as primeiras informações, ele foi alvejado por quatro tiros, sendo três no peito e um na cabeça. O radialista estava chegando em casa quando dois homens saíram de dentro de um matagal e efetuaram vários disparos.
Franzé Rodrigues foi encaminhado ao Instituto José Frota (IJF) e, segundo informações, está consciente e seu estado de saúde é estável.
>>FONTE:OPOVO ON LINE
segunda-feira, 24 de janeiro de 2011
uma boa pedida
O acervo do Museu Cearenses da Comunicação ou Arquivo Nirez vai adentrar o mundo virtual, com o objetivo de preservar raridades da música brasileira no período da cera e registros da história do Ceará. Para isso, nesta segunda-feira (24), tem início o Projeto de Implementação do site do Arquivo Nirez.
O lançamento começou às 8 horas, na Cooperativa Pirambu Digital, que fica na Rua Nossa Senhora das Graças, 1097, Cristo Redentor, em Fortaleza. Todo o material vai estar disponível na internet, pelo site www.projetodiscodeceranirez.com.br.
Agora o site, que já havia sido criado, vai estar mais completo, com a coleção de discos em 78 rpm disponíveis em um banco de dados com link para arquivos mp3, em que as pessoas podem ouvir as músicas. Além disso, o novo site possui fotografias antigas e a Cronologia de Fortaleza.
O site vai servir como ponto de encontro de especialistas em música, museólogos, fotógrafos, pesquisadores e estudantes interessados, que vão poder interagir em salas de bate papo.
Com informações da Assessoria do Projeto
Fonte: BLOG DA JANGA
O lançamento começou às 8 horas, na Cooperativa Pirambu Digital, que fica na Rua Nossa Senhora das Graças, 1097, Cristo Redentor, em Fortaleza. Todo o material vai estar disponível na internet, pelo site www.projetodiscodeceranirez.com.br.
Agora o site, que já havia sido criado, vai estar mais completo, com a coleção de discos em 78 rpm disponíveis em um banco de dados com link para arquivos mp3, em que as pessoas podem ouvir as músicas. Além disso, o novo site possui fotografias antigas e a Cronologia de Fortaleza.
O site vai servir como ponto de encontro de especialistas em música, museólogos, fotógrafos, pesquisadores e estudantes interessados, que vão poder interagir em salas de bate papo.
Com informações da Assessoria do Projeto
Fonte: BLOG DA JANGA
sábado, 22 de janeiro de 2011
LEIA ESTE TEXTO E REFLITA SOBRE ELE
A nova era do rádio AM
20/01/11
Mesmo tendo sido publicado há vinte anos atrás (12/1/1990) e desta emissora já não existir mais — muito por causa da crise financeira sofrida pelo diário que lhe deu nome —, este anúncio criado pela Grottera&Cia. para a Rádio Jornal do Brasil AM ainda tem pontos interessantes de serem discutidos (clique nele para ampliar). Vivia-se a explosão do FM, que, naquele momento, ainda era visto como uma novidade tanto pelos ouvintes quanto pelo mercado anunciante. Mesmo assim, muitas das emissoras de maior audiência do rádio ainda estavam no AM — fenômeno que permanece até hoje.
Conforme o anúncio sugere, o som produzido e transmitido pelas estações AM tem qualidade idêntica ao das FMs — bastar ir ao estúdio de qualquer emissora para comprovar isso. A diferença, segundo diversos especialistas, está mais concentrada nos receptores de amplitude modulada, que são cada vez mais difíceis de serem encontrados e que costumam ter peças de menor qualidade. Além disso, no caminho percorrido entre a torre e o radinho, as ondas em AM enfrentam obstáculos cada vez maiores, como a fiação elétrica não-aterrada na maioria das cidades, as lâmpadas fluorescentes e o funcionamento de outros aparelhos eletrônicos que causam interferência. Com isso, a mobilidade tão marcante do rádio foi prejudicada, o que quase restringiu o AM à audiência domiciliar, alimentando o tal “preconceito” citado no anúncio.
Enquanto isso, o FM veio trazendo maior robustez de sinal, fator ideal para prevalescer num espaço aéreo cada vez mais disputado em todo o mundo.
A ida das emissoras líderes no AM para o FM é um caminho sem volta e que devolve para essas grandes marcas a audiência jovem e dinâmica que sempre foi delas. O FM extendido seria mais um passo importante para o avanço deste processo, servindo até mesmo como uma alternativa ao rádio digital, com a vantagem de não exigir que o ouvinte gaste seu dinheiro comprando novos receptores que, no exterior, nunca saem por menos de 100 dólares.
A qualidade de conteúdo das emissoras nascidas no AM permance a mesma e, agora, além das frequencias tradicionais, elas chegam também pelo FM, pelos celulares, pelos smartphones e pela Internet. Com tudo isso, o mercado dá atenção cada vez maior ao rádio, que vem crescendo sua receita e audiência a taxas bastante expressivas nos últimos anos.
Publicado no site www.carosouvintes.org.br
sexta-feira, 21 de janeiro de 2011
FM CÂMARA SERÁ COORDENADA POR EVANDRO NOGUEIRA
Evandro Nogueira, será o novo coordenador da FM Câmara e a jornalista Ione Igrejas, que já atuou também na Verdes Mares AM, ficará responsável pela TV Fortaleza.
A escolha foi feita pelo novo presidente da Câmara, vereador Acrísio Sena, segundo informação repassada pelo coordenador de Comunicação, Edvaldo Filho.
Li no blog Ceará É Notícia
A escolha foi feita pelo novo presidente da Câmara, vereador Acrísio Sena, segundo informação repassada pelo coordenador de Comunicação, Edvaldo Filho.
Li no blog Ceará É Notícia
FONTE: blog gente de mídia
quarta-feira, 19 de janeiro de 2011
AS RÁDIOS VERDADEIRAMENTE COMUNITÁRIAS E SEU PAPEL NA SOCIEDADE
IMPORTÂNCIA DA RÁDIO COMUNITÁRIA

A Rádio Comunitária Friburgo FM tem ajudado os moradores da região serrana do Rio de Janeiro a encontrar pessoas desaparecidas em Nova Friburgo (RJ), após os deslizamentos causados pelas chuvas. A emissora informa a lista de mortes e dá dicas aos ouvintes de como evitar infecções.
Uma ouvinte, identificada como Dona Consuelo, ligou para a rádio pedindo notícias sobre a filha, Ana Maria. "Estou sem comunicação e estou muito apavorada. Se alguém souber sobre o que está acontecendo, (...) por favor, me avise", pedia a mulher em ligação recebida na última sexta-feira (14).
Parte dos apresentadores da Rádio Comunidade Friburgo está ilhada, e outra está nas ruas passando informações por telefone àqueles que não conseguem ter notícias sobre familiares desaparecidos. O número de mortes na região chegou a 633 na manhã desta segunda-feira, de acordo com a Secretaria de Estado de Saúde e Defesa Civil do Rio. Cinco municípios - Nova Friburgo, Teresópolis, Petrópolis, Sumidouro e São José do Vale do Rio Preto - ainda sofrem com as fortes chuvas de janeiro.
FONTE: RÁDIO ZUMBI DOS PALMARES
RÁDIO DA SHOW NA CIDADE DAS CHUVAS
Programas da Rádio OPOVO/CBN e da RÁDIO VERDES MARES com Nonato Albuquerque e Ênio Carlos, respectivamente deram show de informações via ouvintes em seus programas informando locais de alagamento e engarrafamento na cidade. É importante lembrar o papel dos ouvintes nesse processo, pois suas informações quando são levadas em conta levantam a audiência e o caráter informativo do rádio.
NOTA: os programas são veiculados na manhã de segunda a sexta.
terça-feira, 18 de janeiro de 2011
Veja este texto
“BIG BROTHER” BRASIL: MAIS UMA DEMONSTRAÇÃO DA PÉSSIMA QUALIDADE DA TV BRASILEIRA Novo!
itamarmaschio@gmail.com
- Publicado em
- 2011-01-17
Com o aumento do poder aquisitivo, os brasileiros das classes menos favorecidas aumentaram ou passaram a consumir mais, especialmente eletrodomésticos. Um dos eletrodomésticos que teve aumento considerável em sua vendas foram os televisores.
Numa leitura errada do que realmente as classes mais baixas gostariam de ver, os canais abertos de televisão foram, gradativamente, baixando a qualidade de sua programação. No início dos anos 2000 começaram a surgir, nas grandes redes de televisão do Brasil, os chamados “reality-shows”, sendo que destes o que mais se destacou e que se mantém no ar a uma década é o “Big Brother Brasil”, da Rede Globo de Televisão.
Desde 2002, Pedro Bial comanda esse programa, sempre no início do ano. Desde sua primeira veiculação o programa vem sendo, a cada início de ano, motivo de muitas discussões entre os que o defendem e os que o criticam como sendo um programa que em nada contribui para a qualidade da programação da TV no Brasil. No meu caso me incluo neste segundo grupo.
O programa é esvaziado de qualquer tipo de carga cultural, pois seu grande e único atrativo são as conversas, brigas e “disputas” de alguns aspirantes a celebridades, que não medem esforços e tão pouco conseqüências, para alcançarem a “fama” e talvez alguns milhões de reais no bolso para aquele que for o “vencedor”.
O jornalista gaúcho, Marcos Rolim já em 2002 tecia em seu site comentários sobre o assunto onde dizia que “a TV brasileira acaba de dar mais um passo em direção ao nada; aliás, dois passos: "Big Brother Brasil", da Globo e "Casa dos Artistas", do SBT assinalam, ambos, uma aposta persistente no vácuo cultural”.
