sábado, 25 de junho de 2011

MÍDIAS SOCIAIS - PARA REFLETIR SOBRE A IMPORTÂNCIA...

22.06.11 - Mundo
A Revolução das mídias sociais no primeiro semestre de 2011
Projeto do Instituto Ecodesenvolvimento
Adital
A internet está mudando o modo como são feitos os negócios, as relações interpessoais e, principalmente, o modo como as pessoas veem o mundo.
Erik Qualman, o autor do livro Socialnomics, produziu uma série de vídeos chamada Social Media Revolution (ou Revolução das Mídias Sociais) para mostrar a importância da rede no dia a dia das pessoas.
O último filme, de apenas dois minutos, dá uma mostra do que aconteceu no mundo on-line entre o fim de 2010 e o primeiro semestre de 2011.
Assista ao vídeo abaixo ou, se preferir, leia o texto traduzido:

As mídias sociais são sobre pessoas. Mais de 50% da população mundial tem menos de 30 anos.
Facebook ultrapassou Google em tráfico de dados por semana, e isso tem impacto em como nos comportamentamos off line.
Um em cada cinco casais se conheceram na internet.
Três em cada cinco casais gays se conheceram na internet.
O Facebook é a principal causa de um a cada cinco divórcios.
O que acontece em Vegas fica no Facebook, Twitter, Flickr, Youtube...
Estudantes do jardim de infância estão aprendendo com iPads, não com lousas.
Se o Facebook fosse um país, ele seria o terceiro maior do mundo.
Mas o Facebook, o Twitter, o Youtube e o Google ainda não são aceitos na China.
O LinkedIn ganha um novo membro a cada segundo.
"-Nós não temos uma alternativa se utilizamos ou não as mídias sociais, a questão é como nós as utilizaremos bem", Erik Qualman.
Lady Gaga, Justin Bieber e Britney Spears tem mais seguidores no Twitter do que a população inteira de países como Suécia, Israel, Grécia, Chile, Coreia do Norte e Austrália.
Cerca de 50% do tráfego de internet móvel do Reino Unido é usado para o Facebook, agora imagine se isso for utilizado por usuários com más experiências.
Mais de 37 milhões de pessoas assistiram o comercial do Volkswagen Darth Vadar que passou no intervalo da final do Super Bowl de 2011 (dos Estados Unidos) - no Youtube.
E o garotinho que interpretou Darth Vadar nunca assistiu Star Wars.
O Ford Ecplorar Lauch gerou mais visualizações no Facebook do que um comercial do Super Bowl.
As gerações Y e Z consideram e-mails ultrapassados, alguns universitários pararam de distribuir suas contas de e-mail.
Os leitores de eReaders ultrapassaram o número de leitores de livros.
Jogadores de mídias sociais irão comprar U$6 bilhões de bens virtuais em 2013.
Frequentadores de cinema comprarão apenas U$2,5 bilhões em bens reais.
O Youtube é a segunda maior ferramenta utilizada no mundo.
Se o Wikipedia fosse um livro, ele teria mais de 2,25 milhões de páginas e levaria mais de 123 anos para ser lido.
90% dos usuários on-line confiam em recomendações de produtos.
Apenas 14% confiam em comerciais.
93% dos marketeiros utilizam mídias sociais para os negócios.
Bem-vindo à Revolução das Mídias Sociais.
Fonte: www.adital.org.br

