sexta-feira, 17 de dezembro de 2010

LANÇAMENTO DE CD

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HOMENAGEM AO TEATRO JOSÉ DE ALENCAR


JOSÉ DE ALENCAR

Fagner homenageia Theatro

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O cantor interpretou canções que marcaram época, como Mucuripe, Espumas ao Vento e Vaca Estrela e Boi Fubá. No fim do show de joelhos agradeceu ao público 
FOTO: NATINHO RODRIGUES
17/12/2010 
O primeiro centenário do Theatro José de Alencar foi comemorado na noite de ontem em grande estilo, com show de Fagner. Ao cumprimentar o público, o cantor relembrou o seu primeiro show, realizado no José de Alencar, em 1968, quando foi vencedor do IV Festival de Música Popular do Ceará.

Cantando as músicas "Mucuripe", "Espumas ao Vento" e "Vaca Estrela e Boi Fubá", o artista emocionou o público que acompanhou, cantando, todos os seus sucessos.

O show gratuito teve duas horas de duração e contou com iluminação especial. De acordo com o produtor do evento, Marcelo Rocha, todos os equipamentos instalados tinham a função de valorizar a fachada do Theatro, que é Patrimônio Histórico Nacional.

"Uma lona em material transparente foi confeccionada especialmente para que não obstruísse a visualização do teatro, porque ele é o aniversariante", ressaltou o produtor. Foram instalados na calçada do Theatro mais de três toneladas de equipamento de som e palco com ampla estrutura.

Fogos de artifício foram lançados da Praça José de Alencar, encerrando o espetáculo, ao som de música natalina. O artista cearense, ajoelhou-se no palco, em gratidão à presença do público.

Fagner foi acompanhado pela banda formada pelos músicos Marcus Vinnie, (teclados), Leo Fernandes (teclados e scaletta), Rick de La Torre (bateria), André Carneiro (baixo) Cristiano Pinho (guitarra) e Claudio Bezz (violão).

De acordo com o policiamento do local, não foi possível estimar a quantidade de pessoas que compareceram à festa. De uma ponta à outra da praça, haviam pessoas, especialmente trabalhadores e comerciantes que saíram direto das lojas do Centro para o espetáculo na Praça José de Alencar.

Sem cortes
De acordo com o titular da Secretaria de Cultura do Estado (Secult), Auto Filho, o show já dá o tom da proposta de Cultura do Governo para o Ceará, nos próximos anos. "Na Cultura não haverá cortes, teremos grandes investimentos, priorizando os artistas e intelectuais locais", afirmou em entrevista à TV Diário, que transmitiu ao vivo, todo o evento.

O show integrou o projeto "Músicas do Mundo", criado para celebrar o centenário do Theatro José de Alencar, e que propõe shows, concertos e recitais, uma programação que estará em cartaz até dezembro. No projeto do Governo do Estado, o TJA abre todas as atividades com ingressos gratuitos. A próxima apresentação do projeto acontece hoje, às 18h, com o lançamento de uma caixa de três CDs da Orquestra Eleazar de Carvalho. Também estão presentes no registro o Quarteto Cearense e o Sax em Cena.

JANAYDE GONÇALVESREPÓRTER
Fonte: JORNAL DIÁRIO DO NORDESTE

quinta-feira, 16 de dezembro de 2010

VEJA

O CACETE DO DEDÉ - JORNAL O POVO 



Vinicius de Moraes que me perdoe, mas fundamental é elegância. Antes da beleza, elegância. É preciso elegância até pra descer o cacete em alguém.

Carlos Lacerda, o líder civil do golpe de 64, era deputado e inimigo de Getúlio Vargas. Durante discurso na Câmara, Lacerda foi interrompido por Ivete Vargas, sobrinha de Getúlio: “Vossa Excelência é um purgante”. E Lacerda, sem perder a pose: “E Vossa Excelência, o efeito”. Vamos reconhecer, da maior elegância.

