segunda-feira, 12 de novembro de 2012
EXALTANDO O RÁDIO
Vimos em um blog destinado a ações de marketing uma linda exaltação ao amigo rádio.Veja aqui:
Desde de 1922, os primórdios da rádio difusão no Brasil, que o rádio é o veículo de comunicação mais adaptável aos diversos meios, processos, incrementos da modernidade e um participante ativo, dos novos aparelhos promotores da revolução da informação.
O rádio é um veículo eterno. Um veículo de comunicação que tornou-se ao longo de sua história um companheiro de todas as horas para muitos. Seja na hora de pico no trânsito, seja nas noites de insônia, seja na alegria, na praia, em casa, na cozinha, no banheiro ou nas corridas e caminhadas diárias de quem quer perder alguns quilinhos. o rádio se faz presente, atuante e vivo na vida de muitas pessoas.
Um veículo que se adapta com facilidade a todos os processos da convergência. Veículo participativo da grande rede, presente nos aparelhos celulares de todos os modelos, Iphone, Ipad, enfim, eterno, pertinente e presente.
Investir em rádio é investir no cotidiano das pessoas. Em cidades como Fortaleza – Ceará, programas de rádio batem a audiência em números percentuais de programas de televisão. Como é o caso de picos do Programa da Samanta Marques na FM 93.
Criar para rádio ainda é, como sempre foi, um grande desafio. Levar o ouvite a imaginação, conduzí-lo através da palavra ao processo de visualização mental do produto, do sabor, do tamanho, da cor, da sensação, da leveza, da satisfação e do poder de realização pessoal. Criar para o rádio é um grande desafio para os publicitiários que contemplam o rádio como veículo estratégico de comunicação publicitária.
Vantagens como custo benefício, abrangência e segmentação, faz do rádio um canal de ideias de um alto poder de impacto. Peça indispensáveis para marcas dos mais diversos segmentos, entre atacadistas e varejistas, e de forte apelo criativo de posicionamento de mercado.
Investir em rádio é investir no sucesso de sua empresa e principalmente, investir no relacionamento dos seus produtos e serviços com o seu público consumidor.
FONTE: http://graonovo.blogspot.com.br/
Ontem, hoje e sempre. A eterna estratégia criativa do rádio.
Desde de 1922, os primórdios da rádio difusão no Brasil, que o rádio é o veículo de comunicação mais adaptável aos diversos meios, processos, incrementos da modernidade e um participante ativo, dos novos aparelhos promotores da revolução da informação.
O rádio é um veículo eterno. Um veículo de comunicação que tornou-se ao longo de sua história um companheiro de todas as horas para muitos. Seja na hora de pico no trânsito, seja nas noites de insônia, seja na alegria, na praia, em casa, na cozinha, no banheiro ou nas corridas e caminhadas diárias de quem quer perder alguns quilinhos. o rádio se faz presente, atuante e vivo na vida de muitas pessoas.
Um veículo que se adapta com facilidade a todos os processos da convergência. Veículo participativo da grande rede, presente nos aparelhos celulares de todos os modelos, Iphone, Ipad, enfim, eterno, pertinente e presente.
Investir em rádio é investir no cotidiano das pessoas. Em cidades como Fortaleza – Ceará, programas de rádio batem a audiência em números percentuais de programas de televisão. Como é o caso de picos do Programa da Samanta Marques na FM 93.
Criar para rádio ainda é, como sempre foi, um grande desafio. Levar o ouvite a imaginação, conduzí-lo através da palavra ao processo de visualização mental do produto, do sabor, do tamanho, da cor, da sensação, da leveza, da satisfação e do poder de realização pessoal. Criar para o rádio é um grande desafio para os publicitiários que contemplam o rádio como veículo estratégico de comunicação publicitária.
Vantagens como custo benefício, abrangência e segmentação, faz do rádio um canal de ideias de um alto poder de impacto. Peça indispensáveis para marcas dos mais diversos segmentos, entre atacadistas e varejistas, e de forte apelo criativo de posicionamento de mercado.
Investir em rádio é investir no sucesso de sua empresa e principalmente, investir no relacionamento dos seus produtos e serviços com o seu público consumidor.
FONTE: http://graonovo.blogspot.com.br/
Marcadores:
rádio; importância do rádio; rádio e marketing
sábado, 10 de novembro de 2012
sua majestade o ouvinte
![]() |
| 1.ROBERTO, 2. PARENTE 3. FÁTIMA MORAIS 4. DÉCIO BRANDÃO 5.LUZIA 6. MAZÉ DO QUINTINO CUNHA 7. SEU ROBERTO |
Estamos apresentando aqui fotos de alguns ouvintes de rádio membros da associação que lutam pelo rádio ético , cidadão e de qualidade. Veja eles aqui...
