segunda-feira, 16 de julho de 2012

FILHO FALA DE TONY MORAIS

Vale a pena divulgar o depoimento do filho do cantor Tony Morais barbaramente assassinado nesta cidade que em termos de violência está ficando inabitável.
Veja o depoimento do jovem Bruno feito no blog gente de mídia administrado pelo radialista Nonato Albuquerque.


Amigo Nonato, lhe agradeço a lembrança ao meu pai. Passa um filme na cabeça e um filme só de lembranças boas. Ele só fazia o bem. E como ele dizia "meu filho, faço o bem sem ver a quem.". Era muito humilde e ajudava a todos. 
É muito bom saber que tanta gente queria bem a ele, e é isso que dará força para nossa família. Ele ajudava muitas pessoas e muitas dessas pessoas nossa família nem sabia... Nunca vamos esquecer ele... Um pai, um marido, um Amigo, um Exemplo. 
Aproveito também para agradecer a todos os amigos, fãs e a todos que ajudaram de uma forma ou outra. Aproveito para acrescentar que ele lhe queria muito bem. Obrigado por tudo, Agradeço a você por ele. "O Passarinho nunca [vai] parar de cantar..." 
Bruno Morais. em NOMES. A morte lamentada de Tony Morais

domingo, 15 de julho de 2012

NOVA DIRETORIA BIÊNIO 2012/2014


Caros Estimados colegas ouvintes, eleita a nova diretoria que dará novos rumos à nossa associação no biênio 2012/2014. Firmes e fortes, novas conquistas virão. Aouvir/CE.  

DIRETORIA BIÊNIO 2012/2014
PRESIDENTE:  
FRANCISCO DJACYR SILVA DE SOUZA
VICE-PRESIDENTE:
 MARIA DE FÁTIMA MORAES
1º SECRETÁRIO:
LUÍS FERNANDO EVANGELISTA FERREIRA
2º SECRETÁRIO:
ERIVALDO DE BRITO NOBRE
TESOUREIRO:
ANTÔNIO PAIVA RODRIGUES
CONSELHO FISCAL:
 MARIA LENIR ARAÚJO
LUZIA GURGEL DO AMARAL
MARIA LINA CUNHA MOURA
ASSESSORIA DE RELAÇÕES PÚBLICAS:
MARIA JOSÉ RODRIGUES VIANA
TEREZINHA NOGUEIRA DA SILVA
DÉCIO BRANDÃO

O OUVINTE É CULPADO?

Com a dureza da Legislação Eleitoral para o Rádio , algumas emissoras de Fortaleza ( Rádio Cidade e Rádio Metropolitana) resolveram tirar o ouvinte do ar. Que providência maravilhosa, quer dizer que o ouvinte não tem discernimento para compreender uma lei eleitoral? Ou será que na rádio não teria ninguém  para alertá - lo que não pode falar em política, o que aliás é uma perfeita falta de democracia proposta pelo Tribunal Regional Eleitoral.... Mas sempre a corda quebra no lado mais fraco, ou seja, o ouvinte é o culpado. Tem radialista mandando alô para candidato e ninguém diz ou faz nada, mas o ouvinte não pode falar de política ,  poupe - me...

sábado, 14 de julho de 2012

sexta-feira, 13 de julho de 2012

UMA PUBLICAÇÃO SOBRE O RÁDIO

E O RÁDIO? NOVOS HORIZONTES MIDIÁTICOS.

RÁDIO GLOBO SAI DE CENA

ATENÇÃO OUVINTES:

 A partir de domingo não haverá mais a parceria da Rádio Globo com a Rádio Assunção. Assim, a mesma sairá da programação de nossa cidade. Os ouvintes como sempre não sabem de nada, o contrato se encerrou e com isso a Rádio Assunção voltará a seu antigo nome com programação local.

quinta-feira, 12 de julho de 2012

VEJA ESTE LANÇAMENTO


ESTANTE

A radiodifusão e sua relação com o poder

10/07/2012 na edição 702
Radiodifusão no Brasil: poder, política, prestígio e influência, de Genira Chagas, 152 pp., Editora Atlas, São Paulo, 2012
   
[do release da editora]
A importância da radiodifusão nas relações de poder é o foco da análise da jornalista e doutora em comunicação política Genira Chagas, em Radiodifusão no Brasil: poder, política, prestígio e influência,lançamento da Editora Atlas. A autora resgataa história da radiodifusão e sua relação com o Estado, desde sua institucionalização com o Decreto 20.047, de 1931, no Governo Getúlio Vargas. Com base nas narrativas que envolvem a legislação para a radiodifusão, pode-se dizer que boa parte da história política nacional, a partir dos anos 30 do século XX, passa pela rádio e pela televisão.
Para realizar sua pesquisa, inédita nas áreas da Comunicação Política e das Ciências Sociais, Genira Chagas recorreu aos documentos da Fundação Getúlio Vargas e ao acervo particular do ministro das Comunicações comandante Euclides Quandt de Oliveira (1974-1979); entrevistou José Bonifácio de Oliveira Sobrinho, o Boni, figura-chave em todo o processo de formação da televisão brasileira, além de representantes do Ministério das Comunicações e da Anatel (Agência Nacional de Telecomunicações), bem como os principais atos jurídicos que regem o setor.
A jornalista percorre diversos períodos históricos mostrando o posicionamento da radiodifusão e do Estado em momentos de inflexão e de abertura política; em períodos de crescimento e de incerteza econômica. Os eventos pesquisados revelam como os meios eletrônicos de difusão se transformaram em instrumento de ação política, com os quais é possível mobilizar a audiência, uma força determinante que surge com a radiodifusão.
Sobre a autora
Genira Chagas é jornalista, mestre em Comunicação e Semiótica e doutora em Política pela Pontifícia Universidade Católica de São Paulo (PUC – SP). Pesquisadora do Núcleo de Estudos em Arte, Mídia e Política da PUC-SP. Sua área de estudos está relacionada às telecomunicações, com foco na radiodifusão. Atua profissionalmente no Departamento de Comunicação da Universidade Estadual Paulista (Unesp), em São Paulo.
Fonte: site do Observatório da Imprensa.