sexta-feira, 15 de junho de 2012

UMA IDEIA INTERESSANTE - VEJA


Rádio Globo promove campanha para estudantes

13/06/12
Como parte das comemorações dos 60 anos, a Rádio Globo irá selecionar quatro estudantes de Comunicação Social para acompanhar a emissora por uma semana, cobrindo os bairros da capital paulista no ‘Globomóvel’, fazendo reportagens e acompanhando transmissões esportivas. A promoção ‘Repórter Rádio Globo 60 anos’ busca alunos do quinto semestre em diante e que residam na região metropolitana de São Paulo. Para se candidatar basta fazer cadastro no site e enviar uma reportagem de tema livre, com no máximo um minuto, até dia 30 de junho. Além da experiência nos estúdios da emissora, os escolhidos ganharão um tablet. Os arquivos de áudio serão aceitos pela produção da Globo nos formatos WMA e MP3. As participações dos estudantes selecionados acontecerão a partir da primeira semana de agosto. Com um escolhido por vez, o projeto vai chegar ao fim em dezembro.

quinta-feira, 14 de junho de 2012

UMA REFLEXÃO POÉTICA


CARTA POÉTICA À LUIZIANNE LINS

Querida e linda prefeita 
Em você sempre confiei 
Achei que eras perfeita 
E por isso um dia acreditei 

Vi muitas situações 
De gestões que arrasaram a cidade 
Mas pensei que suas ações 
Eram de gestão de verdade 

Quando vi corrupção e má vontade 
Em seus ferrenhos comandados 
Vi que sua ação na verdade 
Era feita para apaniguados 

Você enganou muita gente 
Com discurso esotérica marxista 
Mas sua ação permanente 
Fomenta a prática facista 

Deixou a cidade à deriva 
Com ruas esburacadas 
Hospitais com carência efetiva 
E muita gente embasbacada 

Na educação é desastrosa 
Comandada por incompetentes 
Nomeados pela horda odiosa 
De vereadores camaleões frequentes 

Por que você se aliou 
Com pessoas anti – povo 
Pois com isso você fomentou 
O desejo de não criar o novo 

Favelados e pobres sem direitos 
Isso é a pura verdade 
Tudo isso pelo mau efeito 
De sua gestão de infelicidade 

Há professores doentes 
Deprimidos por sua ação 
Que permite a coação frequente 
Em seu trabalho que não é só missão 

Negou piso aos professores 
E mandou simplesmente agredir
Tratando – o como malfeitores 
Só por seu direito exigir 

Por tudo isso prefeitinha 
Peço consideração 
Não me venha com sua carinha 
A seu poste pedir eleição 

( DJACYR DE SOUZA)

PARA PENSAR , VALE A PENA SER ASSIM?


quarta-feira, 13 de junho de 2012

COLOMBO SÁ E SEU CLUBE DOS TETÉUS.

Nas madrugadas de segunda a sexta o grande Colombo Sá continua com seu Clube dos Tetéus na rádio Cidade AM, 860 , vale a pena curtir. Veja ele em plena ação.

terça-feira, 12 de junho de 2012

UMA LEITURA QUE VALE A PENA - LEIA E DISCUTA ISSO


MÍDIA & IDIOMA

A falta que a leitura nos faz

Por Jorge Fernando dos Santos em 12/06/2012 na edição 698
   
Em tempos de globalização, nota-se em muitos lugares do planeta a retomada de valores regionais. Isso talvez se explique devido à necessidade natural que o homem tem de manter suas referências culturais e linguísticas ou suas raízes fincadas no chão. Diante do massacre de informações da grande mídia e da avalanche de valores impostos pela cultura de massas, o instinto de sobrevivência faz com que a humanidade reveja e reafirme valores em busca de identidade própria.
No entanto, devido à necessidade de dominar outras línguas para se sair melhor no mercado de trabalho e ter acesso rápido às informações, o que muita gente descobre é que sequer domina o próprio idioma. Sem isso, fica difícil cruzar fronteiras em busca de novas oportunidades.
Por lamentável tradição, o Brasil está longe se ser campeão de leitura. Estamos atrás dos Estados Unidos, França, Alemanha, Inglaterra, Portugal, Japão, Argentina e Cuba – para citar apenas alguns países – no consumo de livros. Isso significa que o povo brasileiro não domina plenamente a língua pátria e, por isso mesmo, deixa a desejar também no que se refere à cultura geral.
Tradição esquecida
Em vez de ajudar, a mídia muitas vezes piora as coisas com a introdução de barbarismos e a vulgarização do idioma nacional. Assim, a cada nova geração, decai a qualidade da língua escrita e falada no país.
Além de dominar um repertório de poucas palavras, o brasileiro médio, mesmo quando sabe as regras gramaticais, encontra dificuldades para se expressar por meio da escrita. Já houve tempo em que boa parte das pessoas letradas cultivava o hábito de trocar correspondência. Nas linhas manuscritas liam-se declarações de amor e amizade, tratava-se de negócios e percebia-se nas entrelinhas o nível de instrução do remetente.
Com o avanço da telefonia no país, a tradição missivista foi sendo esquecida e muita gente chegou a alimentar a ilusão de que nunca mais precisaria escrever sequer um bilhete. Talvez por isso o próprio sistema de ensino tenha deixado de lado o rigor com a redação e os antigos exercícios de composição. Como a escola primária muitas vezes mal ensina o bê-a-bá, ficou para o curso secundário a função de instrumentalizar os jovens no manuseio da palavra.
Português e literatura
Devido às próprias limitações do sistema e aos novos atrativos para a adolescência – como a música popular, cinema, televisão, internet, brinquedos eletrônicos etc. –, ensinar a escrever deixou de ser prioridade também no curso secundário. A responsabilidade foi de certa forma empurrada para a universidade, onde se estuda de tudo com alguma profundidade, menos a palavra escrita. O resultado disso está nos jornais e também se reflete nas provas de vestibulares e outros concursos realizados de Norte a Sul do país.
Apesar do exposto, muita gente alimenta o sonho de se tornar jornalista, escritor ou mesmo advogado sem saber sequer redigir um bilhete. Para complicar as coisas, aqueles que trocaram o hábito de escrever cartas pelo uso do telefone foram surpreendidos pelo advento da internet.
O e-mail, as redes sociais e salas de bate-papo virtual trouxeram de volta a necessidade da escrita simples, limpa e objetiva na vida cotidiana. Por essas e outras, passa da hora de escolas públicas e privadas levarem a sério o ensino de Português e literatura, atividade que exige acima de tudo a prática de leitura e de redação nas salas de aula.
***
[Jorge Fernando dos Santos é jornalista e escritor]
Fonte: www.observatoriodaimprensa.com.br