PEDRO SAMPAIO E A EMOÇÃO DE SER RADIALISTA
O facebook é maravilhoso, com ele podemos verificar expressões de vida e de alma das pessoas. Em nosso facebook encontros essa declaração de amor de Pedro Sampaio ao fato de ser radialista. Uma pérola em forma de poesia.
SER RADIALISTA FOI MEU GRANDE SONHO DE CRIANÇA
SOU FELIZ POR ESTE SONHO, TER SIDO CONCRETIZADO
O RÁDIO TRAZ A RELAÇÃO DE IMENSA CONFIANÇA
COM QUEM O FAZ E COM QUEM ESTÁ SINTONIZADO
ONDE QUER QUE TENHA UMA SIMPLES DIFUSORA
OU UM GRANDE COMPLEXO, DE COMUNICAÇÃO
A AÇÃO DO RÁDIO É SÓLIDA E DURADOURA
E O RADIALISTA SE ORGULHA DA PROFISSÃO
SE MANTENDO FIEL E MUITO CAPRICHOSO
COMO FOI UM DIA O GRANDE ARI BARROSO
SEU ANIVERSÁRIO VIROU TÃO FESTIVO DIA
PARA QUEM AO COMUNICAR SE FAZ ARTISTA
VIVA O RÁDIO! VIVA CADA RADIALISTA
QUE SE REALIZA COM O OUVINTE EM SINTONIA.
( Pedro Sampaio )
COM QUEM O FAZ E COM QUEM ESTÁ SINTONIZADO
ONDE QUER QUE TENHA UMA SIMPLES DIFUSORA
OU UM GRANDE COMPLEXO, DE COMUNICAÇÃO
A AÇÃO DO RÁDIO É SÓLIDA E DURADOURA
E O RADIALISTA SE ORGULHA DA PROFISSÃO
SE MANTENDO FIEL E MUITO CAPRICHOSO
COMO FOI UM DIA O GRANDE ARI BARROSO
SEU ANIVERSÁRIO VIROU TÃO FESTIVO DIA
PARA QUEM AO COMUNICAR SE FAZ ARTISTA
VIVA O RÁDIO! VIVA CADA RADIALISTA
QUE SE REALIZA COM O OUVINTE EM SINTONIA.
( Pedro Sampaio )
leia este texto sobre o rádio. vale a pena.
NOSSA HOMENAGEM AO RÁDIO NO SEU DIA
Por: ANTONIO PAIVA RODRIGUES
NOSSA HOMENAGEM AO RÁDIO NO SEU DIA
Quem lida com o rádio se apaixona com sua história. Ele nasceu e marcou sua vinda e vida no planeta Terra. Existe uma palavra muito usual nos dias de hoje chamada ética. A ética deveria ser referencial para todos os profissionais de rádio, mas infelizmente não é. A primeira missão do rádio foi basicamente educativa. Pelos grandes nomes que surgiram no Brasil, exemplificando, Oswald de Andrade, Anita Mafaldi, Tarsila do Amaral e Mario de Andrade, o rádio evoluiu como deveria. O rádio é um fiel escudeiro, cheio de surpresas, uma caixinha que fala que encanta as crianças na mais tenra idade. O rádio é um instrumento de comunicação. Não é feminino, mas tem regras. Na comunicação é um meio de importância fundamental na vida do cidadão e da comunidade a que ele pertence.
É de bom alvitre que a imparcialidade reine na grande programação das emissoras do rádio. O rádio passou pelas mãos de homens de inteligências privilegiadas. Foi planejado, estudado, e passou por diversas experiências, hoje assume uma nova tecnologia mudando seu aspecto, assumindo uma condição de elevada categoria. O dia do rádio no Brasil é em homenagem a Roquete Pinto, conhecido como o pai do rádio no Brasil. Para os brasileiros o inventor do rádio foi o Padre Roberto Landell de Moura, nascido em Porto Alegre. Fez seus estudos e pesquisas praticamente só sem apoio de ninguém tendo conseguido o feito que Marconi não conseguiu a transmissão da voz. Roquete Pinto nasceu no dia 25 de setembro de 1884 e faleceu em 18 de outubro de 1954. A radiodifusão no Brasil está associada ao nome do carioca Edgard Roquete Pinto.