O programa se consagrou, pois prometia mostrar pessoas comuns em seu cotidiano, fato que certamente não é verdade, pois as pessoas são escolhidas de forma criteriosa para participarem do programa. Pretender dizer que estas pessoas são representantes dos brasileiros, ou afirmar “que os brasileiros se vêem dentro da casa através dos participantes” é mentira, pois certamente aqueles que lá estão “confinados” não são o retrato do povo brasileiro.
Como, novamente, bem destacou Rolin (2002):
Há, de início, duas mentiras nos programas: as pessoas convidadas não são, exatamente, "pessoas comuns": são, em regra, jovens adultos da classe média que compartilham as características da ambição e da superficialidade. Em segundo lugar, as cenas não são de "flagrantes da vida privada" uma vez que todos sabem que estão sob a luz dos refletores; o espaço que habitam, então, é público por definição. Nenhum deles está em uma "casa", mas em um "palco". A diferença é que não há enredo, nem peça, nem filme. Não há qualquer proposta estética, nem diretores ou artistas. O que há, então? Há uma farsa na qual reserva-se lugar para tudo, menos para o pensamento. Há, especialmente, espaço para a grosseria e o grotesco, para o preconceito e para a ausência de conceito, para a linguagem vulgar e para a vulgaridade sem linguagem.
Certamente o programa dá retornos a emissora, pois já se mantém no ar há vários anos. No entanto alguns estudos apontam que cenas de sexo e violência podem não ser bem aceitas pelos telespectadores, em médio prazo. O “Big Brother” não apresenta cenas de sexo explícito e raramente se viu violência física, mas são comuns cenas que insinuam sexo debaixo dos edredons. A violência física não se faz presente, mas ofensas verbais, com uso de palavras de baixo calão são comuns.
Em termos comerciais, o que inicialmente pode ser lucrativo para os patrocinadores desses programas, pode não ser assim tão lucrativo no final. Segundo o consultor Carlos Alberto Di Franco (2004) citando uma pesquisa da Universidade de Iowa (EUA) “os pontos de audiência conquistados pelas emissoras de TV com a exibição de cenas de sexo e de violência podem representar uma miragem para o mercado publicitário”.
Ainda segundo Di Franco,
O estudo detectou uma dupla ação das chamadas “telas quentes”: ao mesmo tempo que atraem mais telespectadores, elas inibem a memória do público na hora do intervalo comercial. Segundo o professor Brad Bushman, coordenador da pesquisa Violence and Sex Impair Memory for Television Ads (Violência e Sexo Prejudicam a Memória para Anúncios de Televisão), “as propagandas veiculadas em programas sem sexo e sem violência, o que chamamos de ‘neutros’, têm mais ‘recall’ do que os exibidos no intervalo de filmes e seriados com esses elementos”.
Em outras palavras podemos dizer que esses tipos de programas deixam seus telespectadores ignorantes. De acordo com o site NotíciasBR, na edição de 2011 o programa de estréia do “Big Brother” alcançou 35% de audiência média, superando 2010. Para se ter uma idéia da importância que o “Big Brother” Brasil tem em termos de audiência, o Jornal Nacional, da mesma Rede Globo, que até bem pouco tempo emplacava as maiores audiências da emissora, fechou o ano de 2010 com média de audiência de 29,8%, conforme matéria publicada no blog R7 Entretenimento, no dfia 05 de janeiro de 2011.
Mesmo sofrendo fortes críticas, muitas vezes dos próprios telespectadores, são esses elevados números de audiência que mantém esse famigerado programa no ar, por praticamente uma década. Além da audiência, outro fator que mantém o programa no ar, por tanto, tempo é o elevado faturamento que ele proporciona aos seus produtores, apresentadores e veiculadores.
Segundo matéria do jornalista Daniel Castro, publicada no blog R7 Entretenimento em 07 de abril de 2010, a edição 10 do “Big Brother” Brasil faturou a bagatela de pouco mais de R$ 340 milhões em receitas, batendo outro recorde do reality show. O aumento, em relação ao BBB 9, foi de 20%.
Um dos grandes “atrativos” do programa sempre foram as brigas entre os participantes. Mesmo os “Brothers” tendo protagonizado discussões “memoráveis” nunca houve agressão física de fato, pois isso era proibido pelas “regras” do programa. Sim eram, pois de acordo com o site estadão.com.br em matéria publicada no dia 25 de novembro de 2010, o diretor do BBB, Boninho afirmou que “"Nada é proibido no BBB, pode fazer o que quiser", escreveu em seu perfil no twitter. "Esse ano... liberado! vai valer tudo, até porrada" .
A Rede Globo se apressou em desmentir Boninho. A assessoria de imprensa da emissora divulgou, no dia 26 de novembro de 2010, um dia após a veiculação das declarações de Bonino que “qualquer agressão física [no “Big Brother” Brasil 11] seguirá sendo punida com expulsão” . No entanto, no dia 11 de janeiro de 2011 o site MSN Entretenimento divulgou que o diretor Boninho voltou a afirmar que as agressões estão liberadas na atual edição do BBB. Segundo o site Boninho afirmou que “para faturar o prêmio de R$ 1,5 milhão, vale mesmo tudo, inclusive agressões físicas” . Ainda segundo o mesmo site na manhã deste domingo (8 de janeiro de 2011), o diretor do programa revelou que faria uma visitinha aos “brothers” no hotel onde estão confinados, para um repasse nas regras do reality show, e enfatizou o fim da proibição das agressões físicas. Sim, agora os participantes poderão sair na mão sem medo da desclassificação!
Agora é aguardar para ver quem está falando a verdade. E que Deus nos proteja.
NOTAS
Disponível em http://rolim.com.br/2006/index.php?option=com_content&task=view&id=9&Itemid=3. Acesso em 04 jan. 2011.
Disponível em http://rolim.com.br/2006/index.php?option=com_content&task=view&id=9&Itemid=3. Acesso em 04 jan. 2011.
Disponível em: http://www.portaldafamilia.org/artigos/artigo311.shtml. Acesso em 10 de jan. 2011.
Disponível em: http://www.noticiasbr.com.br/bbb11-estreia-do-bbb-supera-audiencia-do-ano-passado-5210.html. Acesso em: 14 jan. 2011.
Disponível em: http://entretenimento.r7.com/famosos-e-tv/noticias/jornal-nacional-encerra-2010-com-pior-audiencia-da-historia-20110105.html. Acesso em: 14 jan. 2011.
Disponível em: http://noticias.r7.com/blogs/daniel-castro/2010/04/07/em-3-meses-big-brother-fatura-o-mesmo-que-sbt-em-meio-ano/. Acesso em: 12 jan. 2011.
Disponível em: http://www.estadao.com.br/noticias/arteelazer,boninho-promete-tudo-liberado-no-bbb-11,645194,0.htm. Acesso em: 12 jan. 2011.
Disponível em : http://www.jfnoticias.com/interativo/blog/rede_globo_nega_que_ira_liberar_agressao_fisica_no_bbb_11. Acesso em 12 jan. 2011.
Disponível em: http://entretenimento.br.msn.com/bbb/noticias-artigo.aspx?cp-documentid=27182296. Acesso em: 14 já. 2011. Sobre o Autor
Possui graduação em CURSO SUPERIOR DE TECNOLOGIA EM GESTÃO PÚBLICA pelo Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia de Santa Catarina (2009). Acadêmico do quinto semestre do CURSO DE GRADUAÇÃO EM LETRAS / ESPANHOL pela Universidade Federal de Santa Maria/RS. Atualmente é agente administrativo da Prefeitura Municipal de Tapejara. Tem experiência na área de Administração, com ênfase em Administração Pública.
PUBLICADO NO SITE www.artigos.com |
PARA REFLETIR
AJUDA AOS FLAGELADOS
Srs. políticos, agora é o momento de darem provas do tamanho da dignidade, do caráter, da honradez, do respeito ao ser humano de que os senhores são possuidores, revertendo o aumento absurdo que os senhores se deram em benefício das inúmeras pessoas que perderam tudo, sua casa, seus pertences e familiares, e que pagam os seus vultosos salários, dando provas de que a função primordial de um político é servir à população, em todos os níveis. Será que os senhores têm essa hombridade ou, como diria o personagem do humorista Chico Anysio deputado Justo Veríssimo, "quero que o povo se exploda"?!
Sra. presidente Dilma, não votei na senhora, mas desejo que faça um governo responsável. Sei do seu grau de formação e tenho certeza que nunca vai se envergonhar de ter se esforçado em estudar, da visão que tem da população, visto que os seus familiares, búlgaros, devem ter-lhe contado todo o sofrimento que passaram por terem presenciado duas guerras mundiais. Peço-lhe que não envie a verba que a senhora destinou às localidades que sofreram com esta última catástrofe, gerencie-a a senhora mesmo, pois o caminho é longo e a fila para molhar as mãos é longa... Será que essa verba chegará ao seu destino de fato?
Hilo de Moaes Ferrari hiloferrari@hotmail.com
São Paulo
publicado no site www.estadao.com.br
Srs. políticos, agora é o momento de darem provas do tamanho da dignidade, do caráter, da honradez, do respeito ao ser humano de que os senhores são possuidores, revertendo o aumento absurdo que os senhores se deram em benefício das inúmeras pessoas que perderam tudo, sua casa, seus pertences e familiares, e que pagam os seus vultosos salários, dando provas de que a função primordial de um político é servir à população, em todos os níveis. Será que os senhores têm essa hombridade ou, como diria o personagem do humorista Chico Anysio deputado Justo Veríssimo, "quero que o povo se exploda"?!
