domingo, 23 de agosto de 2009

QUEREMOS NARCÉLIO DE VOLTA AO RÁDIO AM




QUEREMOS NARCÉLIO DE VOLTA

O rádio AM continua sendo sucateado, desrespeitado e perdendo suas referências e seus ícones que deveriam ter cadeira cativa nas programações e serem cada vez mais valorizados com permanência vitalícia nas programações. Há radialistas que mesmo com muito tempo de rádio continuam com vitalidade e se atualizam na sua forma de comunicação. No entanto há jovens jornalistas que estão no rádio e se embaraçam nas palavras, são simplórios nos comentários e não respeitam de forma alguma o ouvinte. Em que escola se formaram? No momento em que se discute muito a necessidade do diploma para jornalista sentimos que este é importante , mas é necessário que o mesmo tenha qualidade.
Diante dessas reflexões achamos que toda rádio que tem respeito ao ouvinte e que se preza deveria ter em suas programações a preço de ouro a voz , o talento e o respeito de um radialista do naipe de Narcélio LImaverde que hoje não faz parte das programações do rádio AM que se torna cada vez mais empobrecido em termo de mensagens que hoje beiram o anarquismo desenfreado e aos espetáculos de palavrões e piadas sem graça e às vezes discriminatórias dos que não tem respeito pelo rádio nem sabem seu valor que vai além de viabilidade financeira ou máquina de gerar prestígio aos que chegam à polítca por meio dele e depois não movem uma só palha por sua redenção e respeitabilidade. Nosso rádio está cada vez mais pobre ressentindo de profissionais que sabem sua importância e querem o bem da comunicação e sabem realmente o papel do ouvir rádio e se emocionar com notícias verdadeiras e da prestação de serviços que o rádio sempre tem e terá e que com certeza ninguém irá apagar, pois rádio é muito mais do que um simples programa.

sábado, 22 de agosto de 2009

VEJA ESTE DEPOIMENTO - SE ELES DESSEM MAIS VALOR AO RÁDIO...

Marcos - Maranguape disse...
Seu Nonato sou, além de chato, um grande saudosista.Quando vc fala da velha companheira me lembro com muita emoção como essa rádio era importante para mim e outros milhares de ouvintes,pois lá pelos 80, é obvio, não havia toda essa diversidade de midia dos dias atuais, por isso a gente ouvia a companheira o dia inteiro.Nos sábados e domingos ficava ouvindo até 1 da manhã prá depois dormir,é que meus pais não deixavam assistir televisão então me valia de um rádio que eu pegava escondido deles,aí colocava um fone de ouvido ficava embaixo dos lençóis na minha rede ouvindo gente como o Régis Campos que comunicador.Confesso que ouvi muito pouco o Show do Nonato Albuquerque é que não tinha maturidade suficiente para aqueles assuntos sérios tratados por vc e seus convidados.Gostava mesmo é do Show do Carlos Augusto,queria nem saber de FM,ouvia também a Parada do Povo do Renan França de 5 às 7.E no final de semana ficava ligado o domingo inteiro pois era a única rádio que não transmitia futebol e eu não gostava de ouvir jogo pelo rádio.Ah que saudade que tenho dessa época,ainda ecoa na minha memória várias daquelas vinhetas cantadas da companheira.Que pena que no Ceará ninguém se preocupa com a memoria do rádio e tv,ninguem guarda arquivo de aúdio e video de nossas emissoras. Obrigado Seu Nonato e desculpe pelo exagero, eu sei que era prá ser somente um comentário,mas me emociono toda vez que me lembro da eterna companheira.Eu amarei prá sempre aquela rádio.
Postado no blog gentedemidia.blogspot.com

sexta-feira, 21 de agosto de 2009

COISAS DO RÁDIO CEARENSE...

ouvi um locutor falar "erário público" e também pelo fato de um ouvinte critica - lo chamar o mesmo ouvinte de "corno". Isso pode ou não pode?

explicando o termo...


