quarta-feira, 8 de setembro de 2010
terça-feira, 7 de setembro de 2010
segunda-feira, 6 de setembro de 2010
domingo, 5 de setembro de 2010
Rádio e preferências clubísticas
Todos tem direito de torcer por um clube, no entanto, o que se faz no rádio cearense é simplesmente revoltante. Distorcer fatos, criticar sem fundamentos, criar notícias e fatos com o único objetivo de prejudicar alguém é completamente fora da ética jornalística e da comunicação. É preciso que nossos radialistas aprendam a trabalhar e deixem de usar seus microfones para satisfazerem seus interesses de torcedores. A verdade deveria fazer parte da programação radiofônica de nosso Estado, para o bem da comunicação e para o estabelecimento da verdade. O que está acontecendo hoje com o Ceará Sporting Club é deveras passivo de uma aprofundamento de discussão e de mudança de postura. No jogo Ceará x Vasco um comentarista da Rádio O POVO CBN criticou o jogador Vandinho antes do mesmo entrar em campo. Isso é rádio? E o pior é que ninguém pode criticar esta postura, pois será boicotado pelas rádios e pelos meios de comunicação que são corporativistas e complemente incompreensivos perante a crítica que é construtiva e quer o bem da comunicação. O que fazer?
quinta-feira, 2 de setembro de 2010
LEIA E DIVULGUE
| MÍDIA RADIOFÔNICA O rádio que realmente merecemos Por Francisco Djacyr Silva de Souza em 31/8/2010 | |
| O rádio que imaginamos é um rádio que valorize o cidadão e que seja usado no sentido de melhorar a sociedade com uma programação respeitosa, altruísta, plural e ética em todos os sentidos. No entanto, não é este o rádio que temos no momento, pois os grupos políticos, religiosos e econômicos têm se apoderado deste meio de comunicação e mandado mensagens deturpadas e completamente deslocadas do sentido da comunicação. O rádio tem grandes contribuições a dar para a construção da cidadania e mudança do sentido da vida de muitas pessoas, pois seu caráter de versatilidade e facilidade de comunicação faz com que chegue rápido e eficaz a todos os indivíduos. O grande problema é a mensagem que tem sido veiculada no rádio, que às vezes busca lavagem cerebral, venda de milagres, utilização política, destruição da pluralidade cultural de nosso povo e povoamento de programas com palavrões, desrespeito ao ouvinte e mensagens que não fazem parte do verdadeiro sentido da comunicação. A grande pergunta é: por que o rádio tem sido tão vilipendiado em seu caráter comunicativo? A resposta correta é que falta aos seus usuários um processo organizativo que mude a situação deste meio, que exija respeito ao ouvinte, que questione o processo comunicativo via rádio. Há também necessidade de discutir o rádio em todos os setores da vida acadêmica com produção de textos, artigos e até teses sobre a importância do rádio e seu papel no cotidiano de milhões de usuários que às vezes têm no rádio a única maneira de conhecer o mundo em que vivemos. Sabemos que o rádio está presente em quase todas as residências e que, apesar da existência de outros meios de comunicação supostamente mais eficientes, o rádio ainda é o meio que faz parte da vida de pessoas de todas as classes sociais em seu dia-a-dia. É preciso, sim, mudar o rádio e talvez o Poder Público tenha grande responsabilidade sobre este aspecto, considerando o caráter de concessão pública que este meio de comunicação é. É preciso que o Estado fiscalize o caráter das concessões e o uso que o mesmo tem em nossa sociedade. Há mecanismos que precisam ser utilizados para exigir o rádio como um instrumento de comunicação popular fazendo com que o povo tenha direito de ouvir um rádio plural e voltado para seus verdadeiros interesses. É preciso cassar concessões de rádio que hoje foram negociadas para grupos políticos e religiosos que não trazem contribuição alguma para a comunicação e para o bem dos indivíduos, pois vendem indulgências e não deixam que o rádio cumpra seu verdadeiro papel. Pela dignidade e pluralismoO rádio que muitos querem não está sendo posto em prática neste momento, pois há interesses em jogo que não são os verdadeiros interesses da população em geral. O rádio precisa de gente que lute para que a comunicação seja respeitosa, pois há muito lixo sendo verbalizado na comunicação e não vemos até o momento nem seleção de conteúdos nem responsabilidade do Poder Público no sentido da mudança e da garantia de um processo comunicativo que realmente atenda aos interesses dos que querem o bem do rádio e da comunicação em geral. O rádio precisa de muita luta para a mudança de seu caráter e para o fim das baixarias que são promovidas em comunicações que não levam a lugar algum e que só poluem a mente e os ouvidos de nosso povo. A comunicação verdadeira tem de fazer parte das emissões radiofônicas com ideias e ideais que precisam aglutinar o povo em prol da construção da cidadania plena e da formação de um conhecimento que seja realmente voltado para a melhoria da sociedade. Um rádio ético e cidadão tem de ser incentivado e buscado por todos os membros da sociedade que ainda não se deu conta da importância do rádio e que muitos insistem em negar no momento em que permitem que este meio seja agredido com mensagens pornofônicas, com utilização para interesses políticos e com massificação de ideias religiosas que são em muitos dos casos enganosas e visam exclusivamente a vantagem econômica a partir de mensagens que não tem nada a ver com religião. Precisamos mudar o rádio, mas a mudança só virar no momento em que haja um processo organizativo da sociedade em busca de um rádio melhor, mais digno e, sobretudo, plural em todos os sentidos. publicado no site www.observatoriodaimprensa.com.br | |
terça-feira, 31 de agosto de 2010
uma luta que não cessa
| RÁDIOS COMUNITÁRIAS População reage ao fechamento da emissora Por Ubirajara de Oliveira Santana em 31/8/2010 | |
| Um movimento popular, liderado por habituais ouvintes, vem colhendo assinaturas para reverter a suspensão da programação da 95FM. Até o momento, cerca de três mil nome nomes fazem parte da lista a ser entregue as autoridades. Desde o dia 5 de agosto que a 95FM foi obrigada a suspender sua programação da Frequência Modulada por determinação da Anatel, mesmo veiculando campanhas e informes publicitários do governo. Cosme Moreno e Roberto Louza, moradores de Nilópolis e ouvintes diário da emissora, assim que souberam do acontecido mobilizaram outros moradores e iniciaram o movimento: "A 95FM informava, animava e amplificava a nossa voz. Diferente das emissoras comerciais, aqui, nós moradores participávamos da programação", diz Cosme. A ideia é colher 10 mil assinaturas que devem ser entregues ao prefeito de Nilópolis, Sergio Sessim. Formação de comunicadores popularesA rádio 95FM é parte da ONG SOS Reviver, entidade filantrópica com sede em Nilópolis, com trabalho voltado para as famílias e para o combate as drogas. Por cerca de 14 anos, a emissora fez parte da vida da Baixada Fluminense, com incentivo à arte, livre informação, debates e participação popular. A emissora, dirigida pelo reverendo Pedro Paulo Pereira, também investia na formação de novos comunicadores populares, tendo tal trabalho reconhecido pelas principais agências de premiação, entre elas a Top Of Mine. Mesmo com o pedido de funcionamento junto ao Ministério das Comunicações e parceria do governo em campanhas e informes, foi fechada por fiscais da Anatel e agentes da Polícia Federal. Mais informações sobre o movimento no e-mail sextatotal@gmail.com ou no telefone 0xx21 96406520, falar com o Cosme Moreno. | |
segunda-feira, 30 de agosto de 2010
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