urado da competição Radio Lions, Alvaro Rodrigues acredita que o meio é ideal para os profissionais de criação usarem a imaginação. Leia alguns trechos de sua entrevista a Paulo Macedo no PropMark:
Qual sua visão do meio rádio? O que é mais eficaz na publicidade no rádio?
Uma das poucas plataformas de comunicação que estimula como nenhuma outra a imaginação do consumidor. Uma das poucas mídias em que uma verba reduzida não diminui uma grande ideia. Ou, como disse Paul Lavoie, presidente do júri de Rádio, “ganhar um Leão em Rádio será sempre mais pela ideia do que pelo artifício”. O que falta ao rádio?
Mais carinho e mais profissionais criando para ele. Acho que o foco nas novas mídias, mesmo as não tão novas como TV e mídia impressa, fez com que o rádio perdesse um pouco da sua importância.
Qual a sua visão do áudio no trabalho de construção de marca? Alguns sons, como o da Intel, têm elevado índice de lembrança, como o legendário “Varig, Varig, Varig”?
Cada vez mais eu percebo clientes buscando identidades sonoras para as suas marcas. Produtoras especializadas em sound branding surgiram. O áudio ganha relevância na construção de marca.
Cite algumas campanhas feitas para o rádio.
A campanha que ganhou Leão no ano passado, criada pela Almap-BBDO para a Escola Panamericana, é absolutamente brilhante. Recentemente, a minha equipe estava ouvindo uma campanha divertida criada pela DM9 para a Companhia Athletica, ela me chamou a atenção. Mas a minha maior referência musical em publicidade continua sendo o jingle criado para o Banco Nacional. “Quero ver você não chorar, não olhar pra trás…”, que eu ouvi quando nem sabia o que era jingle, propaganda. Eu cresci tendo esse jingle como a música do Natal.
domingo, 11 de abril de 2010
PROGRAMA EM DESTAQUE
Frequência Beatles
Sábado - 18:00 às 20:00Traz canções e informações do famoso quarteto de Liverpool e da carreira solo de John, Paul, George e Ringo. O programa tem como extensão a banda cover Rubber Soul, que sempre faz shows em Fortaleza tocando as músicas do quarteto e levando o nome do "Freqüência" ao palco. Conta com participações de especialistas no assunto.
sábado, 10 de abril de 2010
programa em destaque - FM UNIVERSITÁRIA 107,3fm
Arquivo de cera
Domingo - 8:30 às 10:00
Programa temático elaborado com gravações em discos de cera do período de 1902 a 1964 do acervo pessoal do pesquisador Nirez. A seleção musical é formada por músicas brasileiras ou versões de músicas estrangeiras em português.
LEIA E DISCUTA
| BIG BROTHER BRASIL O triunfo estatístico do banal Por Muniz Sodré em 6/4/2010 | |
| Na quinta-feira (1/4), era um júbilo só o sistema Globo: a final doBig Brother 10, exibida dois dias antes, dera à rede de TV 40 pontos de média de audiência. "Menos que as edições anteriores (na ordem: 59, 45, 55, 56, 57, 51, 48 e 46 de média)", comentava uma coluna do jornal, ressalvando: "Em compensação, a explosão na internet impressiona: foram mais de 154 milhões de votos, um recorde mundial emreality shows. Com isso, o programa se consagra como o único da TV brasileira quecumpre plenamente o objetivo transmídia. E isso não é pouco". De fato, nada aí é pouco: "Em todas as dez edições doBig Brother Brasil, houve um total de 2 bilhões 558 milhões 958 mil e 35 votos na Globo.com.É muita coisa". Não se trata mais de fazer ressoar o bordão da crítica culturalista baseada de "bons" e "maus" conteúdos, para despertar a adormecida consciência educacional do público e terminar com uma sentença condenatória do show televisivo. Esse tipo de análise parece-nos hoje rigorosamente inútil ou serve apenas para alimentar de vez em quanto os surtos de moralismo cultural de setores reduzidos da esfera pública. Pode ter alguma utilidade, entretanto, chamar a atenção para a persistência desse fenômeno mobilizador de audiência com as revelações dos cientistas políticos Amaury de Souza e Bolívar Lamounier no recém-lançado livroA classe média brasileira: ambições, valores e projetos de sociedade, em que ambos traçam um perfil da chamada classe C, isto é, os 26,9 milhões de brasileiros que, com 46% da renda nacional, superam os 44% das classes A e B. Segundo o estudo, trata-se de indivíduos sem qualquer consciência (política) de cidadania, mas que se