Médico, antropólogo, poeta e professor, Roquete Pinto dedicou a vida à radiodifusão, tanto do ponto de vista técnico quanto no que dizia respeito à programação radiofônica. Nascido em 25 de setembro de 1884, foi criado numa fazenda em Minas Gerais até os dez anos, retornando então com os pais ao Rio de Janeiro. Em 1912, já formado em Medicina, passou a acompanhar o sertanista Cândido Rondon em excursões ao Mato Grosso, com o objetivo e o prazer de desvendar a cultura interiorana brasileira. O ano decisivo na vida de Roquete Pinto foi 1922. Naquele ano comemorou-se o primeiro centenário da Independência do Brasil. O Rio de Janeiro, antiga Capital Federal, abrigou uma grande feira internacional e recebeu a visita de empresários americanos que queriam demonstrar os avanços da radiodifusão, o grande destaque da época nos Estados Unidos.
Para demonstrar o funcionamento do novo veículo de comunicação, os americanos instalaram uma antena no pico do morro do Corcovado, onde hoje se encontra a estátua do Cristo Redentor. A primeira transmissão radiofônica no Brasil foi um discurso do presidente Epitácio Pessoa, que foi captado em Niterói, Petrópolis, na serra fluminense e em São Paulo, onde foram instalados aparelhos receptores, mas muitos espectadores saíram sem nada entender, pois diziam como é que esta coisa fala? A reação de Roquete Pinto àquela "sucessão de maravilhas" foi: "Eis uma máquina importante para educar nosso povo". Roquete Pinto criou a primeira estação de rádio no Brasil, a Rádio Sociedade do Rio de Janeiro, no ano de 1923. Após a experiência da primeira transmissão radiofônica no Brasil, em 1922, Roquete Pinto tentou, sem sucesso, convencer o governo federal a comprar todos os equipamentos apresentados pelos norte-americanos na Feira Internacional realizada no Rio de Janeiro.
Felizmente para as comunicações em nosso país, Roquete Pinto não desistiu e conseguiu convencer a Academia Brasileira de Ciências a fazê-lo. Estavam criadas as condições que fizeram surgir à primeira emissora do país, a Rádio Sociedade do Rio de Janeiro, fundado em 1923 e comandado por Roquete Pinto. Naqueles tempos, para ser um ouvinte era preciso cadastrar-se junto à emissora, adquirindo um equipamento para ouvir a programação em casa, e pagava-se uma taxa como contribuição. Os primeiros rádios surgidos no Brasil bem como a programação eram para a população elitizada e a cultura era o ponto fonte, a programação inseria óperas, poema de preferência de Olavo Bilac e noticias de jornais. O primeiro rádio era o galena confeccionado primeiramente em caixas de charutos e qualquer pessoa poderia construir o seus, desde que tivesse as peças necessárias. O rádio tomou impulso com o surgimento da publicidade e uma ligeira caída com o advento da televisão, mas mesmo assim não perdeu seu charme.
Os primeiros rádios eram a válvulas e ficaram conhecidos como rabo quente. Depois vieram os transistorizados, os analógicos e hoje já se cogita o digital. O inventor do rádio foi o italiano Guglielmo Marconi, que criou o seu "telégrafo sem fio", um modelo inicial que se desenvolveu até o sistema que conhecemos hoje. Em 1896, Marconi demonstrou a utilidade de seu aparelho numa transmissão na Inglaterra, do terraço do English Telegraphy Office para a colina de Salisbury. Ganhou do governo da Itália uma patente pela sua criação. Padre Landell não é considerado o invento do rádio, em virtude de ter procurado patentear seu invento quatro anos depois de Marconi, mas mesmo assim conseguiu outras patentes, inclusive a do telefone sem fio. Naquela época, fanáticos religiosos, achando que o padre brasileiro tinha um pacto com o demônio, destruíram seu aparelho e suas anotações, o que atrasou o reconhecimento de sua criação pelas autoridades científicas.
Só em 1900 – o Padre Roberto Landell de Moura conseguiu fazer uma demonstração pública de seu importante invento. No dia do radio queremos enaltecer todos os precursores antes de Marconi, que estudaram as ondas magnéticas, elétricas, que inventaram peça e equipamentos que a posterióri seriam usadas nos rádios mais tradicionais e ao nosso Padre Landell de Moura que faleceu vitimado por uma tuberculose, mesmo sendo pouco lembrado pelos que fazem o rádio aqui vai o nosso preito de gratidão a ele, que pelos seus inventos foi perseguido pelos membros de sua própria religião com herege fosse. Esta é a nossa homenagem ao rádio no seu dia. A primeira emissora de rádio aqui da terra alencarina e que ficou conhecida carinhosamente pelo nome de a pioneira foi a Ceará Rádio Clube a PRE-9, com João Dummar e Demócrito Rocha. Um dos grandes nomes do rádio cearense foi Marciano Lopes.