segunda-feira, 11 de junho de 2012

PARA REFLEXÃO


Jornal O Povo
artigo 11/06/2012
A radiodifusão e o exercício da democracia
A Constituição Federal estabelece que a radiodifusão funcione como um serviço de interesse público, indicando como diretrizes a preferência das finalidades educativas, artísticas, culturais e informativas; a promoção da cultura nacional e regional; a regionalização da programação; e o respeito a valores éticos e sociais. Por outro lado, a lógica de mercado que conduz os canais comerciais faz com que eles se comportem como negócios privados em busca de lucro, desprezando sua função pública.

Diante disso, é fundamental que haja regulação jurídica e controle social sobre o funcionamento dos veículos de radiodifusão. Uma forma de controle já em vigor é o mecanismo da outorga de concessões públicas como requisito para poder usar sinal de rádio ou televisão. Pelo termo de concessão, o concessionário se compromete a algumas coisas, dentre elas, a de não “alugar” espaços em sua programação a não ser para publicidade até o limite de 25%. Isso favorece que os canais se preocupem em produzir programações interessantes que atraiam o público em vez de serem apenas balcões de aluguel de espaço de mídia.

Como as palavras que estão na lei nem sempre têm essa mesma clareza, desvios acontecem. Admitir o aluguel de espaços em rádios e TVs é favorecer que a definição dos conteúdos não se guie pelo interesse da audiência ou pelo interesse público, mas pelo interesse de algum grupo ideológico imposto através do abuso poder econômico.

Segundo dados do Intervozes, canais de grande porte e de alcance nacional já estão “alugando” 40 horas, às vezes, 50 horas de programação por semana. Os grupos que alugam esses horários não se comprometem com nada que determina a Constituição. Assim, paulatinamente, a programação de TV e rádio vai deixando de ser um serviço com finalidade pública e passa a ser um espaço loteado acessível apenas a quem possui dinheiro.

A lógica não está mais pautada no debate e no diálogo entre os vários pontos de vista, mas na construção de monólogos paralelos que nunca se tocam nem se encontram. Não é esse tipo de comunicação que produz diversidade nem empodera para o exercício da democracia.

Jairo Ponte
Advogado, mestre em Direito e professor universitário

domingo, 10 de junho de 2012

Veja esta ação comunicação e eleições.


PROPAGANDA ELEITORAL

Acert faz debate sobre as eleições

07.06.2012
A Associação Cearense de Emissoras de Rádio de Rádio e Televisão (Acert) iniciou, ontem, a preparação das emissoras associadas para a cobertura das eleições deste ano, com a realização de um seminário sobre a legislação eleitoral. O procurador regional eleitoral, Márcio Torres, considerou a iniciativa como mais um passo importante no relacionamento do Ministério Público com a sociedade, destacando a relevância do papel da imprensa para o exercício da democracia.

Foto
Representantes de emissoras de Rádio e Televisão cearenses reunidos em encontro promovido pela Acert, para tratar de eleição FOTO: JOSÉ LEOMAR
Além de tirar dúvidas de radialistas e dirigentes de emissoras de rádio e televisão o procurador pediu o apoio da imprensa para que, em cada cidade, se tenha uma campanha eleitoral limpa, tanto no aspecto da poluição visual quanto sonora. Também pediu divulgação dos casos em que a Câmara Municipal tenha desaprovando Contas de Governo do prefeito ou ex-prefeitos e agora esteja se preparando para realizar um novo julgamento.

O seminário, A Liberdade de Imprensa no Rádio e na Televisão no Período Eleitoral, foi realizado ontem de manhã, no auditório da Anatel, em Fortaleza. Na abertura dos trabalhos o presidente da Acert, jornalista Edilmar Norões, agradeceu a presença de todos e recomendou o cumprimento da legislação.

Resoluções
Após o encontro avaliou o resultado como positivo e informou que em agosto, quando se aproximar o período da propaganda eleitoral gratuita no rádio e na televisão, fará encontros no interior do Estado.

Antes do seminário cada participante recebeu uma pasta com a programação e cópia das resoluções do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) que tratam da propaganda eleitoral e condutas ilícitas em campanha; divulgação de pesquisas eleitorais e; sobre representações, reclamações e pedido de direito de resposta.