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| Vale a pena ver o senhor Waldemar Cabral Caracas completar 104 anos e não esquecer do amigo rádio |
domingo, 13 de novembro de 2011
sábado, 12 de novembro de 2011
UMA REFLEXÃO SOBRE O RÁDIO CEARENSE
“Bela imaginação é trazer consigo maravilhoso castelo. Convém reparar, porém, com que imagens você povoa o seu palácio interior. Grande emotividade é característica de riqueza íntima. Contudo, é preciso saber como gasta você as emoções”. (André Luiz).
Quando alguma pessoa não fornece a informação solicitada por você, com a devida presteza que desejarias, não adianta se aborrecer e se desesperar. É necessário recordar que a surdez pode atacar a todos. Como diria um sertanejo lá dos brejos, e das matas distantes, estamos ariados, abestalhados e não queremos aceitar. Com o avanço da tecnologia, e a expansão da rede elétrica que avança por esse grande continente, é possível que moradores dos confins, possam, através de uma antena parabólica, ficar antenados com os acontecimentos ocorridos no Brasil e no Mundo. Não existem mais o “matuto besta” e desinformado, nem a criança inocente dos anos 1980. Tudo mudou, mas a personalidade humana metamorfoseou-se para o mal, em detrimento do bem.
O egoísmo exacerbado dominou o ser humano, a inveja se instalou em seu coração, a prepotência deu um salto de negatividade, e a ética desapareceu por completo da psicosfera humana. Alguns profissionais de rádio são verdadeiros donos da verdade, emitem opiniões para o público ouvinte, e ainda ficam incitando que autoridades instruídas sobre o assunto levantado venham desmentí-los. Em determinada emissora local, um apresentador deixa transparecer que é o sabichão do pedaço, o honesto dos honestos, e passa a criticar os próprios companheiros de trabalho, e profissão. Talvez seja um doente com suas mazelas afloradas, e num momento impensado fica jogando lantejoulas ao ar.
Queríamos dizer para esse profissional de rádio que ninguém neste orbe é perfeito, estamos sujeitos aos erros e acertos. Não devemos em momento algum mostrar superioridade, afirmando que lê muito e estuda demais. Aliás, ler e estudar são virtudes que poderiam ficar encravadas no ego do apresentador do programa da madrugada cearense. Dizer que o ouvinte é isso ou aquilo, visto o mesmo ter afirmado nunca ter votado, e no ar ser chamado de analfabeto político é deseducação para qualquer radialista. Eu sou isso, eu sou aquilo, gosto disso, gosto daquilo não entra na grade da programação de emissoras, mas a mania de grandeza, e a condição de superioridade estão entranhadas na radiodifusão brasileira.
Não existe profissional de rádio sem ouvinte. Ao emitir opinião o radialista deve ter cautela e ética, para não ferir os brios de ninguém. “Dizer que nunca teve apoio de políticos, como muitos profissionais afirmam não é fato para divulgação no ar, pois algum ouvinte pode entender de maneira diferente, e julgá-lo como um desagregador da mídia”. Em se tratando de uma grande Rede de Comunicação, os programas de rádio deveriam passar por um exame ou ter um produtor, ou orientador, para evitar contratempos. Até no futebol, o profissional não deveria mostrar paixão clubística, infelizmente o meio radiofônico cearense, está cheio de apaixonados. Esse fato negativo está levantando o futebol tupiniquim às raias da imbecilidade e da intolerância.
Grandes clubes do futebol da cabeça chata já foram extintos, e outros estão em estado de letargia profunda. Aqui colocamos um clichê popular muito conhecido: “O que seria dos grandes, se não fossem os pequenos”. Outro fator que vem ofuscando o brilho da programação midiática é o número exagerado de comerciais (publicidade), principalmente em programas esportivos. Sem exagero nenhum, se estatísticas fossem realizadas com a maior seriedade possível, chegaríamos à conclusão que alguns programas esportivos de 60 minutos de duração, o percentual de publicidade chega a ultrapassar percentuais elevadíssimos, fazendo com que o noticiário não obtenha o êxito desejado, e seja jogado a um segundo plano. Essas nuanças acontecem com mais frequência em programas arrendados pelas emissoras de rádio, a terceiros. Deixam também transparecer que são seres humanos que realizam dez projetos maravilhosos por dia sem concretizá-los em dez anos.
