ouvi um locutor falar "erário público" e também pelo fato de um ouvinte critica - lo chamar o mesmo ouvinte de "corno". Isso pode ou não pode?
sexta-feira, 21 de agosto de 2009
PERGUNTAR NÃO OFENDE:
quinta-feira, 20 de agosto de 2009
essa é dura de digerir.
Veja o que encontramos no Blog Gente de Midia.
Elvis Marlon, recebi o seu recado. Quanto ao outro assunto exposto no e-mail, acho também um absurdo que uma emissora de rádio esteja cobrando de um estagiário a quantia de R$ 300,00 por mes, para que ele possa fazer o curso de radialista.
Não tinha conhecimento desse tipo de cobrança feito por nenhuma emissora, já que a indicação deve ser voluntária, incondicional - apenas compete a emissora, a obrigatoriedade de assumir o estágio do profissional depois de efetuado o curso.
Ainda bem que o seu amigo não se dobrou a isso e encontrou apoio da Rádio Cidade, indicado que foi pelo Pedro Sampaio. Peça para que ele denuncie junto ao próprio sindicato da categoria a tal cobrança de mensalidade do estagiário na outra emissora, para que outros jovens não tenham de se submeter a esse tipo de coisa
Elvis Marlon, recebi o seu recado. Quanto ao outro assunto exposto no e-mail, acho também um absurdo que uma emissora de rádio esteja cobrando de um estagiário a quantia de R$ 300,00 por mes, para que ele possa fazer o curso de radialista.
Não tinha conhecimento desse tipo de cobrança feito por nenhuma emissora, já que a indicação deve ser voluntária, incondicional - apenas compete a emissora, a obrigatoriedade de assumir o estágio do profissional depois de efetuado o curso.
Ainda bem que o seu amigo não se dobrou a isso e encontrou apoio da Rádio Cidade, indicado que foi pelo Pedro Sampaio. Peça para que ele denuncie junto ao próprio sindicato da categoria a tal cobrança de mensalidade do estagiário na outra emissora, para que outros jovens não tenham de se submeter a esse tipo de coisa
quarta-feira, 19 de agosto de 2009
UMA REFLEXÃO9 SOBRE A CORRUPÇÃO...
Educar para a cidadania
Os escândalos que vêm sendo divulgados pela mídia são resultantes de um processo de negação da cultura política aos meios populares e reflete uma atitude de passividade das representações populares no sentido de educar nosso povo para compreender e analisar o processo político de maneira geral. O bom de tudo é que nossos jovens têm aumentado seu poder de crítica e reflexão e não são tragados assim pela alienação. Seu potencial precisa ser cada vez mais valorizado e estimulado, criando mecanismos de educação política para compreensão das ideologias e dos fatores que movem o mundo político.
O aprendizado político se dá com a prática, com o questionamento e com educação pautada no desenvolvimento de senso crítico e do poder de questionamento, sempre contido na suposta rebeldia adolescente. É preciso confiar no que o jovem diz, aceitar seus questionamentos e fazer sua educação cada vez mais voltada para uma visão do mundo a partir de um processo investigativo da sociedade em que vivemos.
A escola tem um papel fundamental nesse processo, pois é o lugar do conhecimento e do aprendizado. O ambiente escolar deve ser pautado numa visão democrática que se inicia a partir da delimitação da gestão do ambiente onde se desenvolve a educação. É importante que os educadores estimulem seus alunos a participarem do desenvolvimento da escola, criando sempre assembleias, grêmios e outros mecanismos de participação que oportunizem aos educadores e alunos a tão sonhada cumplicidade eivada de ações que colaborem para uma educação sempre motivada e incisiva no rumo da qualidade.
