No próximo dia 19 de setembro de 2.009 (sábado) na Praça do Ferreira (Projeto o Ouvinte e o Rádio na Praça) no horário de 08:00h às 13:00h, um evento dedicado a nós ouvintes de rádio alusivo ao "Dia do Ouvinte de Rádio" ( 21 de setembro Lei Municipal Nº 9.165 22/02/2007) promovido pela nossa Associação de Ouvintes de Rádio do Ceará – AOUVIR/CE . Na oportunidade haverá exposição de rádios das mais diversas épocas, atrações musicais, vídeos e registros históricos do rádio cearense e brasileiro e serviços de utilidade pública. Venha e traga sua família. Será uma manhã de prestação de serviços, cultura e lazer. Esperamos você lá!!!quarta-feira, 16 de setembro de 2009
A NOSSA HOMENAGEM
No próximo dia 19 de setembro de 2.009 (sábado) na Praça do Ferreira (Projeto o Ouvinte e o Rádio na Praça) no horário de 08:00h às 13:00h, um evento dedicado a nós ouvintes de rádio alusivo ao "Dia do Ouvinte de Rádio" ( 21 de setembro Lei Municipal Nº 9.165 22/02/2007) promovido pela nossa Associação de Ouvintes de Rádio do Ceará – AOUVIR/CE . Na oportunidade haverá exposição de rádios das mais diversas épocas, atrações musicais, vídeos e registros históricos do rádio cearense e brasileiro e serviços de utilidade pública. Venha e traga sua família. Será uma manhã de prestação de serviços, cultura e lazer. Esperamos você lá!!!VÍRUS NO RÁDIO ON LINE???
Rádio on-line infectada
Pode um hacker "injetar" no stream de uma rádio de internet um código com um trojan e armazená-lo na pasta de arquivos temporários?
José Eduardo (via Twitter)
Um invasor precisa explorar uma brecha no Windows Media Player, por exemplo, para infectar o PC por meio de um arquivo multimídia. (Foto: Reprodução)
O invasor teria de usar alguma brecha no seu reprodutor de música, ou seja, qual for o software que está sendo usado para ouvir a rádio. E ele também teria de usar alguma vulnerabilidade no servidor responsável pela rádio, para conseguir alterar o conteúdo da transmissão. A maneira mais fácil de fazer isso seria alterando o próprio arquivo que direciona o reprodutor multimídia à rádio. Arquivos com a extensão “.asf” são usados para esse propósito, por exemplo, e já foram encontradas brechas e problemas no Windows Media Player no processamento desses arquivos. Sobre armazenar o vírus na pasta de arquivos temporários, o navegador web sempre armazena todos os arquivos que baixa (inclusive o “.asf”, que pode levar você para uma rádio web) na pasta de arquivos temporários de internet. Um antivírus que iria detectar o arquivo “.asf” malicioso, salvo na pasta de arquivos temporários. Em outras palavras, a pasta de arquivos temporários de internet é a localização natural de qualquer conteúdo baixado pelo navegador, seja este conteúdo legítimo ou malicioso.
No entanto, se realmente houvesse um vírus e ele fosse executado com sucesso, o invasor provavelmente poderia armazená-lo em qualquer outra pasta do PC em que seu usuário tenha permissão de escrita. Ou seja, se você está usando o computador como administrador (não recomendado pela coluna), o vírus poderia se alojar até mesmo nas pastas de sistema. A recomendação geral para evitar esse tipo de ataque é manter todos os programas atualizados – especialmente aqueles que interagem com conteúdo na web, já que este é o meio mais simples para um invasor tentar instalar um vírus no seu sistema.
>>> Postado no site www.g1.com.br
Pode um hacker "injetar" no stream de uma rádio de internet um código com um trojan e armazená-lo na pasta de arquivos temporários?