Por: ANTONIO PAIVA RODRIGUES
NOSSA HOMENAGEM AO RÁDIO NO SEU DIA
Quem lida com o rádio se apaixona com sua história. Ele nasceu e marcou sua vinda e vida no planeta Terra. Existe uma palavra muito usual nos dias de hoje chamada ética. A ética deveria ser referencial para todos os profissionais de rádio, mas infelizmente não é. A primeira missão do rádio foi basicamente educativa. Pelos grandes nomes que surgiram no Brasil, exemplificando, Oswald de Andrade, Anita Mafaldi, Tarsila do Amaral e Mario de Andrade, o rádio evoluiu como deveria. O rádio é um fiel escudeiro, cheio de surpresas, uma caixinha que fala que encanta as crianças na mais tenra idade. O rádio é um instrumento de comunicação. Não é feminino, mas tem regras. Na comunicação é um meio de importância fundamental na vida do cidadão e da comunidade a que ele pertence.
É de bom alvitre que a imparcialidade reine na grande programação das emissoras do rádio. O rádio passou pelas mãos de homens de inteligências privilegiadas. Foi planejado, estudado, e passou por diversas experiências, hoje assume uma nova tecnologia mudando seu aspecto, assumindo uma condição de elevada categoria. O dia do rádio no Brasil é em homenagem a Roquete Pinto, conhecido como o pai do rádio no Brasil. Para os brasileiros o inventor do rádio foi o Padre Roberto Landell de Moura, nascido em Porto Alegre. Fez seus estudos e pesquisas praticamente só sem apoio de ninguém tendo conseguido o feito que Marconi não conseguiu a transmissão da voz. Roquete Pinto nasceu no dia 25 de setembro de 1884 e faleceu em 18 de outubro de 1954. A radiodifusão no Brasil está associada ao nome do carioca Edgard Roquete Pinto.
Médico, antropólogo, poeta e professor, Roquete Pinto dedicou a vida à radiodifusão, tanto do ponto de vista técnico quanto no que dizia respeito à programação radiofônica. Nascido em 25 de setembro de 1884, foi criado numa fazenda em Minas Gerais até os dez anos, retornando então com os pais ao Rio de Janeiro. Em 1912, já formado em Medicina, passou a acompanhar o sertanista Cândido Rondon em excursões ao Mato Grosso, com o objetivo e o prazer de desvendar a cultura interiorana brasileira. O ano decisivo na vida de Roquete Pinto foi 1922. Naquele ano comemorou-se o primeiro centenário da Independência do Brasil. O Rio de Janeiro, antiga Capital Federal, abrigou uma grande feira internacional e recebeu a visita de empresários americanos que queriam demonstrar os avanços da radiodifusão, o grande destaque da época nos Estados Unidos.
Para demonstrar o funcionamento do novo veículo de comunicação, os americanos instalaram uma antena no pico do morro do Corcovado, onde hoje se encontra a estátua do Cristo Redentor. A primeira transmissão radiofônica no Brasil foi um discurso do presidente Epitácio Pessoa, que foi captado em Niterói, Petrópolis, na serra fluminense e em São Paulo, onde foram instalados aparelhos receptores, mas muitos espectadores saíram sem nada entender, pois diziam como é que esta coisa fala? A reação de Roquete Pinto àquela "sucessão de maravilhas" foi: "Eis uma máquina importante para educar nosso povo". Roquete Pinto criou a primeira estação de rádio no Brasil, a Rádio Sociedade do Rio de Janeiro, no ano de 1923. Após a experiência da primeira transmissão radiofônica no Brasil, em 1922, Roquete Pinto tentou, sem sucesso, convencer o governo federal a comprar todos os equipamentos apresentados pelos norte-americanos na Feira Internacional realizada no Rio de Janeiro.