O maior jornalista vivo do Ceará, Dedé de Castro, um dos maiores repórteres de todos os tempos, acaba de fazer 90 anos.

Durante a ditadura assinava uma coluna chamada O Cacete do Dedé. Coragem e elegância. Descia a ripa nos malfeitores sem dó nem piedade. Jamais cometeu uma indelicadeza. Era impossível condenar Dedé pelos ataques que fazia aos corruptos, ladrões e omissos. Todos aqueles que, vocês sabem, enriqueceram com dinheiro público. Antes de mais nada, porque tudo o que escrevia era verdade. Fazia as críticas mais ácidas com tal dose de humor, irreverência e elegância que a mais contundente cacetada ganhava respeito e admiração de todos. Quase todos, vá lá.

O primeiro mandamento do bom repórter, aprendi com ele.

“Desconfie de repórter que não bebe, meu filho”. Redação de jornal que se preze, ele dizia, tem que ter um botequim por perto.

Vinha caminhando pela redação, passinho curto, andar lento e piscava um olho com ar de malícia: “Reunião de pauta....”. E lá ia o Dedé arrastando a turma pro boteco.

As grandes pautas, as melhores reportagens surgiam nessas rodas.

A segunda lição de repórter, também aprendi com ele. Viver na rua, ter o olhar atento e saber ouvir. Repórter é um contador de histórias. Se não sabe observar, não circula, nem é curioso, jamais terá uma boa história pra contar. Nem repórter será.

Hoje em dia tenho sentido tanta falta de uma boa história.

Morro de saudade da elegância do Dedé.

violência , por que?

Veja esta reportagem sobre violência. e você o que diz???

convite

CONVIDAMOS OS NOSSOS DILETOS OUVINTES, RADIALISTAS E COLABORADORES A PARTICIPAREM DA NOSSA CONFRATERNIZAÇÃO NATALINA A SER REALIZADA NO PRÓXIMO SÁBADO DIA 18 NA CASA DE JUVENAL GALENO, RUA GENERAL SAMPAIO 1128 CENTRO A PARTIR DAS 09:00h. ESPERAMOS CONTAR COM A PRESENÇA DE TODOS. SERÁ UMA MANHÃ DE ALEGRIA E DE DESCONTRAÇÃO. VENHAM E TRAGAM A FAMÍLIA. A DIRETORIA. 

um nome do rádio que merece respeito

Quem ouve a rádio Cidade AM 860 pode constatar o trabalho sempre sério e competente do repórter CARLOS OLIVEIRA que é incansável em seu trabalho e está no batente desde cedo da manhã.

HOJE TEM FAGNER NA PRAÇA DO FERREIRA


Como parte das atividades do projeto Músicas do Mundo, que integra a programação alusiva ao 100 anos do Theatro José de Alencar, o cantor Raimundo Fagner fará uma apresentação gratuita na  Praça do Ferreira, a partir das 19 horas desta quinta-feira (16).
O palco estará montado na porta do centenário Theatro e abraçando a Praça. Fagner será acompanhado pela banda formada por Marcus Vinnie (teclados), Leo Fernandes (teclados e scaletta), Rick de La Torre (bateria), André Carneiro (baixo) Cristiano Pinho (guitarra) e Claudio Bezz (violão).
Na apresentação, canta sucessos como Canteiros (Fagner inspirada em poema de Cecília Meireles), Espumas ao Vento (Aciolly Neto), Borbulhas de Amor (Versão de Ferreira Gullar), Deslizes (Michael Sullivan e Paulo Massada), Pedras que Cantam (Dominguinhos/Fausto Nilo), Mucuripe (Fagner/Belchior), Noturno (Graco/Caio Silvio), Cartaz (Francisco Casaverde – Fausto Nilo), além dos clássicos Asa Branca (Luiz Gonzaga) e Vaca Estrela e Boi Fubá (Patativa do Assaré).
Fonte: www.jangadeiroonline.com.br