quinta-feira, 18 de junho de 2009

Reflita....

REALMENTE A JUSTIÇA É CEGA...

Vemos a cada dia provas incontestáveis de que a Justiça no Brasil é cega para alguns casos e de visão aguçada quando interessa aos interesses dos Poderosos ou dos que dominam o Poder. Afinal os juizes, desembargadores e demais representantes da Lei fazem parte de uma classe que não é popular, pois em muitos casos não cumprem horário de trabalho, não tem metas a serem atingidas nem ganham salários de miséria como a maioria dos brasileiros, desse jeito fica fácil julgar processos e dar sempre ganho de causa aos Poderosos de plantão. Hoje o povo tem um problema: não pode confiar em quem faz a lei ( Classe política) nem em quem zela pelo seu cumprimento pois sentimos que não há sintonia entre o Poder Judiciário e os interesses populares.
Na última decisão do Supremo Tribunal Federal em destruir a necessidade de diploma para exercício da profissão de jornalista vemos argumentos absurdos com comparar jornalista a costureira e cozinheiro. Claro que o ser humano tem talentos , mas será que os senhores juízes confiariam em se deixar ser operado por um médico apenas prático ou será que seus tribunais poderiam ser preenchidos por rábulas. O Judiciário tem sim problemas e certamente não estão em sintonia nem com os interesses populares nem com os movimentos sociais que tanto lutaram por democracia, ética e respeito aos seres humanos. As decisões judiciais ora em questão são aplicadas não pela pressão popular que ainda dorme em berço esplêndio, mas pelos que dominam o poder sempre ávidos, ágeis e fortes na pressão e nos lobbys que vivenciamos no dia - a - dia.
Outro problema que constatamos é que faltou mobilização popular,. falta aos jornalistas o pé - no - chão e um movimento realmente de massa não só pela exigência do diploma , mas por sua qualidade, pois infelizmente temos jornalistas que são apenas jornalistazinhos. É preciso que o modo de fazer jornalismo seja mudado e a imprensa fale o linguajar do povo, para que quando dele precisar para mobilizações, lutas ou defesa de interesses do jornalismo e das causas populares possa encontrar aliados e cúmplices que nenhum juiz conseguirá derrubar. A democracia da comunicação deve ser fortalecida e o mundo jornalísitico deve ficar à serviço do povo buscando o entendimento de que a pauta deve ser efetuada pela essência viva do movimento popular. Jornalista não deve ser pautado pelos interesses dos proprietários dos jornais nem por quem paga publicidade, jornalista deve buscar e fazer informação pura, verdadeira e desatrelada para o bem do jornalismo e da sociedade.
É importante que os jornalistas e a Sociedade em Geral se rebelem contra este poder tão grande dos magistrados que hoje decidem vidas, trucidam os movimentos populares ( ilegalidade de greves ) e tal com Midas tocam no povo e os transformam em ouro de tolo.
FRANCISCO DJACYR SILVA DE SOUZA - PROFESSOR

APOIAMOS ESTA LUTA


Lamentavelmente, ficamos entre as categorias, cuja exigência do diploma não se faz necessária, junto com corte e costura e culinária, como é frisado na matéria abaixo.
Segue texto publicado no site do Sindjorce, pra quem ainda não leu.


18 de junho de 2009

STF derruba exigência do diploma para o exercício do Jornalismo

Em julgamento realizado nesta quarta-feira (17/06), o Supremo Tribunal Federal deu provimento ao Recurso Extraordinário RE 511961, interposto pelo Sindicato das Empresas de Rádio e Televisão de São Paulo. Neste julgamento histórico, o STF pôs fim a uma conquista de 40 anos dos jornalistas e da sociedade brasileira, tornando não obrigatória a exigência de diploma para exercício da profissão. A executiva da FENAJ se reúne nesta quinta-feira para avaliar o resultado e traçar novas estratégias da luta pela qualificação do Jornalismo.

