sexta-feira, 12 de novembro de 2010

QUESTIONANDO A TELEVISÃO NO BRASIL


TV BRASILEIRA
60 anos a serviço de quem?
Por Érica Daiane da Costa Silva em 9/11/2010
No campo ou na cidade, nas favelas ou nos bairros mais nobres espalhados pelo Brasil é difícil encontrar um domicílio, escola, bar ou outro ambiente que não tenha um aparelho de televisão. O modelo em preto e branco, tão desejado há alguns anos, dá lugar às versões mais modernas do equipamento eletrônico que parecem já fazer parte das famílias brasileiras. Em 2007, uma pesquisa revelou que, no Brasil, nove em cada 10 domicílios possuem o aparelho, dado que sofreu alteração com a edição da 19ª Copa do Mundo devido ao aumento considerável das vendas.
É importante lembrar que a primeira transmissão televisiva no Brasil aconteceu em setembro de 1950. Através da já extinta TV Tupi, em fase experimental, o conteúdo exibido foi um filme em que o ex-presidente Getúlio Vargas relatava seu retorno à vida política. No mesmo ano, a TV Tupi entrou oficialmente no ar através do canal 3 de São Paulo e o responsável por trazer a TV para Brasil, Assis Chateaubriand, distribuiu 200 aparelhos pela cidade.
Hoje, a arrumação da sala de visitas ou a opção pela compra de uma televisão em vez de uma cama, livros ou até mesmo o piso da casa, permite algumas reflexões. Não é à toa que volta e meia nos vemos seguindo os modismos tão presentes nas programações dos canais de televisão brasileiros, seja ao falarmos determinadas palavras ou expressões, comprarmos determinados produtos, cantarmos determinadas músicas ou termos determinadas opiniões. Este "determinismo" é parte de uma dominação cultural imposta pelo caráter altamente comercial da TV no Brasil.
Na época do surgimento da televisão no país, os meios de comunicação não possuíam um cunho comercial tão forte quanto hoje. Porém, a cada década, esta característica vem se intensificando, permitindo a existência de uma comunicação a serviço do lucro. É possível dizer que vivemos em uma sociedade em que as pessoas têm o consumo como objetivo de vida e a televisão cumpre papel estratégico nesse cenário. O merchandising, tão presente nas telenovelas, programação jornalística ou programas de entretimentos, estabelece um modismo que implica diretamente o consumismo, o comportamento das pessoas e tem como alvo, sobretudo, a juventude. Falamos de uma tal indústria cultural, controlada por uma minoria, melhor dizendo, por algumas famílias.
Renovação das concessões sem participaçãoIsto mesmo, há uma enorme concentração dos meios de comunicação em nosso país, problema que se mantém devido à negligência do executivo, legislativo e judiciário brasileiros a respeito do tema. É inegável a relação de camaradagem entre os donos da grande mídia e os representantes destes poderes, isto quando não são eles mesmos concessionários de algum veículo o que é claramente proibido por lei. Órgãos como o Ministério das Comunicações e a Anatel (Agência Nacional de Telecomunicações) recuam no cumprimento de seus papéis, omitindo-se ou prestando um desserviço à democratização da comunicação. Não há, na prática, nenhum tipo de regulamentação que assegure uma comunicação comprometida com os direitos humanos, muito menos com a garantia da comunicação como um destes direitos, algo indispensável a uma sociedade verdadeiramente democrática.
Durante o governo militar, a TV era vista como um potencial meio para combater a quem quisesse provocar a sociedade com ideologias diferentes das do regime militar e do capitalismo. Hoje, mesmo sem vivermos em uma ditadura militar, vivemos uma ditadura midiática, onde a imposição de ideias se dá na medida em que poucas pessoas decidem o que deve ou não ser notícia, que culturas, religiões devem ser mais ou menos valorizadas, reproduzidas, que assuntos devem ser discutidos pelos cidadãos e cidadãs, que candidaturas a cargos eletivos devem ter maior aceitação por parte da população etc.
Essa realidade é preocupante e deve-se muito ao monopólio e oligopólio da radiodifusão – tanto em nível nacional quanto regional –, proibido no artigo 220 da Constituição Federal de 1988. A Carta Magna do país também diz que o espectro para transmissão de sinais de rádio e TV é um bem público, cuja utilização é concedida pelo Estado. Portanto, o serviço prestado pelos canais de televisão é resultado de uma concessão pública, embora tenham sido, em sua maioria, usados para fins comerciais. Esta autorização, outorga ou concessão, no caso da TV, tem validade de 15 anos, podendo ser renovada, o que tem sido feito sem a menor participação da população, que não tem o direito de avaliar, sugerir ou simplesmente ser contra a renovação das mesmas, ao constatar que o veículo não atende aos princípios da produção e da programação das emissoras de rádio e televisão, conforme previstos na Constituição Brasileira.
Faz-se necessária uma outra televisãoContra esta afronta ao direito à informação, diversos movimentos sociais no Brasil têm defendido o controle social dos meios de comunicação, com o intuito de garantir que a radiodifusão, um serviço público, atenda de fato ao interesse público. Este controle a ser feito pela sociedade em seu conjunto deve se dar a partir da regulamentação e da efetivação de políticas públicas para o setor, o serviço prestado pelos diversos veículos e o conteúdo exibido pelos mesmos. Isto poderia ser garantido, por exemplo, com a criação de conselhos, realização de conferências deliberativas, criação de ouvidorias para monitoramento de conteúdos ou consultas sobre renovação das concessões, entre outras medidas.
Embora, propositalmente, o discurso da liberdade de expressão e controle social tenha sido usado de forma deturpada por setores conservadores da sociedade, sobretudo nos últimos anos, faz-se necessária a implementação destes mecanismos com vistas à garantia de uma comunicação plural e comprometida com o respeito aos direitos dos brasileiros e brasileiras.
Por fim, na comemoração dos 60 anos da TV no Brasil, fica o alerta de que as velas do bolo de aniversário desta senhora possam clarear a vista das pessoas para uma visão mais crítica sobre a mesma. É preciso perceber que: o modelo de TV digital adotado pelo Brasil, ao contrário das propagandas, não tem contribuído para democratização da comunicação; a TV Brasil ainda não é o modelo ideal de televisão pública; as TV´s educativas precisam ser ampliadas; o canal comunitário precisa ser disponibilizado em canal aberto, e não em TV por assinatura como é hoje. É necessário também brigarmos pelo respeito no tratamento aos movimentos sociais, à regionalização das produções, o controle da publicidade agressiva e incentivadora das opressões e desigualdades sociais. Ou seja, é preciso entender que faz-se necessária uma outra televisão para o Brasil.