A paixão exacerbada tem levado as “torcidas organizadas” ao uso indiscriminado da violência. O que deveria ser lazer para homens, mulheres e crianças, virou verdadeiro “Teatro de Operações” com muitas mortes, e confronto dentro e fora das praças esportivas. Lembre-se de que, se você errou de maneira desastrosa, não guarde rancor e mágoa, não se precipite no desespero, pois somente o reerguimento será a melhor medida a ser tomada para aquele que cai. Radicalismo no rádio não existe. Críticas ao ouvinte por uma posição inadequada deve ter anuência do profissional tentando explicar como deve ser o certo, mas não temos o direito de deixá-lo constrangido a ponto de desligar o fone.
Fatos dessa natureza devem ser evitados, pois o ouvinte está em primeiro lugar. Infelizmente, acontecem polêmicas desagradáveis que só prejuízos trazem para a emissora. Nunca devemos deixar o ouvinte desiludido, e com vergonha de ter tentado repassar seu pensamento. Sendo o rádio uma concessão pública o respeito com o ouvinte deve ser o melhor possível, mesmo que ele não esteja com firmeza sobre o assunto levantado ao conhecimento do radialista. Possibilidades de produzir intensamente são recursos preciosos.
No entanto, é imprescindível conhecer a substância daquilo que você produz. Jamais devemos tentar transformar o ouvinte, de um dia para o outro, a golpes verbais que não fazem parte do rol do Código Ética dos Radialistas. Os profissionais do Rádio não necessariamente devem ser intelectuais. A soberba jamais terá ponto de apoio em qualquer meio de comunicação. A simplicidade e o respeito mútuo devem ser o ponto forte de qualquer organização. Orgulho excessivo se torna ponto negativo e a arrogância destrói qualquer personalidade humana. Pense Nisso!
Fonte: www.carosouvintes.org.br
O egoísmo exacerbado dominou o ser humano, a inveja se instalou em seu coração, a prepotência deu um salto de negatividade, e a ética desapareceu por completo da psicosfera humana. Alguns profissionais de rádio são verdadeiros donos da verdade, emitem opiniões para o público ouvinte, e ainda ficam incitando que autoridades instruídas sobre o assunto levantado venham desmentí-los. Em determinada emissora local, um apresentador deixa transparecer que é o sabichão do pedaço, o honesto dos honestos, e passa a criticar os próprios companheiros de trabalho, e profissão. Talvez seja um doente com suas mazelas afloradas, e num momento impensado fica jogando lantejoulas ao ar.
Queríamos dizer para esse profissional de rádio que ninguém neste orbe é perfeito, estamos sujeitos aos erros e acertos. Não devemos em momento algum mostrar superioridade, afirmando que lê muito e estuda demais. Aliás, ler e estudar são virtudes que poderiam ficar encravadas no ego do apresentador do programa da madrugada cearense. Dizer que o ouvinte é isso ou aquilo, visto o mesmo ter afirmado nunca ter votado, e no ar ser chamado de analfabeto político é deseducação para qualquer radialista. Eu sou isso, eu sou aquilo, gosto disso, gosto daquilo não entra na grade da programação de emissoras, mas a mania de grandeza, e a condição de superioridade estão entranhadas na radiodifusão brasileira.
Não existe profissional de rádio sem ouvinte. Ao emitir opinião o radialista deve ter cautela e ética, para não ferir os brios de ninguém. “Dizer que nunca teve apoio de políticos, como muitos profissionais afirmam não é fato para divulgação no ar, pois algum ouvinte pode entender de maneira diferente, e julgá-lo como um desagregador da mídia”. Em se tratando de uma grande Rede de Comunicação, os programas de rádio deveriam passar por um exame ou ter um produtor, ou orientador, para evitar contratempos. Até no futebol, o profissional não deveria mostrar paixão clubística, infelizmente o meio radiofônico cearense, está cheio de apaixonados. Esse fato negativo está levantando o futebol tupiniquim às raias da imbecilidade e da intolerância.