Representantes da FENAJ e dos Sindicatos dos Jornalistas do RS, PR, SP, MG, Município do RJ, CE e AM acompanharam a sessão em Brasília. O presidente da Comissão de Especialistas do Ministério da Educação sobre a revisão das diretrizes curriculares, José Marques de Melo, também esteve presente. Do lado de fora do prédio - onde desta vez não foram colocadas grades - houve uma manifestação silenciosa. Em diversos estados realizaram-se atos públicos e vigílias.

Às 15h29 desta quarta-feira o presidente do STF e relator do Recurso Extraordinário RE 511961, ministro Gilmar Mendes, apresentou o conteúdo do processo encaminhado pelo Sindicato das Empresas de Rádio e Televisão de São Paulo e Ministério Público Federal contra a União e tendo a FENAJ e o Sindicato dos Jornalistas de São Paulo como partes interessadas. Após a manifestação dos representantes do Sindicato patronal e da Procuradoria Geral da República contra o diploma, e dos representantes das entidades dos trabalhadores (FENAJ e SJSP) e da Advocacia Geral da União, houve um intervalo.


No reinício dos trabalhos em plenário, às 17h05, o ministro Gilmar Mendes apresentou seu relatório e voto pela inconstitucionalidade da exigência do diploma para o exercício profissional do Jornalismo. Em determinado trecho, ele mencionou as atividades de culinária e corte e costura, para as quais não é exigido diploma. Dos 9 ministros presentes, sete acompanharam o voto do relator. O ministro Marco Aurélio votou favoravelmente à manutenção do diploma.

“O relatório do ministro Gilmar Mendes é uma expressão das posições patronais e entrega às empresas de comunicação a definição do acesso à profissão de jornalista”, reagiu o presidente da FENAJ, Sérgio Murillo de Andrade. “Este é um duro golpe à qualidade da informação jornalística e à organização de nossa categoria, mas nem o jornalismo nem o nosso movimento sindical vão acabar, pois temos muito a fazer em defesa do direito da sociedade à informação”, complementou, informando que a executiva da FENAJ reúne-se nesta quinta-feira, às 13 horas, para traçar novas estratégias de luta.

Valci Zuculoto, diretora da FENAJ e integrante da coordenação da Campanha em Defesa do Diploma, também considerou a decisão do STF um retrocesso. “Mas mesmo na ditadura demos mostras de resistência. Perdemos uma batalha, mas a luta pela qualidade da informação continua”, disse. Ela lembra que, nas diversas atividades da campanha nas ruas as pessoas manifestavam surpresa e indignação com o questionamento da exigência do diploma para o exercício da profissão. “A sociedade já disse, inclusive em pesquisas, que o diploma é necessário, só o STF não reconheceu isso”, proclamou.

Além de prosseguir com o movimento pela qualificação da formação em jornalismo, a luta pela democratização da comunicação, por atualizações da regulamentação profissional dos jornalistas e mesmo em defesa do diploma serão intensificadas.
Postado por autor: sindjorce em Ação Sindical.

terça-feira, 16 de junho de 2009

VEJA ESTE POSICIONAMENTO - OUVINTES DE RÁDIO ,. ESTÁ NA HORA DE AGIR...



