terça-feira, 9 de outubro de 2012

DISCUSSÃO SOBRE A HISTÓRIA DO RÁDIO NO BRASIL


MÍDIA RADIOFÔNICA

Por uma história da Mayrink

Por Ruy Castro em 09/10/2012 na edição 715
Reproduzido da Folha de S.Paulo, 8/10/2012
   
Em surdina, o rádio no Brasil fez 90 anos. A 7 de setembro de 1922, alto-falantes instalados na Exposição do Centenário, na esplanada do Castelo, no Rio, transmitiram o hino nacional, o discurso do presidente Epitácio Pessoa e a ópera “O Guarani”, de Carlos Gomes. Tudo emanado do Theatro Municipal. O som era execrável, mas o povo vibrou. A façanha coube a Edgard Roquette-Pinto, hífen e tudo, que, um ano depois, poria no ar a Rádio Sociedade do Rio de Janeiro.
Quase todos os textos que contam essa história dão um salto de 30 anos e vão direto para a Rádio Nacional nos anos 50, com o Repórter Esso, a novela O Direito de Nascer, o humorístico Balança, Mas Não Cai, o musical Um Milhão de Melodias e as batalhas entre as fãs de Marlene e Emilinha. Como se só a Nacional tivesse existido. Mas a história é outra. De 1932 a 1942, foi na Rádio Mayrink Veiga, também do Rio, que surgiram os programas humorísticos, o radioteatro – precursor das novelas –, os debates e as transmissões feitas da rua, inclusive esportivas. Foi também a primeira emissora a ficar 24 horas no ar, a transmitir de outro país (a Argentina) e, através de antenas especiais, a se fazer ouvir no Nordeste, pelo menos à noite.
Um dos responsáveis por tudo isso foi seu diretor artístico, o paulista Cesar Ladeira, que chamou Carmen Miranda de “A pequena notável” e Francisco Alves, de “O rei da voz”, entre os grandes cartazes que contratou para a Mayrink. Somente nos anos 40, com o dinheiro do governo federal, é que a Nacional conseguiu desbancá-la, contratando inclusive Cesar Ladeira. Dez anos depois, a Mayrink também foi comprada pelo governo e, a 1º de abril de 1964, destruída fisicamente por adeptos dos militares, que jogaram seu equipamento na rua.
Faz falta uma história da Rádio Mayrink Veiga.
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[Ruy Castro é jornalista, escritor e colunista da Folha de S.Paulo]

domingo, 7 de outubro de 2012

GRANDE PROSSIONAL

para quem ainda não conhece eis aí a Jornalista da Rádio O POVO / CBN que nos brinda à tarde com seu programa REVISTA DO POVO. Na foto com Dilson Alexandre, professor e jornalista de grande participação no Ceará. Alexarndar Sousa é respeitosa com o ouvinte e tem uma capacidade muito grande de discernimento do valor de quem participa dos programas de rádio. Que os outros profissionais aprendam com ela. Uma lição de humildade e profissionalismo. 

sábado, 6 de outubro de 2012

terça-feira, 2 de outubro de 2012

VEJA ESTA OPINIÃO SOBRE O RÁDIO VIA FACEBOOK, VOCÊ CONCORDA?


Falta um Rádio de Amplitude Modulado feito com responsabilidade em Fortaleza, temos profissionais do ramo capazes, faltando empresários comprometidos. Infelizmente, não dispomos de nenhuma emissora com uma programação local por 24:00 horas com destaque e com respeito ao ouvinte por aqui. Na realidade é necessário contratarem produtores e diretores competentes para elaborarem uma programação que agrade a todos os segmentos, unindo qualidade e ao mesmo tempo agregando ao prefixo um cem números de ouvintes capazes de proporcionar forte aceitação ao veículo. Se assim for, comercialmente será destaque e isso chama-se-a audiência, assim sendo, essa empresa estará propensa ao êxito. O EMPRESÁRIO que investir com acerto terá crescimento no ramo de comunicação, mas pra isso é necessário ser corajoso. O local para instalação da emissora é importante, o prédio tem que ser projetado para aquele fim, a aquisição dos transmissores, mesas de som, microfones, enfim, todo equipamento tem que ser de última geração, em suma, tudo que desrespeito a um pensar grande for feito com exatidão e comprometimento, pode acreditar, será sucesso garantido! Temos que estar dispostos as mudanças, saindo de vez da mesmice. ai eu acredito!

CARLOS CÂMARA NA CASA DA COMÉDIA CEARENSE