sexta-feira, 16 de dezembro de 2011

UMA AÇÃO DE VERDADEIRA SOLIDARIEDADE

ALUNOS REALIZAM AÇÃO DE SOLIDARIEDADE 

AÇÃO SOLIDÁRIA – PROJETO ECOGALERA
  1. Atividade
Os alunos dos PROJETO ECOGALERA estarão no próximo dia 16 de dezembro de 2011 visitando a efermaria de pediatria do Hospital Universitário Walter Cantídio para promover uma confraternização com as crianças internas buscando dar alegria, amor e companheirismo para os que hoje estão doentes ou em tratamento. A atividade contará com distribuição de brindes, alegria e músicas natalinas sempre no sentido de repartir o amor  e a fraternidade.
A proposta é de realizar permanentemente a atividade com visita solidária a hospitais, asilos e locais onde as pessoas estejam precisando de amor e companheirismo. A atividade em questão visa antes de tudo cumprir um dever fiel da escola: FORMAÇÃO EM VALORES E CONSTRUÇÃO DE CIDADANIA ATIVA
  1. Objetivos
GERAL – Despertar nos jovens o desejo firme de conhecer os problemas dos outros e se engajar na distribuição do amor e da boa vontade.
ESPECÍFICOS
  • Desenvolver idéias de solidariedade e repartição do amor;
  • Envolver alunos na construção de valores éticos;
  • Ir além da visão meramente conteudística da Escola;
  • Promover a irmandade entre alunos e  sociedade em geral
  1. Estratégias

  • Visita a hospitais, asilos e outras instituições
  • Promoção de brincadeiras e alegrias entre os participantes.
  • Desenvolver  atividades com as crianças internadas ou membros da instituição
  • Dar alegria, presentes e amor aos visitados
  1. Cronograma de atividades
Visita ao HOSPITAL UNIVERSITÁRIO WALTER CANTÍDIO
Realização de brincadeiras, músicas e alegria com os internos
Distribuição de brindes e presentes aos alunos participantes.

DATA DE REALIZAÇÃO : 16 DE DEZEMBRO DE 2011
HORÁRIO : 14 ÀS 16 HORAS
ALUNOS PARTICIPANTES
  - MEMBROS DO PROJETO ECOGALERA
- ALUNOS MÚSICOS
Mais informações através do blog ecogalera21.blogspot.com ou pelo telefone 99799611/ 32936748

quinta-feira, 15 de dezembro de 2011

Marcelo Adnet - Partido da Sinceridade

UMA BOA REFLEXÃO SOBRE RADIODIFUSÃO

Cinqüentenário sem festa
ESCRITO POR LAURINDO LALO LEAL FILHO   
SÁBADO, 10 DE DEZEMBRO DE 2011

Em 1962, a “era do rádio” havia chegado ao fim e a televisão dava os primeiros passos para se tornar o meio de comunicação hegemônico no mundo.

Naquele momento, no entanto, ainda era frágil no Brasil, com imagens em preto e branco, transmissões atingindo distâncias limitadas e um uso ainda incipiente do vídeotape, recém chegado ao país.

Mas as perspectivas comerciais e políticas do novo veículo eram percebidas com clareza por empresários e políticos, geralmente as duas coisas ao mesmo tempo. Tanto é que não perderam tempo. 

Os que possuíam concessões de rádio obtiveram as de TV sem concorrência, alegando tratar-se apenas de uma extensão tecnológica e não de um novo meio de comunicação. Semelhante ao que ocorreu agora com a distribuição de freqüências digitais para os grupos que já detinham as analógicas.

Na época, como hoje, tudo isso ocorria sob uma fragilidade legal, conveniente para os empresários da comunicação. Sentiam-se poderosos, mantinham governos – o segundo de Vargas e o de Juscelino - sob constante pressão. Não havia motivo para cogitarem leis reguladoras de suas atividades.

O alerta soou mais forte diante da instabilidade dos sete meses de poder janista e, principalmente, das propostas reformistas de Jango. Os empresários sentiram que as pressões populares poderiam chegar à comunicação e trataram de se antecipar.

Elaboraram um Código de acordo com seus interesses e detendo forte poder no Congresso, como agora, conseguiram aprová-lo. Fizeram uma lei destinada a privatizar o espaço público, perpetuando privilégios e tirando do Estado sua função reguladora.

O presidente João Goulart sentiu o golpe e vetou 52 artigos da lei aprovada pelo Legislativo. A resposta do Congresso foi fulminante: derrubou todos os vetos presidenciais, revelando a força política do empresariado e a falta de sustentação parlamentar do governo.