PROCON para ouvintes de rádio
15/06/09
O artigo publicado em Caros Ouvintes na semana passada por Francisco Djacyr Silva de Souza, vice-presidente da Associação dos Ouvintes de Rádio do Ceará, ligou o sinal de alerta. Será que o ouvinte de rádio é passivo demais?
Será que não está na hora de começar a exigir seus direitos e criar um PROCON para defender seus interesses como ouvinte? O próprio Djacyr faz a sugestão e convoca a todos para o debate. Particularmente sou cético.
Houve um momento na história recente do Brasil em que o rádio desempenhou um papel importante de conscientização, de cidadania, de patriotismo e coragem. Foi na década de 1960, a partir da Rede da Legalidade no Rio Grande do Sul, através da Rádio Guaíba, até a Rádio 9 de Julho em São Paulo com a voz firme de D. Paulo Evaristo Arns ou Rádio Olinda de Pernambuco, com os discursos contundentes de D. Helder Câmara, ou mesmo rádios como Mayrink Veiga, São Paulo, Piratininga, Marconi, apenas para citar algumas, todas fechadas pelo governo militar.
Os mentores intelectuais da revolução concluíram que não bastava fechar rádios formadoras de opinião e calar corajosos comunicadores. Era preciso criar “outro” meio de comunicação que desse o necessário circo à população, que a imbecilizasse intelectualmente e, assim, dominar a sociedade, criando uma cultura de consumo, banalizada e intelectualmente burra.
Para esse intento, os donos do poder precisavam de parcerias. Foram buscá-las em empresários de comunicações, políticos e banqueiros adesistas. Esses, por sua vez, indicavam seus compadres e amigos de confiança e assim se criou a maior rede de lavagem cerebral do país, com as concessões de FM a partir da década de 1970. Eram emissoras locais, sem grande alcance, que, nas mãos dos “radiodifusores” rigorosamente selecionados, transformaram esse importante meio de comunicação numa fonte de ignorância e alienação.
Não havia qualquer compromisso com a cultura, com a formação intelectual, com o sadio divertimento. O resultado é este conjunto desconcertante de rádios, quase todas medíocres, mal feitas, sem criatividade e caixas de repercussão daquilo que de pior se produz culturalmente neste país.
Hoje, políticos, aventureiros, oportunistas e incompetentes dominam praticamente todas as rádios, com algumas exceções que confirmam a regra. Não sabendo exatamente o que fazer com suas rádios, eles arrendam, emprestam, cedem, vendem, tudo à margem da legislação, até porque o poder concedente não tem estrutura nem competência para gerir esse monstrengo que se formou. E pensar que alguns radiodifusores ainda ficam indignados com A VOZ DO BRASIL, quando o verdadeiro autoritarismo são as concessões nas mãos de quem estão.
Nesse triste quadro, não vejo que tipo de influência o apelo popular pode ter. Eles (poder concedente e donos de rádios) estão de mãos dadas neste conluio maldito que não sinaliza qualquer possibilidade de mudança.
As tais redes que o colega Djacyr cita, também não estão preocupadas com os espaços locais ou a qualidade final de sua linha de produtos. Basta analisar o padrão de uma CBN, por exemplo, em São Paulo e o absurdo que ela representa em Salvador, onde moro. A CBN local é o anti-rádio, um exemplo acabado de irresponsabilidade , e a matriz geradora, aquela que franquia seus afiliados, e que deveria ser exigente com sua franqueada está pouco se importando com isso. Para ela (matriz) é mais importante ter a praça de Salvador para vender pacotes publicitários consistentes em São Paulo e Rio, do que exigir e cobrar pela qualidade. O resultado é que, ao final, até o anunciante que adquiriu o pacote publicitário, presumindo que seu anúncio estará inserido em todas as praças que comprou, dentro de um padrão impecável que ele conhece, acaba também ludibriado.
Sobre a questão das redes regionais, também citadas no artigo de Djacyr posso assegurar que é possível sim ter redes regionais consistentes, bem feitas, profissionais, com altíssima qualidade sem perder o “gosto” local. Há profissionais e há público para tanto. O que não há é vontade política e, sobretudo, não há empresário de radiodifusão com tal visão estratégica.
Publicado
por
J Pimentel
em Rádio e política. RETIRADO DO SITE www.carosouvintes.org.br

ALGUMAS DICAS PARA LOCUTORES...


dicas de locução

No rádio de hoje, uma boa voz não é impreterivelmente o fundamental, ainda que ajude e seja um item de importância.

