segunda-feira, 7 de novembro de 2011

sobre o dia do radialista

7 DE NOVEMBRO DIA DO RADIALISTA

A primeira emissora de rádio no Brasil foi fundada em 20 de abril de 1923, tendo como fundador Edgar Roquete Pinto, na Academia Brasileira de Ciências, a Rádio Sociedade do Rio de Janeiro, com o prefixo PRA-A. Logo depois veio a Rádio Clube do Brasil PRA-B, fundada por Elba Dias.
Em São Paulo/SP, a primeira Emissora foi a EDUCADORA PAULISTA, fundada em 1924, e em Belo Horizonte, a primeira rádio foi a RÁDIO MINEIRA, fundada em 30 de maio de 1936. Hoje, lamentavelmente, fora do ar. Mas, a primeira transmissão do Rádio foi no dia 07 de setembro de 1922, durante a exposição comemorativa do centenário da independência. O discurso do então Presidente da República, Epitácio Pessoa, além de ser ouvido no recinto da exposição, chegou também em Niterói, Petrópolis e São Paulo, graças à instalação de uma retransmissora no Corcovado e de aparelhos de recepção nesses locais. Hoje são milhares de rádios espalhadas pelo país, levando alegria , entretenimento e informação para um Brasil de audiência, e principalmente ao ouvinte que sempre fez do Rádio, seu grande companheiro.
Sobre o Radialista
LEI Nº 11.327, de 24 de julho de 2006
Institui o Dia do Radialista.

O PRESIDENTE DA REPÚBLICA
Faço saber que o Congresso Nacional decreta e eu sanciono a seguinte Lei:
Art. 1º Fica instituído, no calendário das efemérides nacionais, o Dia do Radialista, a ser comemorado no dia 7 de novembro, data natalícia do compositor, músico e radialista Ary Barroso.

Art. 2º Esta Lei entra em vigor na data de sua publicação.
Bras ília, 24 de julho de 2006; 185º da Independência e 118o da República.

LUIZ INÁCIO LULA DA SILVA
João Luiz Silva Ferreira
Na época, quando fundou a primeira emissora de Rádio do Brasil, não existiam escolas para formação de Radialistas. Foram os Radiamadores os primeiros locutores, por já possuírem experiência com microfones. Uma característica era fazer uma programação cultural, que consistia em música Erudita, conferência e palestras que não interessavam ao ouvinte. Na Era do Rádio, o grande astro era "Vital Fernandes da Silva", o "Nhõ Totico", que permaneceu no ar por 30 anos. O mais incrível é que nessa época ele apresentava dois programas ao vivo e totalmente improvisados. Nos dias de hoje, com um ouvinte mais exigente, o radialista precisa de muita técnica e ter um padrão que se identifique com cada emissora.
Mas o ponto em comum entre eles tem que ser o carisma. Dentro de cada Radialista existe um inexplicável sentimento de dedicação e o interesse pelo que faz. Só o idealismo não é o suficiente, existe a necessidade do talento. Com milhares de bons Radialistas espalhados pelo Brasil, o Rádio é hoje rico, oferecendo boas opções para aquele que merece todo o nosso respeito: o ouvinte. O Radialista é um sonhador, um apaixonado que faz parte do cotidiano das pessoas.
Fonte: www.toninholima.com.br

CHICO CÉSAR NA POVO CBN

Chico César abre série Grandes Nomes 2011

O cantor e secretário de Cultura Chico César participa hoje da 6ª edição do Debates Especiais Grandes Nomes 2011, transmitido ao vivo pela rádio POVO CBN 1010 e O POVO Online
07.11.2011| 01:30
Cantor e compositor de sucesso, Chico César é o atual secretário de Cultura da Paraíba (EDIMAR SOARES) Cantor e compositor de sucesso, Chico César é o atual secretário de Cultura da Paraíba (EDIMAR SOARES)

Em abril deste ano, o cantor e compositor Chico César se envolveu numa polêmica que rende assunto até hoje. Como Secretário de Cultura da Paraíba, ele anunciou que não iria convidar bandas de “forró de plástico” para as festividades de São João da sua terra. No caso, ele se referia às dezenas de bandas que fogem da raiz para acrescentar sons de estranhos à tradição do estilo nordestino. A notícia caiu como uma bomba nos meios de comunicação e encontrou concordantes e discordantes em todo o País.