reconhecem como cidadãos consumidores. Estratégias de espetacularizaçãoSeria muito interessante determinar de que estrato socioeconômico provém majoritariamente o público doBBB. Mas ainda que não se localize a sua origem nessa indigitada classe C, as tendências políticas e culturais parecem ser as mesmas, ou seja, uma vontade de se fazer presente na esfera pública, desde que essa "presença" não tenha nada a ver com os mecanismos clássicos da cidadania, que implicam participação coletiva na cena pública com o objetivo de influir sobre o controle social: mandatos parlamentares, vigilância sobre o orçamento etc. Com um peculiar sistema de votação para a eliminação de seus figurantes, oBBB cria um espetáculo participativo em que o envolvimento do público, por si só, faz as vezes de um livre movimento de atuação cidadã. A utilização massiva da internet, conjugada com a audiência televisiva tradicional, é uma novidade mercadológica. Mantém-se inalterado, entretanto, o ponto de vista da crítica de décadas passadas, segundo o qual a cultura de massa "espetaculariza" a vida, ao mesmo tempo em que suas práticas estéticas fazem com que o afeto seja o principal apelo necessário à circulação de produtos e processos do mercado. Ovalor de sujeito é dado pelo acesso às novas tecnologias (agora, a internet), que propiciam a emergência de um "ser comum" centrado no afeto, na sensibilidade – e na banalidade. Na mídia convencional (que alguns chamam de "jurássica"), cabe à retórica da propaganda ou da publicidade emocionar pelo discurso banal. As estratégias de espetacularização acabam por produzir um novo tipo de realidade que reorienta hábitos, percepções e sensações. A mídia deixa de apenas informar, para começar a fazer parte como sujeito ativo das relações sociais. É desta maneira que a figura do consumidor começa a adquirir um novo conceito de sujeito social configurado pelo mercado e confinado à esfera do consumo. Uma espécie de gladiadorApesar das aparências de mudança introduzidas pela internet, essa figura do consumidor é a mesma para o sistema da mídia. Mesmo que aumente ofeedback ou a capacidade de resposta dos usuários de TV e internet (e esta de fato é enorme agora), o marketing midiático continua voltado para o seu público-alvo como uma massa a ser incorporada para efeitos de consolidação da audiência. Quando o jornal diz que oBBB é "o único da TV brasileira que cumpre plenamente o objetivo transmídia" está na verdade assinalando o valor "moral" exclusivo da programação televisiva: ser um curto-circuito de si mesma. Embora seja apenas uma instância singular do sistema industrial comercial, o programaBBB está nos dizendo que a mídia quer ser apenas "mais-mídia" (não só televisão, mas televisão com internet), que não há qualquer finalidade social ou cultural além de sua própria realização técnica. É natural que os 154 milhões de votantes doBBB 10 possam sentir-se como sujeitos que exercem democrática e comodamente, de dentro de suas casas, uma livre opção: isso ou aquilo, fulano ou fulana, homossexual ou homofóbico. A tecnologia digital amplia em muitos graus a mais a velha intimidade à distância propiciada pela telenovela. Demouse em punho, o espectador define-se de certo modo como o público da arena romana que decidia sobre vida ou morte do gladiador derrotado. E talvez não seja absurdo pensar no participante doBBB como uma espécie de gladiador que se vê no espelho da mídia, dia após dia encerrado numa casa, tentando provar para concorrentes e telespectadores que ele é umsi mesmo tal e qual se mostra, sem encenação. Nenhuma fera ameaça de fato os participantes e, no final, o vencedor torna-se um pequeno milionário. Para o espectador (classe C?), a moral da história deve ser buscada na animalidade do banal. Retirado do site www.observatoriodaimprensa.com.br | |
O QUE É BOM ELES TIRAM DO AR
Ao visitarmos o blog gente de midia descobrimos que o Programa Momentos do Rei vai sair do ar. O pior é que os ouvintes nunca são consultados. Veja a notícia:
'Momento do Rei', que Elvis 'Dumbo' Marlon apresenta na Verdinha, não irá ao ar neste domingo. Não entendi bem a explicação dada pelo Dumbo para a ausência do programa, mas sei que em seu lugar estará um musical da Jovem Guarda.