Sra. presidente Dilma, não votei na senhora, mas desejo que faça um governo responsável. Sei do seu grau de formação e tenho certeza que nunca vai se envergonhar de ter se esforçado em estudar, da visão que tem da população, visto que os seus familiares, búlgaros, devem ter-lhe contado todo o sofrimento que passaram por terem presenciado duas guerras mundiais. Peço-lhe que não envie a verba que a senhora destinou às localidades que sofreram com esta última catástrofe, gerencie-a a senhora mesmo, pois o caminho é longo e a fila para molhar as mãos é longa... Será que essa verba chegará ao seu destino de fato?
Hilo de Moaes Ferrari hiloferrari@hotmail.com
São Paulo
publicado no site www.estadao.com.br
MAIS UM RADIALISTA NA CÂMARA MUNICIPAL
O radialista Ibernon Monteiro vai assumir, a partir do próximo mês, cadeira de vereador na Câmara Municipal de Fortaleza. Suplente do PRP, ele faz a divulgação e se define como o “representante” da torcida do Ceará Sporting.
Ibernon é o setorista da equipe da rádio Verdes Mares que leva informações do “Vovõ” para os programas esportivos da emissora.
fonte:blog do Eliomar.
segunda-feira, 17 de janeiro de 2011
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Os que tornam os parlamentos mais caros e mais inúteis do País
Por Wanderley Pereira - Da Redação em: Opinião | 10:31Diz a Bíblia que “se conhece a árvore pelo fruto” (Lucas 6, 43). Isso, no nosso Português, corresponde ao “conhece-se o autor pela obra”. Falamos assim depois que lemos, na internet, uma lista de parlamentares que nada fizeram na Câmara Federal. Receberam seus gordos salários sem comparecer sequer às sessões. Aí, lê-se uma relação dos que representaram os gastos mais inúteis do Congresso Nacional pela ausência de qualquer projeto, de qualquer trabalho, que justificassem seus mandatos.
Não é preciso repetir aqui os nomes dos faltosos, porque o País inteiro já os conhece. Os que são daqui da bancada cearense, o Ceará inteiro também já os conhece. De que adianta o eleitorado descarregar toda a votação nesse ou naquele candidato, se ele nada faz para corresponder à intenção e confiança dos que o elegeram? É essa contradição que vicia os políticos e distorce o sentido da eleição que tem como objetivo avaliar o compromisso e o trabalho do candidato em prol da população. A pessoa é eleita para servir e não para servir-se.
Mas o eleitor pode alegar que votou em tal candidato pelo seu discurso, pela inteligência, pelo seu poder de sedução. É aí que é preciso atentar para o que diz a Bíblia: “Conhece-se a árvore pelo fruto”, ou seja, pelo que ela produz, pelo que oferece de bom ao pomicultor, e não pelo seu exterior, pela copa densa, farta, mas completamente estéril. Não tem nenhum sentido prático, para quem vota, o falar bonito, o esbravejar, o barulho, o teatro de que se utiliza o candidato na hora de buscar o voto. O que pesa e o que interessa é a sua competência, o compromisso, a conduta moral e o trabalho.
Mas alguém pode alegar que é honesto, que tem ficha limpa, que nunca se envolveu em falcatruas, em escândalos políticos, em processos criminais. Ora, ser honesto é um dever de qualquer cidadão, mas também não é só isso. Ou alguém acha que é honesto ganhar altos salários e mordomias sem dar a contrapartida do seu trabalho? Receber, como prova de confiança, grandes votações, sem comparecer depois às sessões ordinárias, aos locais de trabalho, sem apresentar uma obra sequer, enquanto o trabalhador comum é obrigado a assinar ponto e descontar no salário a falta que não justifique, conforme a lei?
A sociedade tem que repensar essas contradições, não pode se deixar ludibriar por esses falastrões das campanhas eleitorais e grandes ausentes do trabalho no exercício dos mandatos. Eles são os responsáveis por todas essas mazelas que tomam conta do serviço público e o tornam cada vez mais ineficaz, mais distante das reais necessidades das populações. São eles que tornam o Congresso Nacional, as Assembleias Estaduais e Câmaras Municipais os serviços mais caros e mais inúteis deste País. E eles não mudarão enquanto o eleitor não obrigá-los a mudar pelo voto consciente.
PUBLICADO NO BLOG DA JANGA - www.jangadeiroonline.com.br
Não é preciso repetir aqui os nomes dos faltosos, porque o País inteiro já os conhece. Os que são daqui da bancada cearense, o Ceará inteiro também já os conhece. De que adianta o eleitorado descarregar toda a votação nesse ou naquele candidato, se ele nada faz para corresponder à intenção e confiança dos que o elegeram? É essa contradição que vicia os políticos e distorce o sentido da eleição que tem como objetivo avaliar o compromisso e o trabalho do candidato em prol da população. A pessoa é eleita para servir e não para servir-se.
Mas o eleitor pode alegar que votou em tal candidato pelo seu discurso, pela inteligência, pelo seu poder de sedução. É aí que é preciso atentar para o que diz a Bíblia: “Conhece-se a árvore pelo fruto”, ou seja, pelo que ela produz, pelo que oferece de bom ao pomicultor, e não pelo seu exterior, pela copa densa, farta, mas completamente estéril. Não tem nenhum sentido prático, para quem vota, o falar bonito, o esbravejar, o barulho, o teatro de que se utiliza o candidato na hora de buscar o voto. O que pesa e o que interessa é a sua competência, o compromisso, a conduta moral e o trabalho.
Mas alguém pode alegar que é honesto, que tem ficha limpa, que nunca se envolveu em falcatruas, em escândalos políticos, em processos criminais. Ora, ser honesto é um dever de qualquer cidadão, mas também não é só isso. Ou alguém acha que é honesto ganhar altos salários e mordomias sem dar a contrapartida do seu trabalho? Receber, como prova de confiança, grandes votações, sem comparecer depois às sessões ordinárias, aos locais de trabalho, sem apresentar uma obra sequer, enquanto o trabalhador comum é obrigado a assinar ponto e descontar no salário a falta que não justifique, conforme a lei?
A sociedade tem que repensar essas contradições, não pode se deixar ludibriar por esses falastrões das campanhas eleitorais e grandes ausentes do trabalho no exercício dos mandatos. Eles são os responsáveis por todas essas mazelas que tomam conta do serviço público e o tornam cada vez mais ineficaz, mais distante das reais necessidades das populações. São eles que tornam o Congresso Nacional, as Assembleias Estaduais e Câmaras Municipais os serviços mais caros e mais inúteis deste País. E eles não mudarão enquanto o eleitor não obrigá-los a mudar pelo voto consciente.
PUBLICADO NO BLOG DA JANGA - www.jangadeiroonline.com.br
domingo, 16 de janeiro de 2011
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NÃO SE FAZ MAIS RÁDIO COMO ANTIGAMENTE
Consideramos, sem medo de cometer injustiças, o rádio como o maior invento dos últimos tempos. Antigamente os programas radiofônicos tinham outra conotação. Mais interação com o ouvinte, programas de auditório, novelas, programas voltados para a gurizada, cultura diversificada e entretenimento de diversos matizes. Antigamente, mesmo com o evento da publicidade o rádio não perdeu o seu glamour. Grandes radialistas fizeram história no rádio e ainda hoje são reverenciados como verdadeiros mitos. Programas ou programações marcaram época e hoje são relíquias em mãos de colecionadores. O que dizer do rádio hoje? Duas variantes permeiam e transformam a psicosfera do rádio, levando-a ao deboche e ao clamor daqueles que trabalham em prol da ética cultural.
Usadas constantemente por supostos profissionais da radiodifusão, a pornografia e a pornofonia fazem parte da nova e horrenda programação da maioria das emissoras de rádio espalhadas pelo Brasil. Essas deturpações são usadas como armas de guerra para amealhar audiência, pois se fortalecem na expressão ilusória de que o povão gosta. Mas, os que pensam assim estão verdadeiramente equivocados ou mesmo enganados. Um grande jornal de circulação no estado do Ceará na coluna inserida no tabloide “buchico”, de abidoral que ninguém sabe quem é, publica os melhores de 2010. Nessa primeira coluna do ano, resolvemos divulgar uma lista de quem se destacou no rádio e TV de Fortaleza em 2010, com base em avaliações da equipe e índices de audiência.
Confira! Diz o colunista conhecido com abidoral, com letra minúscula mesmo.
Usadas constantemente por supostos profissionais da radiodifusão, a pornografia e a pornofonia fazem parte da nova e horrenda programação da maioria das emissoras de rádio espalhadas pelo Brasil. Essas deturpações são usadas como armas de guerra para amealhar audiência, pois se fortalecem na expressão ilusória de que o povão gosta. Mas, os que pensam assim estão verdadeiramente equivocados ou mesmo enganados. Um grande jornal de circulação no estado do Ceará na coluna inserida no tabloide “buchico”, de abidoral que ninguém sabe quem é, publica os melhores de 2010. Nessa primeira coluna do ano, resolvemos divulgar uma lista de quem se destacou no rádio e TV de Fortaleza em 2010, com base em avaliações da equipe e índices de audiência.
Confira! Diz o colunista conhecido com abidoral, com letra minúscula mesmo.
Seria surpresa se os escolhidos não trabalhassem na maior empresa de comunicação do Ceará e afiliada da Rede Globo, a Rádio Verdes Mares, TV Verdes Mares e TV Diários, do Grupo Verdes Mares de Comunicação. O melhor Comunicador do rádio, Melhor apresentadora de Noticiário de Televisão, Menção honrosa, Troféu Chico Anísio, Melhor Repórter de TV, Melhor Programa de Auditório.