quinta-feira, 11 de novembro de 2010

SERÁ QUE VAI PASSAR...DIFÍCIL....

Governo pode proibir parlamentar de ser dono de rádio e TV

Anteprojeto de lei para regulamentar a convergência na área de comunicação pode tornar explícita a proibição de deputados e senadores serem proprietários de emissoras de rádio e TV. Texto deve ser concluído até o final do ano.
Arquivo - Luiz Alves
Bornhausen: Constituição já proíbe parlamentares de serem donos de emissoras.
O anteprojeto de lei que o Executivo prepara para regulamentar as comunicações pode proibir explicitamente a propriedade de emissoras de rádio e televisão por parlamentares. O anúncio, que foi feito pelo ministro da Secretaria de Comunicação Social da Presidência da República, Franklin Martins, no "Seminário Internacional Comunicações Eletrônicas e Convergências de Mídias", promovido pelo governo nesta semana, já provoca divergências na Câmara sobre a necessidade de a lei prever essa proibição.
O líder do DEM, deputado Paulo Bornhausen (SC), acredita que a Constituição já impede parlamentares de serem sócios de rádio e TV. “Basta cumprir as regras existentes”, disse. De acordo com a Constituição, deputados e senadores são proibidos de serem proprietários, controladores ou diretores de empresa que goze de favor decorrente de contrato com pessoa jurídica de direito público. Como rádios e TVs são concessões públicas, alguns constitucionalistas acreditam que o impedimento já está suficientemente claro.
Arquivo - Janine Morae
Erundina: proibição deve estar explícita na Constituição.
Porém, segundo o relatório final da Subcomissão Especial de Outorgas e Concessões de Radiodifusão, que funcionou entre 2007 e 2008, esse não tem sido o entendimento das autoridades. Por isso, a subcomissão propõe a criação de uma proposta de emenda à constituição que expressamente proíba parlamentares e outros ocupantes de cargos públicos a ter empresas de radiodifusão. O texto também recomenda, por exemplo, a adoção de uma série de iniciativas para tornar mais transparente o processo de outorga para canais de rádio e TV.
A deputada Luiza Erundina (PSB-SP), que presidiu a subcomissão, é favorável a essas medidas e acredita que, ao elaborar o anteprojeto, o Executivo deve levar em conta as sugestões do Congresso. “O governo deve estar atentos às discussões iniciadas no Legislativo”. Para ela, o anteprojeto deve contemplar também as diretrizes aprovadas na I Conferência Nacional de Comunicação, em dezembro de 2009.