José Eduardo (via Twitter)
Um invasor precisa explorar uma brecha no Windows Media Player, por exemplo, para infectar o PC por meio de um arquivo multimídia. (Foto: Reprodução)
O invasor teria de usar alguma brecha no seu reprodutor de música, ou seja, qual for o software que está sendo usado para ouvir a rádio. E ele também teria de usar alguma vulnerabilidade no servidor responsável pela rádio, para conseguir alterar o conteúdo da transmissão. A maneira mais fácil de fazer isso seria alterando o próprio arquivo que direciona o reprodutor multimídia à rádio. Arquivos com a extensão “.asf” são usados para esse propósito, por exemplo, e já foram encontradas brechas e problemas no Windows Media Player no processamento desses arquivos. Sobre armazenar o vírus na pasta de arquivos temporários, o navegador web sempre armazena todos os arquivos que baixa (inclusive o “.asf”, que pode levar você para uma rádio web) na pasta de arquivos temporários de internet. Um antivírus que iria detectar o arquivo “.asf” malicioso, salvo na pasta de arquivos temporários. Em outras palavras, a pasta de arquivos temporários de internet é a localização natural de qualquer conteúdo baixado pelo navegador, seja este conteúdo legítimo ou malicioso.
No entanto, se realmente houvesse um vírus e ele fosse executado com sucesso, o invasor provavelmente poderia armazená-lo em qualquer outra pasta do PC em que seu usuário tenha permissão de escrita. Ou seja, se você está usando o computador como administrador (não recomendado pela coluna), o vírus poderia se alojar até mesmo nas pastas de sistema. A recomendação geral para evitar esse tipo de ataque é manter todos os programas atualizados – especialmente aqueles que interagem com conteúdo na web, já que este é o meio mais simples para um invasor tentar instalar um vírus no seu sistema.
>>> Postado no site www.g1.com.br
OS ALÔS...
Por que será que alguns radialistas mandam tantos "alôs" geralmente para os figurões da política e para grandes empresários? Mistério...
PERSONAGENS DO RÁDIO - BARROS DE ALENCAR..

BARROS DE ALENCAR..
POR ONDE ANDA ?
Atualmente está participando do programa Kaká Siqueira na Rádio Record AM (1.000 kHz - São Paulo/SP), onde apresenta o quadro "Momento Barros de Alencar".
BREVE HISTÓRICO:
Comunicador, radialista, cantor e apresentador de TV.
Paraíbano da cidade de Uiraúna, nasceu no dia 5 de agosto. Começou na Rádio Borburema, em Campina Grande - PB.
Depois passou por Recife, Fortaleza e Belo Horizonte até chegar a cidade de São Paulo.
Na Capital paulista passou pela antiga Rádio Tupi de São Paulo, Record e América.
Na década de 80, comandou seu programa na TV Record, levando ao ar os grande sucessos musicais da época.
Atualmente está participando do programa Kaká Siqueira na Rádio Record AM (1.000 kHz - São Paulo/SP), onde apresenta o quadro "Momento Barros de Alencar".
BREVE HISTÓRICO:
Comunicador, radialista, cantor e apresentador de TV.
Paraíbano da cidade de Uiraúna, nasceu no dia 5 de agosto. Começou na Rádio Borburema, em Campina Grande - PB.
Depois passou por Recife, Fortaleza e Belo Horizonte até chegar a cidade de São Paulo.
Na Capital paulista passou pela antiga Rádio Tupi de São Paulo, Record e América.
Na década de 80, comandou seu programa na TV Record, levando ao ar os grande sucessos musicais da época.
Mais informações sobre personagens do rádio acesse o site www.bastidoresdoradio.com
terça-feira, 15 de setembro de 2009
UMA LEITURA INTERESSANTE...
MÍDIA RADIOFÔNICA
87 anos de radiodifusão no Brasil. E agora?