A premiação mais justa e que homenageia uma das maiores jornalistas do Ceará, Adísia Sá, que premiou aquele que consideramos o gênio da radiodifusão em nosso Estado, o profissional Narcélio Lima Verde. Achamos injusta a escola do melhor comunicador do rádio e do melhor programa de auditório, bem como o programa que foi aquinhoado com o Troféu Chico Anísio. Citamos esses pormenores, por que as escolhas das quais discordamos, recaem na premissa do uso da pornografia e da pornofonia como ponto alto e cujo intuito único é angariar para as hostes da emissora, audiência e para os apresentadores a fama sem ética. Temos notado o esforço de muitos profissionais que fazem bons programas, mas não têm seus nomes lembrados.
Faz pena e dó. Não nos preocupamos em citar nomes, mas os ouvintes sabem de quem falamos. Queremos enaltecer o nome de um grande profissional do rádio que foi escorraçado dessa mesma empresa, talvez por não aderir à pornografia, seu nome: Carlos Augusto mais conhecido como o “amigão”.
E assim caminha a radiodifusão no estado do Ceará e ninguém toma providências. A palavra ética, muito usual nos dias atuais, está se esvaindo e cedendo lugar a rasgos de baixarias, palavras de duplo sentido, procedimentos indignos, ou pérfidos, sórdidos e situações decorrentes de radialistas que esqueceram que o rádio foi programado para educar, e não deseducar.
O rádio deve ter uma linha de ação norteadora a todos os que têm compromisso com o microfone. Não só o repórter, o redator, mas principalmente o locutor, deve mensurar o que vai expor aos seus ouvintes. O radialista, seja qual for o seu campo de atuação, tem o dever de cultivar a precisão, a clareza, a objetividade, a seriedade. O que menos se vê em alguns programas de rádio aqui em Fortaleza é a seriedade e, quando se reclama, eles afirmam que o povão gosta como citei nas entrelinhas dessa matéria. Temos uma missão árdua de melhorar a programação de rádio da terra alencarina, mas se não tivermos o apoio necessário estaremos nadando contra a maré.
A premiação mais justa e que homenageia uma das maiores jornalistas do Ceará, Adísia Sá, que premiou aquele que consideramos o gênio da radiodifusão em nosso Estado, o profissional Narcélio Lima Verde. Achamos injusta a escola do melhor comunicador do rádio e do melhor programa de auditório, bem como o programa que foi aquinhoado com o Troféu Chico Anísio. Citamos esses pormenores, por que as escolhas das quais discordamos, recaem na premissa do uso da pornografia e da pornofonia como ponto alto e cujo intuito único é angariar para as hostes da emissora, audiência e para os apresentadores a fama sem ética. Temos notado o esforço de muitos profissionais que fazem bons programas, mas não têm seus nomes lembrados.
Faz pena e dó. Não nos preocupamos em citar nomes, mas os ouvintes sabem de quem falamos. Queremos enaltecer o nome de um grande profissional do rádio que foi escorraçado dessa mesma empresa, talvez por não aderir à pornografia, seu nome: Carlos Augusto mais conhecido como o “amigão”.
E assim caminha a radiodifusão no estado do Ceará e ninguém toma providências. A palavra ética, muito usual nos dias atuais, está se esvaindo e cedendo lugar a rasgos de baixarias, palavras de duplo sentido, procedimentos indignos, ou pérfidos, sórdidos e situações decorrentes de radialistas que esqueceram que o rádio foi programado para educar, e não deseducar.
O rádio deve ter uma linha de ação norteadora a todos os que têm compromisso com o microfone. Não só o repórter, o redator, mas principalmente o locutor, deve mensurar o que vai expor aos seus ouvintes. O radialista, seja qual for o seu campo de atuação, tem o dever de cultivar a precisão, a clareza, a objetividade, a seriedade. O que menos se vê em alguns programas de rádio aqui em Fortaleza é a seriedade e, quando se reclama, eles afirmam que o povão gosta como citei nas entrelinhas dessa matéria. Temos uma missão árdua de melhorar a programação de rádio da terra alencarina, mas se não tivermos o apoio necessário estaremos nadando contra a maré.
O jornalista Armando Figueiredo diz que o radialista tem que ter plena noção de que milhões de brasileiros, nas áreas urbanas e rurais, dependem da massa de informações que lhes proporciona o rádio, que tão profundamente influi na sua formação para criar juízos próprios e, assim, assumir e manter cidadania (qualidade ou estado de cidadão). Não queremos fazer juízo de valor, mas queremos expor um vírus que se espalha enodoando a nossa classe e a nossa profissão.
“Muitas vezes o ego nos aprisiona em crenças e valores do passado que não são mais verdadeiros para nós. Tomamos uma atitude libertadora quando inspiramos profundamente a luz da nossa alma e permitimos que essa mesma luz revele o potencial de renovação que carregamos interiormente e dissolva crenças aprisionantes. Viver inteiramente o momento presente é a atitude mais liberadora que existe”. Pense nisso!
AUTOR: ANTÔNIO PAIVA RODRIGUES, MEMBRO DA ASSOCIAÇÃO DE OUVINTES DE RÁDIO DO CEARÁ
PUBLICADO ORIGINALMENTE NO SITE www.carosouvintes.org.br
sexta-feira, 14 de janeiro de 2011
veja o editorial do Jornal Diário do Nordeste
Tragédia na área de risco
14/1/2011
A tragédia registrada em áreas de risco do Rio de Janeiro e de São Paulo, provocada pelas chuvas de verão, deve servir de alerta para os demais Estados, onde os problemas de crescimento desordenado das cidades se repetem. Essas catástrofes se sucedem há décadas, agravadas pela expansão sem controle de regiões contraindicadas para a localização de moradias, tanto em áreas elevadas, como nas várzeas e às margens dos rios e córregos existentes nos espaços urbanos.Nos últimos dias, o País vem assistindo, estupefato, às dantescas cenas de destruição das cidades serranas do Rio de janeiro e de bairros inteiros de São Paulo, afogados no volume imprevisível de chuvas concentradas em pouco tempo. A ocupação livre do solo urbano, fruto da omissão do poder público, alinha-se entre as principais razões das últimas ocorrências. As águas pluviais não encontram os espaços físicos para sua acomodação. As consequências contabilizam centenas de mortes e de desaparecidos, destruição de moradias, de empresas e de serviços essenciais.
Esses lamentáveis eventos devem servir como advertência às demais regiões metropolitanas do País, onde problemas semelhantes de multiplicam, resultantes do êxodo rural, das falhas de gestão do controle urbano e do velho hábito de exploração de espaços públicos com a instalação da rendosa indústria do casebre. Nessas áreas aparentemente sem dono, há muitos carentes de moradia, assegurada por lei, sendo explorados por "espertos"usurpadores dos bens públicos.
Fortaleza insere-se no grupo das cidades afetadas por regiões sujeitas a catástrofes. Aqui, o último levantamento identificou 99 áreas de risco, 19 mil famílias ocupando moradias em situação de perigo e um déficit habitacional de 70 mil residências. Todos esses problemas sofrem evolução continuada, na ausência de medidas preventivas capazes de deter a favelização dos cursos d´água, das dunas edafisadas (modificadas pelos ventos) e a poluição dos recursos hídricos pelo lançamento dos dejetos não tratados.
O poder público tem desenvolvido esforços para erradicar as moradias precárias. Mas essa medida enfrenta um círculo vicioso, na medida em que transfere um morador de área de risco para uma casa salubre e, três meses depois, ele retorna à condição de favelado, levando o lucro da venda do imóvel com o qual foi contemplado. A informalidade prevalece na maioria expressiva dessas transações.
A Avenida Raul Barbosa representa um exemplo ilustrativo dessas transações. Antes mesmo de ser pavimentada, suas margens foram ocupadas por supostos sem-tetos. Há tempo, não remanesce na área nenhum deles, enquanto as atividades lucrativas se expandem ocupando as terras públicas.
Atualmente, a maior área de risco de Fortaleza se espraia pelas margens do Rio Maranguapinho, onde o Programa de Aceleração do Crescimento (PAC) investe R$ 317 milhões para urbanizar suas favelas e regularizar a estrutura fundiária, beneficiando 30 mil famílias. Contudo, a questão mais grave consiste na hipótese de tolerância para com a comercialização das moradias e a criação de novas áreas de risco pelos favelados.
quinta-feira, 13 de janeiro de 2011
VEJA O RANKING DA BAIXARIA NA TV, POR QUE NÃO FAZEM A DO RÁDIO?
