Recebemos excelentes recomendações do Ouvinte ZÉ IVAN, morador do Bairro do Montese do Programa Dimensão Total apresentado aos domingos de 10 às 12 horas na Rádio Assunção 620Khz. Fica o recado. participe deste programa.
sábado, 1 de junho de 2013
sábado, 11 de maio de 2013
FESTA DO DIA DAS MÃES ASSOCIAÇÃO DE OUVINTES DE RÁDIO.
| Adicionar legenda |
UMA FESTA MEMORÁVEL : É ISTO QUE PODEMOS DIZER DA FESTA DAS MÃES PROMOVIDA PELA ASSOCIAÇÃO DE OUVINTES DE RÁDIO. MÚSICA, POESIA, CONHECIMENTO, ALEGRIA E SIMPLESMENTE EMOÇÃO MARCARAM ESTE MOMENTO. NA REALIDADE UMA VISÃO DE QUE PRECISAMOS VALORIZAR A QUEM NOS VALORIZA.
sexta-feira, 10 de maio de 2013
NOSSA MENSAGEM PARA O DIA DAS MÃES.
tem um pouco de Deus e muito de anjo.
Pela incansável solicitude dos cuidados seus, uma mulher
Na velhice, admirável vigor da juventude, se de pouca
dos que ama, e quando rica, todos os seus tesouros daria para
não sofrer no coração, a dor da ingratidão.
Uma mulher, que sendo forte, estremesse com o gemido de
uma criança, e sendo frágil, consegue reagir com a bravura
de um leão.
Uma mulher, que enquanto viva, não lhe damos o devido valor,
porque ao seu lado, todas as dores são esquecidas, entretanto
quanto morta, daríamos tudo o que somos e tudo o que temos
para vê-la de novo, ao menos por um só momento.
Receber dela um só abraço, e ouvir de seus lábios uma
só palavra.
Feliz dias das mães
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dia das mães; mães ouvintes de rádio
sábado, 4 de maio de 2013
UM BOM TEXTO SOBRE O RÁDIO
ARTIGO - ROBERTO DAMATTA
Publicado:
Atualizado:
Pertenço ao século do rádio, da revista semanal, do bonde e de uma praia onde o banho de mar era obrigatório. Íamos só de “calção de banho” e não comíamos nada. As “meninas” levavam as “barracas”, que os mais bem apanhados “armavam” vendo de perto o espetáculo gracioso e “casual” de observar como elas despiam as suas “saídas de praia”, revelando corpos impecáveis. A praia parava para ver a chegada de certas moças, como a irmã do Nilton. Ou a mãe do Manuão, especialista — diziam — em freudianamente desvirginar os amigos do filho.
A ponte entre a fantasia do sexo real e a irrealidade do romance ideal que invariavelmente terminava na confissão arrependida era preenchida pelo rádio, no canto de um Tony Bennett quando ele entoava “Stranger in Paradise” (“Estranho no Paraíso”). O paraíso representado pelo corpo desejado, mas ainda desconhecido, de uma mulher — esse outro do qual saímos e ao qual, numa hora encantada, voltamos inventando a nossa masculinidade. Lembro que a belíssima canção era uma versão americanizada das Danças Polovitisianas da ópera “Príncipe Igor”, de Alexandre Bodorin, popularizada num musical da Broadway chamado “Kismet”, que os mais grosseiros chamavam de “quis meter” numa falta de gosto que feria a sensibilidade dos mais cultos e puros de coração.
Tudo era construído pelo rádio e foi pelo rádio lá de casa que testemunhei o poder do drama no choro aberto de mamãe e nas lágrimas contidas de meu pai ao ouvirem religiosamente a novela “O direito de nascer”. Deste mesmo rádio, ouvi o final da Segunda Guerra Mundial, o suicídio de Vargas e aprendi a imaginar campos de futebol e seus jogos maravilhosos pela voz de Oduvaldo Cozzi. Ao lado de suas pilhas chorei quando vencemos a Copa em 1958 e ouvi o programa humorístico “Balança mas não cai”, que os mais velhos censuravam com o eterno “este mundo está perdido”, no que eu, hoje mais velho que eles, reitero que sempre esteve e vai estar.
O rádio era o meio e o mundo brasileiro (falado, ouvido e cantado), a mensagem.
Naquele Brasil de “80% de analfabetos de pai e mãe”, conforme era banal dizer com um certo gosto e, às vezes, superioridade, quem não tinha rádio não estava no mundo.