Para o locutor de rádio, o mais importante é transmitir com objetividade, segurança e credibilidade na leitura da informação.

O sucesso do locutor de notícias depende principalmente de:

- conhecer os assuntos abordados;

- ler o texto antes de entrar no ar;

- marcar as palavras que devem ser lidas com ênfase;

- assinalar a pronúncia correta de nomes e lugares;

- ler sem pressa;

- interpretar (e não encenar) o texto;

- ser natural – alegre, consternado ou irônico – sempre respeitando o tom da notícia;

- acreditar no que está lendo.

Uma boa dicção valoriza o texto e não confunde o ouvinte.

Por isso, o locutor deve articular bem as palavras, sem comer letras ou sílabas inteiras, nem deixar cair o tom de voz no final das frases, atrapalhando o ritmo da leitura.

O locutor deve ficar a cerca de dez a vinte centímetros de distância do microfone, para evitar a saturação do mesmo, e por conseguinte provocar a distorção no áudio.

Na verdade, essas distância varia de acordo com a potência de voz de cada um: quanto mais forte for a voz, mais afastado o locutor deverá ficar do microfone.

Varia também com a qualidade de captação do microfone.

segunda-feira, 15 de junho de 2009

MORRE O JOGADOR TIQUINHO


Tiquinho que ficou imortalizado pelo gol do Tetracampeonato do Ceará Sporting Club Faleceu hoje e com ele morre um pouco da história do futebol cearense. Ficou imortal a narração do Gol do Tetra por Gomes Farias da Rádio Verdes Mares.

UMA DICA DE AMOR À NATUREZA - DIVULGUE NOS PROGRAMAS DE RÁDIO..É SALUTAR...



Inicie-se no ativismo


Pequenas atitudes fazem a diferença. Por que não tentar?

Por Carolina Mouta • 01/06/2009


Você acha impossível que sua contribuição diária faça diferença para o planeta? Então, que tal fazer um teste por uma semana? Os resultados podem não ser visíveis para você, mas a Terra agradece, com certeza.
1) Economize água: não deixe a torneira aberta todo o tempo enquanto lavar a louça, desligue o chuveiro enquanto se ensaboa, não lave o carro com mangueira. Conserte vazamentos de torneiras, banheiro ou canos de água. Regue jardins e gramados apenas se necessário e, quando o fizer, molhe as plantas pela manhã ou pela tarde para reduzir a evaporação.
2) Economize energia: lembre-se de que entre 18h e 20h30 existe maior gasto de energia. Evite tomar banho quente, ligar aparelhos elétricos e ficar com muitas luzes acesas neste horário. Use luzes fluorescentes também, pois gastam menos energia.
3) Dê um descanso para o carro: a emissão dos gases aumenta o estrago na camada de ozônio e, conseqüentemente, o efeito estufa. Evite o automóvel pelo menos alguns dias da semana. Se isso for impossível, dê carona a algum amigo que possa deixar o carro na garagem.


4) Recicle: a maioria dos materiais já pode ser reciclado. Separe o lixo e o direcione a quem possa aproveitá-lo.
5) Não desperdice: pense antes de imprimir algo, por exemplo, e aproveite totalmente os alimentos.
6) Cuide do todo: não jogue lixo no chão, não use produtos de empresa que fazem testes em animais, use sacolas retornáveis ao invés de plásticas.
7) Mude seus hábitos: teste produtos de origem vegetal. Existem, inclusive, materiais de limpeza nessa linha. Diminua a ingestão de carne - a pecuária é um dos grandes contribuintes para a devastação das matas.
8) Converse com os amigos: quem sabe você não convence mais alguém de te dar a mão nesta empreitada? Mas não vá exagerar! Ninguém precisa se tornar um "ecochato" para ajudar o planeta.

