quinta-feira, 13 de agosto de 2009

O RÁDIO E O PAPEL DOS RADIALISTAS


OS RADIALISTAS TEM PAPEL FUNDAMENTAL NO RÁDIO E DEVEM SEMPRE PROCURAR PAUTAR AS PROGRAMAÇÕES DE FORMA QUE O OUVINTE TENHA A NOTÍCIA VERDADEIRA , O ENTRETENIMENTO SADIO E A BOA MENSAGEM QUE TRAGA AOS SEUS USUÁRIOS A CERTEZA DE QUE A COMUNICAÇÃO É SEMPRE UM BEM PARA OS QUE DELA PRECISAM OU QUE DELA DESFRUTAM. NÃO PODEMOS DEIXAR DE ACREDITAR NUMA COMUNICAÇÃO ÉTICA E VERDADEIRA QUE FAÇA COM QUE TODOS TENHAM OPORTUNIDADE DE CONTRIBUIR PARA UM MUNDO MELHOR E MAIS JUSTO.

quarta-feira, 12 de agosto de 2009

PARA TRABALHAR A EDUCAÇÃO NO RÁDIO...


11-Agosto-2009

2ª Edição - Projeto ?No Ar: Todos Pela Educação? comemora um ano com novo site e novos materiais para radialistas

Tudo Rádio - Rádio News - Rádio

Segunda-feira, 10 de agosto de 2009

Desenvolvido pelo movimento Todos Pela Educação em parceria com o Unicef, o projeto “No Ar: Todos Pela Educação” consiste no envio mensal a radialistas de todo o País de um kit com informações, depoimentos de radialistas e personalidades; músicas e spots com dicas de como a população pode fazer a sua parte pela melhoria da Educação. Este mês, o 13º kit fala da importância da Prova Brasil, principal avaliação educacional do País. Entre os destaques do mês estão os depoimentos de Viviane Senna, presidente do Instituto Ayrton Senna, Mozart Neves Ramos, presidente-executivo do Todos Pela Educação e Sérgio Sitchin, Diretor Comercial da Rádio Bandeirantes - SP.
Criado em agosto de 2008, durante as eleições municipais, o projeto teve como objetivo inicial colocar a Educação na agenda de candidatos e eleitores. Ao longo do tempo, o projeto foi ganhando força e cada vez mais radialistas incluíram a pata “qualidade do ensino” em sua programação. Nesse período, foram produzidos 12 kits de conteúdo mensais, distribuídos a 5 mil radialistas, que resultaram em mais de 33 mil downloads dos materiais, por rádios de todo País.
Realizado com o apoio do Grupo ABC e da produtora Friends Áudio, a iniciativa também conta com o apoio da Abert – Associação Brasileira de Rádio e Televisão, das Associações Estaduais de Rádio e Televisão e do GPR – Grupo de Profissionais do Rádio. O jornalista Gilberto Dimenstein e a rádio CBN também colaboram com o projeto disponibilizando a todos os radialistas os depoimentos veiculados no programa “Prazer em aprender”. Em agosto, o entrevistado é o nadador Gustavo Borges.

Novo site e novos materiais

Para acompanhar a evolução do projeto, este mês o “No ar: Todos Pela Educação” ganha um novo site que reúne em um mesmo ambiente todas as peças de áudio produzidas, arquivos em PDF, vinhetas para a rádio personalizar, sugestões de pauta, notícias publicadas nos principais jornais do País e dados sobre a Educação no Brasil, em cada um dos estados, municípios e escolas. Outra novidade é um roteiro de perguntas sobre o tema do mês, desenvolvidas para que os radialistas possam se aprofundar e discutir com gestores, professores e a sua comunidade.
Outro destaque é o boletim “Rádio Pela Infância”, produzido pelo Unicef, que traz informações, dicas e sugestões de pauta ligadas ao tema do mês. Nesta edição, além de abordar a importância da Prova Brasil, o boletim explica como é construído o Ideb – Índice de Desenvolvimento da Educação Básica e cita o relatório Aprova Brasil, que traz exemplos de escolas que conseguiram bons resultados na avaliação em 2005.
O Todos Pela Educação acredita que o rádio, com seu grande alcance, tem o papel estratégico de mobilizar a sociedade brasileira. Todos os materiais estão disponíveis e podem ser baixados pela internet.
O Tudo Radio.com apóia o projeto Todos Pela Educação.

