Listaremos aqui alguma formas de desrespeito ao ouvinte:
1) Fazer programa de casa via telefone.
2) Não ir ao programa sem avisar ao ouvinte o que aconteceu.
3) Suspender programa da grade da emissora sem comunicar previamente aos ouvintes
4) Deixar o ouvintes esperando na linha telefônica.
5) Chamar ouvinte de mala.
6) Falar do ouvinte nos corredores da rádio e elogiar no ar.
7) Mandar alô só para os que tem dinheiro.
Se você locutor faz isso, sinceramente você está cometendo grande erro.
Será que isso acontece no rádio cearense???
domingo, 1 de setembro de 2013
domingo, 25 de agosto de 2013
QUAL O FUTURO DA RADIODIFUSÃO.
Veja esta discussão.
O presidente da NAB (National Associaton of Broadcasters), Gordon Smith, participou da abertura do Congresso SET, promovido pela Sociedade Brasileira de Engenharia de Televisão na manhã desta terça-feira, 20, em São Paulo, destacando os desafios da radiodifusão e o cenário de competição que vem das novas plataformas e da difusão do mobile. “O futuro do broadcaster está na nossa capacidade de abraçar novas plataformas”, destacou o executivo, observando que é fundamental que os radiodifusores estejam dispostos a aprender sobre inovação e compartilhar descobertas tecnológicas.
s emissoras de rádio e televisão continuam desempenhando papel fundamental na sociedade, pois são elas que fazem cobertura mais expressiva e completa dos principais acontecimentos.
Para Smith, apesar de grandes mudanças no cenário de mídia e consumo de informação, as emissoras de rádio e televisão continuam desempenhando papel fundamental na sociedade, pois são elas que fazem cobertura mais expressiva e completa dos principais acontecimentos. “A arquitetura permite a entrega de um para muitos. Nossos competidores no mobile são novos competidores e estão investindo. Eles nunca terão o que temos: a capacidade de entregar conteúdo de qualidade para milhares de espectadores”, afirma. Gordon sugere ainda que a competição seja aproveitada como fator incentivador para o desenvolvimento de novas ferramentas e novas tecnologias.
“As tecnologias convergentes estão nos fazendo rever nossos modelos de negócios, criando novas oportunidades de ter sucesso na era digital. É nosso trabalho garantir que nosso conteúdo estará disponível a qualquer momento, em todo lugar e em todos os dispositivos”, disse Smith.
Fonte: Tela Viva (Rádio em Revista)
Retirado do site www.carosouvintes.brg.br
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radiodifusão; futuro da radiodifusão.
terça-feira, 20 de agosto de 2013
UM NOVO LIVRO SOBRE O RÁDIO
Vimos no site caros ouvintes um anúncio de um novo lançamento de livro sobre o rádio.
Veja aqui...
O livro do radialista Cyro César já está na segunda edição. Rádio – a mídia da emoção – foi lançado em 2005 pela Summus Editorial de São Paulo. É uma obra centrada em cinco pontos capitais para quem trabalha em comunicação: a) questões fundamentais na profissão de radialista; b) técnicas de locução e desenvolvimento da voz; c) evolução tecnológica do rádio; d) episódios nos bastidores da profissão; e) depoimentos de importantes profissionais da área.
O radialista Cyro César especializou-se em capacitar e qualificar profissionais para o rádio. Atuou como locutor, produtor e coordenador em emissoras paulistas, passando pelas rádios Imprensa FM, Record AM/FM, Sistema Jornal do Brasil, Rádio Cidade FM-SP e Manchete FM.
Veja aqui...
Quando ouço rádio, vejo (…) radialistas alegrando pessoas, apresentando quadros e músicas que ganham o coração de todos – são eles os verdadeiros difusores do otimismo necessário à luta cotidiana”. Heródoto Barbeiro
Cyro, na apresentação do livro, assinala: “trabalhar em rádio requer três condições fundamentais inspiração, transpiração e emoção”. E finaliza: “Suar a camisa apor uma coisa que se acredita é compensador, e essa é a condição principal para realizar-se como radialista”.
Coordenou projetos promocionais com as rádios Jovem Pan, Transamérica e Band FM. Atualmente é diretor artístico da programação da Rádio Show Sat-SP.
Fundou a Radioficina, uma das mais bem sucedias e conceituadas escolas de rádio do país. Seus métodos de ensino viraram referencia no Brasil.
Publicou os livros: Como Falar no Rádio; Rádio: inspiração, transpiração e emoção; Rádio: upgrade, o help do locutor; e Como criar, produzir e apresentar no rádio.
Cyro César é membro cativo do Consejo Iberoamericano en Honor a la Calidad Educativa, do México; ocupa também o cargo de presidente da Associação Brasileira de Qualificação e Ensino Pró-rádio (Abraqua).
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Rádio; livro; lançamento.
domingo, 18 de agosto de 2013
terça-feira, 13 de agosto de 2013
RÁDIO SEM NOÇÃO.