Mesmo já tendo passado alguns meses das festas juninas, o tema volta hoje à pauta na abertura da 6ª edição do Debates Especiais Grandes Nomes, transmitido pela rádio POVO CBN e pelo POVO Online. Apresentado pelo jornalista e diretor institucional do O POVO, Plínio Bortolotti, o programa recebe Chico César para discutir este e outros assuntos com os jornalistas Emerson Maranhão, Ítalo Coriolano, Luciano Almeida e Naara Vale. Além dos convidados, o público pode contribuir com perguntas e comentários por telefone ou pelo Twitter.

Nascido em 26 de janeiro de 1964 em Catolé do Rocha, município de 552km² do interior da Paraíba, Francisco César Gonçalves tem sua vida ligada com a música desde muito cedo. Pra se ter uma ideia, aos 10 anos ele já tinha a banda de covers Super Som Mirim. Formado em jornalismo pela Universidade Federal da Paraíba, ele chegou a dividir seu ofício de revisor de textos com o de músico. Somente após uma viagem à Alemanha em 1991 que ele decidiu de vez se dedicar por completo à música.

O primeiro disco veio de forma inesperada em 1995. Aos Vivos, o disco, mostrava o compositor de forma crua, acompanhado apenas do próprio violão e dos convidados Lenine e Lanny Gordin. Na época dividindo um apartamento em São Paulo com Zeca Baleiro, todo o trabalho foi feito na base da amizade e acabou conquistando a atenção da gravadora Velas, do também compositor Ivan Lins. Recheado de sucessos como Mama África, Beradero e À primeira vista, o disco foi seu melhor cartão de apresentações. Agora, 16 anos depois, ele planeja refazer aquele repertório para a gravação de um DVD.

Aos Vivos chamou a atenção de grandes nomes da música brasileira, como Daniela Mercury e Maria Bethânia. Em seguida vieram outros seis discos. O último, Francisco, Forró Y Frevo, foi lançado há três anos, mostrando sua visão sobre os ritmos tradicionais do Nordeste. Em maio de 2009, Chico César assumiu a presidência da Fundação Cultural de João Pessoa (Funjope) e no ano seguinte a Secretaria de Cultura do estado da Paraíba.

Próximos convidados
Além de Chico César, outros três convidados estão sendo esperados para a edição 2011 do Debates Especiais Grandes Nomes. Amanhã, será a vez do astrônomo Ronaldo Mourão, fundador do Museu de Astronomia e Ciências Afins (MAST), no Rio de Janeiro. Quarta-feira (9), a conversa será com o ator cearense Emiliano Queiroz. Encerrando essa temporada, próxima sexta-feira (11), o convidado é o empresário Pio Rodrigues Neto.

SERVIÇO

Debates Especiais Grande Nomes 2011
O que: Sexta edição do programa de entrevistas, que recebe Chico César, Ronaldo Mourão, Emiliano Queiroz e Pio Rodrigues Neto
Quando: de hoje (7) a sexta (11), das 11h às 13h
Transmissão: O POVO CBN 1010 e O POVO Online
Participe ligando para 3066.4030 ou pelo twitter @opovoonline
Quem

ENTENDA A NOTÍCIA

Compositor e secretário de Cultura da Paraíba, Chico César nasceu em Catolé do Rocha, interior da Paraíba. Com a carreira iniciada de forma independente, ele lançou seu primeiro disco em 1995, com composições próprias

sábado, 5 de novembro de 2011

HOMENAGEM AOS RADIALISTAS


Homenagem ao Dia do Radialista
Ao amigo radialista: A Associação dos Ouvintes de Rádio do Ceará, vem através desta singela homenagem demonstrar o respeito e admiração aos profissionais de rádio do estado do Ceará pela passagem do dia do radialista a ser comemorado no dia 07 de novembro através da Lei Nº 11.327 sancionada no dia 24 de junho de 2.006. Nossa admiração anônima e revelada pelos radialistas, está presente no dia-a-dia quando movemos o nosso dial e desfrutamos da voz, do exercício de cidadania e do respeito por nós, que todos os dias estamos com vocês a ouvir, sentir e se deliciar com seu trabalho e profissionalismo.
Parabéns e viva o amigo rádio e seus profissionais, sempre. Aouvir/CE.

