domingo, 13 de dezembro de 2009
PARA QUEM GOSTA DE MÚSICA ESTRANGEIRA
O Programa EXPRESSO 610 é uma boa pedida para quem gosta de música estrangeira. São músicas bem selecionadas e de muito sucesso das épocas que marcaram as antigas tertulias. Vale a pena ouvir...
sábado, 12 de dezembro de 2009
sexta-feira, 11 de dezembro de 2009
leia este texto...
Oróis por nóis
Paulo Tadeu Jornalista
“A Tragédia de Orós – Documento Histórico”, 32º livro do professor Pedro Sisnando Leite, será lançado na próxima segunda-feira (14/12), às 15h30mim, no Instituto do Ceará (Histórico Geográfico e Antropológico), com saudação do presidente José Augusto Bezerra. A obra, patrocinada pelo Banco do Nordeste - BNB, é um resgate histórico do drama das comunidades ribeirinhas do Jaguaribe, quando na noite de 25 para 26 de março de 1960 a barragem do Açude Orós, ainda em construção, transbordou, levando o desespero e devastação a 14 municípios do Médio e Baixo Jaguaribe: Iguatu, Orós, Icó, Jaguaribe, Jaguaribara, Limoeiro do Norte, Alto Santo, Quixeré, Russas, São João do Jaguaribe, Tabuleiro do Norte, Itaiçaba, Jaguaruana e Aracati, atingindo cerca de 170 mil pessoas. Os Radioamadores (PPA-1) divulgavam o fato. A Igreja Católica angariava donativos. Bem longe, na minha Palmácia, eu ainda imberbe, ouvia tudo pela Rádio Dragão do Mar. E tinha o lado folclórico da tragédia: dizia-se que pessoas interesseiras, passando-se por “flagelados” recebiam doação dos “Oróis”, e alegres repetiam : “Oróis por nóis”... Ainda hoje, em Palmácia, a palavra brechó é sinônimo de “roupa dos Oróis”.
Gerações de” cabeças-chatas” quiseram ver barradas as águas do Rio Jaguaribe. Na década de 50, em defesa da construção do Açude Orós, Demócrito Rocha já comparava o Rio Jaguaribe a “uma artéria aberta, por onde escorre o sangue do Ceará”... E indagava: “Quem é o presidente da República? Depressa uma pinça hemostática em Orós!...”
O presidente Juscelino Kubitscheck de Oliveira ouviu os apelos, retomou a construção do açude que havia sido interrompida em 1922, e o inaugurou em 11 de janeiro de 1961. A tragédia fora prevista quando as chuvas aumentaram em março. Em helicóptero o Exército distribui panfletos às populações para deixarem área. Muitos reagiram amontoando-se em locais altos. Aos 17 minutos do dia 26 de março, um terrível estrondo ecoou: era a fúria da enchente ultrapassando o nível da barragem em construção. Para evitar o arrombamento total, e uma catástrofe maior, foi aberta uma vala de escoamento. Três dias depois o Juscelino sobrevoou a área ao lado do governador Parsifal Barroso e do superintendente da SUDENE, Celso Furtado. Juscelino solicitou ao presidente do BNB, Raul Barbosa, um conciso relatório confidencial sobre as consequências do flagelo.
A tarefa foi desincumbida por jovens técnicos do BNB coordenados por Pedro Sisnando Leite, então chefe da Divisão de Estudos Agrícolas do Nordeste ETENE/BNB . Este guardou farto material em sua Biblioteca e, 50 anos depois, escreve o livro de 262 páginas e iconografia. Uma relíquia histórica!(Aliás, em recente artigo, o engenheiro Cássio Borges lembrou que o Orós, em duas oportunidades, já socorreu Fortaleza com água: 1993 e 1998).
jornal o Estado de 11/12/09
quinta-feira, 10 de dezembro de 2009
é bom saber..
Panasonic assume controle da Sanyo e se torna maior que a Sony
O grupo de Osaka já havia anunciado, em dezembro de 2008, sua intenção de comprar seu vizinho Sanyo, uma operação amistosa antecipada pela crise, mas que finalmente levou um ano para concluir
10 Dez 2009 - 18h53min
O grupo de eletrônica e eletrodomésticos japonês Panasonic confirmou nesta quinta-feira que está assumindo o controle de seu compatriota e concorrente Sanyo, dando origem a um gigante maior que seu eterno rival Sony.
O grupo de Osaka já havia anunciado, em dezembro de 2008, sua intenção de comprar seu vizinho Sanyo, uma operação amistosa antecipada pela crise, mas que finalmente levou um ano para concluir.
A Panasonic lançou apenas oficialmente em novembro sua oferta pública de compra (OPA) após ter negociado detalhes com os grupos financeiros detentores de mais de 70% dos títulos da Sanyo, e ter esperado o sinal verde das autoridades da concorrência de quase 12 países.
Fechada quarta-feira, a oferta foi um sucesso: a Panasonic indicou ter obtido 50,2% dos títulos da Sanyo, o suficiente para declarar oferta aceita, mas menos do que o grupo esperava.
Entre o momento da determinação do preço de compra da ação, em pleno marasmo dos mercados financeiro, e o lançamento efetivo da OPA, o preço da ação da Sanyo subiu fortemente na Bolsa de Tóquio, o que incitou os detentores a não cedê-los a preços baixos à Panasonic.
Este último terá de desembolsar aproximadamente 405 bilhões de ienes (3 bilhões de euros) para se tornar a casa matriz da Sanyo.