Em meio às discussões em torno da derrubada dos vetos presidenciais, os rádiodifusores reunidos em Brasília fundaram a Abert, a Associação Brasileira de Emissoras de Rádio e Televisão, até hoje zelosa defensora de seus interesses.

“A criação da Abert refletia a mobilização dos empresários do setor, que haviam se organizado em função dos debates acerca do Código Brasileiro de Telecomunicações e, posteriormente, em oposição aos vetos de João Goulart. Posicionavam-se, assim, contrariamente ao fortalecimento da presença do Estado na radiodifusão brasileira” (1), ressaltam Pieranti e Martins em artigo acadêmico sobre o tema.

Cinqüenta anos depois a força da Abert cresceu e o Código, apesar de mutilado, segue em vigor. O principal corte foi realizado durante o governo Fernando Henrique, em 1995, com a retirada da telefonia da lei, separando-a da radiodifusão, ato contrário à tendência global de juntá-las para dar conta do atual processo de convergência dos meios.

A razão desse anacronismo brasileiro estava na urgência de um marco legal para permitir a privatização das telecomunicações sem mexer no vespeiro político-econômico da radiodifusão. Restou-nos uma lei quase caduca para o rádio e a TV, indevidamente chamada de Código Brasileiro de Telecomunicações.

Mas se o problema fosse só titulo, não seria grave. A questão é que se trata de uma lei formulada segundo interesses privados, elaborada em condições culturais e tecnológicas radicalmente diferentes das hoje existentes.

Em 1962, cerca de 70% dos brasileiros viviam no campo. Hoje, segundo o Censo do IBGE de 2010, apenas 18% seguem na zona rural. A pílula anticoncepcional e a mini-saia ainda estavam por vir e a tecnologia digital disseminada, um sonho. Mas a lei é a mesma.

O pouco dela aproveitável não se cumpre. Como o disposto no Artigo 124 que limita em 25% da programação o tempo destinado à publicidade. Desafiando à lei, emissoras vendem jóias, tapetes e outras mercadorias usando 100% dos seus horários de programação. 

Outras fazem o mesmo de forma não tão escancarada. Mas se somarmos o tempo dos anúncios veiculados nos intervalos, com os dos “merchandisings”, poucas ficariam dentro dos limites legais.

Em meio século o setor concentrou-se de maneira brutal exigindo normas modernas para romper com a propriedade cruzada dos meios, talvez o maior obstáculo ao aprofundamento da democracia brasileira.

Confortáveis com a fragilidade legal existente hoje, os rádiodifusores até há pouco tempo nem queriam pensar num novo marco regulatório para o setor. Com as teles começando a produzir conteúdos audiovisuais mudaram de opinião e até apóiam uma nova regulação. Mas bem limitada.

Se em 1962 queriam a lei por temer reformas impulsionadas por um governo popular, hoje voltam a apoiá-la acuados pelo poder de fogo das empresas de telefonia. E nada mais.

São insensíveis ao problema da propriedade cruzada dos meios, chegando a dizer em documento recente publicado pela Abert que discutir esse tema “significaria um retrocesso” (2) sem explicar bem por que.

Não querem nem ouvir falar da existência de órgãos reguladores, imprescindíveis para dar cumprimento às leis e estabelecer a ponte necessária entre as emissoras e o público, comuns em vários países.

A existência de uma lei moderna, com a atuação eficaz de um órgão regulador permitiria, por exemplo, a aplicação de sanções em casos de má utilização do serviço público de rádio e TV.

Como ocorreu recentemente, na madrugada de uma segunda-feira, quando a Bandeirantes exibia um clássico de Fellini: “Satyricon”. Sem avisar, cortou a última parte do filme, substituindo-a por um programa de televendas e por um religioso. 

Em casa, o telespectador não tem a quem reclamar. E a emissora, certa da impunidade, seguirá com a mesma prática, exaltando a terra sem lei em que vivemos. Há quase 50 anos.

Notas:

(1) Pieranti, O. P. e Martins, P.E.M. - "A radiodifusão como um negócio: um olhar sobre a gestação do Código Brasileiro de Telecomunicações" in Revista de Economia Política de las Tecnologias de La Información y Comunicación, São Cristovão, vol.IX, nº 1, jan-abr/2007.

(2) Abert (Associação Brasileira das Emissoras de Rádio e Televisão) - Contribuições para o Seminário de Comunicação do PT in Seminário por um novo marco regulatório para as comunicações: o PT convida ao debate – Partido dos Trabalhadores – São Paulo, 25/11/2011.