MOVIMENTO NO FACEBOOK CONTRA A CORRUPÇÃO

Veja aqui

sexta-feira, 4 de novembro de 2011

RÁDIO UNIVERSITÁRIA FM - A SINTONIA DA TERRA

Rádio Universitária - 30 anos de vida



Rádio Universitária 30 anos de vida. Com ela, a sugestão da Universidade Federal do Ceará (UFC), em seminário geral, a laços mais amplos entre o mundo acadêmico e os cearenses.

Legava-nos o Dentel, aos gestores da emissora, Rodger Rogério, Clovis Catunda e eu, fraco sinal. “Esquenta não”, pedia-nos Rodger, a nos convidar para assistirmos, em um filme cientifico, a história de ponte que desabara com o soprar de uma brisa, na mesma frequência.

Nisso, adentra os estúdios, Liberal de Castro a nos falar de pesquisa sobre reforma da Praça do Ferreira: o povão queria uma fonte... Eureca, acordei: “a água pode ser essa brisa”, lembrando-se de Alencar: “Iracema saiu do banho. O aljôfar da água ainda a roreja...”

Na rádio, a água lançamos em burburinhos, a confundir-se com poemas e músicas. Afinal, o bordão: “Rádio Universitária, valorizando e repensando o Nordeste”.

Eureca, bradei, a água pode ser essa fonte. E, de Alencar, no romance Iracema, ocorre-me: "Iracema saiu do banho. O aljôfar da água ainda a roreja ...”

Na programação da rádio, burburinhos a se confundir com poemas, letras de música. Sensível o desejo dos cearenses de uma UFC para além do Polo Cultural do Benfica, por todo o Ceará, mais longe a educação, aljôfar de água a rorejar-nos.

Na gestão de José de Anchieta Esmeraldo Barreto, eu pró-reitor de extensão, trazíamos como conferencista, por mediação de Violeta Arraes, Celso Furtado para nos falar, sobre o desenvolvimento da Região Nordestina.

No aeroporto, dou com o governador Gonzaga Mota, ex-aluno de Celso, que, não lhes vindo o palestrante, pede-nos instantes no CIC com ele.

Depois, Fernando Henrique Cardoso, aqui entre nós, assiste à palestra de Tasso Jereissati “Dos ideais do CIC a uma prática de governo”. E conclui: “Essa é que é a social democracia que buscamos. Não a abstrata que importamos da Europa”.

Marcondes Rosa de Sousa, marcondesrosa@gmail.com
Professor da UFC e da Uece


 fonte: JORNAL O POVO 

quinta-feira, 3 de novembro de 2011

Luiz Gonzaga - O Rei do Baião - Homenagem

Narcélio Limaverde fala do grande Aderbal Bezerra...

  1. Aderbal Bezerra, hoje em dia, é cerimonialista da Assembleia Legislativa.Sempre me encontro com ele por lá. E, de vez em quando, conversamos sobre a época em que trabalhamos juntos no Sistema Verdes Mares. Uma fase interessante para os dias de hoje, foi quando iamos ao Recife, buscar o tape do jogo do Fortaleza, no Campeonato Brasileiro. Eu trazia o primeiro tempo, ele ficava lá e trazia o segundo. Antes da Embratel era assim. Ele também edita um jornalzinho com notícias sobre a Cidade dos Funcionários. Aderbal é mais um que o rádio abandonou depois que algumas emissoras, não todas, cobram para o radialista atuar.
    Comentário no Blog do Eliomar.