terça-feira, 2 de agosto de 2011

esportes no Brasil - é assim mesmo?

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O mascote dos Jogos.
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A Pira Olímpica 
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LEIA ESTA REFLEXÃO - INTERESSANTE

26/07/2011

Como dar adeus à Amy


Amy Winehouse, que foi encontrada morta em sua casa no sábado, aos 27 anos
Foto: Reprodução

Desde a notícia da morte de Amy Winehouse tenho feito o difícil exercício de ignorar todo e qualquer tipo de manifestação em que a vida pessoal dela prevaleça ao material deixado como a (grande) artista que foi.

Drogas? Sim. Problemas familiares? Claro. Descontrole emocional? Sem dúvidas. Mas nada disso é novidade quando falamos de Amy.

Desde o começo de sua carreira ficou claro de que não se tratava banalmente de uma nova “rainha do pop”. Ela era muito mais do que isso, um ícone, e isso se deve ao talento imensurável que possuía.

Por isso, negar a “personagem” criada por Amy é uma coisa, negar a qualidade e importância de sua música é outra completamente diferente. Em tempos de “Auto-Tune” (por incrível que pareça, não é mais primordial cantar bem para ser cantor), tivemos a felicidade de tê-la.

Sem mais, eu admiro Amy. Na minha mente ela sempre esteve em outro patamar artístico, ela buscou e conseguiu renovar o soul com qualidade à altura de grandes artistas do gênero, como Billie Holiday.

E isso somado a sua profunda sensibilidade --ao falar de suas próprias lamentações, fez milhares de pessoas se identificarem com ela-- faz de Amy Winehouse, sem dúvidas, a melhor artista dos últimos tempos. E perdê-la tão precocemente é no mínimo triste.

R.I.P. Amy.

Por Giulia Cardozo Fontes
Fonte: blog do folhateen.

programação 22 anos sem LUIZ GONZAGA

HOMENAGEM AO REIO DO BAIÃO - PEDRO SAMPAIO

 )


"REI MESTRE
SANFONEIRO"


AGOSTO DE OITENTA E NOVE
NO BRASIL A LAMENTAÇÃO
TODO POVO SE COMOVE
COM A MORTE DE GONZAGÃO

O FILHO DE JANUÁRIO
JUNTO COM DONA SANTANA
CUMPRIA SEU INTINERÁRIO
DE FORMA TÃO SOBERANA

ASA BRANCA REVOAVA
ASSUM PRETO SE CALAVA
PELO FIM DE SUA SAGA

NO NORDESTE BRASILEIRO
O REI MESTRE SANFONEIRO
SERÁ SEMPRE LUIZ GONZAGA
.
(Pedro
Sampaio )


"A SAUDADE INVADE" 
PARTIU DEIXANDO SAUDADE
HA VINTE DOIS ANOS ATRÁS
MEU PEITO A SAUDADE INVADE
RELEMBRAR NUNCA É DEMAIS

POIS O ETERNO CANTADOR
SEMPRE ETERNO REI DO BAIÃO
AO NORDESTE O SEU AMOR
CAUSAVA MUITA EMOÇÃO

PRA DEFENDER NOSSA GENTE
GONZAGA PARTIA NA FRENTE
COM SUA MÚSICA IMORTAL

O NORDESTE "INDA" BALANÇA
O FORRÓ E XOTE É SUA DANÇA
E O SEU BAIÃO É MAGISTRAL.
( Pedro Sampaio )
Nossa  homenagem a memória de Luiz Gonzaga do Nascimento, Pernambucano do Século XX, orgulho do Nordeste e patrimônio do Brasil. Pela passagem de 22 anos de sua partida para outra dimensão....E hoje lá no céu, certamente está Luiz o Menestrel...tocando Xote forró e Baião.

segunda-feira, 1 de agosto de 2011

200 países, 200 anos, 4 minutos

LEIA ESTE TEXTO - A INDÚSTRIA CULTURAL E OS ÍDOLOS

25/07/2011 - 20:42
Que destino tem a juventude e a sociedade que ficam cada vez mais dependentes de ídolos que são gestados pela mídia e a chamada indústria cultural (!?) neste século. O prematuro falecimento da cantora britânica Amy Winehouse no sábado, 23, traz a amarga lembrança de que os jovens da modernidade permanecem como eternos rebeldes sem causa.
O que estamos observando nestes tempos modernos é uma inversão de valores, sem fins ou compromissos. Sem objetivos os sonhos são escassos de ideais. O Planeta de Jovens é pequeno hoje no universo do pensar. A curtição é mais emocional do que racional, e o comportamento flui como descompromissados com a normaoidade. Nem Freud explicaria tal multiétnica de comportamentos.
O passamento de Amy Winehouse é emblemático sob o ponto de vista de que, a carreira dela foi forjada já como contraponto ao real. A fantasia de esteriótipo que agradava às 'tribos' foi o ângulo encontrado por Amy para a vertiginosa ascensão no mundo 'business'. Alguém teria por acaso inquirido sobre a vida pessoal dela nos momentos entrecortados pela clareza e o psicodelismo? Sob a pressão de compromissos artísticos, a cantora afundava na satisfação ilusória da fama e o frenesi dos 'súditos'.
É preocupante o que estamos colhendo nesta selva de tecnologia, onde o virtual é mais palatável que o calor do abraço. Onde as emoções são proferidas pelos palavrões nas redes sociais como territórios livres de expressões. Se não há fronteiras, também não há leis que precisam ser obedecidas. Criamos assim um vácuo ao tempo que, assistimos manifestações de legiões de jovens que projetavam em Amy Winehouse o modelo absoluto do desapego à vida e de representação ideal.
No contexto geral não discutimos o talento da artista Winehouse. O que apavora é que Amy está inserida na mesma 'catedral' ilusória frequentada pelos turbinados Jimi Hendrix, Jim Morrison, Janis Joplin, Kurt Cobain. Em comum além da fama e arrebatamento de jovens espalhados pelos quadrantes da Terra, a convulsão, o caos e a guerra perdida contra o álcool e drogas e a tragédia como ato final. 'Nossos ídolos ainda são os mesmos e as aparência não enganam, não/ você diz que depois deles não apareceu mais ninguém', Belchior. O compositor cearense neste trecho da música 'Como nossos pais', no umbral descrevia o estágio que vivemos agora?
Fonte: www.cearaagora.com