Convergência tecnológica
O anteprojeto vai propor uma lei geral para o setor de comunicações, incluindo rádio, televisão e telecomunicações. O texto, que está sendo escrito por grupo de trabalho interministerial, será finalizado ainda este ano e entregue à futura presidente da República, Dilma Rousseff. “Ela irá decidir se abre consulta pública ou se envia a proposta imediatamente ao Congresso Nacional”, explicou Martins.
Durante seminário, que serviu para fornecer subsídios ao anteprojeto, o ministro adiantou que a nova norma procurará se adaptar à convergência tecnológica. “Nossa legislação é absolutamente ultrapassada”, disse. O Código Brasileiro de Telecomunicações (Lei 4.117/62), que regula atualmente a radiodifusão (rádio e TV aberta), foi feito quando não havia, por exemplo, satélites ou internet. Já a Lei de TV a Cabo (8.977/95), apesar de mais moderna, não abarca, por exemplo, a possibilidade de empresas de telefonia oferecem o serviço – hoje, possível graças ao processo de convergência. Já a Lei Geral de Telecomunicações (9.472/97), por sua vez, não contempla regras para a massificação da internet de banda larga.
Segundo Martins, uma das prioridades da nova lei será regulamentar os dispositivos constitucionais referentes às comunicações, como o que prevê o estímulo à produção de conteúdo audiovisual nacional, regional e independente; e o que proíbe monopólios e oligopólios na mídia.

Produção nacional
O deputado Paulo Henrique Lustosa (PMDB-CE) considera positiva a iniciativa do governo. Para ele, é essencial que o anteprojeto trate as comunicações de forma convergente, a fim de trazer benefícios para o consumidor. Conforme Lustosa, a possibilidade da regulação de conteúdos é uma questão “sensível” e deve estar restrita a pontos específicos, como impor limites à publicidade e estimular a produção nacional. O parlamentar foi o relator do Projeto de Lei 29/07, que propõe um novo marco legal para a televisão por assinatura. O texto já foi aprovado pela Câmara e, atualmente, está em análise no Senado (PLC 116/10).
Para o deputado Jorge Bittar (PT-RJ), o anteprojeto do Executivo deve ter como prioridades regulamentar a produção nacional independente de conteúdo audiovisual e atualizar a Lei Geral de Telecomunicações, para que esta dê conta do desafio de massificar a internet de banda larga. O substitutivo aprovado ao PL 29/07 já prevê o fomento à produção nacional e independente de conteúdo e o estabelecimento de cotas para esse tipo de conteúdo na TV paga. “O PL 29/07 estabeleceu um novo paradigma, que pode servir de base para a regulação desses pontos também na TV aberta”, disse Bittar.

www.camara.gov.br

terça-feira, 9 de novembro de 2010

tá tudo dominado....

