sexta-feira, 2 de outubro de 2009
WILTON BEZERRA - UM GRANDE PROFISSIONAL
quinta-feira, 1 de outubro de 2009
PALMAS PRO CHACRINHA QUE ELE É UMA GRACINHA
Chacrinha, ou Abelardo Barbosa, foi o maior
comunicador para as massas do rádio e da TV
Da editoria do Jornal dos Amigos
| Estreou na TV Tupi do Rio de janeiro em 1956, vestido de xerife, apresentando o "Rancho Alegre". Logo depois foi para a TV Rio. Seu programa, por muitos anos, foi patrocinado pelas Casas da Banha. Daí as brincadeiras com o bacalhau -ou outro produto alimentício- jogado para o público no auditório | ![]() |
José Abelardo Barbosa de Medeiros, o Chacrinha, nasceu em Surubim, cidade localizada no agreste pernambucano, no dia 30 de setembro de 1917. Foi casado com dona Florinda Barbosa por 41 anos e teve 3 filhos: José Amélio, Jorge Abelardo e Zé Renato.
"Workaholic" assumido, Chacrinha dedicou toda sua vida ao trabalho. "Acima de tudo, tentei dar ao meu programa um aspecto tropical, nordestino", costumava explicar o "Velho Guerreiro". Mas a tarefa para a qual ele próprio se incumbiu não era muito fácil. "Deus sabe o que me custa fazer esse tipo de programa na nossa TV tão massificada e dilacerada pela TV estrangeira", dizia.
Trabalhou quase 50 anos, inicialmente no rádio e depois na televisão, se consagrando como o primeiro comunicador do Brasil. O palhaço do povo, como ele mesmo se definia.
O porquê de Chacrinha
Quando Chacrinha entrou na rádio Clube de Pernambuco, em 1937, convidado para uma palestra sobre o álcool e suas consequências, o Brasil perdia um médico e ganhava seu mais célebre palhaço. Foi uma troca que valeu-lhe a fama. Chacrinha começou a estudar medicina em 1936, tentando se livrar da palavra falência que sempre acompanhou seu pai comerciante.
Dois anos depois de começar seus estudos de medicina, isto é, em 1938, caiu nas mãos de colegas já formados que o salvaram de uma apendicite supurada e gangrenada. Ainda convalescente da delicada cirurgia, ele, como percussionista do grupo "Bando Acadêmico", viajou como músico no navio Bagé rumo à Europa, em 1939. Na volta desembarcou no porto do Rio de Janeiro, decidido a tentar a vida na então capital federal.
No Rio, Chacrinha começou sua coleção de empregos. Tentou ser locutor da rádio Vera Cruz e, posteriormente, da Tupi e da rádio Clube Fluminense, mas seu forte sotaque nordestino não combinava com a função de locutor comercial, pelo menos na época.
Na rádio Clube de Niterói, que ficava numa chácara em Icaraí, insatisfeito com a programação, onde atuava, Abelardo Barbosa pediu à direção da emissora para fazer um programa de música carnavalesca tarde da noite. "O Rei Momo na Chacrinha" vingou e foi ao ar em 1942. A fama de "doido" estava consolidada. O estilo irreverente do comunicador, que recebia seu público na chácara de cuecas e com um lenço na cabeça, acabou ganhando o apelido de Chacrinha. Após o carnaval daquele ano, o programa mudou de nome para "O Cassino da Chacrinha", assim mesmo, no feminino.
O programa era pouco convencional. Chacrinha simulava entrevistas com artistas famosos e recriava a atmosfera de um verdadeiro cassino com efeitos sonoros malucos que não dispensavam a colaboração de galos e outros bichos que existiam na chácara. O "Cassino da Chacrinha" ficou no rádio até 1955, quando o "velho guerreiro" foi batalhar na televisão, no caso a Tupi do Rio, onde apresentava seu programa "Rancho Alegre".