Por Cláudia Figueiredo Modesto em 8/9/2009
O rádio, este senhor que completa 87 anos, teve sua primeira transmissão oficial nas comemorações do centenário da Independência do Brasil, em 1922, no Rio de Janeiro. Em 20 de abril de 1923, Edgard Roquette-Pinto, considerado o "pai do rádio brasileiro", inaugurou a primeira emissora oficial de rádio no país, a Rádio Sociedade do Rio de Janeiro, atual Rádio MEC, com o objetivo de difundir a cultura e a educação no Brasil. Ele foi o primeiro a perceber a importância do rádio como a forma de comunicação popular e democracia cultural em nosso país. Roquette-Pinto imaginou uma programação de rádio educativa, dedicada a finalidades científicas e sociais. E, com o lema "Pela cultura dos que vivem em nossa terra, pelo progresso do Brasil", a Rádio Sociedade do Rio de Janeiro iniciou suas transmissões no dia 1° de maio do mesmo ano.
Muitos dos que assistiram aquela transmissão de 7 de setembro se tornaram entusiastas do veículo e fundaram outras emissoras pelo país. E assim, as emissoras de rádio foram proliferando pelo Brasil afora, chegando aos lugares mais remotos, onde as pessoas nunca tinham ouvido falar daquela "caixinha mágica".
Na década de 20, as emissoras eram mantidas por sócios, através de mensalidades. Por isso, muitas receberam os nomes de Rádio Sociedade ou Rádio Clube. O ano de 1925 marca o início do caminho da educação ligada ao rádio. "Começaram as transmissões de aulas de geografia, história do Brasil, higiene, aulas de português, francês, história natural, física e química. Estava implantado o embrião do que, no futuro, viria a se transformar no Projeto Minerva" (Rádio MEC).
A chegada da televisão
Somente na década de 30, as rádios passam a ter caráter comercial, através de um decreto assinado pelo então presidente Getúlio Vargas. E foi a partir daí que a arrecadação financeira dos associados foi substituída pela contribuição financeira dos anunciantes. Vieram então os programas de auditório e o rádio iniciava sua fase espetacular, com programas de auditório e, mais tarde, de radionovelas e esportes.
As décadas de 40 e 50 são consideradas a "época de ouro do rádio", com grandes apresentações de orquestras, radioteatro, concursos de calouros e de cantores, além dos programas de auditório. Em 1941, é veiculada a primeira radionovela, Em Busca da Felicidade, pela Rádio Nacional. No mesmo ano, também na Rádio Nacional, surge o Repórter Esso, principal veículo de informação sobre os fatos internacionais, sobretudo a Segunda Guerra Mundial.
Na década de 60, o rádio perde seu elenco para a televisão. Apesar de inaugurada em 1950, a TV só passa a fazer frente ao rádio a partir dos anos 60. Desde então, o rádio se reinventa para sobreviver. O rádio AM assume as características atuais. No lugar dos programas de auditório, aparecem programas de variedades comandados por locutores de boa voz e excelente estilo comunicativo. Também nos anos 60, o rádio FM (cuja primeira transmissão experimental foi em 1955) ganha força em regiões mais desenvolvidas (Sul e Sudeste), seguindo o formato musical. No repertório se encontravam a chamada música ambiente (orquestrada, mas sem compromissos eruditos), música romântica e música clássica.
Primeira emissora all news
Já nos anos 70, com o avanço das emissoras musicais FMs, o rádio AM passa a ser considerado "brega". Durante esta década, o rádio FM começa a adotar diferentes perfis através da segmentação musical.
Na década de 80 esta segmentação se torna mais contundente, através de estilos musicais diferentes: rock, light, MPB, pop e jazz. O rádio AM seguia com programas de utilidade pública e prestação de serviços à comunidade, mas as primeiras comparações entre o som estéreo do FM e o áudio mono do AM começam a pipocar.