Por Carlos Massaro - 10/agosto/2009
carlosmassaro@yahoo.com.br

terça-feira, 11 de agosto de 2009

PARA LER E DEBATER...

MÍDIA RADIOFÔNICA
O rádio tem história e merece respeito

Por Francisco Djacyr S. de Souza em 11/8/2009

É importante o conhecimento da história do rádio e verificar sua importância durante muitos anos na vida das pessoas e no decorrer do processo histórico de cada cidadão. É importantíssimo resgatar essa história e mostrar a todos cidadãos e, principalmente, aos jovens, o que foi feito na vida radiofônica através de exemplos, casos práticos e observações. Como é excitante conhecer a história do rádio e compreender fatos relacionados a seu processo de formação, implementação e papel na vida diária de nossos povos.
Por que esquecer Padre Landell de Moura, Roquete Pinto, Repórter Esso, radionovelas, cantoras do rádio? Por que ocultar o papel do rádio na mobilização da população, nas notícias da Segunda Guerra Mundial e no divertimento dos programas de auditório que levavam diversão e alegria para tantos brasileiros?
O rádio é tão importante que hoje grupos políticos sempre investem na implementação de emissoras. No Senado há uma rádio que opera com notícias da casa. Nas Assembléias Legislativas estão crescendo o número de emissoras oficiais para que os feitos dos parlamentares, ou sua propaganda antecipada política, chegue às casas das pessoas. O próprio presidente da República mantém hoje um programa semanal de rádio, pois sabe que será fácil emitir suas idéias a todos os rincões do país. Toda esta importância do rádio merece ser resgatada, enaltecida e valorizada para o bem da comunicação sadia, segura e, sobretudo, ética.

Práticas de valorização

O trabalho de valorização do rádio deveria começar dentro das próprias emissoras, que deveriam reservar parte de sua programação para mostrar ao povo aspectos da história do rádio, momentos de sua história, curiosidades sobre o meio e mostrar as idéias veiculadas nas emissões radiofônicas para promover conhecimento sobre o meio e verificar sua importância. É preciso investir mais no rádio, melhorando qualidade de programas com produção, interatividade, participação popular e divulgação do que se passa na programação – para o bem de todos e para um melhor aprofundamento da história deste meio de comunicação. É preciso compreender o papel-cidadão do rádio no contexto histórico, na formação do povo, na consolidação da formação cultural e no aprendizado das pessoas que ouvem rádio e dele fazem o companheiro de todas as horas.
No processo de resgate da história do rádio é reservado um papel importantíssimo para os ouvintes, que devem exercer sua cidadania cobrando dos supostos proprietários qualidade tanto na emissão quanto na mensagem. É preciso exercer fortemente o corporativismo do ouvinte para lutar por direitos de consumidor diante de alguns programas que destoam completamente do verdadeiro pensamento do público ouvinte. É preciso que os empresários vejam o rádio com outros olhos e coloquem seus departamentos de marketing e mídia no entendimento do papel do rádio, nos índices de audiência, no imediatismo que só o rádio tem o que certamente será uma oportunidade segura de retorno em relação às propagandas veiculadas no rádio.
Os empresários do meio radiofônico têm de desenvolver práticas de valorização de seus personagens dando a estes o prazer de trabalhar no rádio (radialistas, operadores e colaboradores), bem como ouvir rádio (ouvintes-consumidores). O rádio precisa ser valorizado urgentemente pelos que detêm as concessões, que têm de saber o que se passa no rádio sem preocupação meramente com o balancete do final do mês, e sim, do seu papel no contexto político, econômico e social no exercício pleno da democracia.