UMA DEFESA DOS BLOGS

Que floresçam mil blogs!
Paulo d'Ávila*
A vida nos reserva alguns espetáculos hilariantes. Ela possui uma dimensão tragicômica muito curiosa.  O já extinto caso conhecido como o “blog da Petrobrás” é um deles.  O alarido se foi, a empresa recuou, a imprensa vence mais uma batalha, mas se trata de um fato muito interessante.
Então a Petrobrás cria um blog no qual apresenta e divulga as entrevistas feitas com a empresa pelos jornais, “quase em tempo real”, ou seja, antes da publicação das mesmas após a edição feita pelo jornal. É o suficiente para provocar um clima de destemperança nas páginas e jornais televisivos dos grandes grupos que comercializam a venda de notícias, organizados no país.  O desespero vai desde reclamações iniciais de propriedade intelectual até acusações de falta de ética (o que sempre está na moda). Os primeiros argumentos não colam e daí vem uma proliferação de novos argumentos a fim de conter o ímpeto “blogueiro” da empresa. É claro que a preocupação é compreensível, afinal esta atitude não é boa para “os negócios”.
O comércio de jornal fica prejudicado sem o famoso “furo”, ou o ineditismo.  A garantia dos “negócios”? O código entre entrevistador e entrevistado: silêncio... eu divulgo você!
O que torna tudo muito divertido é acompanhar o jornal diário. O jornalista Nelson Motta, que parece uma espécie de porta voz da imprensa em suas cruzadas cívicas contra os “inimigos do povo”, desavisadamente, ao que parece, escreve dias antes de “estourar” a notícia do blog da Petrobrás:
“Pena que os velhos anarquistas mais libertários não viveram para ver um instrumento tão livre, poderoso e igualitário como a internet, que justamente por isso é tão temida pelas tiranias de esquerda e de direita. Cada vez mais acessível a mais gente, ela nivela e aproxima, dá voz e imagem a todos e a qualquer um, é um espaço de liberdade e independência (...)  Enquanto isso, em Brasília, anuncia-se mais um ‘fórum’ para tentar encontrar instrumentos para instituir controles e limitações á imprensa. (...) Mas com lan hauses se espalhando pela cidade e computadores cada vez mais baratos (...) como é que eles vão fazer o “controle social” de 65 milhões de brasileiros on-line? Estão atrasados, mais uma vez”. (O Globo, 05/06/09)
Pois é, não fosse algo trágico seria cômico. Certos ditos são realmente precisos como o que diz que “pimenta nos olhos dos outros é refresco”. Aliás, um outro dito muito difundido é o que diz que o “órgão mais sensível de nosso corpo é o bolso”. Ao que parece valores e princípios são importantes e devem ser defendidos até que atrapalhem o meu bolso. Assim foi, por exemplo, com banqueiros brasileiros defensores do livre comércio, mas ciosos de seus negócios, contrários á abertura dos mercados aos bancos estrangeiros em igualdade de condições. Aconteceu também com as empresas de automóveis norte americanas, defensoras das liberdades comerciais, porém desejosas de medidas protecionistas contra os concorrentes japoneses. Há inúmeros exemplos deste tipo de comportamento, mas não é necessário ir muito longe, a crise econômica recente já nos mostrou os limites discursivos das liberdades diante dos negócios.
De forma parecida, vem agora o grande jornal defender o seu negócio à custa do controle sobre a veiculação de informação. O que está sendo dito é que não é possível certa liberdade de expressão, pois isto atrapalha “os negócios”.
Como não dá pra convencer ninguém de que isto é ilegal, pois não é, apela-se á um código de honra á fim de proteger o “nosso negócio”. Há sempre um especialista em ética disposto a prestar este papel, de gosto duvidoso, de pontificar o que é e o que não é ético. Recorre-se a um código de conduta interpessoal, á margem da lei, justificado pelo discurso do especialista, para pressionar o comportamento desviante que atrapalha o “nosso negócio”.
O especialista sugere quê o blog é um “terrorismo de estado”. Neste tom estratosférico poderíamos dizer que a contra partida do oligopólio é uma ação “mafiosa” para proteger “as nossas coisas”, “nosso negócio”, acuando o comportamento que desrespeita o código. Nós divulgamos você! Seria hilário, não fosse trágico. O mundo dos interesses, ainda que legítimos, quando posto as claras, pode nos proporcionar deliciosas anedotas, sobretudo quando vem embrulhado em supostos princípios éticos.
Não se trata de um problema de falta de ética. O jogo do livre mercado tem destas coisas. A tecnologia vai tornado antigos negócios obsoletos, como discuti Adriana Meirelles Kevil, estudiosa da chamada social midia:
“(...) Essa e uma das razoes pelas quais os jornais, como os conhecemos, estão fadados a desaparecer. Então... quem matou o jornal? (Sim, ele esta morto, especialmente se você tem menos de 30 anos!). Um modelo de negócios antiquado: criado há mais de 150 anos para sustentar um método de entrega que agora se prova ineficiente. Um enorme grupo de empregados que cria o conteúdo, faz o layout, imprime em papel e distribui em tempo marcado. Para justificar os preços dos anúncios, os jornais têm que manter uma alta circulação e uma lista de assinantes significativa. Esse modelo funcionou enquanto não havia outro meio para as empresas atingirem os consumidores em determinados lugares. Demonstram a inabilidade de reagir a uma realidade que eles viram se desenvolver porem rotularam como inimaginável (...)”  (Kevill, 30/06/2009)
Cabe ao comerciante mudar o seu negócio ao invés de tentar realizar pressão social para enquadrar comportamentos.  Quando um código de conduta só se sustenta mediante apelo a recursos de controle ou regulação extra-mercado ou por pressão moralista, pode ser sinal de que ele está caduco.  O código está ficando ultrapassado.
O mundo está mudando e os donos, os controladores, do “negócio” não querem reconhecer isto e os seus especialistas não estão entendendo o que está acontecendo. A diversificação, disseminação, descentralização e para os mais otimistas a democratização “dos mídias” contrariam a condução oligopólica das organizações que conduzem os “negócios” da venda de jornais. Alguns entre nós ainda tem o hábito de sujar as mãos de tinta de manhã, manuseando nosso papel jornal, outros diante da TV. As novas gerações se informam on-line, na referida como “libertária” internet. Alguém acha que deve ter regulação pra isso?
O que está acontecendo é retratado, também, de modo notável por uma auto intitulada “blogueira”. Em uma breve pesquisa que me vi forçado a empreender encontrei a seguinte passagem:
“(...) Aiiiiiiiiiiiiii, não! Você ainda está preso naquela ladainha de quem é quem na blogosfera????????? Se ainda está nessa, sorry, precisa ler muito para entender a diversidade dos blogs. Eles são tudo e, inclusive, podem ter o mesmo papel que os articulistas do velho jornalzão tem há séculos como podem ser apenas mais um blog/comercial/monetizado que vive de promoções e post pago. (...) Pega mal. É feio e, de novo, faz parte de quem tem cultura de discriminar quem é quem…(...) Fui!”http://midiasocial.wordpress.com/2009/03/18/como-se-relaciona-com-blogueiros-jornalistas-egos-e-vaidades. Março 18, 2009
A idéia é ótima. Eu gostei e acho que vou adotar, já li tanta barbaridade sobre coisas que dizemos que esta pode ser uma boa alternativa. Se todos formarmos um blog próprio, podemos publicar na integra as entrevistas, assim o leitor, preocupação primeira de um veículo, que é informar, poderá cotejar a interpretação do jornalista com a integra e formar seu próprio juízo, interessante não? Mas ai não vale? Há coisas curiosas.
Concordo que não há democracia sem liberdade de imprensa. Reconheço o argumento que sustenta os problemas em se instituir regulação do mercado editorial. O pacote democrático, porém, vem junto com direitos humanos, amplo direito de defesa e liberdade de expressão (entre os quais, criar blogs), além de tantos outros saudáveis dispositivos de um estado de direito democrático.
Mas você acha que a tragicomédia acabou? Não, ainda temos mais uma pérola. Um jornalista, por dever de ofício, afinal os chefes estão preocupados com os “negócios”, pergunta a um outro especialista: “E se a Petrobrás manipular o blog?”. Não é sério não é mesmo? É, no mínimo, risível. E você reclamando da vida. Ora viver pode ser muito divertido! Manipulação? Alguém leu entrevistas com algum intelectual ou especialista ou figura pública, alem é claro do presidente da Petrobrás defendendo o blog? Pois é, eu também não. Esta conversa de manipulação é das mais tediosas. Alguém acha que deve haver regulação sobre isso?
Convenhamos, manipuladores somos todos nós. Todos nós mobilizamos intencionalmente códigos sociais para fazer com que nosso ponto de vista seja reconhecido e aceito pelos outros.  Por que motivos isto deveria ser monopólio de um grande jornal? Nosso problema não é de manipulação da informação, mas de concentração desta atividade nas mãos de poucos. Poder-se-ia argumentar, no entanto: mas e a qualidade das informações veiculadas na internet, seria confiável? Há outro dito que diz que “se você soubesse como são feitas as salsichas e os jornais, não os consumiria”. Que floresçam mil blogs!
Publicado em 3/7/2009.
Fonte; www. ibase.br