Grandes clubes do futebol da cabeça chata já foram extintos, e outros estão em estado de letargia profunda. Aqui colocamos um clichê popular muito conhecido: “O que seria dos grandes, se não fossem os pequenos”. Outro fator que vem ofuscando o brilho da programação midiática é o número exagerado de comerciais (publicidade), principalmente em programas esportivos. Sem exagero nenhum, se estatísticas fossem realizadas com a maior seriedade possível, chegaríamos à conclusão que alguns programas esportivos de 60 minutos de duração, o percentual de publicidade chega a ultrapassar percentuais elevadíssimos, fazendo com que o noticiário não obtenha o êxito desejado, e seja jogado a um segundo plano. Essas nuanças acontecem com mais frequência em programas arrendados pelas emissoras de rádio, a terceiros. Deixam também transparecer que são seres humanos que realizam dez projetos maravilhosos por dia sem concretizá-los em dez anos.
A paixão exacerbada tem levado as “torcidas organizadas” ao uso indiscriminado da violência. O que deveria ser lazer para homens, mulheres e crianças, virou verdadeiro “Teatro de Operações” com muitas mortes, e confronto dentro e fora das praças esportivas. Lembre-se de que, se você errou de maneira desastrosa, não guarde rancor e mágoa, não se precipite no desespero, pois somente o reerguimento será a melhor medida a ser tomada para aquele que cai. Radicalismo no rádio não existe. Críticas ao ouvinte por uma posição inadequada deve ter anuência do profissional tentando explicar como deve ser o certo, mas não temos o direito de deixá-lo constrangido a ponto de desligar o fone.
Fatos dessa natureza devem ser evitados, pois o ouvinte está em primeiro lugar. Infelizmente, acontecem polêmicas desagradáveis que só prejuízos trazem para a emissora. Nunca devemos deixar o ouvinte desiludido, e com vergonha de ter tentado repassar seu pensamento. Sendo o rádio uma concessão pública o respeito com o ouvinte deve ser o melhor possível, mesmo que ele não esteja com firmeza sobre o assunto levantado ao conhecimento do radialista. Possibilidades de produzir intensamente são recursos preciosos.
No entanto, é imprescindível conhecer a substância daquilo que você produz. Jamais devemos tentar transformar o ouvinte, de um dia para o outro, a golpes verbais que não fazem parte do rol do Código Ética dos Radialistas. Os profissionais do Rádio não necessariamente devem ser intelectuais. A soberba jamais terá ponto de apoio em qualquer meio de comunicação. A simplicidade e o respeito mútuo devem ser o ponto forte de qualquer organização. Orgulho excessivo se torna ponto negativo e a arrogância destrói qualquer personalidade humana. Pense Nisso!
Fonte: www.carosouvintes.org.br
uma discussão que poderia ser feita no rádio
sexta-feira, 11 de novembro de 2011
quarta-feira, 9 de novembro de 2011
reflita sobre este texto
25/10/2011
Precisa-se de orientação
Saiu recentemente uma entrevista com o ator Eduardo Sterblitch, conhecido como o Freddie Mercury Prateado do programa “Pânico na TV”, na qual o ator diz que desistiu de sua peça, uma vez que “o teatro não tem mais importância, principalmente para o jovem”.Será que sempre nós, jovens, temos que ser os culpados de tudo? Por que sempre somos os culpados por algo que, em muitas vezes, não cometemos? É lógico: os adultos, mimados e infantis, não podem assumir seus próprios erros.
Quantos jovens de baixa renda vão ao teatro, sendo que a meia-entrada para uma megaprodução (ou até mesmo de uma pequena produção) varia de R$ 35 a R$ 90?
Os políticos, adultos e supostamente sábios, são responsáveis por altos cargos que residem em nosso país, sendo uma de suas responsabilidades integrar povo e cultura. Mas a verdade é que eles pedem votos, não cumprem promessas, desviam dinheiro de verbas públicas para suas campanhas, causam desastres em vários setores de nossa política interna e ainda têm a coragem e a cara de pau de retornar quatro anos depois em nossos televisores com sorriso no rosto e campanhas trazendo farsantes satisfeitos com seu mandato, isso apenas para se promoverem e conseguirem mais votos. O jovem é apenas um dos resultados do despotismo brasileiro.