Quase todas as emissoras de televisão do Brasil tiveram o apresentador como contratado. Já em 1959 a "Discoteca do Chacrinha" era o programa mais popular da TV. O ex-futuro médico já se apresentava com as mais extravagantes fantasias. Em 1968, o péssimo humor dos censores não aprovava as maluquices e Chacrinha chegou aos anos 70 seguido de perto por eles.
Os programas e as chacretes
Foto João Bittar![]() | Seus programas de calouros e de divulgação da MPB, como a Discoteca do Chacrinha, a Buzina do Chacrinha e o Cassino do Chacrinha foram sucesso em todas as emissoras nas quais Chacrinha trabalhou: TV Tupi, TV Rio, A "Buzina do Chacrinha" foi criada por ele em 1968, na TV Globo, quando comandava os programas de calouros aos domingos. Às quartas-feiras era o dia da "Discoteca do Chacrinha", programa que lançou muitos ídolos da MPB e que tinha como atração as chacretes, que se transformaram em verdadeiras musas da televisão na década de 70. |
Censurado sob a acusação de pornográfico e alienado, respondia: "Eu sei o que o povo precisa para se divertir". E, de fato, sabia. Na década de 80, quando Carla Perez e Tiazinha usavam fraldas, as chacretes faziam a alegria de milhões. Rita Cadillac, a mais famosa, foi escolhida a dedo. "Tem que ser boazuda, ter coxões e peitos grandes, porque homem só gosta de magra para casar", dizia.
O porquê do bacalhau
Quando o bacalhau encalhou nas Casas da Banha, seu patrocinador na TV Tupi, Chacrinha arrumou um jeito de reverter a situação. Durante o programa, virava-se para o auditório: "Vocês querem bacalhau?" A platéia disputava a tapa o produto. As vendas explodiram e ele explicou: "Brasileiro adora ganhar um presentinho".
O título de professor honoris causa
Durante três décadas foi líder de audiência. Em outubro de 1987, recebeu o título de professor honoris causa da Faculdade de Cidade; neste mesmo ano, foi homenageado pela Escola de Samba Império Serrano com o tema "Com a boca no mundo, quem não se comunica...".
O "Velho Guerreiro", apelido dado por Gilberto Gil na canção "Aquele abraço", ainda hoje é motivo de teses na área de comunicação para o grande público.
Instantes finais
"Ele não sofreu nada, morreu como um passarinho", disse seu filho, José Aurélio Barbosa, o "Leleco", produtor de seu programa. Chacrinha estava em casa conversando com um amigo, Jorge Ramalhete, quando começou a sentir fortes dores no peito. Ramalhete o carregou até seu quarto enquanto Florinda, mulher de Chacrinha, ligava para um pronto-socorro. "Eu o coloquei deitado na cama, mas ele sentia muitas dores e pediu para ficar sentado. Quando o peguei para sentá-lo, ele morreu...", contou Ramalhete, chorando.
"Por pouco ele não morreu como pretendia: no palco", disse o apresentador João Kleber, que há cerca de um mês vinha dividindo o comando do programa com Chacrinha. Kleber contou que no sábado, quando Chacrinha gravou seu derradeiro programa, lhe deu um abraço e um beijo ao final. "Foi engraçado aquilo. Ele já tinha se despedido e voltou ao palco para me abraçar. Parece até que sabia o que ia acontecer", disse. Outra pessoa que participou do último programa do Chacrinha foi a atriz Dercy Gonçalves, 81. "Ele passou o programa inteiro me provocando para eu dizer um nome feio".
"Ele era maravilhoso. Foi sem dúvida o maior gênio da TV brasileira. O velho sabia tudo, era o painho. Trabalhávamos na base do improviso e no fim do programa ele dizia: 'Aquilo deu certo Elke, mas aquela outra piada não pegou'. Ninguém nunca vai esquecer", assegura Elke Maravilha.