Existe um mundo novo nos ambientes da juventude e o fator informação é cada vez mais importante na formação adolescente. O interessante é filtrar essa informação e fazer dela algo a mais no processo de aprendizado crítico e questionador. Não podemos cair no relativismo de dizer que os jovens ignoram a política e que estão completamente alienados. O que eles não querem é essa política que aí está, uma política de privilégios, de jeitinhos, de acomodações e de desrespeito aos verdadeiros anseios populares. O desinteresse dos jovens pela política é resultado da forma como ela vem sendo praticada e desenvolvida pelos velhos políticos que não imaginaram que o mundo mudou e que a comunicação deixa sempre à mostra suas atitudes inadequadas e certamente malignas para grande parte de nosso povo.
Francisco Djacyr Silva de Souza,
professor da Faculdade Integrada do Ceará, da Faculdade Latino-Americana
de Educação e da Rede Pública e Privada de Ensino de Fortaleza, CE.
Endereço eletrônico: aouvir@ibest.com.br
Os escândalos que vêm sendo divulgados pela mídia são resultantes de um processo de negação da cultura política aos meios populares e reflete uma atitude de passividade das representações populares no sentido de educar nosso povo para compreender e analisar o processo político de maneira geral. O bom de tudo é que nossos jovens têm aumentado seu poder de crítica e reflexão e não são tragados assim pela alienação. Seu potencial precisa ser cada vez mais valorizado e estimulado, criando mecanismos de educação política para compreensão das ideologias e dos fatores que movem o mundo político.
O aprendizado político se dá com a prática, com o questionamento e com educação pautada no desenvolvimento de senso crítico e do poder de questionamento, sempre contido na suposta rebeldia adolescente. É preciso confiar no que o jovem diz, aceitar seus questionamentos e fazer sua educação cada vez mais voltada para uma visão do mundo a partir de um processo investigativo da sociedade em que vivemos.
A escola tem um papel fundamental nesse processo, pois é o lugar do conhecimento e do aprendizado. O ambiente escolar deve ser pautado numa visão democrática que se inicia a partir da delimitação da gestão do ambiente onde se desenvolve a educação. É importante que os educadores estimulem seus alunos a participarem do desenvolvimento da escola, criando sempre assembleias, grêmios e outros mecanismos de participação que oportunizem aos educadores e alunos a tão sonhada cumplicidade eivada de ações que colaborem para uma educação sempre motivada e incisiva no rumo da qualidade.
Existe um mundo novo nos ambientes da juventude e o fator informação é cada vez mais importante na formação adolescente. O interessante é filtrar essa informação e fazer dela algo a mais no processo de aprendizado crítico e questionador. Não podemos cair no relativismo de dizer que os jovens ignoram a política e que estão completamente alienados. O que eles não querem é essa política que aí está, uma política de privilégios, de jeitinhos, de acomodações e de desrespeito aos verdadeiros anseios populares. O desinteresse dos jovens pela política é resultado da forma como ela vem sendo praticada e desenvolvida pelos velhos políticos que não imaginaram que o mundo mudou e que a comunicação deixa sempre à mostra suas atitudes inadequadas e certamente malignas para grande parte de nosso povo.
Francisco Djacyr Silva de Souza,
professor da Faculdade Integrada do Ceará, da Faculdade Latino-Americana
de Educação e da Rede Pública e Privada de Ensino de Fortaleza, CE.
Endereço eletrônico: aouvir@ibest.com.br
terça-feira, 18 de agosto de 2009
OPINIÃO...
Veja esta opinião postada em relação a um texto que escrevemos no site observatorio da imprensa com o título O RÁDIO TEM HISTÓRIA E MERECE RESPEITO. A unanimidade vê que o rádio cearense está em fase terminal, no entanto os que o fazem fingem que o problema não ocorre.... e aí vai....
O Radio como instrumento da comunicação direta está desviado dos seus objetivos sociais. Urge resgatá-lo pelos meios possíveis. Ainda se faz Radio de qualidade no Brasil(basta consultar na Internet "Radios Brasileiras" e ouvir os bons exemplos). O Radio já foi muito bom em Fortaleza. Hoje padece de males sanáveis. Parabens pelo teu texto Djacir, sobretudo pelo poder de síntese. E só.
segunda-feira, 17 de agosto de 2009
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