Claro, os adultos podem nos orientar a não cair na cilada de votar em péssimos governantes. Porém, a influência de professores de extrema esquerda --que defendem o PT por ajudar os mais necessitados, embora seja um dos partidos mais corrompidos de nosso país ou que defendem partidos de extrema direita, como o DEM e o PSDB que acabaram com a maioria das escolas públicas de São Paulo e que também estão envolvidos em escândalos-– podem prejudicar o jovem, criando mentes “não-pensantes”, movidas e influenciadas pelas decisões de terceiros e das massas ao seu redor sem ter uma real noção da ideologia do partido no qual vota.
Falta também nos meios de comunicação, principalmente nos jornais televisivos e especialmente o “Jornal Nacional” da Rede Globo, que é um dos mais vistos em nosso país, a responsabilidade de se posicionar em relação ao que ocorre em nosso governo. Os jornais televisivos têm se tornado tão imparciais ao ponto de apenas citarem os fatos, sem contestá-los ou debatê-los com a população.
E por que não ensinam ao jovem um pouco de política na sala de aula? Imagine só! Imagine política como matéria obrigatória! Como discutiremos a criação da Palestina em escolas judaicas ortodoxas? O aborto nas aulas de religião de escolas católicas e evangélicas? O conservadorismo religioso que os adultos ensinam aos jovens, em sua maioria, é sujo e sem fundamento, corrompendo o jovem mais uma vez. Mas essa mudança não vai ocorrer, uma vez que, com o povo esperto, acabaria a ignorância, que sempre foi e será a “melhor amiga” para arrancar votos da população. E o melhor modo de arrancar votos da sociedade é mantê-la na ignorância desde a juventude. Eis um dos motivos para os políticos não mexerem na educação. Eles formam nas escolas, sejam particulares ou públicas, seus futuros eleitores.
Então a culpa é realmente do jovem ou do adulto que o corrompeu toda sua vida? Apenas os jovens interessados e que se desvinculam das massas, seja na mídia, na política, no que for, conseguem ter análises próprias de nossa política e vão atrás de cultura e do fim da corrupção (quem liderou e organizou a maioria das marchas?). Mas esses jovens não são a maioria. A maioria continua sem saber as oportunidades e os reais problemas do nosso país e não estão ligados ao mundo do teatro, preferindo assim gastar R$ 50 numa balada qualquer para se divertir. O Brasil não vai mudar até alguém debater esses fatos nas casas ou nas salas de aula.
Por Felipe Gonçalves Guimarães
Fonte: blog do folhateen - www.folhaonline.com.br
A IMPORTÂNCIA DO RADIOAMADOR - VEJA ESTA REPORTAGEM
Radioamador: um importante aliado da comunicação
Os radioamadores foram responsáveis por aumentar o alcance da comunicação em todo o mundo. No último sábado, 5, foi comemorado no Brasil o Dia do Radioamador.
A história desse meio tão importante para comunicação se inicia com os experimentos do padre brasileiro Roberto Landell de Moura e do italiano Guglielmo Marconi, que estabeleceram as primeiras transmissões de rádio no final do século 19 e início do século 20. Através dessa forma de comunicação, que tem como código a telegrafia, foi possível não apenas aproximar pessoas.
A história do radioamadorismo contém um impressionante relatório das várias emergências, catástrofes, epidemias e tantos outros fatos, nos quais os radioamadores, com habilidade e devoção, e até mesmo com o sacrifício pessoal, serviram às suas comunidades e trouxeram recursos rápidos àqueles que necessitavam.
Embora hoje com as novas tecnologias e a comunicação cada vez mais rápida com os telefones celulares e a internet, alguns amantes do radioamadorismo ainda cultivam a prática.