Laurindo Lalo Leal Filho, sociólogo e jornalista, é professor de Jornalismo da ECA-USP. É autor, entre outros, de “A TV sob controle – A resposta da sociedade ao poder da televisão” (Summus Editorial).
Twitter: @lalolealfilho.

FONTE: www.correiocidadania.com.br

quarta-feira, 14 de dezembro de 2011

Veja esta novidade

Nasa lança rádio de rock online

Por Agências
Emissora, que funcionará 24 horas por dia, também trará novidades da agência espacial
HOUSTON – A Nasa apresentou nesta segunda (12) a “Third Rock”, uma emissora de rádio online que veiculará as últimas novidades do rock, do indie e do alternativo, assim como as descobertas mais recentes da agência espacial americana.
“A Nasa está buscando constantemente novas e inovadoras formas de captar o interesse do público e inspirar as novas gerações de cientistas e engenheiros”, declarou o diretor-adjunto do escritório de comunicações da agência espacial, David Weaver.
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A “Third Rock” estará no ar 24 horas por dia, sete dias por semana, e também será um canal para que as empresas de alta tecnologia exponham suas ofertas de trabalho em campos como a engenharia e a ciência, entre outras.
A programação será apresentada por Donna McKenzie e pelo locutor Cruze, cofundador e presidente da RFC Media, emissora de rádio com sede em Houston (Texas) que colaborará com a Nasa.
“A emissora terá rock de todo tipo, junto com grandes músicas das duas últimas décadas, basta apenas clicar no logotipo da rádio, que a Nasa colocará em seu site e na página da emissora: www.thirdrockradio.net“, disse Cruze.
Segundo informações dadas pelo presidente da RFC Media à Agência Efe, em duas semanas acontecerá a estreia do programa “Lunar Rotation”, que será apresentado pelo conhecido locutor David Sadof, no qual serão exploradas novas músicas.
Junto com a estação de rádio, que estará disponível para iPhone e Android, a Nasa apresentou uma página no Facebook na qual os usuários poderão deixar comentários sobre seus programas favoritos e trocar interesses.
Fonte: www.estadao.com.br

terça-feira, 13 de dezembro de 2011

UMA SINGELA HOMENAGEM AO REI DO BAIÃO

Mas... o Gonzaga Não Morreu!...


Eu nunca mais ouvi uma música de Zé Gonzaga, irmão de Gonzagão, que falava sobre o boato que correu o Brasil inteiro de que Gonzaga tinha morrido de acidente de carro.

Não me lembro bem da letra completa, mas era mais ou menos assim:

"Luiz Gonzaga não morreu
Nem a sanfona dele desapareceu
Seu astromóvi na virada se quebrou
Seu zabumba se amassou
Mas o Gonzaga não morreu.

E o Zequinha,
O famoso rei do passo,
quase que vira bagaço
com uma pancada no focinho
Coitadinho!...

Luiz, escuta esse baião!
Quem tá falando
Na sanfona é teu irmão
Tá esperando,
Todo o povo brasileiro,
O seu grande sanfoneiro
Com as cantigas do sertão!...
Fonte: site www.luizluagonzaga.com.br

UM COMENTÁRIO PARA DEBATE - VALE A PENA DISCUTIR


FALSIDADE NATALINA NA TV TRASH...

Nos últimos dias tenho visto nas TVs cearenses aquelas tradicionais mensagens natalinas mostrando os bastidores das emissoras e revelando o de sempre: rostos sorridentes a câmera invadindo salas e flagrando os profissionais em ação. O ambiente das produções é fraternal. Eu diria ecumênico até posto que sugere paz harmonia leveza e a encarnação do verdadeiro espírito natalino. Mas a meu ver é só aparência. Falsidade pura. Ora. Alguns canais de Televisão e Rádio do nosso Estado mantêm na sua grade de programação certos programas em que a pauta é o grotesco o sensacionalismo barato e a baixaria. Pura e simples. Outros se utilizam sem nenhum pudor da perversão sexual como atrativo traindo o sentido da imprensa que é informar. E ferindo de morte o papel mais nobre da comunicação que é prestar serviços e ajudar as pessoas. Não sou moralista, mas entendo que essas mesmas emissoras deviam se envergonhar de mostrar crianças agonizando em programas policiais em horário de almoço e, nos intervalos, transmitir mensagens natalinas de candura e paz que só posso enxergar como oportunistas. Não é possível que essas emissoras suponham que com uma mensagem natalina falsa purificarão seus erros baixarias e o baixíssimo nível que só serve para explorar os incautos os ignorantes e contribuir para aumentar nosso lamentável desnível social e educacional...
Via Facebook..

domingo, 11 de dezembro de 2011