Pelo hábito de muita gente ouvi-lo nos santos domingos de guarda, o programa certamente vai perder um pouco do encanto.
Retirado do blog gentedemidia.blogspot.com
'Momento do Rei', que Elvis 'Dumbo' Marlon apresenta na Verdinha, não irá ao ar neste domingo. Não entendi bem a explicação dada pelo Dumbo para a ausência do programa, mas sei que em seu lugar estará um musical da Jovem Guarda.
Pelo hábito de muita gente ouvi-lo nos santos domingos de guarda, o programa certamente vai perder um pouco do encanto.
Retirado do blog gentedemidia.blogspot.com
MAIS UMA EXPOSIÇÃO TEMÁTICA SOBRE O RÁDIO
Iniciaremos no próximo dia 12 de Abril deste ano a III EXPOSIÇÃO TEMÁTICA SOBRE O RÁDIO onde apresentaremos dados sobre o rádio, peças e rádios antigos e muita informação sobre o mundo do rádio. Compareça a este evento será muito interessante e deixara muitas lições sobre o rádio.
sexta-feira, 9 de abril de 2010
RÁDIO A SERVIÇO DA CIDADANIA
Nova rádio em Serra Leoa terá parceria com a ONU
08/04/2010
Segundo a gerente da estação de rádio das Nações Unidas em Freetown, a criação da nova emissora é uma vitória para a paz e democracia no país; fusão foi aprovada pelo Parlamento local.
Guilherme Freitas, da Rádio ONU em Nova York.
A rádio estatal Serra Leoa Broadcasting Services fundiu-se com a estação local das Nações Unidas para formar uma nova entidade, visando tornar-se fornecedora independente e profissional de notícias e para o país africano.
A nova emissora recebeu o nome de Serra Leoa Broadcasting Corporation (SBC), após autorização do Parlamento do país, permitindo assim a fusão entre as duas rádios no dia 1 de abril.
Paz e Democracia
Segundo a gerente da estação de rádio da ONU em Freetown, Sputinik Kilambi, a criação da nova emissora é uma vitória para a paz e democracia no país, citando o fato da rádio ter uma postura independente e imparcial.
Ela afirmou que a estação foi oficialmente entregue a SBC e os funcionários treinados das Nações Unidas no país já atuam pela nova emissora.
Kilambi disse ainda que o apoio internacional será necessário durante um tempo para que as Nações Unidas continuem a desempenhar um papel de condução durante o primeiro ano da estação.
História
A rádio das Nações Unidas vem atuado no país há oito anos, incialmente como parte da Missão da ONU em Serra Leoa, Unamsil, criada pelo Conselho de Segurança em 1999.
Após o êxito da Unamsil outra missão para o país foi criada, a Missão da ONU de Consolidação da Paz em Serra Leoa, Unipsil.
Foto: Unesco
A rádio estatal Serra Leoa Broadcasting Services fundiu-se com a estação local das Nações Unidas para formar uma nova entidade, visando tornar-se fornecedora independente e profissional de notícias e para o país africano.
A nova emissora recebeu o nome de Serra Leoa Broadcasting Corporation (SBC), após autorização do Parlamento do país, permitindo assim a fusão entre as duas rádios no dia 1 de abril.
Paz e Democracia
Segundo a gerente da estação de rádio da ONU em Freetown, Sputinik Kilambi, a criação da nova emissora é uma vitória para a paz e democracia no país, citando o fato da rádio ter uma postura independente e imparcial.
Ela afirmou que a estação foi oficialmente entregue a SBC e os funcionários treinados das Nações Unidas no país já atuam pela nova emissora.
Kilambi disse ainda que o apoio internacional será necessário durante um tempo para que as Nações Unidas continuem a desempenhar um papel de condução durante o primeiro ano da estação.
História
A rádio das Nações Unidas vem atuado no país há oito anos, incialmente como parte da Missão da ONU em Serra Leoa, Unamsil, criada pelo Conselho de Segurança em 1999.
Após o êxito da Unamsil outra missão para o país foi criada, a Missão da ONU de Consolidação da Paz em Serra Leoa, Unipsil.
Apresentação: Carlos Araújo, da Radio ONU em Nova York.
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