Em Rio Grande, o aposentado Adão Cavalcante de 76 anos relembra a importância desse meio de comunicação no Município. Um dos fundadores da Associação Rio-grandina de Rádio e Comunicação em 1980, ele conta que o primeiro trabalho realizado pelos radioamadores da associação foi uma campanha de vacinação contra Paralisia Infantil. Na ocasião, eles auxiliaram utilizando carros com rádios. “Por exemplo, se faltassem doses da vacina na Ilha dos Marinheiros, nós avisávamos pelo rádio”, explica. Outra grande contribuição da associação foi durante uma enchente ocorrida nos anos 80 em Pedro Osório (RS). Foi através do rádio que um dos moradores conseguiu buscar ajuda em Rio Grande e se iniciou uma campanha para arrecadação de gêneros alimentícios, material de higiene, roupas, entre outros.
Em Rio Grande, o aposentado Adão Cavalcante de 76 anos relembra a importância desse meio de comunicação no Município. Um dos fundadores da Associação Rio-grandina de Rádio e Comunicação em 1980, ele conta que o primeiro trabalho realizado pelos radioamadores da associação foi uma campanha de vacinação contra Paralisia Infantil. Na ocasião, eles auxiliaram utilizando carros com rádios. “Por exemplo, se faltassem doses da vacina na Ilha dos Marinheiros, nós avisávamos pelo rádio”, explica. Outra grande contribuição da associação foi durante uma enchente ocorrida nos anos 80 em Pedro Osório (RS). Foi através do rádio que um dos moradores conseguiu buscar ajuda em Rio Grande e se iniciou uma campanha para arrecadação de gêneros alimentícios, material de higiene, roupas, entre outros.
Mas antes disso, os radioamadores já atuavam no Município. Entre tantas histórias, Cavalcante, conhecido como PY3BGO, conta que, em 1976, um rio-grandino precisava avisar com urgência sobre o problema de saúde da mãe ao irmão que era coronel do Exército e estava no Rio de Janeiro. “Na época, não havia como se comunicar. Nós, radioamadores, tínhamos a rodada Patrulha da Madrugada, e entramos em contato com o Rio de Janeiro e conseguimos avisar esse coronel, que imediatamente se deslocou para cá. Ele ficou muito agradecido na época”, relembra.
Cavalcante era eletricista quando começou a estudar em 1957, telegrafia na PPJ, que pertencia a Companhia Costeira de Navegação. Operando com rádio, transmissores de última geração, era possível se comunicar com países como Estados Unidos, França, Rússia entre outros. A partir dos anos 60, ele passou então a dar aulas de telegrafia no Município. Ele conta que seu primeiro aluno foi o médico Jacy Plasse. Durante cerca de 22 anos, ele teve mais de 40 alunos.
Encontro com as novas tecnologias
Depois de aposentado, Cavalcante decidiu ir para Porto Alegre, onde trabalhou como zelador em um condomínio. Mas, antes disso, precisou passar por um curso de informática durante 30 dias para aprender a manusear com o computador. “Foi aí que aprendi também a usar a internet”, disse. Hoje ele também se considera um internauta já que gosta de navegar até a madrugada, e utiliza e-mails para se comunicar com radioamadores do Rio de Janeiro, com quem fez amizade, e de outras cidades do Rio Grande do Sul.
A internet também diminuiu a distância entre eles e as filhas Maria Lúcia, que mora em Porto Alegre, e Sandra, que mora em Pelotas. A terceira filha, Jurema atualmente reside em Rio Grande. A esposa, Irene Cavalcante de 80 anos também gosta de rádio, mas não costuma utilizar a ferramenta. Além dos e-mails com amigos, o aposentado gosta também de fazer pesquisas na internet sobre histórias, lê notícias, entre outros.
A comunicação por rádio não ficou completamente esquecida. Sempre que pode, ele participa de rodadas com radioamadores, troca informações sobre o clima, para não deixar morrer a prática que tanto gosta. Através do radioamadorismo, ele aprendeu a falar espanhol e fez amizades no Uruguai. “Tenho muitas doces recordações. Para mim, o rádio representa o passado gostoso e feliz. E a internet é o meu presente que possibilitou ampliar conhecimentos”, afirma.