Felizmente para as comunicações em nosso país, Roquete Pinto não desistiu e conseguiu convencer a Academia Brasileira de Ciências a fazê-lo. Estavam criadas as condições que fizeram surgir à primeira emissora do país, a Rádio Sociedade do Rio de Janeiro, fundado em 1923 e comandado por Roquete Pinto. Naqueles tempos, para ser um ouvinte era preciso cadastrar-se junto à emissora, adquirindo um equipamento para ouvir a programação em casa, e pagava-se uma taxa como contribuição. Os primeiros rádios surgidos no Brasil bem como a programação eram para a população elitizada e a cultura era o ponto fonte, a programação inseria óperas, poema de preferência de Olavo Bilac e noticias de jornais. O primeiro rádio era o galena confeccionado primeiramente em caixas de charutos e qualquer pessoa poderia construir o seus, desde que tivesse as peças necessárias. O rádio tomou impulso com o surgimento da publicidade e uma ligeira caída com o advento da televisão, mas mesmo assim não perdeu seu charme.
Os primeiros rádios eram a válvulas e ficaram conhecidos como rabo quente. Depois vieram os transistorizados, os analógicos e hoje já se cogita o digital. O inventor do rádio foi o italiano Guglielmo Marconi, que criou o seu "telégrafo sem fio", um modelo inicial que se desenvolveu até o sistema que conhecemos hoje. Em 1896, Marconi demonstrou a utilidade de seu aparelho numa transmissão na Inglaterra, do terraço do English Telegraphy Office para a colina de Salisbury. Ganhou do governo da Itália uma patente pela sua criação. Padre Landell não é considerado o invento do rádio, em virtude de ter procurado patentear seu invento quatro anos depois de Marconi, mas mesmo assim conseguiu outras patentes, inclusive a do telefone sem fio. Naquela época, fanáticos religiosos, achando que o padre brasileiro tinha um pacto com o demônio, destruíram seu aparelho e suas anotações, o que atrasou o reconhecimento de sua criação pelas autoridades científicas.
Só em 1900 – o Padre Roberto Landell de Moura conseguiu fazer uma demonstração pública de seu importante invento. No dia do radio queremos enaltecer todos os precursores antes de Marconi, que estudaram as ondas magnéticas, elétricas, que inventaram peça e equipamentos que a posterióri seriam usadas nos rádios mais tradicionais e ao nosso Padre Landell de Moura que faleceu vitimado por uma tuberculose, mesmo sendo pouco lembrado pelos que fazem o rádio aqui vai o nosso preito de gratidão a ele, que pelos seus inventos foi perseguido pelos membros de sua própria religião com herege fosse. Esta é a nossa homenagem ao rádio no seu dia. A primeira emissora de rádio aqui da terra alencarina e que ficou conhecida carinhosamente pelo nome de a pioneira foi a Ceará Rádio Clube a PRE-9, com João Dummar e Demócrito Rocha. Um dos grandes nomes do rádio cearense foi Marciano Lopes.
sexta-feira, 9 de novembro de 2012
ORAÇÃO DO RADIALISTA
Veja aqui o que encontramos no site caros ouvintes. A oração do radialista. Vale a pena ver
Mas não adianta ir à igreja rezar e fazer tudo errado...
Mas não adianta ir à igreja rezar e fazer tudo errado...
“Senhor, faça deste microfone um condutor da verdade. Mantenha-me firme e sereno para equilibrar o meu senso de justiça. Direcione o meu conhecimento para produzir faíscas de esperança. Não permita que me perca pelos caminhos distantes da razão. Jamais deixe algum sentimento distorcer a essência do que precisa ser dito.
Senhor, ilumine as minhas palavras para que elas carreguem alento. Conceda-me sabedoria para falar e bastante paciência para saber ouvir. Inspira-me com bons pensamentos e que eu defenda apenas o que acredito.
Senhor, mantenha-me seguro todos os dias na sinuosa pista da humildade. Que a minha voz se faça ouvir sem frieza nem sensacionalismo. Livra-me da arrogância, do medo, da vaidade e da indiferença. Evite que usem indevidamente a minha voz para prejudicar alguém. Faça de mim porta-voz da cidadania, da credibilidade e da isenção.
Senhor, impeça que eu induza a pré-julgamentos ou a condenações. Corrija o meu excesso de individualidade e me torne mais flexível. Dá-me firmeza para eu não escorregar nas armadilhas da palavra.
Senhor, proteja minhas cordas vocais, ferramenta do meu ganha-pão. Proteja, Senhor, a todos os meus ouvintes, razão do meu trabalho.”