Jaz aqui na minha frente a caixinha retangular de um velho rádio Sharp de duas bandas e dez transistores que comprei em Marabá no dia 3 de outubro de 1961, quando — em meio ao meu trabalho de campo com os índios Gaviões — alienei-me dos acontecimentos políticos nacionais deflagrados pela renúncia de Jânio Quadros. O comerciante sírio-brasileiro que me vendeu o aparelho disse que o “bichinho pegava tudo”. As estruturas eletrônicas do rádio iam me tirar das tais “estruturas sociais” tocadas a Lévi-Strauss que eu perseguia com tanto ardor.
Voltamos para a aldeia com o rádio. Queríamos notícias, mas os nossos constrangidos anfitriões, pois fomos nós que nos intrometemos autoritariamente em suas vidas, queriam música. E música sertaneja, naquela época representada pelo baião.
Uma noite, quando ouvíamos o noticiário político, o nosso mais dedicado instrutor, Aproronenum — conhecido entre os sertanejos pelo nobre apelido de Zarolho — pediu música. Girei o indicador para satisfazê-lo e em torno do rádio formou-se uma alegre plateia.
Logo descobri que a novidade não era bem a música, mas o fato de ouvir e ver uma caixa cheia falante. Quando a música terminou, um índio que eu mal conhecia, um sujeito mal encarado, demandou exprimindo o desejo do grupo:
— Manda ele cantar de novo!
— Não posso — respondi atônito diante do radiozinho falante, mas surdo diante do meu problema.
— Mas como não pode? Se ele fala, ele ouve! — disse o Gavião, que havia chegado na aldeia durante os dias que estive em Marabá.
Recordando muito mal o que sabia de transmissores, tentei explicar o rádio. Esse rádio que havia permeado a minha vida e que eu descobria não saber sobre como ele funcionava. Vi então que sabia pouco do meu próprio mundo. Eu simplesmente, como Weber denunciou faz tempo no seu “A ciência como vocação”, era moderno. Nada sabia das entranhas dessas entidades mágicas que constituíam o meu mundo.
Roberto DaMatta é antropólogo
Como descobri o rádio
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Rádio; Roberto daMatta; o globo.
o que vem por aí?
ATENÇÃO
A ASSOCIAÇÃO DE OUVINTES DE RÁDIO DO CEARÁ estará realizando no próximo dia 11 de Maio de 2013 a Festa da Mãe Ouvinte de Rádio. Será na CASA DE JUVENAL GALENO - RUA GENERAL SAMPAIO, 1128 - CENTRO. Contamos com a presença de todos personagens do mundo do rádio.
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Dia das mães;ouvintes de rádio.
domingo, 7 de abril de 2013
E HOJE É DIA DO JORNALISTA - NOSSOS PARABÉNS...
O DIA DO JORNALISTA
A profissão de jornalista é muito desgastante e de muita responsabilidade. Uma palavra que têm uma bela sinonímia, a ética o jornalista deve abraçá-la de vez, já nos bancos da instituição acadêmica. Jornalismo se faz por amor e com responsabilidade. Jornalista é a pessoa ou profissional que exerce atividade jornalística como redator, repórter, fotógrafo, editor, apresentador entre outras. O jornalista deve ser eclético, visto que a profissão exige isso do profissional. Ele tem que ser clínico geral, já que a área do jornalismo é vasta. O dia do jornalista já foi comemorado em várias datas. No dia 24 de janeiro por ocasião da data do padroeiro da profissão, São Francisco de Sales (bispo e doutor da Igreja Católica) para homenagear os profissionais do jornalismo.
O dia 29 de janeiro tem uma particularidade e faz parte da história do Brasil, a data, de longe, mais citada nos calendários comemorativos brasileiros, mas ao mesmo tempo, a que menos tem referências à sua criação. As informações vão desde uma homenagem ao jornalista e abolicionista José do Patrocínio falecido em 1905, até se tornando uma data eminentemente católica. No dia 16 de abril comemora-se o dia do repórter como na definição acima, trata-se de um profissional do jornalismo, por tabela poderíamos afirmar ser dia do jornalista também. Lá pelos idos de 1830 quando do assassinato de um jornalista no mês de abril do citado ano - foi instituído pela Associação Brasileira de Imprensa o dia do jornalista em homenagem a João Batista Líbero Badaró, médico e jornalista, que morreu assassinado por inimigos políticos, em São Paulo, em 22 de novembro de 1830. Com essas informações o dia do jornalista fica assoberbado por diversas e diferentes nuances. Essa cronologia para que fique guardada em nossas memórias tiveram aspectos históricos e importantes para culminar com um dia certo para homenagem ao jornalista brasileiro.