Cavalcante também é sócio do rádio clube Noiva do Mar, que é regulamentado pela Anatel e tem antena na Vila da Quinta. A entidade foi fundada no ano passado e tem a finalidade de atuar em casos de emergências. Além disso, ele costuma participar de encontros entre radioamadores que acontecem na região. O último foi realizado no Município em setembro de 2010, e o próximo acontece no dia 11 de dezembro em Canguçu.
Por Melina Brum Cezarfonte:http://www.jornalagora.com.br/site/content/noticias/detalhe.php?e=3&n=19778
terça-feira, 8 de novembro de 2011
veja bem esta notícia... o rádio AM vai acabar?
Rádio AM está com os dias contados?
03 /11/2011 - quinta-feira


Embora muitos não queiram acreditar - ou aceitar - mas a verdade é que o Rádio AM vem perdendo ouvintes com o passar dos anos. Será que o Rádio AM está mesmo com os dias contados?
Segundo pesquisa Ibope do trimestre Julho/Agosto/Setembro de 2011, cerca de 2 milhões 194 mil 965 pessoas em média, ouvem Rádio durante todo o dia na Capital e Grande São Paulo, de segunda a sexta-feira.
Desse total, cerca de 1 milhão 877 mil 823 pessoas em média ouvem emissoras em FM.
Apenas 317 mil 141 pessoas em média ouvem emissoras em AM.
Como você observou, a diferença "gigantesca".
Confira abaixo:

Algumas pessoas acreditam que o Rádio AM terá no máximo mais 10 anos de vida (e olha lá...). A não ser que passe por mudanças radicais imediatamente.
A qualidade do som é um dos grandes fatores para a queda de audiência. O uso da tecnologia como transmissão via celular, no Iphone, via web-Rádio e outras tecnologias (bastante usadas nas emissoras FM), é mais um fator essencial para a sobrevida e qualidade de transmissão do Rádio AM. As únicas emissoras AM que se preocupam com essa tecnologia são as Rádios Globo e Bandeirantes.
Outro ponto que precisa ser levado em consideração, é a não renovação de profissionais no Rádio AM nas grandes capitais. Hoje são raros os nomes novos no Rádio AM, bem diferente do FM que conta com um público jovem, conquistado pelo profissionais jovens. No Rádio AM, a grande maioria daqueles que estão a frente dos microfones são aqueles mesmo das décadas de 70 e 80. Como num time de futebol, não seria interessante mesclar jovens com a experiência dos veteranos?
Dizem que a tendência do Rádio AM é ser um Rádio informativo, mas acreditamos que não é só isso, pois as grandes emissoras jornalísticas além de pensar no conteúdo também pensam na qualidade de som e já transmitem seus sinais em AM e FM (como é o caso da CBN e Bandeirantes, em São Paulo). Novos repórteres e jornalistas são bastante valorizados nessas emissoras.
Outra baixa no Rádio AM foi o fim da programação popular da tradicional Rádio Record AM (1.000 kHz - São Paulo/SP). Com isso, o AM acabou perdendo uma emissora popular. Atualmente a Record vem tocando músicas e apresentando notícias através de boletins em sua programação, sem muito investimento.
ÁREA COMERCIAL
Não podemos deixar de citar que os comerciais no Rádio AM são, em sua maioria, propagandas de remédios ou produtos de origem "duvidosa", com raras exceções. É preciso melhorar o nível.
MADRUGADA
As madrugadas no Rádio AM são todas dominadas por padres e pastores que "brigam" para arrebanhar fiéis a todo custo. Recentemente a Rádio Capital AM (1.040 kHz - São Paulo/SP), emissora que aparece em 2º lugar no ranking das mais ouvidas, cedeu meia-hora do seu espaço da madrugada para um programa que promete resolver todos os problemas.
A Super Rádio Tupi (AM 1.150 kHz e FM 97,3 MHz - São Paulo/SP), também cedeu seu espaço da madrugada para um "padre vidente".