Apaga-se uma luz
Chacrinha morreu às 23h30, em sua casa, na Barra da Tijuca, em 30 de julho de 1988 (numa quinta-feira). Segundo a "Folha de S.Paulo" do dia 2 de agosto, 30 mil pessoas passaram pelo saguão principal da Câmara dos Vereadores, no centro do Rio, para participar do velório. Abelardo Barbosa, o Chacrinha, morreu aos 70 anos de infarto do miocárdio e insuficiência respiratória (tinha câncer no pulmão). O enterro realizou-se às 16h no cemitério São João Batista, em Botafogo.
Entre as pessoas que estiveram na Câmara, o humorista Chico Anysio, o ex-vice-presidente de operações da Globo, José Bonifácio de Oliveira Sobrinho -o Boni-, Clóvis Bornay, Wanderléia (que foi casada com um dos filhos de Chacrinha, José Renato, o Nonato), o empresário Marcos Lázaro, o ex-presidente do Vasco -Antônio Soares Calçadas-, as atrizes Tônia Carreiro, Betty Faria, Glória Menezes, Tássia Camargo, Terezinha Sodré, a cantora Rosana e o ex-escritor Dias Gomes.
Frases de Chacrinha
- "Eu vim pra confundir, não pra explicar."
- "Na TV nada se cria, tudo se copia."
- "Não sou psicanalista e nem analista. Sou vigarista."
- "Alô Sarney, não perca de vista o pecuarista."
- "A melhor lua pra se plantar mandioca é a lua-de-mel."
- "Alô, Dona Maria, seu dinheiro vai dar cria."
- "Honoris causa é a mesma coisa do que hors-concours."
- "O mundo está em dicotomia convergente, mas vai mudar."
- "Quem não se comunica, se trumbica."
- "Terezinha, uuuuuhhh!"
Chacrinha era festa, era alegria, era entretenimento. Seus programas eram cheios de vida, calor humano e divertidíssimos. O povo o amava e não se esquece do Velho Guerreiro "balançando a pança e comandando a massa", como diz a canção "Aquele Abraço" (1969), de Gilberto Gil.
__________________________________________________________________________________Sugestão para pesquisas:
CURSO DE LOCUÇÃO À DISTÂNCIA???SÓ O QUE FALTAVA...
Curso de locução à distância. Seria o fim?
Setembro 28, 2009

Uma das distorções da nossa profissão, o ensino de locutores à distância parece fazer sucesso, pelo menos na web, onde várias “escolas” se propõe à ensinar a arte de comunicar no rádio. O que é muito difícil de fazer ao vivo, torna-se impossível via internet ou correios. Mas nada que intimide os mercadores de ilusões. Nesse caso, vamos à passos largos rumo à mediocrização da profissão de radialista, onde indivíduos completamente despreparados, mas com DRT, se habilitarão como “a nova geração de locutores”.
Leia e reflita:
- Um curso de radialismo sem ser presencial NÃO PREPARA de forma satisfatória nenhum locutor.
- Correção de dicção, postura, interpretação, respiração entre outros só pode ser realizado AO VIVO. Uma avaliação somente com o áudio é extremamente comprometida. É a mesma coisa que avaliar um ator somente pelo som: JAMAIS DARÁ CERTO.
- Locução não é apenas abrir a boca e falar palavras na sequência. Existem técnicas que somente são aprendidas se a correção for IMEDIATA, em uma relação aluno/professor.
- Não há o menor controle sobre a qualidade da gravação fornecida pelo aluno. A mp3 pode ser feita em um microfone caseiro, desses de 5 reais. Isso INUTILIZA qualquer avaliação séria sobre o aluno.
- Curso à distância não coloca o aluno em contato com a realidade no ar, como mesas, microfones, fones e softwares. Não o faz INTERAGIR com o ouvinte. Como esse locutor vai enfrentar uma primeira experiência REAL no estúdio pela primeira vez após um curso desses?
- Em QUAL equipamento o aluno é avaliado?
Pergunto novamente: Seria o fim ou estou sendo muito dramático? Qual a sua opinião?