BAIXARIA NA TV Campanha divulga novo ranking Por Agência Câmara em 11/1/2011 | |
A coordenação da campanha "Quem Financia a Baixaria é Contra a Cidadania" divulgou o 18º ranking da baixaria na TV, que teve o programa Pânico na TV, da Rede TV!, no topo da lista dos mais denunciados pelo público. Do último ranking, divulgado em maio de 2010, até agora, foram recebidas 892 denúncias de telespectadores, por meio do site www.eticanatv.org.br e do Disque Câmara (0800 619 619). A campanha tem o apoio da Comissão de Direitos Humanos e Minorias da Câmara. Apelo sexual, incitação à violência, apologia ao crime, desrespeito aos valores éticos da família e preconceito são as principais reclamações que nortearam a elaboração do novo ranking. Dentre os cinco programas mais denunciados, dois são reincidentes: o Pânico na TV e o Se liga Bocão, da TV Itapoan, afiliada da Rede Record. Outros três listados são: Brasil Urgente, da TV Bandeirantes; A Fazenda, da Rede Record; e Chumbo Grosso, um programa regional de gênero policial exibido pela TV Goiânia, afiliada à Rede Bandeirantes. Liberdade religiosa A Constituição (art. 127) define o Ministério Público como uma instituição permanente, essencial ao funcionamento da Justiça, com a competência de defender a ordem jurídica, o regime democrático e os interesses sociais e individuais indisponíveis. O Ministério Público não faz parte de nenhum dos três Poderes – Executivo, Legislativo e Judiciário. O MP possui autonomia na estrutura do Estado, não pode ser extinto ou ter as atribuições repassadas a outra instituição. Os membros do Ministério Público Federal são procuradores da República. Os do Ministério Público dos estados e do Distrito Federal são promotores e procuradores de Justiça. Os procuradores e promotores têm a independência funcional assegurada pela Constituição. Assim, estão subordinados a um chefe apenas em termos administrativos, mas cada membro é livre para atuar segundo sua consciência e suas convicções, baseado na lei. Os procuradores e promotores podem tanto defender os cidadãos contra eventuais abusos e omissões do poder público quanto defender o patrimônio público contra ataques de particulares de má-fé. O Ministério Público brasileiro é formado pelo Ministério Público da União (MPU) e pelos ministérios públicos estaduais. O MPU, por sua vez, é composto pelo Ministério Público Federal, pelo Ministério Público do Trabalho, pelo Ministério Público Militar e pelo Ministério Público do Distrito Federal e Territórios (MPDFT). O Ministério Público Federal (MPF) de São Paulo instaurou uma ação civil pública que tem o objetivo de punir danos morais e patrimoniais causados ao meio ambiente; ao consumidor; à ordem urbanística; a bens e direitos de valor artístico, estético, histórico, turístico e paisagístico; a qualquer outro interesse difuso ou coletivo; e por infração da ordem econômica. Podem propor a ação civil pública: Ministério Público, União, estados, municípios, autarquias, empresas públicas, fundações, sociedades de economia mista e associações constituídas pelo menos um ano antes e que atuem naquelas áreas, pedindo que o programa Brasil Urgente se retrate de declarações contra os ateus. Segundo o MPF, no dia 27 de julho o apresentador José Luiz Datena e o repórter Márcio Campos, durante reportagem sobre um crime, fizeram comentários preconceituosos sobre essas pessoas. A campanha recebeu 68 denúncias de cidadãos que se sentiram agredidos pelo apresentador, José Luiz Datena, neste episódio. Liberdade e responsabilidade Segundo a coordenação da campanha, as denúncias recebidas são frutos do engajamento ativo de uma parcela dos telespectadores no monitoramento dos conteúdos da televisão. Todas as denúncias fundamentadas são encaminhadas ao Ministério Público e ao Ministério da Justiça, para providências. A presidente em exercício da Comissão de Direitos Humanos, deputada Janete Rocha Pietá (PT-SP), ressaltou que não defende qualquer tipo de censura e repudia todas as manifestações de intolerância, preconceito e ridicularização das pessoas. Segundo ela, os profissionais de comunicação precisam ter a consciência de que "junto à liberdade vem a responsabilidade", e "nenhum veículo ou programa pode usar do enorme poder dos meios de comunicação contra pessoas e grupos, principalmente aqueles mais vulneráveis que são frequentemente expostos ao ridículo em alguns programas de TV". *** 18º ranking da baixaria 1 – Pânico na TV (Rede TV!) – 113 denúncias fundamentadas de exposição de pessoas ao ridículo, humor grotesco, excesso de nudez e palavras de baixo calão. 2 – Brasil Urgente (TV Bandeirantes) – 68 denúncias de declarações preconceituosas contra ateus. 3 – Se Liga Bocão (TV Itapoã, afiliada da Record) – 18 denúncias de incitação à violência, desrespeito à pessoa humana e sensacionalismo. 4 – A Fazenda (Rede Record) – 13 denúncias de apelo sexual, palavras de baixo calão e excesso de nudez. 5 – Chumbo Grosso (TV Goiânia, afiliada da Band) – 5 denúncias de desrespeito à pessoa humana, incitação à violência e sensacionalismo. Fonte: Comissão de Direitos Humanos e Minorias |
BOM TRABALHO
Vale a pena curtir o trabalho do repórter Luciano Filho pertencente à Rádio Cidade. Tem grande carisma perante aos ouvintes e informa bem e sem brincadeiras de mal gosto. Um trabalho que merece respeito e consideração.
Parabéns ao radialista pelo grande trabalho.
Esperamos o reconhecimento por parte da rádio ao qual ele pertence e tão bem realiza seu trabalho.
ASSIM, NÃO DÁ....
ALGUNS PROGRAMAS DE RÁDIO DA CAPITAL TEIMAM EM BLOQUEAR TELEFONE PARA PARTICIPAÇÃO DO OUVINTE. VOU CITAR ALGUNS:
- Programa Espaço Aberto, Cidade AM
- Programa Vida, Saúde e Política, Cidade AM
- Programa a vida do alvinegro , Cidade
- Programa Márcio Lopes, Cidade AM
- Esta prática consiste em tirar o telefone do gancho ou usar a híbrida para o telefone parecer ocupado.
- Ás vezes os ouvintes tem um comentário importante em relação ao que o locutor está falando e fica impedido.
- ISSO É DESRESPEITO, OU NÃO É?
DIANTE DISSO UMA CONCLUSÃO: COMO A RÁDIO CIDADE GOSTA DE OUVINTE. ALIÁS NESTA RÁDIO TODOS OS OUVINTES SÃO CHAMADOS ABERTAMENTE DE MALAS.
CASA SEM DONO É ASSIM MESMO...
começou o besteirol....
BIG BROTHER BRASIL Globo apela para nudez e homossexualidade Por Hans Misfeldt em 11/1/2011 | |||||||||||
Antes de tudo, que fique claro: viva a democracia, o direito de todos de ir e vir previsto na Constituição e o respeito à liberdade de escolha e opinião. Por outro lado, que fique claro também o desserviço que a Rede Globo presta ao país no início de todo ano com seu Big Brother Brasil. É uma diversidade e pluralidade de dar inveja a qualquer programa de variedades ou reality show que quer reunir os mais diversos estilos de vida. Mas essa 11ª edição do Big Brother Brasil bate todos os recordes. Para muitos, um desfile de corpos exuberantes, mulheres "gostosas" e homens "sarados". Primeiro que a TV Globo deveria ser processada não pelo alto teor de baixaria que se tornou o BBB, mas sim, pelo fato que o programa passa a impressão de propaganda enganosa, já que aparentemente pré-seleciona os participantes. Logo, de nada valem as fichas cadastrais dos milhares de brasileiros que se inscrevem rezando por uma vaga no reality show. Pobre coitado aquele que perde tempo para se inscrever, produzir vídeo e foto e inocentemente envia sua inscrição para o programa. Emissora envergonha o paísÉ estranho e pairam algumas dúvidas no ar: por que a Globo selecionaria pessoas que já posaram nuas, que já participaram de programas e concursos da emissora ou que já foi bailarina de cantor famoso? Será que a Rede Globo precisa apelar dessa maneira e fazer essas escolhas sensuais para lutar por audiência? Será que uma emissora do porte da Rede Globo, entre as cinco maiores redes de televisão do mundo, precisa baixar o nível como o Big Brother? Ao exibir essas pessoas de maneira irreverente, sem respeitar o telespectador que busca um programa de qualidade, a Rede Globo presta um desserviço à sociedade brasileira que, infelizmente, em sua maioria, acompanha e dá audiência a esse tipo inescrupuloso de programa. Com tantos recursos que a emissora tem, a Rede Globo deixa a desejar. Uma empresa que construiu, ao longo de quase 50 anos, uma imagem com credibilidade e profissionalismo, e que hoje envergonha o país com um programa que, de "grande irmão" da sociedade, não tem nada. | |||||||||||
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O meio rádio está perdendo seu espaço pela falta de bom senso e capacidade de seus proprietários, “laranjas” ou subordinados. Passei uns dias entre Natal e Ano Novo em Curitiba e confesso que fiquei assustado com o que ouvi. Esses programas terceirizados e comandados por donos de empresas ficam tocando música e colocando o telefone para a participação do ouvinte. Aí meus amigos rola a maior baixaria que se possa imaginar. A sorte desses “pseudos” comunicadores é que não existe mais o Movimento Brasileiro de Alfabetização (MOBRAL) que foi um projeto do governo brasileiro em 15 de Dezembro de 1967 pela Lei n° 5.379.
O Mobral propunha a alfabetização funcional de jovens e adultos, visando “conduzir a pessoa a adquirir técnicas de leitura, escrita e cálculo como meio de integrá-la a sua comunidade, permitindo melhores condições de vida”. A falta de identidade do rádio brasileiro não está só em Curitiba. Está em todo o país. Programação direcionada ao público alvo, programação que venha ao encontro dos interesses de uma comunidade ainda existem nas rádios das grandes capitais e umas poucas no interior. É claro que existe público para todos os gostos. Há os que gostam dos programas esportivos, jornalísticos, musicais ou dos sertanejos. Quando esse tipo de programação fazia parte efetiva das rádios brasileiras, existia qualidade. Quem não acordava ouvindo Zé Bétio na Rádio Record, Pulo do Gato na Bandeirantes, Equipe Sete e Trinta (Jornal da Manhã) da Jovem Pan, Primeira Hora na Bandeirantes. Quem não ouvia o Repórter Esso, o Globo no Ar, Correspondente Banrisul ou Ipiranga da Guaíba, Varig é a Dona da Noite, Show de Rádio, Atualidades Esportivas da Band-SP, Jornal de Esportes da JP, Bola em Jogo da Tupi. Alguns desses programas continuam e merecem o reconhecimento por serem excelentes. Agora ouvir determinados comunicadores quatro ou mais horas no ar sem conteúdo não dá para agüentar. Gente, vamos colocar produtores para que os comunicadores voltem a merecer o prestígio que o rádio sempre teve. Vamos acabar com as terceirizações. Uma rádio que é rádio precisa ter Superintendente, Diretor de Programação, Diretor de Jornalismo, Diretor de Esporte, Diretor Comercial, Comunicadores, Locutores comerciais, Comentaristas, Narradores, Repórteres, operadores técnicos de interna e externa. Quando iniciei no rádio – Rádio Nereu Ramos de Blumenau em 1964 – ela tinha tudo isso. Todos eram registrados e tinham salário compatível com a função que exerciam. Mudou o governo, que se mude também e se dê uma identidade ao rádio. É isso aí.