Ainda sobre o início da madrugada nas emissoras AM, os poucos ouvintes que restam estão sem muitas opções de interagir em "programas populares". Em São Paulo, por exemplo, das 27 emissoras existentes, atualmente só existem duas emissoras que apresentam programas populares: Rádio Globo com o programa "Planeta Rei", apresentado por Beto Brito, gerado do Rio de Janeiro (da Meia-Noite às 3h da manhã); e a Rádio Iguatemi com o programa "Madrugada Total Iguatemi" apresentado por Ricardo Liel (da Meia-Noite às 5h da manhã).
PRÊMIOS
Enquanto emissoras FM dão prêmios como Carros, Motos, promovem encontros com Artistas, emissoras AM raramente dão prêmios. Com isso notamos que o ouvinte, que prestigia com a audiência, recebe muito pouco das emissoras AM.
RÁDIO IGUATEMI
Essa emissora vem crescendo na audiência nos últimos anos e já aparece na 6ª posição no ranking geral, sendo a 3ª emissora popular mais ouvida na Grande SP com o fim da programação da Rádio Record.
Entre as emissoras populares, a Rádio Iguatemi AM (1.370 kHz) recebeu de braços abertos alguns profissionais da extinta Record, e manteve outros profissionais de seu casting. Mesclando os novos profissionais com os veteranos, a emissora - que toca músicas antigas - vem se destacando neste estilo.
OPORTUNIDADES DE TRABALHO
Alem dos ouvintes, quem também sofre com toda essa "pobreza" no mercado AM são os profissionais populares. O Rádio AM hoje em dia não oferece muitas oportunidades de trabalho. A Rádio Globo tem boa parte da sua direção no Rio de Janeiro. A Rádio Capital conta com os grandes nomes do Rádio e por isso fica difícil uma oportunidade na grade de programação.
Algumas outras emissoras não contratam, sendo necessário arrendar um horário ou fazer um acordo comercial entre as partes envolvidas e arriscar um lucro. Desse jeito, infelizmente qualquer pessoa consegue apresentar um programa (com ou sem DRT). Fica quem oferece mais.
É uma pena que o Rádio AM esteja assim. O que fazer? Alguma solução?
O ouvinte sofre mas tem a oportunidade de migrar para o FM. O profissional popular também sofre e raramente tem uma oportunidade.
Por via das dúvidas, só do Rádio um profissional não consegue sobreviver hoje em dia.
O amor tem que falar sempre mais alto, caso contrário, não vale a pena!!!
Essa é a realidade do Rádio AM, em SP e de certa forma no Brasil.
03 /11/2011 - quinta-feira
Embora muitos não queiram acreditar - ou aceitar - mas a verdade é que o Rádio AM vem perdendo ouvintes com o passar dos anos. Será que o Rádio AM está mesmo com os dias contados?
Segundo pesquisa Ibope do trimestre Julho/Agosto/Setembro de 2011, cerca de 2 milhões 194 mil 965 pessoas em média, ouvem Rádio durante todo o dia na Capital e Grande São Paulo, de segunda a sexta-feira.
Desse total, cerca de 1 milhão 877 mil 823 pessoas em média ouvem emissoras em FM.
Apenas 317 mil 141 pessoas em média ouvem emissoras em AM.
Como você observou, a diferença "gigantesca".
Confira abaixo:
Algumas pessoas acreditam que o Rádio AM terá no máximo mais 10 anos de vida (e olha lá...). A não ser que passe por mudanças radicais imediatamente.
A qualidade do som é um dos grandes fatores para a queda de audiência. O uso da tecnologia como transmissão via celular, no Iphone, via web-Rádio e outras tecnologias (bastante usadas nas emissoras FM), é mais um fator essencial para a sobrevida e qualidade de transmissão do Rádio AM. As únicas emissoras AM que se preocupam com essa tecnologia são as Rádios Globo e Bandeirantes.
Outro ponto que precisa ser levado em consideração, é a não renovação de profissionais no Rádio AM nas grandes capitais. Hoje são raros os nomes novos no Rádio AM, bem diferente do FM que conta com um público jovem, conquistado pelo profissionais jovens. No Rádio AM, a grande maioria daqueles que estão a frente dos microfones são aqueles mesmo das décadas de 70 e 80. Como num time de futebol, não seria interessante mesclar jovens com a experiência dos veteranos?