(Texto de autoria do radialista Léo Saballa, destacado profissional do rádio em Joinville-SC, e publicado em 2005 no site www.carosouvintes.org.br por iniciativa do multimídia Antunes Severo, sócio fundador da Associação Catarinense de Imprensa – Casa do Jornalista em 1968).
Marcadores:
oração; radialistas; caros ouvintes.
ATÉ A BIENAL DISCRIMINA
Recebemos este e- mail e achamos bom divulgar. Onde estamos?
http://www.youtube.com/watch? v=3b0VHTQaoB0
O site oficial da Bienal do Livro do Ceará, evento organizado pelo
Governo do Estado do Ceará, anunciou: “A X Bienal do Livro será aberta
em grande estilo”.
Nós nos perguntamos: para quem? Mais de 500 pessoas ficaram entre 1 e
2 horas em pé na fila para serem avisados/as com total negligência de
que os 2500 ingressos tinham-se esgotado em apenas 30 minutos.
Em primeiro lugar: como um show que se pretende “popular” acontece em
um espaço fechado e com distribuição de supostamente apenas 2500
ingressos? Está claro que a distribuição de ingressos se deu, pois o
Governo do Estado sabia que o espaço não deveria comportar esse evento
segundo a perspectiva organizacional, já que todos deveriam assistir
ao show sentados/as. Além disso, registramos várias pessoas que não
estiveram presentes na fila retirando seus ingressos de envelopes.
A entrada do Centro de Convenções tem duas portas, uma do lado da
outra. Havia uma porta aberta, por onde entravam as pessoas da
organização. Logo após a divulgação, um grupo de 5 estudantes
sentou-se em frente à porta de vidro fechada do Centro de Convenções.
Jayane Ribeiro e Cláudia Araújo – estudantes de medicina, Getúlio–
estudante de filosofia, Diana Araújo – estudante secundarista e
Eduardo Moreira – estudante de dança. Nos sentamos em frente a porta
fechada num sentimento de decepção do que tinha acontecido, colocamos
para tocar o cd da Gal Costa para tocar e abrimos uma caixa de
chocolate. Nesse momento, um segurança se aproximou e disse que
deveríamos desencostarmos-nos da porta “para a nossa segurança, pois
se o vidro quebrasse”. Questionamos que o vidro era temperado, que só
estávamos sentados e permanecemos no local. Logo depois, um segurança
de uma patente mais alta, pois estava de terno, aproximou-se e disse
que nós deveríamos sair dali porque estávamos impedindo a circulação
das pessoas, porque ela iria abrir às 18 horas. Nesse momento eram
16:30 horas. Logo depois, aproximou-se o chefe da segurança,
juntamente com os guardas, fecharam a porta de transito de pessoas,
abriram a porta na qual estávamos encostados/as e alegaram que nós
estávamos obstruindo a passagem. Novamente chegaram mais seguranças e
pediram para que nos retirássemos. Nesse momento, um de nossos colegas
disse para as pessoas filmarem, e o guarda se aproximou, deu tapas nas
costas de nosso amigo e disse “não é preciso estar filmando pra eu te
dar uma pisa”. Que chefe de segurança é essa, terceirizada, e para
pelo Governo do Estado com o nosso dinheiro para ameaçar estudantes
que não estão fazendo nada? Pois bem, permanecemos no local. A chefia
da segurança acionou policiais da casa do Governo, ao todo foram 6
PM’s armados, com sprays de pimenta, com teaser enviados porque 5
estudantes estavam sentados no chão do Centro de Convenções.
Mesmo com a chegada dos policiais, nos mantivemos no local, pois
estava claro que sabíamos que estávamos sendo reprimidos que era o
histórico de repressão, disciplinamento e criminalização da juventude,
havia o medo de que esses estudantes tumultuassem o show organizado
para as elites.
Questionamos que Estado é esse que só aparece para reprimir a
população? Ouvimos da boca de um policial: “eu sou o representante do
estado”. De fato, é esse o papel que o governo estadual, federal e
municipal tem cumprido junto à população.
A polícia veio, e, inicialmente, pediram para nós sairmos. Pensaram
que só com a intimidação das suas fardas e suas armas iríamos embora.
Vendo que mesmo assim, questionávamos a atuação, e, ainda mais,
aprofundávamos nossa crítica, por ver a agilidade com que a policia se
fez presente no local, o que não acontece em casos de ocorrências
verdadeiras, como o show de compra de votos que vimos no processo
eleitoral, por exemplo. Eles começaram a agir com truculência, com
seus sprays de pimenta em punho e só não os utilizaram por muito
pouco. Dissemos para as pessoas filmarem, e os policiais coagiram as
pessoas que estavam filmando com seus celulares. Com a chegada da
grande mídia, os policiais recuaram um pouco em suas ações. Algumas
pessoas deram entrevistas, e eles se afastaram 50 metros do local.
