domingo, 18 de dezembro de 2011

SEMP TOSHIBA FAZ NOVA CAMPANHA PUBLICITÁRIA

Semp Toshiba apresenta nova campanha publicitária

Há 70 anos no mercado de eletroeletrônicos, a empresa reforça seus valores e sua importância histórica no segmento; a campanha estreia hoje, 16 de dezembro, e alia o tradicional ao novo.
São Paulo – A Semp Toshiba, um dos maiores e mais tradicionais fabricantes de eletroeletrônicos do Brasil, com uma extensa linha de produtos desde áudio e vídeo, passando por informática e incluindo celulares, lança uma nova campanha institucional denominada “Celebridades”. O objetivo é compartilhar os valores da única empresa do setor eletroeletrônico que atua há 70 anos no mercado, sem interrupção. Foi a Semp Toshiba que há 69 anos fabricou o primeiro rádio no Brasil, e há 60 anos, em 1951, fabricou o primeiro televisor do Brasil.
A Semp Toshiba conta hoje com um “verdadeiro País chamado Semp Toshiba”, com mais de 100 milhões de consumidores que interagem diariamente com sua extensa linha de produtos. São mais de 33 milhões de televisores fabricados desde então, o equivalente a venda de um televisor por minuto, todas as horas, todos os dias, desde 1951.
Nos filmes, valorizando a longevidade da empresa, celebridades de diferentes gerações interagem com os produtos da Semp Toshiba. No primeiro filme, por exemplo, Francisco Cuoco destaca para Bruno Gagliasso a sua longa trajetória de sucesso nas telas das TVs Semp Toshiba. No outro filme, Evandro Mesquita enfatiza aos integrantes do grupo Restart que fez muito sucesso nos produtos Semp Toshiba com sua carreira de músico.
“Somos responsáveis por grandes momentos vividos nestes 70 anos de história da nossa empresa no setor eletroeletrônico. O objetivo de nossa campanha é reforçar o valor histórico de nossa empresa e mostrar ao público a nossa longevidade através das gerações que interagem com os produtos da Semp Toshiba”, afirma Afonso Hennel, presidente da Semp Toshiba.
Criada pela Talent, a campanha será veiculada nas TVs aberta e a cabo, revistas e internet. Inicialmente, foram produzidos dois filmes para a mídia eletrônica de 30 segundos de duração, além de anúncios para mídia impressa, peças desenvolvidas para os principais portais de notícias e materiais de ponto de venda.
Agência: Talent Propaganda | Cliente: Semp Toshiba | Títulos: Bruno Gagliasso - Francisco Cuoco / Evandro Mesquita -Restart | Produto: Institucional | Direção de Criação: João Livi / Alexandre Nego Lee / Rodrigo Bombana | Criação: João Livi / Alexandre Nego Lee / Rodrigo Bombana / Fabio Mozeli/ Fabiano Pinel | Produtor de RTVC: Maria Herminia Weinstock / Tato Freire | Atendimento: Fernanda Sarno /Marcel Bonzo/ Eliana Ricci | Planejamento: Mari Zampol / Fernanda Barbosa | Mídia: Paulo Stephan / Mauricio Almeida / Leila Rocha | Produtora de imagem: Prodigo Films | Atendimento da produtora: Renata Correa | Direção: Silvia Sendacz | Direção de fotografia: Ralph Strelow | Produtor Executivo: Francesco Civita | Montador: André Dias | Finalizador: Equipe Prodigo Films | Produtora de finalização: Equipe Prodigo Films | Produtora de Som: A Voz do Brasil | Produtor: Alan Terpins / Rosana Souza | Locutor: Cassiano Ricardo | Aprovação do cliente: Afonso Hennel | Data de Veiculação: 16/12/2011.
Perfil-A Semp Toshiba é uma das maiores fabricantes de eletroeletrônicos do Brasil e possui o mais extenso portfólio de produtos do setor. A Semp Toshiba Amazonas, localizada em Manaus, fabrica TVs, DVDs, áudio portátil, mini systems, micro systems, além de uma linha completa de telefones sem fio. A STI – Semp Toshiba Informática, de Salvador, fabrica desktops, notebooks, netbooks, tablets, servidores e uma linha voltada à mobilidade, incluindo celulares, entre outros produtos. As marcas Toshiba, STI e Semp são reconhecidas pela inovação, pela tecnologia e, sobretudo, pela qualidade e confiabilidade dos seus produtos. Fundada há quase 70 anos, a Semp Toshiba possui capital majoritariamente nacional e conta com cerca de 3 mil funcionários, entre as unidades de Manaus, Salvador, São Paulo e Cajamar (SP).

sábado, 17 de dezembro de 2011

Sábado Vermelho - Cel. Brasil da Casa Militar, agride mulher de PM e pux...

Cap Wagner

uma imagem que vai ficar sempre nos carnavais e na vida...