sexta-feira, 24 de junho de 2011

Sexta-feira, 24 de junho de 2011 - CBN

Sexta-feira, 24 de junho de 2011 - CBN

SUCESSO DO RÁDIO QUE FOI PARA A TV.- BALANÇA MAIS NÃO CAI...

GLEDSON SERAFIM DO RÁDIO PARA O TWITTER.

Rei das tuitadas

O radialista Gledson Serafim já publicou mais de 23 mil tuitadas
24.06.2011| 01:30
Além de resultados de loterias e jogos de futebol, as tuitadas
de Serafim contemplam também mensagens religiosas (FCO FONTENELE)  
Além de resultados de loterias e jogos de futebol, as tuitadas de Serafim contemplam também mensagens religiosas (FCO FONTENELE) Um recorde de tuitadas. Um recorde de seguidores. O radialista Gledson Serafim, 62, integrante do Grupo de Comunicação O POVO há 16 anos, é um exemplo de quem aderiu fielmente ao Twitter. A nova tecnologia, para ele, ajudou a dar mais agilidade na captura das notícias. “Ajudou a trocar mais as informações. A notícia chega mais rápido”, disse. Desde que começou a usar o Twitter, Serafim já publicou mais de 23 mil tuitadas. “Não falta assunto”.

E com um detalhe, o número de seguidores do radialista não para de crescer. Hoje, são 4.423. Ele está entre os profissionais mais seguidos pelo Twitter do grupo. Serafim atua na redação do Jornal O POVO, onde faz o plantão esportivo, no levantamento de resultados lotéricos e do futebol pelo Brasil e pelo mundo. “É um trabalho gratificante e que agora estou tendo ainda mais resposta no Twitter”.
Ainda quando era plantonista da Rádio O POVO/CBN, Serafim, passou a usar o recurso da Internet em 2002. Acompanhamento de jogos em tempo real e os resultados ajudavam na cobertura esportiva da rádio.

Agora, a chegada do Twitter permitiu que o radialista ampliasse o repasse de informações. “Tem muita gente que nem conheço. Até o presidente da Federação (Cearense de Futebol) me segue. Já ajudei até a corrigir um resultado do Campeonato Cearense Feminino de Futebol no site da FCF”, completou.

Conteúdo
Além de resultados de loterias e jogos de futebol, o conteúdo das tuitadas de Gledson Serafim contempla também mensagens religiosas. “Sou católico e a religião serviu para que eu superasse momentos muito difíceis na minha vida”, revela o radialista.

Outro fator que Gledson considera positivo é o processo de atualização com as novas tecnologias, que deve ser uma obrigação de quem atua na área de Comunicação. “Um amigo da rádio (O POVO/CBN) sugeriu o uso do twitter. E foi fácil. Criei o endereço e estou até hoje. Virou obrigação”.
NÚMEROS

4.423
É o número de seguidores de Serafim no Twitter. Quem quiser segui-lo na rede social basta procurar por @gledsonobjetivo
Rogério Gomes
rogeriogomes@opovo.com.br

fonte: JORNAL O POVO

rádio é interatividade - isso já foi entendido por aí , e por aqui continuam dificultando a participação do ouvinte