O Mobral propunha a alfabetização funcional de jovens e adultos, visando “conduzir a pessoa a adquirir técnicas de leitura, escrita e cálculo como meio de integrá-la a sua comunidade, permitindo melhores condições de vida”. A falta de identidade do rádio brasileiro não está só em Curitiba. Está em todo o país. Programação direcionada ao público alvo, programação que venha ao encontro dos interesses de uma comunidade ainda existem nas rádios das grandes capitais e umas poucas no interior. É claro que existe público para todos os gostos. Há os que gostam dos programas esportivos, jornalísticos, musicais ou dos sertanejos. Quando esse tipo de programação fazia parte efetiva das rádios brasileiras, existia qualidade. Quem não acordava ouvindo Zé Bétio na Rádio Record, Pulo do Gato na Bandeirantes, Equipe Sete e Trinta (Jornal da Manhã) da Jovem Pan, Primeira Hora na Bandeirantes. Quem não ouvia o Repórter Esso, o Globo no Ar, Correspondente Banrisul ou Ipiranga da Guaíba, Varig é a Dona da Noite, Show de Rádio, Atualidades Esportivas da Band-SP, Jornal de Esportes da JP, Bola em Jogo da Tupi. Alguns desses programas continuam e merecem o reconhecimento por serem excelentes. Agora ouvir determinados comunicadores quatro ou mais horas no ar sem conteúdo não dá para agüentar. Gente, vamos colocar produtores para que os comunicadores voltem a merecer o prestígio que o rádio sempre teve. Vamos acabar com as terceirizações. Uma rádio que é rádio precisa ter Superintendente, Diretor de Programação, Diretor de Jornalismo, Diretor de Esporte, Diretor Comercial, Comunicadores, Locutores comerciais, Comentaristas, Narradores, Repórteres, operadores técnicos de interna e externa. Quando iniciei no rádio – Rádio Nereu Ramos de Blumenau em 1964 – ela tinha tudo isso. Todos eram registrados e tinham salário compatível com a função que exerciam. Mudou o governo, que se mude também e se dê uma identidade ao rádio. É isso aí.
quarta-feira, 12 de janeiro de 2011
WILTON BEZERRA AGORA NA VERDINHA
E o nosso Wilton Bezerra fechou com a Verdinha e a TV Diário. Ele vai fazer comentário (gravado) no meio dia e comentar um jogo por semana. Na TV Diário, às 5as. e sábados comenta futebol e participa do programa do Belmino
fonte: gentedemidia.blogspot.com
veja este comentário ao artigo anterior
Elizabeth
Muitas emissoras perderam ou nunca tiveram identidade. Mas outras, acompanham o desenvolvimento tecnológico e social renovando seus conteúdos para atender novos “gostos”, novas demandas.
Com relação a ausência de profissionais preparados no rádio, uma realiadade mais uma vez, pautada no sistema capitalista de “fazer mais com menos”. Salários menores para profissionais menos capacitados. Profissionais capacitados com aumentos constantes de atribuições e funções.
Entretanto, com todas as dificuldades, o rádio matém o seu espaço e se apropria das novas tecnologias de plataformas de distribuição de conteúdo para se manter como importante meio de propagação da música, da notícia e de entretenimento.
Bette Fernandes
06/01/2011 at 09:37
O cenário atual exibe um rádio massificado e capitalista, com conteúdo cada vez mais mesmerizado. O foco passou do rádio arte para a sobrevivência econômica. A programação repete a fórmula na busca incessante de audiência e faturamento comercial.Muitas emissoras perderam ou nunca tiveram identidade. Mas outras, acompanham o desenvolvimento tecnológico e social renovando seus conteúdos para atender novos “gostos”, novas demandas.
Com relação a ausência de profissionais preparados no rádio, uma realiadade mais uma vez, pautada no sistema capitalista de “fazer mais com menos”. Salários menores para profissionais menos capacitados. Profissionais capacitados com aumentos constantes de atribuições e funções.
Entretanto, com todas as dificuldades, o rádio matém o seu espaço e se apropria das novas tecnologias de plataformas de distribuição de conteúdo para se manter como importante meio de propagação da música, da notícia e de entretenimento.
Bette Fernandes
PARA REFLETIR E AGIR
Cadê a identidade do rádio?
6/01/11
Porque o rádio de hoje é uma caricatura de rádio; o rádio de hoje virou uma brincadeira nas mãos dos seus proprietários ou arrendatários. O rádio AM além de perder ouvintes pela melhor qualidade da sintonia do FM peca pela falta de comando, conteúdo, comunicadores, seriedade, terceirizações… As FM já saturaram pela gritaria, músicas sem qualidade, barulhentas, sem falar da pornografia que levam ao ar. E agora tentando mudar esse perfil estão copiando o rádio AM com programas jornalísticos e transmissões esportivas.
Mas, falta identidade às emissoras em ambas as frequências. Faltam diretores de programação, produtores, comunicadores; e no mercado grandes produtores e comunicadores estão desempregados dando lugar aos “amigos” dos comunicadores e dos responsáveis pelas rádios.
E tem as redes nacionais que estão matando cada vez mais o rádio. Exceto programas jornalísticos, tipo Jornal da Manhã da Jovem Pan, Primeira Hora da Bandeirantes, Jornal da Eldorado, o resto não tem apoio do ouvinte de rádio local.
Tem rádio colocando a programação FM no AM. Tem rádio que aboliu sua equipe esportiva e retransmite campeonatos de outros estados colocando no ar as transmissões das emissoras que comandam a rede. Isso sempre foi utilizado na formação de redes para Copa do Mundo, Jogos Olímpicos, mas, deixar de lado um campeonato do seu estado para transmitir de outra capital é o fim da picada.
É que ficou mais fácil para o patrão. Diminuiu o quadro funcional, diminuíram as despesas e ainda se recebe algum da emissora que comanda a rede. Essa é a realidade.
Quando isso vai mudar, só Deus sabe, porque o Ministério das Comunicações, ABERT e outros segmentos do meio já deveriam ter modificado essa situação. É isso aí.
autor:
Edemar Annuseck
REFLEXÃO SOBRE A VOZ DO BRASIL - LEIA
ONDAS DO RÁDIO Quem não quer a Voz do Brasil? Por Mário Augusto Jakobskind em 11/1/2011 | |
Neste período de férias e festas, quando os brasileiros não estão atentos aos acontecimentos e de um modo geral a mídia funciona a meio vapor, no Legislativo e no Executivo empurram na maciota questões no mínimo polêmicas e que deveriam passar por uma ampla discussão até serem transformadas em lei. Um desses pontos aprovados a toque de caixa é a decisão tomada pela Comissão de Ciência e Tecnologia do Senado de flexibilizar a Voz do Brasil. Ou seja, os parlamentares aprovaram que o mais antigo programa informativo do rádio brasileiro não precisará ir ao ar no horário estabelecido de 19h às 20h. Se os plenários do Senado e da Câmara dos Deputados, antes também a Comissão da Câmara, aprovarem, a Voz do Brasil poderá ser apresentada em outros horários. Só as rádios públicas continuarão no horário atual. Exigências da lei Na verdade, o que os parlamentares mais desejam é acabar de uma vez por todas com a Voz do Brasil. Tem um detalhe: muitos desses políticos estão legislando em causa própria, ou seja, são proprietários de veículos de comunicação, o que é totalmente ilegal, pois a legislação brasileira proíbe parlamentares proprietários de veículos de comunicação. Na nova legislatura 61 parlamentares são proprietários de veículos de comunicação, fora os que passaram a propriedade para "laranjas". A flexibilização do horário é um sofisma, porque na prática representará o início do fim da Voz do Brasil, o que é desejado há tempos pela Associação Brasileira de Rádio e Televisão (Abert). Tanto assim que em determinado momento o patronato do setor convocou até o Caetano Veloso para falar contra a Voz do Brasil. Flexibilização do horário? Quem vai fiscalizar se as mais de cinco mil emissoras de rádio em todo o país estarão de fato transmitindo em horários diferenciados? É óbvio que as emissoras privadas vão driblar a exigência. E ninguém vai reclamar. O esquema contra a Voz do Brasil é sofisticado. Na I Conferência Nacional de Comunicação (Confecom), realizada em dezembro de 2009, por exemplo, o patronato ganhou alguns aliados – que se dizem representativos dos movimentos sociais e que militam em áreas da comunicação – para a tese de flexibilização da Voz do Brasil. Um dos argumentos utilizados pelo patronato midiático é de que a obrigatoriedade da Voz do Brasil ocorre na esfera privada. O argumento não procede, até porque é importante lembrar que o espectro eletromagnético das emissoras de rádio e televisão pertence ao Estado brasileiro, que concede aos empresários o funcionamento das emissoras. Vale assinalar que o espaço em questão não é privado, como tentam demonstrar erradamente os proprietários à opinião pública. Isto é, TV Globo, Record, SBT etc. não são privadas, o canal pertence ao Estado brasileiro e pode ser teoricamente retirado se deixar de cumprir com algumas exigências determinadas pela legislação. Mas a renovação vem sendo automática, porque se por algum motivo não conseguirem gritarão que estão sendo objeto de censura ou algo do gênero. E terão apoio da Sociedade Interamericana de Imprensa (SIP). Pressão do patronato A Voz do Brasil, além de ser o programa mais antigo do rádio brasileiro cumpre uma função da mais alta relevância neste país continente. Em longínquos rincões dos estados o acesso à informação se dá exatamente através da Voz do Brasil e no horário estabelecido há mais de 70 anos, ou seja, de 19h às 20h. Não