Dá dó ouvir rádio no Ceará:
Ontem ouvi um radialista chamar pessoas de desgraçados e ainda dizer que deveria jogar uma banda de tijolo numa bandeirinha. Depois vi um programa onde o locutor faz de casa via telefone...E todo mundo ach normal...tem condição não...
sexta-feira, 26 de julho de 2013
AMOR AO RÁDIO
Os velhos
radialistas e seus novos sonhos
J Pimentel em 23/07/213
Quando o médico me informou que o tumor de meu rim direito
beirava 10 centímetros, eu desapareci na cadeira, à sua frente. Num único
minuto, senti toda minha vida desaparecer, meus sonhos definharem e minha
esperança diminuir.
Quem já viveu momentos assim, sabe o que quero dizer.
Repentinamente você sente que sua vida chega ao fim e remete seus pensamentos a
tudo o que já viveu e gostaria ainda de viver.
Passado o primeiro e duro impacto, você começa a
cuidar do mal que lhe afeta, sem a certeza de que tudo poderá dar certo e
voltar ao normal.
Até aqui, eu era um ser imbatível, que nunca
envelheceria, um super-homem na minha imaginação e na imaginação de todos os
que me ouvem, ou puderam ouvir todas as coisas que criei através dos anos.
Quando recebi a noticia de meu médico e amigo, Dr.
João Batista, a primeira coisa que me veio à cabeça, não foi os filhos ou
netos, mas a possibilidade de nunca mais poder trabalhar em rádio. Se for
assim, não valeria a pena viver mesmo.
Pode parecer tolice, mas desde que meu pai comprou
nosso primeiro rádio, em 1951, eu sabia o que queria ser: radialista. A partir
de então, tudo na minha vida foi feito em função do rádio, onde comecei aos 17
anos e agora, depois de 50 anos de profissão, ainda me sentia um principiante,
com as mesmas emoções e paixões dos primeiros dias. Radialismo é um sacerdócio.
Não tem como mudar isso.
Vivi os momentos gloriosos do rádio AM, fui um dos
pioneiros em FM, criei dezenas de programas e trabalhei com profissionais
magníficos e, graças ao rádio, viajei boa parte do mundo, sempre nessa incrível
profissão.
O rádio mudou, as tecnologias evoluíram, as
possibilidades se tornaram infinitas, mas o espírito do rádio continua intacto,
me permitindo viver cada dia buscando novidades, atualizações, a renovação das
ideias e conteúdos. Isso me manteve sempre jovem, sempre dentro do meu meio
como um adolescente aprendendo coisas todos os dias.
Mas a realidade do tempo é ingrata com seus filhos
mais velhos, que precisam abrir espaço aos mais jovens e ouvir nas veladas
conversas que nos perdemos no tempo e vivemos de saudade.
Até meu ultimo trabalho, há pouco mais de um ano, pude
comprovar que continuo um garotão nas minhas ideias e um especialista
experiente na minha profissão.
Num país, onde a idade é passaporte para o desemprego,
acabei recorrendo à aposentadoria, que não cobre meu plano de saúde, o que
exige de mim continuar trabalhando para sobreviver. Isso não é dramático. É
maravilhoso poder continuar trabalhando, sendo útil, continuar produzindo
ideias e executando-as. Mas não tem mais espaço para nós.
Relembro aqui alguns grandes nomes do rádio, gênios
criativos, que produziram as melhores coisas que o rádio moderno já criou e que
receberam uma nota de 10 linhas no caderno de variedades dos jornais depois de
partirem desta vida, como Hélio Ribeiro, Alexandre Kadunk, ou Jair Brito, para
citar alguns apenas.
Claro que alguns radialistas se deram bem, ganharam
muito e se prepararam para o ocaso com dignidade. Mas muitos só viveram o rádio
como paixão e não como negócio, porque nunca imaginaram que iriam envelhecer,
porque o rádio provoca essa distorção nas mentes sonhadoras. Somos artistas,
irresponsáveis, ciganos, românticos.
Recentemente escrevi ao Ministério das Comunicações
pedindo que nos concedesse, através de cooperativas profissionais, alguns
canais de rádio somente para dar oportunidade a esses velhos gênios que ainda
sobrevivem, para dividir com novos radialistas toda a experiência adquirida,
com o objetivo de melhorar o rádio que está por vir. Não recebi qualquer
resposta.
Enquanto não parto desta para a melhor, sempre
pergunto: “O QUE SERÁ DE NÓS?”.
Não queremos apenas respeito e reconhecimento, mas
oportunidade também de poder trabalhar e continuar contribuindo para que o
rádio, e todas as suas novas possibilidades tenham as velhas virtudes do
encantamento, da credibilidade, da magia de sonhar.
Fonte: www.carosouvintes.org.br
quinta-feira, 25 de julho de 2013
Estudo II - Ô Jandê/Água de Manim -
Apresentamos com muito orgulho a radialistas e jornalista Marta Aurélia cantando uma música dos índios Tremembés...perfeito!!
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