Após esses acontecimentos, o serviço interno do evento trouxe um
carregamento, e a ordem da segurança foi passar o carregamento por
cima da estudante secundarista de 17 anos. Como perceberam que, mesmo
o carro tocando-a, ela não se moveria do local, 6 seguranças
cercaram-na e começaram a removê-la a força. Tudo isso
propositalmente, pois o próprio segurança também estava ocluindo a
passagem, bem como havia uma porta ao lado que eles fecharam para
utilizar como subsídio de que estávamos obstruindo a passagem.
Nesse momento, em que a segurança estava agredindo a estudante menor
de idade, chamamos os policiais e eles se recusaram a prestar socorro.
E, não somente isso, fizeram piada dizendo que se não os queríamos
antes, para sermos removidos, que não os chamássemos naquele momento.
O tumulto se formou, mais de 200 pessoas estavam presentes protestaram
indignadas com o ocorrido. Esse era o papel que a polícia cumpria. Que
a guarda especial do Cid Gomes cumpria: criminalizar a juventude.
O Capitão Alex deu voz de prisão para as pessoas que se propunham
plateia de um show, mas que por conta das circunstâncias se tornaram
manifestantes ativos, e para as pessoas que estavam presentes e que
também se indignaram com o ocorrido. A chefia de segurança que agrediu
a estudante secundarista menor de idade pessoalmente não recebeu voz
de prisão, mas sim as pessoas que questionavam todo esse processo
absurdo.
Questionamos ainda mais: todo esse fato Foi agravado por que a maioria
as pessoas presentes eram homossexuais? Será que esse espaço –
construído com o dinheiro de milhões de pessoas que nunca poderão nem
sentar no chão da entrada, quem dirá numa cadeira – é realmente do
povo?
E, por último, se a polícia agiu com toda essa truculência conosco,
jovens universitários, na frente do Centro de Convenções, com mais de
uma centena de testemunhas, sem nenhum motivo minimamente plausível, o
que ela faz na periferia da nossa cidade com a juventude negra e
pobre? Com as mulheres? Com @s homossexuais que estão nas favelas?
Cláudia Araújo – Bando 17 de Maio
http://www.youtube.com/watch?
O site oficial da Bienal do Livro do Ceará, evento organizado pelo
Governo do Estado do Ceará, anunciou: “A X Bienal do Livro será aberta
em grande estilo”.
Nós nos perguntamos: para quem? Mais de 500 pessoas ficaram entre 1 e
2 horas em pé na fila para serem avisados/as com total negligência de
que os 2500 ingressos tinham-se esgotado em apenas 30 minutos.
Em primeiro lugar: como um show que se pretende “popular” acontece em
um espaço fechado e com distribuição de supostamente apenas 2500
ingressos? Está claro que a distribuição de ingressos se deu, pois o
Governo do Estado sabia que o espaço não deveria comportar esse evento
segundo a perspectiva organizacional, já que todos deveriam assistir
ao show sentados/as. Além disso, registramos várias pessoas que não
estiveram presentes na fila retirando seus ingressos de envelopes.
A entrada do Centro de Convenções tem duas portas, uma do lado da
outra. Havia uma porta aberta, por onde entravam as pessoas da
organização. Logo após a divulgação, um grupo de 5 estudantes
sentou-se em frente à porta de vidro fechada do Centro de Convenções.