BLOG DO GABRIEL PASSAJOU
UM COMENTÁRIO SOBRE O CURSO DE LOCUTOR À DISTÂNCIA - TÁ NO BLOG GENTE DE MÍDIA.
Elvis Marlon - Verdinha disse...Olá,Nonato!
Mais uma vez,gostaria de comentar sobre o assunto,Locutor não se faz,já nasce com o dom de comunicar!Será que um curso como esse,formaria um "NONATO ALBUQUERQUE,UM PAULO OLIVEIRA,UM JOÃO INÁCIO UM GLARISTON OLIVEIRA UM FRANK RABELO E ........?
É difícil!
Tem gente que tá no ar e não sabe que está na profissão errada!
E o pior!sem humildade!Infelizmente estou na pior época do rádio,onde qualquer um compra um horário e se diz comunicador!
30 de Setembro de 2009 21:35
quarta-feira, 30 de setembro de 2009
REFLEXÃO SOBRE CONCESSÕES DE RADIODIFUSÃO.
Os vícios da renovação automática
Por Jacson Segundo em 29/9/2009
Reproduzido do Observatório do Direito à Comunicação, 24/9/2009; título original "Comissão nega pedido de audiência para discutir emissora de TV"
Mesmo tendo como atribuição regimental avaliar a produção e a programação das emissoras de rádio e televisão, a Comissão de Ciência e Tecnologia, Comunicação e Informática (CCTCI) da Câmara dos Deputados rejeitou na quarta-feira (23/9) o requerimento que pedia a realização de uma audiência pública para avaliar os serviços prestados pela emissora Rádio e Televisão Bandeirantes de Minas Gerais. De autoria da deputada Luiza Erundina (PSB-SP), o pedido foi reprovado por 20 parlamentares. Apenas cinco votaram em seu favor. A CCTCI é a principal instância de avaliação de concessão e renovação de outorgas de veículos de comunicação do país.
O único acordo possível na Comissão sobre o tema foi a aprovação de um pedido ao Ministério das Comunicações para que o órgão reúna informações sobre a referida emissora, que está com sua concessão vencida desde 2007. No entanto, essa medida perde força, já que, logo após a discussão sobre o requerimento foi aprovada a renovação da concessão da Band Minas. Decisão esta tomada em menos de um minuto, quando se aprovou, em bloco e sem discussão, outorgas e renovações de 59 emissoras de rádio e TV do país (incluindo educativas e comunitárias). Os processos agora seguem para análise de outras comissões, da Câmara e do Senado.
O requerimento da deputada Erundina não pedia nada mais do que a criação de um espaço de debate para avaliar os 15 anos da última concessão da empresa mineira, que é uma afiliada da Rede Bandeirantes. Constava no pedido, inclusive, o convite aos representantes da Band para participarem da audiência. Ela fez questão de frisar que não se tratava de perseguição ao veículo e sim de um procedimento que pretende repetir em casos que envolvam meios de comunicação de maior porte e penetração na sociedade. "É minha prerrogativa parlamentar. Não entendo a resistência a esse pedido", declarou na reunião da CCTCI, recebendo apoio de manifestantes da sociedade civil que empunhavam uma faixa com os dizeres "Pelo fim da renovação automática das concessões de rádio e TV".
Os deputados que votaram contra a realização da audiência usaram dois argumentos centrais. O primeiro dizia respeito à legitimidade do requerimento. Alguns deles tentaram demonstrar que não existe a previsão legal para se pedir audiências nesses casos. A prerrogativa, porém, é garantida pelo Regimento Interno da Câmara, em seu artigo 255. Ele afirma que cada Comissão poderá realizar audiência pública para instruir matéria legislativa em trâmite, mediante requerimento de seus membros ou a pedido de entidade interessada.