Regras de cidadania

Os que fazem rádio precisam valorizar seus consumidores procurando sempre fazer dos programas exercícios de cidadania, valorização ética, protagonismo e criar programas atrativos para todas as classes sociais e etárias fazendo com que o rádio seja para todos e todas. O rádio precisa criar programas adequados às faixas etárias através de uma pesquisa dos interesses de seus usuários. O rádio precisa incentivar conselhos de ouvintes para analisar e propor mudanças na programação. Os radialistas têm de valorizar seus ouvintes, respeitá-los e ouvir o que eles dizem para saber o que se passa no mundo afora e como o rádio poderia contribuir para melhorar a vida.
No contexto da formação de radialistas devem constar urgentemente noções de ética, de respeito radiofônico, de participação popular e outros aspectos que envolvam a vida cultural e socioeconômica do mundo em que vivemos. O rádio precisa ser respeitado, tanto pelos usuários quanto pela sociedade em geral, para a construção de um mundo pautado em regras de cidadania, formação ativa e resgate da justiça para todos.

LEIA E DISCUTA ESTA TEMÁTICA...

leia este texto publicado no correio da cidadania.
É uma discussão interessante que merece ser debatida no meio rádio
L E I A

segunda-feira, 10 de agosto de 2009

LEIA - ASSUNTO INTERESSANTE

GRIPE SUÍNA
O apocalipse, a pandemídia

Por Gabriel Perissé em 28/7/2009

Algo semelhante aconteceu por ocasião do surto/susto da febre amarela, sobre o qual escrevi um artigo neste Observatório da Imprensa. Um ano e meio se passou e nos encontramos novamente envolvidos em clima apocalíptico, apavorados agora com tosses e espirros, embalados por notícias e informações que podem confundir e apavorar mais do que esclarecer.

Virou motivo de piada a explicação que o governador José Serra deu sobre a origem e transmissão da iminente "tragédia", no YouTube. Mas não fizeram melhor papel outras instâncias. Há dois meses, vários meios de comunicação divulgaram que "pandemia de gripe suína poderia infectar 2 bilhões", em que o uso do futuro do pretérito ("poderia"), indicando que tudo depende de certas condições, não consegue (nem conseguiria...) aplacar-nos o medo de estar entre esses 2 bilhões de infelizes!

No dia 19 de julho, outra chamada alarmista – "Gripe pode afetar até 67 milhões no Brasil em até oito semanas" –, na Folha de S.Paulo e na Folha Online, o que provocou a reação do ombudsman da Folha no domingo seguinte, criticando a irresponsabilidade dessa reportagem assinada por Hélio Schwartsman.

Mortes no trânsito e por automedicação

Já no dia 25 de julho, a própria Folha lembrou que "gripe comum mata 17 por dia em São Paulo", baseando-se em dados segundo os quais, só na cidade de São Paulo, morreram 6.324 pessoas ao longo de 2008 em decorrência de males provocados pela gripe nossa de cada ano. Na revista Época desta semana (nº 584), o ministro da Saúde, José Gomes Temporão, explica (seria seu papel fazê-lo com mais contundência e mais rapidez) que esta gripe não é pior do que a sazonal.

Pandemias outras são esquecidas. Forçando o sentido da palavra, mas em sintonia com a sua origem etimológica, toda a desgraça que atinge o "povo inteiro" é pandêmica.

Só o trânsito no Brasil matou cerca de 7 mil pessoas em 2007 e, graças à Lei Seca, um pouco menos em 2008: algo em torno de 5 mil e quinhentas pessoas. Fazendo as contas, podemos admitir que a cada mês morrem muito mais brasileiros em acidentes automobilísticos do que morreram até agora com a famosa gripe suína.

A Associação Brasileira da Indústria Farmacêutica (Abifarma) divulgou recentemente que, no Brasil, 50 pessoas morrem por dia por complicações causadas pela automedicação!

Outras pandemias: a das drogas, a do ensino deficiente, e a do pânico induzido pela mídia...

LEIA...

OUVINDO RÁDIO


leia este texto sobre rádio

INCENTIVAR CANAIS DEMOCRÁTICOS NO RÁDIO

Ainda existem no rádio cearenses programas que tem espaço democrático reservado ao ouvinte que devem valorizar cada um deles para o bem da comunicação e da democracia participativa que o rádio merece e tem que lutar para concretização. Devemos deixar de participar de programas que censuram o ouvinte ou reduzem a sua participação. Nossa recomendação é não participar só aí eles vão saber a falta que o ouvinte faz .