terça-feira, 19 de julho de 2011

como muda rápido as coisas no rádio

O PROGRAMA REVISTA DO POVO brilhantemente apresentado pela jornalista Alexandra de Souza teve um época bem mais democrático. Agora não sei por que ouvintes reclamam que a atendente de telefone está filtrando o comentário dos ouvintes e não está colocando alguns no ar... Como a democracia muda no rádio...

O PRAZER DE DESVALORIZAR

Sabe qual é o maior prazer dos locutores da Rádio Cidade AM de Fortaleza 860?

CHAMAR OS OUVINTES DE MALA....  E TEM QUEM GOSTE... RÁDIO É PARA ISSO?

uma reflexão sobre moral e corrupção...

AN IVERSÁRIO DA RÁDIO VERDES MARES - A VERDINHA

Diário do Nordeste

Terça-feira - 19 de julho de 2011

Cidade

FESTA

Verdinha: 55 anos de informação e descontração

Publicado em 19 de julho de 2011
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Líder de audiência: bolo para festejar a aniversariante, que tem uma programação diversificada e é opção para quem busca entretenimento e informação em um mesmo lugar
KID JUNIOR
Em comemoração ao aniversário da Rádio, uma série de visitas está sendo realizada aos clientes da emissora
As agências de publicidade da Capital cearense amanheceram em festa, nesta segunda-feira. Com muito humor e descontração, o Sistema Verdes Mares deu início a uma série de visitas aos locais de trabalho dos publicitários para comemorar os 55 anos da Rádio Verdes Mares, a Verdinha.

Com a narração do humorista Come Farinha, os profissionais participaram de um jogo de futebol animado pelo Grupo Pakaraka. Aqueles que conseguissem driblar a defesa do grande goleiro Montanha eram premiados com um brinde da emissora. Ao fim da partida, bolo, champagne e os parabéns para a FM encerraram a comemoração.

A primeira agência a receber a inusitada visita foi a I9 Comunicação. Os profissionais aprovaram a iniciativa. "Foi muito bacana esse momento. É uma forma de aproximar o veículo e a agência, permitir que se conheçam melhor", disse Ricardo Hilsdorf, diretor da I9. Durante a ação, o publicitário destacou, ainda, o alcance e a credibilidade conquistados pela Verdinha ao longo de mais cinco décadas no ar. "Nossos clientes têm um retorno grande com a Rádio. É um veículo muito interessante para trabalhar determinados segmentos de produtos".

Além da I9, as agências Eixo Comunicação e LS Estratégia receberam a visita do Sistema, na manhã de ontem. Lucas Gurgel, do setor de atendimento da LS, destacou a irreverência da ação. "Eu achei muito bacana a iniciativa e trabalhar o aniversário através do humor e do futebol tem tudo a ver com rádio. Foi uma maneira diferente de aproximar a agência da emissora".

O diretor da Eixo Comunicação, Gerbio Sabino, acredita que a ação fortalece o vínculo entre a Rádio e as agências. "A atividade foi muito bacana. A Verdinha é uma Rádio de sucesso e com certeza a ação fortalece nossa parceria, que ainda vai durar muitos anos".

Durante o primeiro dia de visita, a ação do Sistema Verdes Mares passou por cerca de dez agências. Os clientes da emissora também fazem parte do foco da iniciativa, que deve acontecer por mais dois dias. Ao todo, serão 30 agências e 20 clientes contemplados.

Histórico
A Verdinha é o primeiro veículo do Sistema Verdes Mares presente nos lares cearenses há 55 anos. A emissora oferece uma programação diversificada, voltada para todas as idades, e é opção para quem busca entretenimento e informação em um mesmo lugar. Líder em audiência da AM há mais de 20 anos, as transmissões da Rádio chegam a 97 municípios. Hoje, a Verdinha já se firmou como a maior cobertura no Ceará. O destaque fica por conta do jornalismo, visando à utilidade pública.

segunda-feira, 18 de julho de 2011

REFLITA SOBRE ESTE TEXTO - IMPRENSA E JORNALISMO EM QUESTÃO..