Na década de 90, as emissoras de rádio AM começam a ser compradas por grupos religiosos dos mais diversos, desde a Igreja Católica e diversas Igrejas Evangélicas, até algumas que investem numa programação do tipo "sai capeta". Em 1° de outubro de 1991, surge a primeira emissora all news, a CBN. Também nesta década, o movimento das rádios comunitárias se mostra uma alternativa à tendência de formação de grandes redes nacionais, que concentram a produção radiofônica nos grandes centros e a reproduz para as afiliadas da rede por todo o país, perdendo o caráter local do rádio e dando lugar ao global, sem levar em conta diversidades, regionalismos e a multicultura.
Uma "mina abandonada"
Nos primeiros anos do século 20, surgem as primeiras emissoras de rádio transmitidas pela internet. E uma nova tecnologia é discutida a favor do rádio: a transmissão digital, que ainda não saiu do papel. Com esta tecnologia, o som do rádio AM será tão bom quanto o do FM e poderá dar um novo fôlego ao veículo.
Apesar de sua morte ter sido anunciada várias vezes durante esses anos, o rádio continua provocando encantamento para quem o escuta. Ainda hoje, o rádio continua sendo um dos principais veículos de informação e credibilidade da população, além de ser, para muitos, o companheiro fiel de todas as horas. Porém, é um instrumento de cidadania subutilizado.
Atualmente, pouco ou nada se faz pela educação através das ondas do rádio, propósito pelo qual foi idealizado. Nem mesmo todas as rádios educativas se prestam a este papel. Muitas estão mascaradas pelo rótulo de educativas, mas operam como emissoras comerciais. Falta fiscalização. Falta comprometimento.
Falar das emissões contemporâneas é assunto não desejado entre aqueles que acompanharam as gloriosas histórias do rádio no Brasil. Há uma unanimidade em proclamar a decadência das programações, muitas vezes, atribuídas aos donos das emissoras que não querem investir e que, na maioria das vezes, são leigos em rádio.
Quando o cineasta Peter Bogdanovich, numa entrevista que fez com o também cineasta Orson Welles (aquele da famosa irradiação de Guerra dos Mundos), lhe pergunta: "E o rádio de hoje?", Welles responde: "O rádio de hoje é uma mina abandonada." Orson Welles tem razão (BARBOSA, 2004, p. 137).
Referência bibliográfica
BARBOSA, Fernando Antônio Mansur. "Rádio – um veículo sub-utilizado? Conversando sobre aspectos da comunicação radiofônica no Rio de Janeiro". Tese de doutorado em Comunicação e Cultura. Escola de Comunicação – UFRJ. Rio de Janeiro. 2004. 315p.
RÁDIO MEC. "Uma história de ética e pioneirismo". Disponível em http://www.radiomec.com.br/70anos/intro.htm Acesso em 25/03/2009.
O rádio, este senhor que completa 87 anos, teve sua primeira transmissão oficial nas comemorações do centenário da Independência do Brasil, em 1922, no Rio de Janeiro. Em 20 de abril de 1923, Edgard Roquette-Pinto, considerado o "pai do rádio brasileiro", inaugurou a primeira emissora oficial de rádio no país, a Rádio Sociedade do Rio de Janeiro, atual Rádio MEC, com o objetivo de difundir a cultura e a educação no Brasil. Ele foi o primeiro a perceber a importância do rádio como a forma de comunicação popular e democracia cultural em nosso país. Roquette-Pinto imaginou uma programação de rádio educativa, dedicada a finalidades científicas e sociais. E, com o lema "Pela cultura dos que vivem em nossa terra, pelo progresso do Brasil", a Rádio Sociedade do Rio de Janeiro iniciou suas transmissões no dia 1° de maio do mesmo ano.
Muitos dos que assistiram aquela transmissão de 7 de setembro se tornaram entusiastas do veículo e fundaram outras emissoras pelo país. E assim, as emissoras de rádio foram proliferando pelo Brasil afora, chegando aos lugares mais remotos, onde as pessoas nunca tinham ouvido falar daquela "caixinha mágica".