Jayane Ribeiro e Cláudia Araújo – estudantes de medicina, Getúlio–
estudante de filosofia, Diana Araújo – estudante secundarista e
Eduardo Moreira – estudante de dança. Nos sentamos em frente a porta
fechada num sentimento de decepção do que tinha acontecido, colocamos
para tocar o cd da Gal Costa para tocar e abrimos uma caixa de
chocolate. Nesse momento, um segurança se aproximou e disse que
deveríamos desencostarmos-nos da porta “para a nossa segurança, pois
se o vidro quebrasse”. Questionamos que o vidro era temperado, que só
estávamos sentados e permanecemos no local. Logo depois, um segurança
de uma patente mais alta, pois estava de terno, aproximou-se e disse
que nós deveríamos sair dali porque estávamos impedindo a circulação
das pessoas, porque ela iria abrir às 18 horas. Nesse momento eram
16:30 horas. Logo depois, aproximou-se o chefe da segurança,
juntamente com os guardas, fecharam a porta de transito de pessoas,
abriram a porta na qual estávamos encostados/as e alegaram que nós
estávamos obstruindo a passagem. Novamente chegaram mais seguranças e
pediram para que nos retirássemos. Nesse momento, um de nossos colegas
disse para as pessoas filmarem, e o guarda se aproximou, deu tapas nas
costas de nosso amigo e disse “não é preciso estar filmando pra eu te
dar uma pisa”. Que chefe de segurança é essa, terceirizada, e para
pelo Governo do Estado com o nosso dinheiro para ameaçar estudantes
que não estão fazendo nada? Pois bem, permanecemos no local. A chefia
da segurança acionou policiais da casa do Governo, ao todo foram 6
PM’s armados, com sprays de pimenta, com teaser enviados porque 5
estudantes estavam sentados no chão do Centro de Convenções.
Mesmo com a chegada dos policiais, nos mantivemos no local, pois
estava claro que sabíamos que estávamos sendo reprimidos que era o
histórico de repressão, disciplinamento e criminalização da juventude,
havia o medo de que esses estudantes tumultuassem o show organizado
para as elites.
Questionamos que Estado é esse que só aparece para reprimir a
população? Ouvimos da boca de um policial: “eu sou o representante do
estado”. De fato, é esse o papel que o governo estadual, federal e
municipal tem cumprido junto à população.
A polícia veio, e, inicialmente, pediram para nós sairmos. Pensaram
que só com a intimidação das suas fardas e suas armas iríamos embora.
Vendo que mesmo assim, questionávamos a atuação, e, ainda mais,
aprofundávamos nossa crítica, por ver a agilidade com que a policia se
fez presente no local, o que não acontece em casos de ocorrências
verdadeiras, como o show de compra de votos que vimos no processo
eleitoral, por exemplo. Eles começaram a agir com truculência, com
seus sprays de pimenta em punho e só não os utilizaram por muito
pouco. Dissemos para as pessoas filmarem, e os policiais coagiram as
pessoas que estavam filmando com seus celulares. Com a chegada da
grande mídia, os policiais recuaram um pouco em suas ações. Algumas
pessoas deram entrevistas, e eles se afastaram 50 metros do local.
Após esses acontecimentos, o serviço interno do evento trouxe um
carregamento, e a ordem da segurança foi passar o carregamento por
cima da estudante secundarista de 17 anos. Como perceberam que, mesmo
o carro tocando-a, ela não se moveria do local, 6 seguranças
cercaram-na e começaram a removê-la a força. Tudo isso
propositalmente, pois o próprio segurança também estava ocluindo a
passagem, bem como havia uma porta ao lado que eles fecharam para
utilizar como subsídio de que estávamos obstruindo a passagem.
Nesse momento, em que a segurança estava agredindo a estudante menor
de idade, chamamos os policiais e eles se recusaram a prestar socorro.
E, não somente isso, fizeram piada dizendo que se não os queríamos
antes, para sermos removidos, que não os chamássemos naquele momento.
O tumulto se formou, mais de 200 pessoas estavam presentes protestaram
indignadas com o ocorrido. Esse era o papel que a polícia cumpria. Que
a guarda especial do Cid Gomes cumpria: criminalizar a juventude.
O Capitão Alex deu voz de prisão para as pessoas que se propunham
plateia de um show, mas que por conta das circunstâncias se tornaram
manifestantes ativos, e para as pessoas que estavam presentes e que
também se indignaram com o ocorrido. A chefia de segurança que agrediu
a estudante secundarista menor de idade pessoalmente não recebeu voz
de prisão, mas sim as pessoas que questionavam todo esse processo
absurdo.
Questionamos ainda mais: todo esse fato Foi agravado por que a maioria
as pessoas presentes eram homossexuais? Será que esse espaço –
construído com o dinheiro de milhões de pessoas que nunca poderão nem
sentar no chão da entrada, quem dirá numa cadeira – é realmente do
povo?
E, por último, se a polícia agiu com toda essa truculência conosco,
jovens universitários, na frente do Centro de Convenções, com mais de
uma centena de testemunhas, sem nenhum motivo minimamente plausível, o
que ela faz na periferia da nossa cidade com a juventude negra e
pobre? Com as mulheres? Com @s homossexuais que estão nas favelas?
Cláudia Araújo – Bando 17 de Maio
Marcadores:
discriminação; bienal; violência policial.
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