PERGUNTAR NÃO OFENDE:


Por que tem tanto radialista que passa a maior parte do seu programa bajulando gente rica e não deixa o ouvinte falar em seu programa?
COM DIZIA LUDUGERO: CHELELÉU O CHELELÉU O TEU LUGAR TÁ GARANTIDO LÁ NO CÉU...

quinta-feira, 20 de agosto de 2009

essa é dura de digerir.

Veja o que encontramos no Blog Gente de Midia.


Elvis Marlon, recebi o seu recado. Quanto ao outro assunto exposto no e-mail, acho também um absurdo que uma emissora de rádio esteja cobrando de um estagiário a quantia de R$ 300,00 por mes, para que ele possa fazer o curso de radialista.

Não tinha conhecimento desse tipo de cobrança feito por nenhuma emissora, já que a indicação deve ser voluntária, incondicional - apenas compete a emissora, a obrigatoriedade de assumir o estágio do profissional depois de efetuado o curso.

Ainda bem que o seu amigo não se dobrou a isso e encontrou apoio da Rádio Cidade, indicado que foi pelo Pedro Sampaio. Peça para que ele denuncie junto ao próprio sindicato da categoria a tal cobrança de mensalidade do estagiário na outra emissora, para que outros jovens não tenham de se submeter a esse tipo de coisa

quarta-feira, 19 de agosto de 2009

UMA REFLEXÃO9 SOBRE A CORRUPÇÃO...

Educar para a cidadania

Os escândalos que vêm sendo divulgados pela mídia são resultantes de um processo de negação da cultura política aos meios populares e reflete uma atitude de passividade das representações populares no sentido de educar nosso povo para compreender e analisar o processo político de maneira geral. O bom de tudo é que nossos jovens têm aumentado seu poder de crítica e reflexão e não são tragados assim pela alienação. Seu potencial precisa ser cada vez mais valorizado e estimulado, criando mecanismos de educação política para compreensão das ideologias e dos fatores que movem o mundo político.

O aprendizado político se dá com a prática, com o questionamento e com educação pautada no desenvolvimento de senso crítico e do poder de questionamento, sempre contido na suposta rebeldia adolescente. É preciso confiar no que o jovem diz, aceitar seus questionamentos e fazer sua educação cada vez mais voltada para uma visão do mundo a partir de um processo investigativo da sociedade em que vivemos.

A escola tem um papel fundamental nesse processo, pois é o lugar do conhecimento e do aprendizado. O ambiente escolar deve ser pautado numa visão democrática que se inicia a partir da delimitação da gestão do ambiente onde se desenvolve a educação. É importante que os educadores estimulem seus alunos a participarem do desenvolvimento da escola, criando sempre assembleias, grêmios e outros mecanismos de participação que oportunizem aos educadores e alunos a tão sonhada cumplicidade eivada de ações que colaborem para uma educação sempre motivada e incisiva no rumo da qualidade.

Existe um mundo novo nos ambientes da juventude e o fator informação é cada vez mais importante na formação adolescente. O interessante é filtrar essa informação e fazer dela algo a mais no processo de aprendizado crítico e questionador. Não podemos cair no relativismo de dizer que os jovens ignoram a política e que estão completamente alienados. O que eles não querem é essa política que aí está, uma política de privilégios, de jeitinhos, de acomodações e de desrespeito aos verdadeiros anseios populares. O desinteresse dos jovens pela política é resultado da forma como ela vem sendo praticada e desenvolvida pelos velhos políticos que não imaginaram que o mundo mudou e que a comunicação deixa sempre à mostra suas atitudes inadequadas e certamente malignas para grande parte de nosso povo.



Francisco Djacyr Silva de Souza,
professor da Faculdade Integrada do Ceará, da Faculdade Latino-Americana
de Educação e da Rede Pública e Privada de Ensino de Fortaleza, CE.
Endereço eletrônico: aouvir@ibest.com.br