quinta-feira, 25 de junho de 2009

RAUL GAZOLA E O RADIO


NA NOSSA FESTA DO DIA 27 ESTAREMOS SORTEANDO QUATRO INGRESSOS PARA O TEATRO JOSE DE ALENCAR.A era do rádio
Espetáculo divertido e diferente com Raul Gasolla é destaque do fim de semana
ATENÇÃO
A MISSA DE SÉTIMO DIA DO PAI DO RADIALISTA NONATO ALBUQUERQUE SERÁ AMANHÃ DIA 26 DE JUNHO AS 19:30 HORAS NA IGREJA DO PEQUENO GRANDE
MISSA DO SENHOR MANUEL MÁRIO BEZERRA
DIA 26 NA IGREJA DO PEQUENO GRANDE.- 19: 30 H

RÁDIOS ANTIGOS

É pura paixão conheça este site com modelos de rádios antigos.
COLEÇÃO DE RÁDIOS ANTIGOS

MUDANÇA DE LOCAL

ATENÇÃO O LOCAL DE NOSSA FESTA MUDOU
SERÁ NA RUA JOSÉ FAÇANHA - 836 -BELA VISTA
UMA RUA ANTES DO CENTERBOX DA AVENIDA JOSÉ BASTOS

SUGESTÃO DE LIVRO


A batalha da mídia’ reúne ensaios que discutem o papel da comunicação na luta pela hegemonia política e cultural na sociedade contemporânea. Além de analisar a influência da mídia na propagação dos valores do mercado e do consumismo, Dênis de Moraes analisa experiências que se propõem a democratizar os processos comunicacionais, seja através de políticas públicas inovadoras ou de formas colaborativas e participativas de difusão na Internet.


O livro é composto por quatro ensaios: "Imaginário social, hegemonia cultural e comunicação"; "Cultura tecnológica, inovação e mercantilização"; "Governos progressistas e políticas de comunicação na América Latina"; "Ativismo em rede: comunicação virtual e contra-hegemonia".



No principal ensaio, Dênis de Moraes revela como a ação do Estado, em vários países da América Latina, tem sido reorientada para tentar reverter uma das piores heranças do neoliberalismo: a concentração dos setores de informação e entretenimento nas mãos de um reduzido número de corporações nacionais e transnacionais.



Conforme aponta o autor, as novas políticas de comunicação de governos progressistas da região buscam viabilizar legislações antimonopólicas, apoiar meios alternativos e comunitários e estimular a produção audiovisual independente. Este amplo painel também avalia resistências e desafios postos aos governos que se dispõem a promover a diversidade e o pluralismo. Entre os países analisados estão Brasil, Venezuela, Bolívia, Equador, Nicarágua, Paraguai, Uruguai, Argentina e Chile.



Como ressalta Virginia Fontes no prefácio, ‘A batalha da mídia’ tem uma importância singular nestes tempos de crise global, na medida em que aponta o quanto ainda precisamos avançar em termos de alternativas contra-hegemônicas, "para um mundo no qual a informação, a comunicação e a cultura estejam plenamente socializados", ao mesmo tempo em que evidencia conquistas acumuladas nos últimos anos pelos setores populares no campo da comunicação, sobretudo na América Latina.



DÊNIS DE MORAES nasceu no Rio de Janeiro em 1954. É doutor em Comunicação e Cultura pela Universidade Federal do Rio de Janeiro e pós-doutor pelo Consejo Latinoamericano de Ciencias Sociales (CLACSO), sediado em Buenos Aires, Argentina. É professor associado do Departamento de Estudos Culturais e Mídia e do Programa de Pós-Graduação em Comunicação da Universidade Federal Fluminense e pesquisador do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq). É autor e organizador de diversos livros, entre os quais Cultura mediática y poder mundial (Norma, 2006), Sociedade midiatizada (Mauad, 2006), Combates e utopias: os intelectuais num mundo em crise (Record, 2004), Por uma outra comunicação: mídia, mundialização cultural e poder (Record, 2003), O concreto e o virtual: mídia, cultura e tecnologia (DP&A, 2001), O planeta mídia: tendências da comunicação na era global (Letra Livre, 1998), Vianinha, cúmplice da paixão (Record, 2000), O velho Graça: uma biograf ia de Graciliano Ramos (José Olympio, 1992) e O rebelde do traço: a vida de Henfil (José Olympio, 1996).



Formato: 14 x 21cm


272 páginas


Preço: R$ 42,00


Contato:


Tel.: (21) 3717-2127




editorial@paoerosas.com.br

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quarta-feira, 24 de junho de 2009

RETIREI DO BLOG RADIOPERIPATETICO.BLOGSPOT.COM


SOBRE O DIPLOMA DE JORNALISTA - MUITAS SÃO A DISCUSSÕES -LEIA ALGUMAS



Diploma
Nada mudou com a decisão do Supremo acerca da obrigatoriedade do diploma de jornalismo para o efetivo exercício profissional. Discordo com o que foi dito pela jornalista Regina Ribeiro à coluna do Ombudsman 21/6 e reitero que as empresas de comunicação local são familiares, caseiras. Eis que contratam seus apadrinhados, filhos, sobrinhos, netos, genros, etc...São a cara do Senado. Nada muda, pois o nível do nosso jornalismo, sinceramente, é pífio. Pífio, pois, a maioria, esmagadora, não possue tal, outrora cobiçado diploma de graduação em jornalismo. Caem de paraquedas nas redações aos montes e se autointitularam “jornalistas”.
WITALO RONNER C. SALES
Fortaleza-CE


Diploma de jornalismo


Com a abolição de obrigatoriedade do diploma, o jornalismo deixa de ser uma atividade de nível superior, passa a ser uma profissão de nível médio. A consequente desvalorização se refletirá na queda da remuneração salarial. Bom para os empregadores, mau para os empregados e ruim para os leitores, que passarão a receber um produto de pior qualidade. ROLDÃO SIMAS FILHO Brasília-DF