Vejam: O movimento popular gerado por sua morte levou à abdicação de D. Pedro I, no dia 7 de abril de 1831. Um século depois, em 1931, em homenagem a esse acontecimento, o dia 7 de abril foi instituído como o “Dia do Jornalista”. Seguindo a via-crúcis mais uma data modificou novamente o cenário de comemorações. 03 de maio - pode ser considerado o Dia do Jornalista por ser a data da Liberdade de Imprensa, decretada pela ONU em 1993. Não terminou aí a indecisão e a data propícia para homenagear o homem da mídia e da imprensa. Em data a posteriori mais precisamente em 01 de junho – Dia da Imprensa que durante 192 anos foi comemorado, erroneamente, em 10 de setembro (atribuía-se à Gazeta do Rio de Janeiro, jornal oficial do Império, ser o primeiro jornal brasileiro). No Brasil, a Imprensa surge em 1808, quando passou a circular, em 1º de junho, o “Correio Braziliense”, editado em Londres por Hipólito José da Costa Pereira Furtado de Mendonça. A jornalista Daniela Bertocchi afirma que existe o dia mundial do jornalista, Levando-se em conta o maior número de pessoas comemorando, o dia 8 de novembro que seria o dia oficial, em que 1,3 bilhões de chineses comemoram a data. Nos EUA, o dia do jornalista é comemorado em 8 de agosto e mais datas surgem em pesquisas em outros países. No Brasil, pátria amada, idolatrada pergunta-se por que o dia 7 de abril?
O Dia do Jornalista é comemorado no Brasil no dia 7 de abril, em homenagem a João Batista Líbero Badaró, médico e jornalista, brasileiro de origem italiana, que morreu assassinado por inimigos políticos, em São Paulo, no dia 7 de abril de 1830, durante uma passeata de estudantes em comemoração aos ideais libertários da Revolução Francesa, como foi citado antes e nas entrelinhas dessa matéria. Já o dia Nacional de Luta em defesa do Diploma iniciou-se no I Congresso Brasileiro de Jornalistas, em 1918, no Rio de Janeiro, quando pela primeira vez foi reivindicado o estabelecimento de um curso específico de nível superior para a profissão. “Desde então, os jornalistas brasileiros vêm lutando pelo direito a uma regulamentação que garanta o mínimo de qualificação profissional àqueles que pretendam trabalhar como jornalistas.” Vejam que a batalha é ferrenha e antiga pelos ideais do jornalismo ser exercido por profissionais possuidores de curso superior, ou mesmo aqueles que tiveram o direito adquirido pela vasta colaboração que deram à imprensa de ontem e de hoje no Brasil. Aproveitamos o dia de hoje para desejar sucesso a todos os jornalistas do Ceará e do Brasil e que a luta em prol dos direitos do jornalista continue, apesar de diversas atribuições destinadas a profissionais do jornalismo tenham sido tolhidas. E que as empresas jornalísticas possam dar aquilo que é mais do que sagrado, a assinatura da carteira profissional como jornalista e não radialista. Nada contra nossos companheiros que fazem à mídia falada que também tem sua importância fundamental para o público mais carente e menos privilegiado e para aqueles que realmente adoram o rádio desde sua inserção no Brasil
ANTONIO PAIVA RODRIGUES-MEMBRO DA ACI E DA ALOMERCE
A profissão de jornalista é muito desgastante e de muita responsabilidade. Uma palavra que têm uma bela sinonímia, a ética o jornalista deve abraçá-la de vez, já nos bancos da instituição acadêmica. Jornalismo se faz por amor e com responsabilidade. Jornalista é a pessoa ou profissional que exerce atividade jornalística como redator, repórter, fotógrafo, editor, apresentador entre outras. O jornalista deve ser eclético, visto que a profissão exige isso do profissional. Ele tem que ser clínico geral, já que a área do jornalismo é vasta. O dia do jornalista já foi comemorado em várias datas. No dia 24 de janeiro por ocasião da data do padroeiro da profissão, São Francisco de Sales (bispo e doutor da Igreja Católica) para homenagear os profissionais do jornalismo.