se pode deixar de mencionar que o programa acumula três prêmios de jornalismo e é reconhecido como canal de acesso a informações precisas e objetivas sobre o governo, o Estado e a Cidadania. Quem ouve a Voz do Brasil percebe muitas informações relevantes que não são apresentadas nos telejornalões. Ao contrário do que afirmam os proprietários de estações de rádio, a Voz do Brasil tem boa audiência. Segundo pesquisas, o maior índice ocorre nas regiões Nordeste e Centro-Oeste, onde dois terços dos entrevistados pelo Datafolha disseram que ouviam regularmente a Voz do Brasil. Então, por que tanta mobilização contra, se muitos brasileiros nos mais diversos rincões só têm acesso à informação através da Voz do Brasil? Por que tirar a fonte? Preferem os proprietários que os brasileiros se informem somente por seus noticiários, que deixam totalmente a desejar? Por estas e muitas outras, apesar do silêncio da mídia de mercado, que volta e meia dá espaço para os proprietários de rádio criticarem a Voz do Brasil, é fundamental que entidades representativas da sociedade brasileira, que não se dobram aos anseios do patronato, se manifestem. É o caso, por exemplo, da diretoria da Federação Nacional dos Jornalistas (Fenaj) se manifestar em defesa da Voz do Brasil, até porque em seu último congresso, em agosto do ano passado, em Porto Alegre, a entidade aprovou tese em favor da continuidade do programa informativo no mesmo horário de sempre. Embora a pressão do patronato seja grande, a flexibilização não está decidida. Se a sociedade brasileira não for informada sobre o que está se passando no Congresso e ficar calada, o patronato terá conquistado o que almeja há tempos. Mas se os senhores parlamentares que iniciam os trabalhos agora em fevereiro refletirem um pouco mais verão finalmente que a flexibilização só interessa mesmo ao patronato midiático, um dos setores do poder, mais conservadores. E para convencer é preciso mobilização popular. *** Em tempo: Os colunistas da mídia de mercado, que volta e meia pregam também o fim da Voz do Brasil, estão adotando a estratégia de queimar o ex-presidente Lula e jogá-lo contra Dilma Rousseff. Não se conformam com o fato de passarem oito anos deitando e rolando em cima de Lula e ele deixar o governo com 87% de popularidade. Lula e Dilma podem e devem ser criticados, mas a direita midiática age na prática substituindo os golpistas que na segunda metade do século passado pregavam a desestabilização de governos democráticos nos quartéis. Deu no que deu. |
terça-feira, 11 de janeiro de 2011
LEIA ESTE TEXTO
Não estou escrevendo uma novela, estou tentando colocar na internet o que todos sabem ou pelo menos a maioria dos que ouvem ou fazem parte do rádio, sabem. Essa preocupação não é só minha; essa preocupação com a falta de identidade do rádio é de todo cidadão brasileiro que tenha bom senso. O rádio está sendo jogado no ralo e se não houver providências enérgicas a tendência é que ele perca cada vez mais seus ouvintes.
Não só as pesquisas mostram a queda real de audiência do mais importante veículo de comunicação da terra como os anunciantes já estão mudando suas mídias. Nos dias de hoje a internet já passou o rádio e logo estará ameaçando a televisão na aplicação de verbas publicitárias. Primeiro pelo custo – é menor, ainda – segundo porque dá mais retorno que as outras mídias. E não venham com essa que “é sinal dos tempos”. Não existe acaso, existe negligência, existe falta de profissionais qualificados no comando de operações das emissoras de rádio; há falta de comunicadores.
O rádio que um dia foi rádio, para contratar um locutor comercial exigia testes de voz, dicção, leitura e cultura. Hoje qualquer um coloca sua voz no ar. A terceirização de espaços levou o rádio ao caos atual. Recebi telefonemas e emails de companheiros de profissão que vêem a situação como eu vejo. Também esperam mudanças em nosso meio. Mas, mudanças dependem de quem comanda.
Em Curitiba há um caso muito triste relacionado com a mais importante emissora do estado, no ar há 86 anos, hoje uma repetidora da sua FM. Emissora que pertence a uma Fundação, que deveria pautar pelos bons princípios que o rádio requer. Consta que estaria à venda, mas, ninguém se habilitou a comprar. Caiu em descrédito porque permitiu terceirizações e a colocou na mão de pessoas que não são do ramo.
Aliás, cabe também uma pergunta ao Ministério das Comunicações: “Rádio que pertence a uma Fundação pode visar fins lucrativos?”. É isso aí.
Não só as pesquisas mostram a queda real de audiência do mais importante veículo de comunicação da terra como os anunciantes já estão mudando suas mídias. Nos dias de hoje a internet já passou o rádio e logo estará ameaçando a televisão na aplicação de verbas publicitárias. Primeiro pelo custo – é menor, ainda – segundo porque dá mais retorno que as outras mídias. E não venham com essa que “é sinal dos tempos”. Não existe acaso, existe negligência, existe falta de profissionais qualificados no comando de operações das emissoras de rádio; há falta de comunicadores.
O rádio que um dia foi rádio, para contratar um locutor comercial exigia testes de voz, dicção, leitura e cultura. Hoje qualquer um coloca sua voz no ar. A terceirização de espaços levou o rádio ao caos atual. Recebi telefonemas e emails de companheiros de profissão que vêem a situação como eu vejo. Também esperam mudanças em nosso meio. Mas, mudanças dependem de quem comanda.
Em Curitiba há um caso muito triste relacionado com a mais importante emissora do estado, no ar há 86 anos, hoje uma repetidora da sua FM. Emissora que pertence a uma Fundação, que deveria pautar pelos bons princípios que o rádio requer. Consta que estaria à venda, mas, ninguém se habilitou a comprar. Caiu em descrédito porque permitiu terceirizações e a colocou na mão de pessoas que não são do ramo.
Aliás, cabe também uma pergunta ao Ministério das Comunicações: “Rádio que pertence a uma Fundação pode visar fins lucrativos?”. É isso aí.
NOVIDADES NO RÁDIO
O rádio cearense poderá registrar mudança de prefixo de um dos nomes mais importantes na área esportiva. Trata-se do comentarista Wilton Bezerra, atualmente na Rádio Globo e TV Cidade, que está em vias de fechar com a Rádio Verdes Mares e TV Diário.
A informação é de que ele conversou com o diretor Roberto Moreira as bases da mudança. A emissora do grupo Edson Queiroz, provavelmente, começa a pensar em termos de estruturação com vistas à Copa do Mundo 2014.
Só uma perguntinha: quem vai ser o titular, ele ou Sérgio Pinheiro?
BLOG GENTE DE MIDIA
A informação é de que ele conversou com o diretor Roberto Moreira as bases da mudança. A emissora do grupo Edson Queiroz, provavelmente, começa a pensar em termos de estruturação com vistas à Copa do Mundo 2014.
Só uma perguntinha: quem vai ser o titular, ele ou Sérgio Pinheiro?
BLOG GENTE DE MIDIA
segunda-feira, 10 de janeiro de 2011
para ler e comentar
UM TIRO NO CORONELISMO ELETRÔNICO
Cinco dias depois de empossada e devidamente enfaixada, a presidente Dilma Roussef através do ministro das Comunicações solta um balão de ensaio que tem o potencial de um tsunami político associado a uma revolução midiática com profundas implicações nos modos, costumes e decoro parlamentar.
Em entrevista à "Folha de S. Paulo" publicada nesta sexta, o ministro das Comunicações, Paulo Bernardo, com o seu estilo sóbrio e preciso defendeu de forma inequívoca o fim das concessões de rádio e TV a parlamentares.
Só isso? Pois "isso" é simplesmente extraordinário. "Isso" equivale o fim do coronelismo eletrônico. "Isso" é, há décadas, o sonho da esquerda, dos liberais, dos secularistas, dos cientistas políticos, educadores, líderes comunitários, ONGs e dos congressistas decentes, comprometidos com o interesse público e que não compactuam com ilicitudes. "Isso" é uma colossal aberração que legaliza o conflito de interesses e permite que congressistas controlem as concessões de radiodifusão e, ao mesmo tempo, sejam seus beneficiários.
Paulo Bernardo admitiu ser mais fácil o Congresso iniciar um processo da impeachment do presidente da República do que limitar o aberrante privilégio oferecido aos congressistas. Ele sabe que o mandato no Congresso é um dos melhores negócios do país. Além dos ganhos diretos e indiretos (agora espetacularmente ampliados), os membros do egrégio Legislativo federal podem participar da mamata das concessões e assim se reeleger indefinidamente graças ao poder das rádios e repetidoras de TV dentro dos seus currais eleitorais.
Quem iniciou a prática foi um antecessor de Paulo Bernardo, Antonio Carlos Magalhães, o Toninho Malvadeza, que generosamente distribuiu concessões de radiodifusão aos congressistas para que votassem a extensão do mandato do Presidente Sarney. A Constituição de 1988 proíbe esta duplicidade, o decoro parlamentar deveria inibi-la, mas como soe acontecer nestas plagas a prática universalizou-se. Na legislatura que se encerra dentro de dias, calcula-se que metade dos parlamentares é constituída de concessionários de rádio e TV (muitos de forma indireta através de "laranjas" e parentes com sobrenomes diferentes). E o mesmo José Sarney que inventou o benefício há 20 anos agora é o seu mais visível beneficiário: sua família controla a mídia eletrônica maranhense o que torna o seu jornal imbatível, apesar da péssima qualidade.