Outra justificativa usada com frequência pelos parlamentares contrários à proposta foi a de que não seria possível realizar audiências para discutir todos os pedidos de renovação que chegam à Comissão. "Se tivermos que mudar o procedimento, vamos mudar para todos", opinou o deputado tucano Julio Semeghini. A deputada Luiza Erundina contra-argumentou defendendo que o método seja usado pelo menos nos casos das emissoras que têm maior impacto na sociedade, o que também está assegurado regimentalmente, pelo Ato Normativo nº1, de 2007.
Protesto
"É um absurdo tentarem barrar regimentalmente, com argumentos indefensáveis, uma audiência pública, que tem como objetivo fazer um balanço do serviço prestado pela emissora. Isso não era para ser um problema. Era para ser natural", critica a integrante do Coletivo Intervozes Carolina Ribeiro. A entidade fez parte da Campanha por Democracia e Transparência nas Concessões de Rádio e TV, realizada em 2007. Mesmo lamentando a decisão da CCTCI, Carolina acredita que o tema está sendo mais discutido no país. E defende: "A gente espera que nas outras concessões que chegarem seja possível fazer um debate real. A sociedade tem o que dizer sobre elas".
Emissoras pertencentes à Record e outorgas dos grupos Bandeirantes (Band e Rede 21) e RBS – também vencidas em 2007 –, entre outras, serão algumas das próximas a passarem pelo Congresso. O governo já acatou o pedido de renovação para suas concessões e deve enviar os processos à Câmara em breve. Elas estão com suas outorgas vencidas desde fevereiro deste ano.
A Comissão Nacional Pró-Conferência também se manifestou contra a atitude dos deputados da CCTCI, que já vinha se desenhando desde a reunião anterior do órgão da Câmara. Em nota assinada por 37 entidades, o fórum lembrou que as emissoras que requerem renovação precisam cumprir requisitos técnicos e normativos estabelecidos pelo Decreto 88.066/83, tais como "(...) não transmitir programas que atentam contra o sentimento público, expondo pessoas a situações que, de alguma forma, redundem em constrangimento, ainda que seu objetivo seja jornalistico, (...) limitar ao máximo de 25% do horário de sua programação diária o tempo destinado à publicidade comercial", entre outros.
O manifesto também citou o artigo 221 da Constituição Federal, que estabelece que "a produção e a programação das emissoras de rádio e televisão atenderão aos seguintes princípios: I – preferência a finalidades educativas, artísticas, culturais e informativas; II – promoção da cultura nacional e regional e estímulo à produção independente que objetive sua divulgação; III – regionalização da produção cultural, artística e jornalística; IV – respeito aos valores éticos e sociais da pessoa e da família". Como os parlamentares não têm permitido sequer a realização de debates sobre a atuação dos concessionários de rádio e TV no Brasil, nada disso tem sido aferido. Nem da Band Minas, nem das tantas outras que estão tendo suas renovações aprovadas em um processo quase automático.
Saiba mais
Votaram contra a realização da Audiência Pública: Beto Mansur (PP/SP), Bilac Pinto (PR/MG), José Rocha (PR/BA), Narcio Rodrigues (PSDB/MG), Paulo Lustosa (PMDB/CE), Ratinho Júnior (PSC/PR), Wladimir Costa (PMDB/PA), Márcio Marinho (PR/BA), Flávio Bezerra (PMDB/CE), Nelson Meurer (PP/PR), Bispo Gê (DEM/SP), Eduardo Gomes (PSDB/TO), Eleuses Paiva (DEM/SP), Emanuel Fernandes (PSDB/SP), Manoel Salviano (PSDB/CE), Solange Amaral (DEM/RJ), Rômulo Gouveia (PSDB/PB). Julio Semeghini (PSDB/SP), Lobbe Neto (PSDB/SP), Edigar Mão Branca (PV/BA).
Votaram a favor da Audiência Pública: Cida Diogo (PT/RJ), Gilmar Machado (PT/MG), Paulo Teixeira (PT/SP), Miro Teixeira (PDT/RJ), Luiza Erundina (PSB/SP).