O jornalista e o assessor de imprensa

18.07.2011| 01:30
Magela Lima - Editor-executivo do Núcleo de Cultura e Entretenimento do O POVO
magela@opovo.com.br


Você, caro leitor, certamente não sabe ou não dimensiona como deveria a seguinte informação: os jornalistas envolvidos na feitura da notícia, nota, reportagem ou artigo que fisga sua atenção, não são apenas aqueles que expõem suas assinaturas no papel. O jornalismo avançou tanto, técnica e empresarialmente, que consolidou uma vasta rede de profissionais, responsáveis por conduzir as informações até as suas devidas audiências.

Para além dos jornalistas de redação, há um sem fim de outros jornalistas em departamentos de empresas privadas e órgãos públicos responsáveis por facilitar o fluxo das informações. Tradicionalmente vista como atividade quebra-galho, um bico extra dos jornalistas para incrementar suas rendas, a assessoria de imprensa hoje se tornou atividade central para o segmento da comunicação, exigindo muitas vezes profissionais até mais especializados que as redações.

Nas praças de mercado jornalístico mais forte, como Rio e São Paulo, não são poucos os grupos de assessoria de imprensa especialistas em gastronomia ou moda. Os grandes times de futebol – até mesmo a seleção brasileira – hoje contam com um assessor. É, pois, um segmento em plena ascensão. E não soaria exagero algum dizer que hoje não seria possível fazer jornalismo sem a colaboração desse conjunto de profissionais. Repito: colaboração. O assessor de imprensa, antes de tudo, tem que saber dosar o interesse público com o interesse do seu cliente.

Tal e qual faz o jornalista de redação desde sempre, que dosa os interesses da empresa proprietária do jornal e o dos leitores. Não há donos da informação. Fato dado, nem os mesmo os principais envolvidos num determinado episódio, conseguem mais ter domínio sobre o mesmo. Foi-se o tempo em que só notícia ruim corria ligeiro. Hoje, as pessoas que consomem informação querem saber tudo e na base do quanto mais rápido melhor. Diante disso, mão à obra. Na lida contemporânea com a informação, de nada adianta um jornalismo mais ágil, se toda uma rede de profissionais da comunicação não for capaz de se reinventar.

FONTE: JORNAL O POVO

VEJA ESTE ENTREVISTA COM HERÓDOTO BARBEIRO

Veja entrevista

UMA REFLEXÃO PERTINENTE

A boa notícia é que a confiança não morreu

17/07/11
Os veículos de comunicação ainda destacam as más noticias como manchetes e nós ficamos pensando que o mundo está perdido e que só há fatos ruins acontecendo pelo mundo afora. Mas também podemos e devemos noticiar o bom e o positivo como uma realidade e não como algo em extinção.  É por isso que decidi relatar aqui um fato que merece ser destacado, e que pode acalmar nossas reflexões sobre para onde caminha ser humano. Estou de férias – neste mês de julho – na cidade onde nasci Itajubá – sul de Minas. Embora não resida na cidade desde 1982, costumo visitar a cidade todos os meses – nos últimos anos – e ainda sou cumprimentada nas ruas por aquela turma que não deixou a cidade.
Aqui os carros ainda param para você atravessar a rua, os vizinhos lhe conhecem pelo nome, vamos a velórios porque fazemos questão de nos despedir dos conhecidos e fatos curiosos também acontecem. Curiosos para nós que já estamos envolvidos com a correria do mundo moderno das grandes cidades, onde ficar estressado já virou fato corriqueiro.
Outro dia decidi levar o meu carro para lavar no posto de gasolina ao lado da casa do meu tio, em Itajubá. Perguntei o preço e o funcionário me informou que custaria 7 reais. Que bastaria pagar antecipadamente e deixar o carro. Paguei e perguntei: o senhor não vai me dar nenhum comprovante? Ele disse que não. Fui buscar o carro que estava a duas quadras dali. Deixei-o e fiquei de buscar no final da tarde.
Fui para casa pensando: como o funcionário irá me entregar o carro? E se o veículo não estiver lá? Como vou provar que sou a proprietária? Minhas elucubrações foram extensas e cansativas, até que decidi parar de pensar.
No final da tarde, ao buscar meu veículo, cheguei a conclusão de que em Itajubá, a confiança faz parte da vida dos cidadãos. Desconfiar, duvidar, maldizer sim, é o que não se faz por aqui. Assim sendo, bastava buscar o carro. Ele realmente estava limpinho e cheiroso.
Quem estava contaminada pela desconfiança era eu. A boa notícia é que a confiança aqui em Itajubá não morreu
Publicado
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