Na década de 20, as emissoras eram mantidas por sócios, através de mensalidades. Por isso, muitas receberam os nomes de Rádio Sociedade ou Rádio Clube. O ano de 1925 marca o início do caminho da educação ligada ao rádio. "Começaram as transmissões de aulas de geografia, história do Brasil, higiene, aulas de português, francês, história natural, física e química. Estava implantado o embrião do que, no futuro, viria a se transformar no Projeto Minerva" (Rádio MEC).
A chegada da televisão
Somente na década de 30, as rádios passam a ter caráter comercial, através de um decreto assinado pelo então presidente Getúlio Vargas. E foi a partir daí que a arrecadação financeira dos associados foi substituída pela contribuição financeira dos anunciantes. Vieram então os programas de auditório e o rádio iniciava sua fase espetacular, com programas de auditório e, mais tarde, de radionovelas e esportes.
As décadas de 40 e 50 são consideradas a "época de ouro do rádio", com grandes apresentações de orquestras, radioteatro, concursos de calouros e de cantores, além dos programas de auditório. Em 1941, é veiculada a primeira radionovela, Em Busca da Felicidade, pela Rádio Nacional. No mesmo ano, também na Rádio Nacional, surge o Repórter Esso, principal veículo de informação sobre os fatos internacionais, sobretudo a Segunda Guerra Mundial.
Na década de 60, o rádio perde seu elenco para a televisão. Apesar de inaugurada em 1950, a TV só passa a fazer frente ao rádio a partir dos anos 60. Desde então, o rádio se reinventa para sobreviver. O rádio AM assume as características atuais. No lugar dos programas de auditório, aparecem programas de variedades comandados por locutores de boa voz e excelente estilo comunicativo. Também nos anos 60, o rádio FM (cuja primeira transmissão experimental foi em 1955) ganha força em regiões mais desenvolvidas (Sul e Sudeste), seguindo o formato musical. No repertório se encontravam a chamada música ambiente (orquestrada, mas sem compromissos eruditos), música romântica e música clássica.
Primeira emissora all news
Já nos anos 70, com o avanço das emissoras musicais FMs, o rádio AM passa a ser considerado "brega". Durante esta década, o rádio FM começa a adotar diferentes perfis através da segmentação musical.
Na década de 80 esta segmentação se torna mais contundente, através de estilos musicais diferentes: rock, light, MPB, pop e jazz. O rádio AM seguia com programas de utilidade pública e prestação de serviços à comunidade, mas as primeiras comparações entre o som estéreo do FM e o áudio mono do AM começam a pipocar.
Na década de 90, as emissoras de rádio AM começam a ser compradas por grupos religiosos dos mais diversos, desde a Igreja Católica e diversas Igrejas Evangélicas, até algumas que investem numa programação do tipo "sai capeta". Em 1° de outubro de 1991, surge a primeira emissora all news, a CBN. Também nesta década, o movimento das rádios comunitárias se mostra uma alternativa à tendência de formação de grandes redes nacionais, que concentram a produção radiofônica nos grandes centros e a reproduz para as afiliadas da rede por todo o país, perdendo o caráter local do rádio e dando lugar ao global, sem levar em conta diversidades, regionalismos e a multicultura.
Uma "mina abandonada"
Nos primeiros anos do século 20, surgem as primeiras emissoras de rádio transmitidas pela internet. E uma nova tecnologia é discutida a favor do rádio: a transmissão digital, que ainda não saiu do papel. Com esta tecnologia, o som do rádio AM será tão bom quanto o do FM e poderá dar um novo fôlego ao veículo.
Apesar de sua morte ter sido anunciada várias vezes durante esses anos, o rádio continua provocando encantamento para quem o escuta. Ainda hoje, o rádio continua sendo um dos principais veículos de informação e credibilidade da população, além de ser, para muitos, o companheiro fiel de todas as horas. Porém, é um instrumento de cidadania subutilizado.