Ouvintes da Rádio USP ganham voz em rede social de voz


A Rádio USP lançou no último dia 16 de maio seu perfil no Blaving, rede social cuja interação se dá por meio de mensagens de áudio de até dois minutos.
O Blaving é acessível pela web e por celulares através de aplicativos para iPhone, Android, BlackBerry e Java. Pode, também, interagir com outras redes sociais, como Twitter, Facebook e Orkut. 
Celso dos Santos Filho, diretor da Rádio USP, argumenta que esse novo canal de interatividade abre espaço para que os ouvintes se comuniquem de forma criativa e de fato interativa.
Os ouvintes podem postar suas mensagens de voz no endereço blaving.com/uspfm.


(Informações da assessoria de imprensa da USP FM)

Fonte: BLOG DA MAGALY PRADO

um pouco da história

RÁDIO JORNAL O POVO

Denominada a “Companheira”, a Rádio Jornal O POVO fora ao ar oficialmente aos 25 de março, cinqüenta dias após, as inserções experimentais, na sua estação transmissora que a qualificava em torres gêmeas. Desde 6 de fevereiro de 1982, um potente transmissor de 50 kWh às margens da bucólica lagoa de Messejana, rasgava os céus do Nordeste com um som, pasmem, estereofônico com Amplitude Modulada.

A família Dummar que já é em território cearense uma referencia no setor de rádio comunicação, nos deu mais um empreendimento e fora sob o prefixo ZYH 625, na freqüência de 1010 kHz. Com sua programação voltada para serviços de comunidade, além da esperada fonte de informação e entretenimento na voz de locutores do melhor quilate, a AM do Povo logrou seu espaço, mesmo na época já existindo emissora em AM, com quase meio século no ar.

Às 5 da matina, tínhamos o “Secretário do Povo” com Paulo Oliveira; depois havia a animação e interação do Luis Barbosa, que tinha como atração os “Debates do Povo”, muito expressivo com mediação do professor Carlos Neves D’alge e as participações de Adísia Sá, Themístocles de Castro e Silva, Dorian Sampaio, Fávila Ribeiro, Pedro Henrique Antero, dentre tantos jornalistas da casa. Paulo Oliveira voltava depois do meio dia para apresentar de forma cômica “Nas Garras da Patrulha”. A tarde era dominada na voz veludo de Roberto Losan, e o Nonato Albuquerque ia a noite a dentro abrilhantando a programação. O jornalista Themístocles de Castro e Silva abria um parêntese na programação noturna e apresentava o seu “Quando a Saudade Apertar”, cuja característica era uma música do mesmo nome interpretada por Orlando Silva, o Cantor das Multidões. Tratava-se de um programa com músicas do passado, tendo como diferencial o tipo de mídia, afinal todas as músicas eram de gravações originais com discos de cera, o que exigia 78 RPM. Aos domingos tínhamos Halmalo Silva com um musical de elite, informando ao público que se deleitava com o rela, e paralelamente o público era informado através de resenhas principalmente a esportiva.
Pelo microfone desta emissora, passaram diversos nomes expressivos do rádio cearense, e dentre eles destaco Narcélio Lima Verde com o prestador de serviços “Tarde do Povo”, onde diariamente o tema e as entrevistas eram diferenciados.

O Estúdio da Companheira localizava-se na Avenida Aguanambi n° 282 em prédio anexo ao Jornal do mesmo nome. Em seguida funcionou na Avenida Desembargador Moreira e, atualmente a redação e as inserções da emissora funcionam em um prédio histórico localizado na Rua José Avelino, no entorno do Centro Cultural Dragão do Mar, junto com as demais rádios do grupo, ou seja a Calypso FM 106,7 e a Mix Fortaleza 95,5 MHz. É afiliada à Central Brasileira de Notícias – CBN.

A Rádio OPOVO/CBN 1010 é uma emissora de rádio, sediada em Fortaleza (CE), pertence ao Grupo de Comunicação O POVO. Por ser de formato “All News”, sua transmissão é de conteúdo jornalístico possuindo formato inovador.