Dizem que a tendência do Rádio AM é ser um Rádio informativo, mas acreditamos que não é só isso, pois as grandes emissoras jornalísticas além de pensar no conteúdo também pensam na qualidade de som e já transmitem seus sinais em AM e FM (como é o caso da CBN e Bandeirantes, em São Paulo). Novos repórteres e jornalistas são bastante valorizados nessas emissoras.
Outra baixa no Rádio AM foi o fim da programação popular da tradicional Rádio Record AM (1.000 kHz - São Paulo/SP). Com isso, o AM acabou perdendo uma emissora popular. Atualmente a Record vem tocando músicas e apresentando notícias através de boletins em sua programação, sem muito investimento.
ÁREA COMERCIAL
Não podemos deixar de citar que os comerciais no Rádio AM são, em sua maioria, propagandas de remédios ou produtos de origem "duvidosa", com raras exceções. É preciso melhorar o nível.
MADRUGADA
As madrugadas no Rádio AM são todas dominadas por padres e pastores que "brigam" para arrebanhar fiéis a todo custo. Recentemente a Rádio Capital AM (1.040 kHz - São Paulo/SP), emissora que aparece em 2º lugar no ranking das mais ouvidas, cedeu meia-hora do seu espaço da madrugada para um programa que promete resolver todos os problemas.
A Super Rádio Tupi (AM 1.150 kHz e FM 97,3 MHz - São Paulo/SP), também cedeu seu espaço da madrugada para um "padre vidente".
Ainda sobre o início da madrugada nas emissoras AM, os poucos ouvintes que restam estão sem muitas opções de interagir em "programas populares". Em São Paulo, por exemplo, das 27 emissoras existentes, atualmente só existem duas emissoras que apresentam programas populares: Rádio Globo com o programa "Planeta Rei", apresentado por Beto Brito, gerado do Rio de Janeiro (da Meia-Noite às 3h da manhã); e a Rádio Iguatemi com o programa "Madrugada Total Iguatemi" apresentado por Ricardo Liel (da Meia-Noite às 5h da manhã).
PRÊMIOS
Enquanto emissoras FM dão prêmios como Carros, Motos, promovem encontros com Artistas, emissoras AM raramente dão prêmios. Com isso notamos que o ouvinte, que prestigia com a audiência, recebe muito pouco das emissoras AM.
RÁDIO IGUATEMI
Essa emissora vem crescendo na audiência nos últimos anos e já aparece na 6ª posição no ranking geral, sendo a 3ª emissora popular mais ouvida na Grande SP com o fim da programação da Rádio Record.
Entre as emissoras populares, a Rádio Iguatemi AM (1.370 kHz) recebeu de braços abertos alguns profissionais da extinta Record, e manteve outros profissionais de seu casting. Mesclando os novos profissionais com os veteranos, a emissora - que toca músicas antigas - vem se destacando neste estilo.
OPORTUNIDADES DE TRABALHO
Alem dos ouvintes, quem também sofre com toda essa "pobreza" no mercado AM são os profissionais populares. O Rádio AM hoje em dia não oferece muitas oportunidades de trabalho. A Rádio Globo tem boa parte da sua direção no Rio de Janeiro. A Rádio Capital conta com os grandes nomes do Rádio e por isso fica difícil uma oportunidade na grade de programação.
Algumas outras emissoras não contratam, sendo necessário arrendar um horário ou fazer um acordo comercial entre as partes envolvidas e arriscar um lucro. Desse jeito, infelizmente qualquer pessoa consegue apresentar um programa (com ou sem DRT). Fica quem oferece mais.
É uma pena que o Rádio AM esteja assim. O que fazer? Alguma solução?
O ouvinte sofre mas tem a oportunidade de migrar para o FM. O profissional popular também sofre e raramente tem uma oportunidade.
Por via das dúvidas, só do Rádio um profissional não consegue sobreviver hoje em dia.
O amor tem que falar sempre mais alto, caso contrário, não vale a pena!!!
Essa é a realidade do Rádio AM, em SP e de certa forma no Brasil.
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