Aceitará Sarney o fim do privilégio? Ele que teve a coragem de contraditar Dilma Roussef durante a cerimônia de posse designando-a como presidente, no lugar de presidenta (como ela se auto-intitulou) terá a mesma fibra para confrontar um governo que ajudou a eleger e prometeu apoiar? O vice-Presidente, Michel Temer, aparentemente, não é concessionário de rádio e TV, mas terá apetite para enfrentar os caciques do PMDB já irritados com a interrupção da distribuição de cargos no segundo escalão e a real possibilidade de corte de verbas para as emendas de parlamentares?
Paulo Bernardo terá condições de, ao menos, levar adiante o debate público? Ou a entrevista à repórter Elvira Lobato foi apenas uma manobra para refrear os insaciáveis apetites do PMDB?
O novo ministro só erra quando se queixa que "o Brasil tem tantos especialistas em comunicação quanto técnicos de futebol." Baixou nele o "espírito Lula" com suas perigosas simplificações e metáforas esportivas. Quem pede mudanças urgentes na legislação do audiovisual não são especialistas em comunicação - são eleitores, ouvintes e telespectadores revoltados com o lixo que os coronéis eletrônicos lhes impingem diariamente há décadas.
publicado originalmente no jornal DIÁRIO DE SÃO PAULO
Cinco dias depois de empossada e devidamente enfaixada, a presidente Dilma Roussef através do ministro das Comunicações solta um balão de ensaio que tem o potencial de um tsunami político associado a uma revolução midiática com profundas implicações nos modos, costumes e decoro parlamentar.
Em entrevista à "Folha de S. Paulo" publicada nesta sexta, o ministro das Comunicações, Paulo Bernardo, com o seu estilo sóbrio e preciso defendeu de forma inequívoca o fim das concessões de rádio e TV a parlamentares.
Só isso? Pois "isso" é simplesmente extraordinário. "Isso" equivale o fim do coronelismo eletrônico. "Isso" é, há décadas, o sonho da esquerda, dos liberais, dos secularistas, dos cientistas políticos, educadores, líderes comunitários, ONGs e dos congressistas decentes, comprometidos com o interesse público e que não compactuam com ilicitudes. "Isso" é uma colossal aberração que legaliza o conflito de interesses e permite que congressistas controlem as concessões de radiodifusão e, ao mesmo tempo, sejam seus beneficiários.
Paulo Bernardo admitiu ser mais fácil o Congresso iniciar um processo da impeachment do presidente da República do que limitar o aberrante privilégio oferecido aos congressistas. Ele sabe que o mandato no Congresso é um dos melhores negócios do país. Além dos ganhos diretos e indiretos (agora espetacularmente ampliados), os membros do egrégio Legislativo federal podem participar da mamata das concessões e assim se reeleger indefinidamente graças ao poder das rádios e repetidoras de TV dentro dos seus currais eleitorais.
Quem iniciou a prática foi um antecessor de Paulo Bernardo, Antonio Carlos Magalhães, o Toninho Malvadeza, que generosamente distribuiu concessões de radiodifusão aos congressistas para que votassem a extensão do mandato do Presidente Sarney. A Constituição de 1988 proíbe esta duplicidade, o decoro parlamentar deveria inibi-la, mas como soe acontecer nestas plagas a prática universalizou-se. Na legislatura que se encerra dentro de dias, calcula-se que metade dos parlamentares é constituída de concessionários de rádio e TV (muitos de forma indireta através de "laranjas" e parentes com sobrenomes diferentes). E o mesmo José Sarney que inventou o benefício há 20 anos agora é o seu mais visível beneficiário: sua família controla a mídia eletrônica maranhense o que torna o seu jornal imbatível, apesar da péssima qualidade.
Aceitará Sarney o fim do privilégio? Ele que teve a coragem de contraditar Dilma Roussef durante a cerimônia de posse designando-a como presidente, no lugar de presidenta (como ela se auto-intitulou) terá a mesma fibra para confrontar um governo que ajudou a eleger e prometeu apoiar? O vice-Presidente, Michel Temer, aparentemente, não é concessionário de rádio e TV, mas terá apetite para enfrentar os caciques do PMDB já irritados com a interrupção da distribuição de cargos no segundo escalão e a real possibilidade de corte de verbas para as emendas de parlamentares?
Paulo Bernardo terá condições de, ao menos, levar adiante o debate público? Ou a entrevista à repórter Elvira Lobato foi apenas uma manobra para refrear os insaciáveis apetites do PMDB?
O novo ministro só erra quando se queixa que "o Brasil tem tantos especialistas em comunicação quanto técnicos de futebol." Baixou nele o "espírito Lula" com suas perigosas simplificações e metáforas esportivas. Quem pede mudanças urgentes na legislação do audiovisual não são especialistas em comunicação - são eleitores, ouvintes e telespectadores revoltados com o lixo que os coronéis eletrônicos lhes impingem diariamente há décadas.
publicado originalmente no jornal DIÁRIO DE SÃO PAULO
domingo, 9 de janeiro de 2011
CLAUDIO TERAN SUPERANDO EM TERMOS DE PROGRAMA
A qualidade do programa domingo na globo de Claudio Teran é insofismável, todos os domingos o programa recheado de notícias, comentários abalizados e boas participações dos repórteres Débora Brito, Lúcio Filho e Kilmer de Campos são o tempero para um programa de grande qualidade e de um nível muito bom de informação e conhecimento.
Parabéns à Assunção/Globo por manter este programa.
CONFIDÊNCIAS DE TOM CAVALCANTE
HUMOR. Tom fala sobre a saída de Tiririca
A saída do Tiririca do "Show do Tom" vai provocar uma lacuna. Isso é reconhecido pelo próprio titular do programa, embora os dois tenham combinado que o deputado poderá aparecer de vez em quando. Hoje, Tom Cavalcante conversou conosco aqui em Fortaleza onde se apresenta no Via Sul.
Na entrevista concedida ao nosso programa na rádio Povo-CBN, Tom abordou vários assuntos; lembrou início da carreira, a amizade da galera dos bairros Montese e Jardim América, além de avaliar o atual momento do humor televisivo que registra mudanças como o final do 'Casseta & Planeta', da Rede Globo, e as críticas que se fazem ao 'Zorra Total'. A seguir trechos da entrevista:
FIM DO CASSETA
- A saída do 'Casseta&Planeta' foi muito sem explicação até agora. Todo programa tem seu público. Os índices de audiência que o Zorra Total tem, embora muita gente não goste - eu particularmente não aprecio - mas é um programa que tem seu público, é feito para a criançada. O momento é muito positivo porque o mercado do humor está muito aquecido no País.
O SHOW DO TOM EM 2011
- O Show do Tom continua em 2011. A gente trabalha de acordo com a maré. Eu brinco muito dizendo que estou trepado num coqueiro; pra onde o vento estiver indo, a tendência é acompanhá-lo. O que está dando certo continua, mas há novos quadros. Por enquanto está indo muito bem.
AS RAÍZES
- Quando posso vou ao Montese e Jardim América (bairros de Fortaleza) e revejo a turma do racha. Hoje estou pensando em passar por lá pra dar um abraço na galera. As amizades continuam as mesmas. De alguns, perdi os telefones. Ainda ontem estava procurando o telefone do Stone.
LEMBRANÇAS DE UMA PARCERIA
- Nós dois trabalhamos juntos em rádio. Você lá no início do meu trabalho na Rede Globo me ajudou escrevendo os textos que eu mandava para o Rio e dizia que era eu que os escrevia.
A ELEIÇÃO DE TIRIRICA
- A eleição do Tiririca tem um significado muito grande dentro da história de democracia do País. Um país que lutou pela inserção do povo dentro do processo, tem aí um cara muito popular, simples, mas de uma intuição muito forte.
COMO É O TIRIRICA
No dia a dia, ele é um cara tranquilo, atento. Não é aquele palhaço ingênuo da tevê. É um homem que tem uma história de sofrimento muito grande e aprendeu com esse sofrimento que as coisas da vida são duras e que a realidade faz parte da vida dele. Não é um cara desconectado com o mundo não; ele é muito centrado.
A SAÍDA PARA BRASÍLIA
Com a saída dele para assumir a Câmara, o programa vai ficar com uma lacuna. Mas a gente combinou de vez em quando ele aparecer, muito embora eu saiba que em Brasília a coisa é diferente. Quanto à discussão sobre se ele sabe ler ou não, ele sabe sim e sempre decorava os textos a partir da própria leitura.
fonte; BLOG GENTE DE MÍDIA
sábado, 8 de janeiro de 2011
HOJE TEM TOM CAVALCANTE NO RÁDIO
RÁDIO. Tom Cavalcante na Povo-CBN
Show do humorista no Via Sul sánado e domingoTom Cavalcante nos liga pelo celular para demonstrar, mais uma vez, a cortesia com que sempre nos tratou e convidar-nos para assistir ao seu show que estreia no Via Sul nesta sexta e tem sessões no sábado e domingo. Aliás, ele confirmou entrevista exclusiva ao nosso programa deste sábado na Povo-CBN, a partir das 8 horas.
"Em cena, Tom homenageia grandes ídolos da Música Popular Brasileira. Repetindo trejeitos e caricaturando os cantores, Tom se traveste de Caetano Veloso, Fagner, Maria Bethânia, Fábio Jr. e Roberto Carlos.retirado do blog gente de midia
O espetáculo continua com as performances das criações de Tom que ganharam o gosto popular como o bêbado João Canabrava, personagem no ar desde 1990, na Escolinha do Professor Raimundo; o velho Venâncio e seus causos; e a empregada Jarilene.
A novidade do show é a interpretação de vários políticos e outras personalidades brasileiras que prometem surpreender o público".
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