O dia 29 de janeiro tem uma particularidade e faz parte da história do Brasil, a data, de longe, mais citada nos calendários comemorativos brasileiros, mas ao mesmo tempo, a que menos tem referências à sua criação. As informações vão desde uma homenagem ao jornalista e abolicionista José do Patrocínio falecido em 1905, até se tornando uma data eminentemente católica. No dia 16 de abril comemora-se o dia do repórter como na definição acima, trata-se de um profissional do jornalismo, por tabela poderíamos afirmar ser dia do jornalista também. Lá pelos idos de 1830 quando do assassinato de um jornalista no mês de abril do citado ano - foi instituído pela Associação Brasileira de Imprensa o dia do jornalista em homenagem a João Batista Líbero Badaró, médico e jornalista, que morreu assassinado por inimigos políticos, em São Paulo, em 22 de novembro de 1830. Com essas informações o dia do jornalista fica assoberbado por diversas e diferentes nuances. Essa cronologia para que fique guardada em nossas memórias tiveram aspectos históricos e importantes para culminar com um dia certo para homenagem ao jornalista brasileiro.
Vejam: O movimento popular gerado por sua morte levou à abdicação de D. Pedro I, no dia 7 de abril de 1831. Um século depois, em 1931, em homenagem a esse acontecimento, o dia 7 de abril foi instituído como o “Dia do Jornalista”. Seguindo a via-crúcis mais uma data modificou novamente o cenário de comemorações. 03 de maio - pode ser considerado o Dia do Jornalista por ser a data da Liberdade de Imprensa, decretada pela ONU em 1993. Não terminou aí a indecisão e a data propícia para homenagear o homem da mídia e da imprensa. Em data a posteriori mais precisamente em 01 de junho – Dia da Imprensa que durante 192 anos foi comemorado, erroneamente, em 10 de setembro (atribuía-se à Gazeta do Rio de Janeiro, jornal oficial do Império, ser o primeiro jornal brasileiro). No Brasil, a Imprensa surge em 1808, quando passou a circular, em 1º de junho, o “Correio Braziliense”, editado em Londres por Hipólito José da Costa Pereira Furtado de Mendonça. A jornalista Daniela Bertocchi afirma que existe o dia mundial do jornalista, Levando-se em conta o maior número de pessoas comemorando, o dia 8 de novembro que seria o dia oficial, em que 1,3 bilhões de chineses comemoram a data. Nos EUA, o dia do jornalista é comemorado em 8 de agosto e mais datas surgem em pesquisas em outros países. No Brasil, pátria amada, idolatrada pergunta-se por que o dia 7 de abril?
O Dia do Jornalista é comemorado no Brasil no dia 7 de abril, em homenagem a João Batista Líbero Badaró, médico e jornalista, brasileiro de origem italiana, que morreu assassinado por inimigos políticos, em São Paulo, no dia 7 de abril de 1830, durante uma passeata de estudantes em comemoração aos ideais libertários da Revolução Francesa, como foi citado antes e nas entrelinhas dessa matéria. Já o dia Nacional de Luta em defesa do Diploma iniciou-se no I Congresso Brasileiro de Jornalistas, em 1918, no Rio de Janeiro, quando pela primeira vez foi reivindicado o estabelecimento de um curso específico de nível superior para a profissão. “Desde então, os jornalistas brasileiros vêm lutando pelo direito a uma regulamentação que garanta o mínimo de qualificação profissional àqueles que pretendam trabalhar como jornalistas.” Vejam que a batalha é ferrenha e antiga pelos ideais do jornalismo ser exercido por profissionais possuidores de curso superior, ou mesmo aqueles que tiveram o direito adquirido pela vasta colaboração que deram à imprensa de ontem e de hoje no Brasil. Aproveitamos o dia de hoje para desejar sucesso a todos os jornalistas do Ceará e do Brasil e que a luta em prol dos direitos do jornalista continue, apesar de diversas atribuições destinadas a profissionais do jornalismo tenham sido tolhidas. E que as empresas jornalísticas possam dar aquilo que é mais do que sagrado, a assinatura da carteira profissional como jornalista e não radialista. Nada contra nossos companheiros que fazem à mídia falada que também tem sua importância fundamental para o público mais carente e menos privilegiado e para aqueles que realmente adoram o rádio desde sua inserção no Brasil
ANTONIO PAIVA RODRIGUES-MEMBRO DA ACI E DA ALOMERCE
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Dia do Jornalista; jornalismo.
sexta-feira, 5 de abril de 2013
Queiroz Ribeiro despedindo-se da rádio 92,9
MAIS UM QUE DEIXA O RÁDIO PERDENDO PARA O ARRENDAMENTO.
QUE MALDADE PARA O RÁDIO.
QUE MALDADE PARA O RÁDIO.
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rádio; arrendamento; despedida de locutor
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