REGULAÇÃO EM DEBATE
Manda quem pode...
Por Francisco Djacyr S. de Souza em 2/11/2010
O recente episódio da criação do Conselho de Comunicação no estado do Ceará provou que o poder econômico vai sempre ser o elemento a mais no processo de geração de oportunidades do povo dizer o que pensa da comunicação e o que quer da nossa mídia. É claro que vivemos momentos de ditadura do capital onde os meios de comunicação são dominados pelos que têm poder econômico e político e as lutas populares não vão a lugar algum se não houver união, agregação de interesses e disposição para a luta. No caso em questão, vimos uma total reação do movimento reacionário de nossa política e a quase completa subserviência de alguns setores da comunicação onde jornalistas, radialistas e grande parte dos setores da mídia se levantaram contra o Conselho acusando-o de fomentar o autoritarismo e de cercear a liberdade de imprensa.
Na situação atual, vemos que o povo vai sempre ficar atrás, pois não é chamado a participar dos debates nem tem oportunidade de exercer a cidadania participativa e dar sua opinião sobre os problemas da atualidade. Vemos nesta situação que os donos da mídia têm muitos escudos para se protegerem e o povo não tem nenhum, pois a mobilização popular ainda é muito dispersa em interesses políticos e ideológicos. Por que não abrem o debate? Por que não expõem as anomalias da mídia hoje? Por que vão sempre achar que o povo gosta da baixaria? Os questionamentos antes feitos provam que há uma névoa sobre os interesses do povo que não deixa que a população faça análise firme e coerente de seu papel no processo comunicativo ou se eduque para conhecer discursos e interesses que se escondem no processo comunicativo.
A pressa que a Ordem dos Advogados do Brasil teve neste processo no sentido de arguir inconstitucionalidade à lei e a forma como a deputada Rachel Marques (PT-CE foi tratada pelos donos da mídia mostra uma situação vergonhosa dos fatores que motivam nossa comunicação e de que lado as representações que se dizem populares estão. Por que a OAB não faz um monitoramento da mídia que, em muitos casos, atenta contra os direitos humanos banalizando a morte e expondo pessoas ao ridículo mesmo que sejam marginais ou delinquentes? Por a OAB não fiscaliza o direito de imprensa e o Código de Ética do Jornalismo, que sempre é rasgado quando os meios de comunicação falam a voz dos poderosos? Por que a Assembleia Legislativa do Estado do Ceará não utilizou o poder de suas Comissões para discutir e debater a temática da comunicação e seus problemas?
Há muito o que fazerVale ressaltar que muitas entidades populares concordaram com o Conselho de Comunicação, porém para isso tiveram que publicar seu manifesto em matéria paga nos jornais cearenses e não foram sequer consultadas em relação ao assunto. Onde está, pois a democracia nesta caso? Não podemos aceitar que pessoas que sequer compreenderam o teor do projeto de lei e seu nascedouro possam emitir algumas opiniões extremamente conservadoras e truculentas sobre o projeto em questão. Se o projeto não é possível, quem deveria dizer isso era o povo através de um debate franco e esclarecedor sobre o assunto. É claro que os donos da mídia não querem isso, pois aqui a própria rádio da qual o presidente da Associação Cearense de Emissoras de Rádio e Televisão é presidente é a primeira a promover palavrões, discriminações e desrespeito aos seus usuários sem providência alguma. Vale, sim, a máxima " Manda quem pode..."
A questão é séria e vem sendo resumida a interesses partidários e motivações político-ideológicas que provam que a maioria dos que fazem parte de nossa sociedade não quer uma comunicação ética, verdadeira e segura para todos. O que muitos querem é a baixaria, o desrespeito e a truculência midiática que traz para todos uma prova cabal de que ainda há que se fazer muito para gerar dignidade, honestidade e verdade nos meios de comunicação. É triste, mas é verdade...