Atualmente, pouco ou nada se faz pela educação através das ondas do rádio, propósito pelo qual foi idealizado. Nem mesmo todas as rádios educativas se prestam a este papel. Muitas estão mascaradas pelo rótulo de educativas, mas operam como emissoras comerciais. Falta fiscalização. Falta comprometimento.
Falar das emissões contemporâneas é assunto não desejado entre aqueles que acompanharam as gloriosas histórias do rádio no Brasil. Há uma unanimidade em proclamar a decadência das programações, muitas vezes, atribuídas aos donos das emissoras que não querem investir e que, na maioria das vezes, são leigos em rádio.
Quando o cineasta Peter Bogdanovich, numa entrevista que fez com o também cineasta Orson Welles (aquele da famosa irradiação de Guerra dos Mundos), lhe pergunta: "E o rádio de hoje?", Welles responde: "O rádio de hoje é uma mina abandonada." Orson Welles tem razão (BARBOSA, 2004, p. 137).
Referência bibliográfica
BARBOSA, Fernando Antônio Mansur. "Rádio – um veículo sub-utilizado? Conversando sobre aspectos da comunicação radiofônica no Rio de Janeiro". Tese de doutorado em Comunicação e Cultura. Escola de Comunicação – UFRJ. Rio de Janeiro. 2004. 315p.
RÁDIO MEC. "Uma história de ética e pioneirismo". Disponível em http://www.radiomec.com.br/70anos/intro.htm Acesso em 25/03/2009.
segunda-feira, 14 de setembro de 2009
PARA REFLETIR E AGIR...

O MEU PAÍS -
Livardo Alves - Orlando Tejo - Gilvan Chaves
Canta: Zé Ramalho.
Tô vendo tudo, tô vendo tudo
Mas, bico calado, faz de conta que sou mudo
Um país que crianças elimina
Que não ouve o clamor dos esquecidos
Onde nunca os humildes são ouvidos
E uma elite sem deus é quem domina
Que permite um estupro em cada esquina
E a certeza da dúvida infeliz
Onde quem tem razão baixa a cerviz
E massacram - se o negro e a mulher
Pode ser o país de quem quiser
Mas não é, com certeza, o meu país
Um país onde as leis são descartáveis
Por ausência de códigos corretos
Com quarenta milhões de analfabetos
E maior multidão de miseráveis
Um país onde os homens confiáveis
Não têm voz, não têm vez, nem diretriz
Mas corruptos têm voz e vez e bis
E o respaldo de estímulo incomum
Pode ser o país de qualquer um
Mas não é com certeza o meu país
Um país que perdeu a identidade
Sepultou o idioma português
Aprendeu a falar pornofonês
Aderindo à global vulgaridade
Um país que não tem capacidade
De saber o que pensa e o que diz
Que não pode esconder a cicatriz
De um povo de bem que vive mal
Pode ser o país do carnaval
Mas não é com certeza o meu país
Um país que seus índios discrimina
E as ciências e as artes não respeita
Um país que ainda morre de maleita
Por atraso geral da medicina
Um país onde escola não ensina
E hospital não dispõe de raio - x
Onde a gente dos morros é feliz
Se tem água de chuva e luz do sol
Pode ser o país do futebol
Mas não é com certeza o meu país
Tô vendo tudo, tô vendo tudo
Mas, bico calado, faz de conta que sou mudo
Um país que é doente e não se cura
Quer ficar sempre no terceiro mundo
Que do poço fatal chegou ao fundo
Sem saber emergir da noite escura
Um país que engoliu a compostura
Atendendo a políticos sutis
Que dividem o Brasil em mil Brasis
Pra melhor assaltar de ponta a ponta
Pode ser o país do faz-de-conta
Mas não é com certeza o meu país
Tô vendo tudo, tô vendo tudo
Mas, bico calado, faz de conta que sou mudo
Livardo Alves - Orlando Tejo - Gilvan Chaves
Canta: Zé Ramalho.