Este casamento entre o ex-grupo Matsushita (rebatizado com o nome de sua marca Panasonic no ano passado) e a Sanyo tem origem em duas firmas. A Sanyo foi de fato fundada em 1947 por Toshio Ue, cunhado de Konosuke Matsushita, pai da Panasonic.
Ao adotar seu caçula Sanyo, a Panasonic, grupo emblemático da indústria japonesa do século XX, vai enriquecer seu catálogo de produtos e ampliar suas atividades a domínios considerados muito promissores para o século XXI.
Ainda se recuperando de uma longa reestruturação (quase 15.000 demissões, 15% do total e venda de atividades), a Sanyo se ateve nos últimos anos a desenvolver essencialmente produtos no domínio ambiental, a saúde, a higiene e o entretenimento multimídia.
Um dos grupos mais poderosos no mundo nos ramos de células fotovoltaicas e de baterias recarregáveis de diversos tipos, ele vai poder ainda se apoiar sobre a potência comercial da Panasonic.
Em amplitude de gama de produtos (audiovisual para grande público e profissional, dispositivos diversos para empresas, pequenos e grandes eletrodomésticos), a Panasonic já ultrapassada a Sony.
Com a Sanyo, ela amplia ainda mais o campo das competências e seu potencial de faturamento nitidamente acima do de seu concorrente, ficando quase no mesmo nível do conglomerado Hitachi, cujas atividades são ainda mais variadas.
A absorção da Sanyo pela Panasonic deve também provocar reduções de gastos de abastecimento e logísticas.
Mas o presidente da Panasonic, Fumio Ohtsubo, disse que o reforço da estrutura financeira e industrial do grupo é uma prioridade desta aquisição.
Violentamente atingido pela recessão e a alta do iene, a Panasonic e a Sanyo sofreram em 2008-2009 uma dura queda de suas vendas, em volume e em valor.
O grupo de Osaka já havia anunciado, em dezembro de 2008, sua intenção de comprar seu vizinho Sanyo, uma operação amistosa antecipada pela crise, mas que finalmente levou um ano para concluir.
A Panasonic lançou apenas oficialmente em novembro sua oferta pública de compra (OPA) após ter negociado detalhes com os grupos financeiros detentores de mais de 70% dos títulos da Sanyo, e ter esperado o sinal verde das autoridades da concorrência de quase 12 países.
Fechada quarta-feira, a oferta foi um sucesso: a Panasonic indicou ter obtido 50,2% dos títulos da Sanyo, o suficiente para declarar oferta aceita, mas menos do que o grupo esperava.
Entre o momento da determinação do preço de compra da ação, em pleno marasmo dos mercados financeiro, e o lançamento efetivo da OPA, o preço da ação da Sanyo subiu fortemente na Bolsa de Tóquio, o que incitou os detentores a não cedê-los a preços baixos à Panasonic.
Este último terá de desembolsar aproximadamente 405 bilhões de ienes (3 bilhões de euros) para se tornar a casa matriz da Sanyo.
Este casamento entre o ex-grupo Matsushita (rebatizado com o nome de sua marca Panasonic no ano passado) e a Sanyo tem origem em duas firmas. A Sanyo foi de fato fundada em 1947 por Toshio Ue, cunhado de Konosuke Matsushita, pai da Panasonic.
Ao adotar seu caçula Sanyo, a Panasonic, grupo emblemático da indústria japonesa do século XX, vai enriquecer seu catálogo de produtos e ampliar suas atividades a domínios considerados muito promissores para o século XXI.
Ainda se recuperando de uma longa reestruturação (quase 15.000 demissões, 15% do total e venda de atividades), a Sanyo se ateve nos últimos anos a desenvolver essencialmente produtos no domínio ambiental, a saúde, a higiene e o entretenimento multimídia.
Um dos grupos mais poderosos no mundo nos ramos de células fotovoltaicas e de baterias recarregáveis de diversos tipos, ele vai poder ainda se apoiar sobre a potência comercial da Panasonic.
Em amplitude de gama de produtos (audiovisual para grande público e profissional, dispositivos diversos para empresas, pequenos e grandes eletrodomésticos), a Panasonic já ultrapassada a Sony.
Com a Sanyo, ela amplia ainda mais o campo das competências e seu potencial de faturamento nitidamente acima do de seu concorrente, ficando quase no mesmo nível do conglomerado Hitachi, cujas atividades são ainda mais variadas.
A absorção da Sanyo pela Panasonic deve também provocar reduções de gastos de abastecimento e logísticas.
Mas o presidente da Panasonic, Fumio Ohtsubo, disse que o reforço da estrutura financeira e industrial do grupo é uma prioridade desta aquisição.
Violentamente atingido pela recessão e a alta do iene, a Panasonic e a Sanyo sofreram em 2008-2009 uma dura queda de suas vendas, em volume e em valor.
AFP
Fonte: OPOVO ON LINE - 10/12/09
quarta-feira, 9 de dezembro de 2009
RECOMENDAMOS
A Verdes Mares AM 810 tem um programa de boa qualidade aos domingos trata - se programa BOLA AO CENTRO com CAUBY CHAVES um profissional sério e competente tanto na apresentação do programa como nos comentários que faz na semana ao lado de Sérgio Pinheiro. Sua seriedade ressalta - se no programa. o programa bola ao centro tem um blog que mandaremos depois para vocês. Vale a pena ouvir aos domingos na verdinha este programa para quem gosta de esporte com seriedade e isenção.
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