domingo, 7 de novembro de 2010

VEJA A IMPORTÂNCIA DO RÁDIO

RETIRADO DO BLOG GENTE DE MÍDIA - VEJA COMO O RÁDIO É IMPORTANTE

LEIA - PUBLICADO NO SITE CAROS OUVINTES

Sete de Novembro é o Dia do Radialista
Foto Arquivo Nosso Século
A 24 de julho de 2006, o Presidente da República sancionou a Lei nº 11.327, instituindo o Dia do Radialista, a ser comemorado no dia sete de novembro, dia do nascimento do radialista e compositor Ari Barroso, homenageando todos os profissionais que tornam o rádio mais dinâmico e interessante.
Ari Evangelista Barroso
Talento multiforme, Ari Evangelista Barroso, deixou um nome inesquecível no mundo do rádio, da televisão e da música. Nascido em Ubá, Minas Gerais, a sete de novembro de 1903, Ari, quando jovem, dedicou-se à composição musical.
Confiante em suas produções, ainda não divulgadas, deixou Minas e tentou sua sorte no meio artístico carioca, onde fez relações que vieram a influir em seu destino. Uma delas, a de Renato Murce que o aproveitou em seu programa “Hora de Outro Mundo”. Nessa audição radiofônica ele revelou dentre outras, as suas qualidades de humorista, cuja verve se entremostrou depois na produção de peças para o teatro de comédia e de revista, muito festejadas pelo público.
No rádio, popularizou-se como locutor esportivo (1935) e apresentador de programa de calouros. Escreveu, dirigiu e interpretou no radioteatro, nas novelas de rádio. Dentre as suas atuações destacaram-se as que deu à Rádio Cruzeiro do Sul, à Rádio e à TV Tupi (1955). Ari Barroso tinha um jeito cômico todo seu de acompanhar os lances de um jogo de futebol, qualidade que o fazia querido das audiências, mesmo de pessoas indiferentes ao esporte da bola.
Ele formava parceria com outros autores na produção de peças teatrais e de músicas. Tornou-se um dos maiores compositores da música popular brasileira. Suas produções encontram eco nas editoras musicais, nas fábricas de discos, cujas edições tiveram uma inusitada saída no mercado nacional e internacional. Dentre suas composições destacam-se: Aquarela do Brasil, Taboleiro da Baiana, Boneca de Pixe, Na Baixa do Sapateiro, Risque, No Rancho Fundo (em parceria com Lamartine Babo).
Na política conseguiu expressiva votação dentre o eleitorado carioca, fazendo-se vereador pelo então Distrito Federal. Na vereança destacou-se pelo esforço que desenvolveu em prol da construção do Estádio do Maracanã.
O rádio, a televisão e as gravadoras no país e no exterior – principalmente nos Estados Unidos – prosseguem apresentando suas produções, feitas por vezes em programas especiais exaltando a sua memória e o seu valor, um dos mais altos na música, no teatro e no rádio e TV.
Ari Evangelista Barroso faleceu no Rio de Janeiro em 1964.
O DIA DO RADIALISTA


            Parabéns a todos os radialistas do Estado do Ceará pois se de seu trabalho nascem as notícias, o entretenimento e a alegria de poder compartilhar das informações e do conhecimento. O radialista é um profissional que transmite otimismo, verdade e cidadania nas ondas do rádio.
            O dia de hoje merece reflexão sobre o papel da comunicação e da necessidade de apoiar o trabalho dos comunicadores com participação, idéias e fortalecimento de seu papel perante a sociedade. Vale a pena fazer parte do mundo da comunicação e ter no rádio a esperança de entender o mundo através das ondas radiofônicas.

quinta-feira, 4 de novembro de 2010

VOCÊ É NOSSO CONVIDADO

NO PRÓXIMO SÁBADO, DIA 06 A PARTIR DAS 08:00h NA CASA DE JUVENAL GALENO SITUADA A RUA GENERAL SAMPAIO, 1128 CENTRO,  A AOUVIR/CE ESTARÁ PRESTANDO UMA HOMENAGEM AOS RADIALISTAS EM COMEMORAÇÃO AO DIA DO RADIALISTA. NA OCASIÃO HAVERÁ APRESENTAÇÕES ARTÍSTICAS, SORTEIOS E O LANÇAMENTO DO SELO DE QUALIDADE AOUVIR. VENHAM E TRAGAM A SUA FAMÍLIA. ESPERAMOS VOCÊS!!!