Carolina Mouta

um filme sobre o poder do rádio e de um bom locutor



transparente.gif (35 bytes)Bom Dia, Vietnã
Em 1965, um DJ é recrutado para comandar o programa de rádio das forças armadas americanas no Vietnã. Irreverente, ele agrada aos soldados mas também enfurece alguns oficiais. Dirigido por Barry Levinson (Rain Man) e com Robin Williams, Forest Whitaker e J.T. Walsh no elenco.



seta3.gif (99 bytes) Ficha Técnica
Título Original: Good Morning, Vietnam
Gênero: Comédia
Tempo de Duração: 121 minutos
Ano de Lançamento (EUA):
1987
Estúdio: Touchstone Pictures / Silver Screen Partners III
Distribuição: Buena Vista Pictures
Direção: Barry Levinson
Roteiro: Mitch Markowitz
Produção: Larry Brezner e Mark Johnson
Música: Alex North
Fotografia: Peter Sova
Desenho de Produção: Roy Walker
Direção de Arte: Steve Spence
Figurino: Keith Denny
Edição: Stu Linder


seta3.gif (99 bytes) Elenco
Robin Williams (Adrian Cronauer)
Forest Whitaker (Recruta Edward Montesque Garlick)
Tung Tranh Tran (Tuan)
Chintara Sukapatana (Trinh)
Bruno Kirby (Tenente Steven Hauk)
Robert Wuhl (Sargento Marty Lee Dreiweitz)
J.T. Walsh (Sargento Phillip "Dick" Dickerson)
Noble Willingham (General Taylor)
Richard Edson (Recruta Abersold)
Juney Smith (Sargento Phil McPherson)
Richard Portnow (Dan Levitan)
Floyd Vivino (Eddie Kirk)
Cu Ba Nguyen (Jimmy Wah)



seta3.gif (99 bytes) Sinopse
Saigon, 1965. Adrian Cronauer (Robin Williams), um aeronauta, foi para o sudeste da Ásia para trabalhar como disc-jockey na Rádio Saigon, que era operada pelo governo americano. Em contraste com os tediosos locutores que o precederam, Cronauer é bem dinâmico e inicia sempre as transmissões com um sonoro e vibrante "Bom Dia, Vietnã", tocando músicas que não tinham sido aprovadas por seus bitolados superiores. Mas o que realmente chamava atenção eram as piadas que ele falava durante o seu programa, provocando a indignação de Steven Hauk (Bruno Kirby), um segundo tenente que era o superior imediato de Cronauer. Hauk tinha uma necessidade enorme de provar que era superior hierarquicamente e além disto tinha um humor pueril e patético. Movido pela inveja e ciúme, ele tenta prejudicar Cronauer mas a popularidade dele é tal que é protegido pelos altos escalões. Paralelamente, Adrian sente-se atraído por Trinh (Chintara Sukapatana), uma jovem vietnamita. Uma dia, quando Cronauer estava saindo do Jimmy Wah's, um bar bem popular que era freqüentados por americanos, houve uma explosão em virtude de um explosivo plástico ter sido colocado no local. Este atentado matou duas pessoas e ainda feriu três. Apesar de ser proibido de divulgar o acontecido, Adrian narrou ironicamente o que aconteceu. Imediatamente Hauk o chamou de subversivo e foi apoiado por Phillip Dickerson (J.T. Walsh), um oficial que sempre detestou Adrian. Porém, o general Taylor (Noble Willigham) não permitiu que o incidente tomasse grandes proporções e deu só uma suspensão para Cronauer, ficando acertado que ele seria substituído por Hauk, que tentou ser engraçado mas só conseguiu ser ridículo. Para piorar, tocou várias polcas que ninguém gostava e assim conseguiu diversas críticas negativas. Além do mais, todos pediam a volta de Cronauer. Diante deste quadro, Taylor ordenou que ele fosse reintegrado, mas algo grave iria acontecer, que nem mesmo Taylor iria poder contornar.