Tô vendo tudo, tô vendo tudo
Mas, bico calado, faz de conta que sou mudo
Um país que crianças elimina
Que não ouve o clamor dos esquecidos
Onde nunca os humildes são ouvidos
E uma elite sem deus é quem domina
Que permite um estupro em cada esquina
E a certeza da dúvida infeliz
Onde quem tem razão baixa a cerviz
E massacram - se o negro e a mulher
Pode ser o país de quem quiser
Mas não é, com certeza, o meu país
Um país onde as leis são descartáveis
Por ausência de códigos corretos
Com quarenta milhões de analfabetos
E maior multidão de miseráveis
Um país onde os homens confiáveis
Não têm voz, não têm vez, nem diretriz
Mas corruptos têm voz e vez e bis
E o respaldo de estímulo incomum
Pode ser o país de qualquer um
Mas não é com certeza o meu país
Um país que perdeu a identidade
Sepultou o idioma português
Aprendeu a falar pornofonês
Aderindo à global vulgaridade
Um país que não tem capacidade
De saber o que pensa e o que diz
Que não pode esconder a cicatriz
De um povo de bem que vive mal
Pode ser o país do carnaval
Mas não é com certeza o meu país
Um país que seus índios discrimina
E as ciências e as artes não respeita
Um país que ainda morre de maleita
Por atraso geral da medicina
Um país onde escola não ensina
E hospital não dispõe de raio - x
Onde a gente dos morros é feliz
Se tem água de chuva e luz do sol
Pode ser o país do futebol
Mas não é com certeza o meu país
Tô vendo tudo, tô vendo tudo
Mas, bico calado, faz de conta que sou mudo
Um país que é doente e não se cura
Quer ficar sempre no terceiro mundo
Que do poço fatal chegou ao fundo
Sem saber emergir da noite escura
Um país que engoliu a compostura
Atendendo a políticos sutis
Que dividem o Brasil em mil Brasis
Pra melhor assaltar de ponta a ponta
Pode ser o país do faz-de-conta
Mas não é com certeza o meu país
Tô vendo tudo, tô vendo tudo
Mas, bico calado, faz de conta que sou mudo
UM POUCO DE HISTÓRIA DO RÁDIO
Na Exposição Comemorativa do Primeiro Centenário da Independência do Brasil, foi realizada a primeira transmissão radiofônica do país. A Westinghouse Electric, junto com a Companhia Telefônica Brasileira, instala no alto do Corcovado, no Rio de Janeiro, uma estação de 500 W, inaugurada com um discurso do presidente Epitácio Pessoa. Seguem-se emissões de música lírica, conferências e concertos, captados pelos 80 aparelhos de rádio distribuídos pela cidade.
Histórico . As primeiras transmissões de rádio são do século 19, mas só depois da Primeira Guerra a radiodifusão chegou, de fato, à população civil. A Westinghouse, empresa americana que fabricava os aparelhos para as tropas europeias, se viu com um excedente encalhado. Para evitar o prejuízo, a empresa instalou uma grande antena no pátio da fábrica e transmitiu música aos moradores de um bairro de Pittsburgh, deu certo, e os aparelhos foram vendidos.
No Brasil, o rádio só se tornou popular, uma década depois daquele feriado de 7 de Setembro.
Histórico . As primeiras transmissões de rádio são do século 19, mas só depois da Primeira Guerra a radiodifusão chegou, de fato, à população civil. A Westinghouse, empresa americana que fabricava os aparelhos para as tropas europeias, se viu com um excedente encalhado. Para evitar o prejuízo, a empresa instalou uma grande antena no pátio da fábrica e transmitiu música aos moradores de um bairro de Pittsburgh, deu certo, e os aparelhos foram vendidos.
No Brasil, o rádio só se tornou popular, uma década depois daquele feriado de 7 de Setembro.
Fonte: Aventuras na História e História do Rádio no Brasil
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