O CARNAVAL NUNCA MAIS FOI O MESMO DEPOIS DO GRANDE CARNAVALESCO HOJE FALECIDO , SEU NOME MERECE GLÓRIAS E APLAUSOS... OBRIGADO POR TER NOS DADO ALEGRIA , JÁ QUE TEMOS TÃO POUCO A COMEMORAR...

políticos usam rádio para benefício próprio

Ao longo de sua história o rádio tem sido um excelente palanque eleitoral.  No Paraná, radialistas com grande popularidade que decidiram seguir a carreira política, tiveram êxito. Profissionais que atuavam em programas destinados a públicos bem diferentes, quando se lançaram na política receberam expressivas votações. Lourival Portela Natel que fazia “A Hora do Angelus” na Rádio Guairacá foi eleito deputado estadual. Túlio Vargas era narrador de futebol como Mauricio Fruet e Airton Cordeiro, Algaci Túlio, repórter policial como Ricardo Chab, todos eleitos com grandes votações. Estes são apenas alguns exemplos tirados de uma infinidade de nomes de radialistas que trocaram o rádio pela política.
A eleição de profissionais do rádio chamou a atenção de políticos de carreira. Na busca da popularidade conseguida pelos profissionais, eles passaram a comprar horários em emissoras na tentativa de conquistar mais eleitores. Mais uma vez o rádio mostrou sua eficiência. Mesmo sem talento para o exercício da atividade de radialista, um número muito expressivo de políticos colheu bons frutos eleitorais com programas, muitas vezes de gosto duvidoso e fora dos padrões de qualidade dos profissionais do ramo.
Satisfeitos com os bons resultados na urnas, conseguidos com ajuda do rádio, muitos usaram influência política junto ao governo federal para conseguir concessões de canais de radiodifusão. Utilizando esse importante veículo como palanque eleitoral melhoraram o capital de votos graças a sua grande penetração em todas as camadas da população.
A investida de políticos de carreira teve reflexos na exagerada proliferação de emissoras em todos os cantos do país e levou a qualidade da programação e até de profissionais do microfone, para níveis muito inferiores ao padrão tradicional. Poucos foram os radiodifusores que resistiram e mantiveram suas emissoras com o mesmo padrão de qualidade.
(do livro Sintonia Fina – Jamur Jr)

FONTE: www.carosouvintes.org.br

sexta-feira, 16 de dezembro de 2011

Amazan- O rádio.

dizem que é ilegal, mas existe a bambão...

Câmara discute legalidade no arrendamento de rádios

16/12/11
Em audiência realizada nesta quinta-feira na Câmara dos Deputados, parlamentares, professores e representantes de movimentos sociais foram unânimes em apontar a ilegalidade da prática de venda ou arrendamento de espaço na programação de rádio e televisão. A reunião foi promovida pela Comissão de Ciência e Tecnologia, Comunicação e Informática e discutiu a prática de arrendamento, subconcessão ou alienação a terceiros, promovida por concessionários de serviços de rádio e TV sem autorização do Poder Público. O coordenador do Intervozes – Coletivo Brasil de Comunicação Social, João Brant, explicou que há duas práticas ilegais ocorrendo no Brasil: o arrendamento parcial ou venda de parte da grade horária das emissoras de rádio e TV e a subconcessão ou venda da concessão inteira, por contrato de gaveta. Segundo ele, essas práticas diferem da publicidade, que pode ocupar até 25% do tempo diário da programação da emissora. “Se a venda de espaço na programação fosse entendida como publicidade, teria de seguir o limite de 25% previsto na legislação”.
Conforme Brant, hoje há emissoras que vendem até 22 horas da sua grade horária, por exemplo, para igrejas.A deputada Luiza Erundina que requereu a audiência, destacou que parecer aprovado pelo Conselho Federal da OAB, formulado pelo jurista Fábio Konder Comparato, atesta que as práticas são ofensivas à ordem jurídica. No parecer, Comparato ressalta que o serviço de rádio e TV é prestado a partir de uma concessão pública do Estado. Essa concessão deve ser feita por licitação, conforme a Constituição. “O serviço público não é um bem patrimonial suscetível à negociação pelo concessionário”, argumenta.Segundo ele, a subconcessão só é permitida se prevista no contrato de concessão e com prévia anuência do poder concedente. “O Congresso Nacional tem o dever de se posicionar pela não renovação dos contratos de concessão das concessionárias de rádio e TV que descumprirem essa previsão”, diz o jurista.Segundo João Brant, o Congresso tem aprovado a renovação de concessões de emissoras que praticam arrendamento e subconcessão.
Ele ressaltou que cabe também ao Ministério Público e ao TCU intervir sobre a questão. “As emissoras têm se apropriado das concessões públicas e as transformado em um livre mercado”, disse João Brant. “Há uma grilagem eletrônica de um bem público, que precisa ser enfrentada pelos diferentes poderes”, completou.Já o professor da Universidade de Brasília Venício Artur de Lima lembrou que o Ministério das Comunicações, a quem caberia fiscalizar as concessões de rádio e TV, também não vem cumprindo seu papel. Ele ressaltou ainda a omissão do Congresso Nacional em regulamentar os dispositivos da Constituição referentes à comunicação social, mais de 20 anos após a aprovação do texto constitucional.De acordo com Erundina, “as emissoras cometem a ilegalidade, permanecem impunes e não se sentem na obrigação de dar explicações”. A deputada afirmou que vai apresentar uma Proposta de Fiscalização e Controle à comissão, solicitando que o TCU faça auditoria sobre as emissoras, para verificar a existência de subconcessões e arrendamentos. Erundina também vai solicitar que o Ministério Público aja sobre a questão.Sete representantes de emissoras de radiodifusão foram convidados para o debate, mas não compareceram. Segundo o deputado Paulo Foletto (PSB-ES), que presidiu a sessão, as emissoras não deram resposta ao convite da comissão. “As emissoras realmente se consideram acima do bem e do mal, pois não vieram dar explicações à comissão”, afirmou Foletto.Esta é a segunda vez que a comissão tenta promover audiência sobre o assunto. A primeira, em 2009, foi cancelada por conta da ausência dos representantes das emissoras. (Agência Câmara)
FONTE: SITE www.carosouvintes.org.br